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Bulletproof Boy Scouts (em coreano: 방탄소년단) é um grupo masculino sul coreano de hip-hop formado pela Big Hit Entertainment. Geralmente conhecidos como BTS, são também chamados de Bangtan ou Bangtan Boys. Eles estrearam em 13 de junho de 2013 com sua... LEIA MAIS
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Categoria: News

Publicado em 11.06.2018
[NEWS] Jin faz cover de uma balada de rock, música debut de Yoon Dohyun
Como acontece com as músicas e criações do BTS num geral, Jin está incrível.

A versão do Worldwide Handsome de ‘In Front Of The Post Office In Autumn” honra o álbum de rock coreano divisor de águas que enriqueceu a cultura K-rock permanentemente.

O pano de fundo do BTS inclui homenagens à artistas que tiveram grande impacto musical. Por isso o novo cover lançado no Soundcloud no dia 7 de junho por Jin é um alô à lenda viva do rock coreano, Yoon Dohyun, que passou a frente da banda YB. “In Front Of The Post Office In Autumn” foi o single do admirado álbum de debut do cantor em 1994, e agora está sendo escutado por fãs do BTS ao redor do mundo através da empolgante versão retrô de Jin.

Jin é conhecido como o Worldwide Handsome e continua a fazer piada sobre seu rosto ser a chave de tudo. Ele disse que a Big Hit Entertainment o escolheu enquanto estava na faculdade por ser bonito, mas a realidade é que ele permanece com sua cabeça baixa em sua mesa e é um estudioso, perseguindo qualificações acadêmicas cada vez maiores enquanto é um dos integrantes do boygroup mais conhecido do momento.

“In Front Of The Post Office In Autumn” é a primeira faixa solo de Jin desde “Awake”, do álbum de 2016 WINGS, que foi o grande final da série de vídeos conceitos que expandiu ricamente o universo alternativo do enredo que o BTS vem contando há alguns anos. Mais recentemente nós sentimos a dor dele em “Fake Love”, onde Jin foi incapaz de cuidar de sua flor que simboliza a verdade que não foi revelada.

Jin tinha a flor smeraldo, que ele queria proteger desesperadamente; então tivemos que aceitar o fato que não importa o quanto ele tentasse, ele não seria capaz. Ele ganhou quando percebeu que não podia proteger a flor.

[Tweet de @ironchim2 sobre a versão extendida do MV de “Fake Love”.]

Agora que estamos em 2018 celebrando a quinta FESTA, aniversário de formação do BTS, a ansiedade para mais presentes está em estado quase febril. Muitos curtiram a versão extendida de “Fake Love” que foi lançada no dia primeiro de junho, com visuais ainda mais impressionantes, seguido logo após pela versão rock de “Spring Day”. Como acontece com as músicas e criações do BTS num geral, “In Front Of The Post Office In Autumn”, de Jin, está incrível.

 

Fonte: Grammy
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ BTSBR


Publicado em 11.06.2018
[NEWS] Vezes em que o ARMY derreteu os corações de todos
A surpresa para RM no Brasil foi mencionada!

Fandoms são como famílias: grande, barulhentos e só de vez em quando um pouco empolgados demais. Há sempre o tio das piadas ali, a ovelha negra da família acolá (qual família não tem?!), mas no final, como uma enorme família, o fandom sempre se entende. E quando o fandom realiza feitos do bem, o bem se espalha e alegra a todos! E aqui estão duas vezes em que o ARMY atingiu o coração de muitas pessoas através de sua bondade e excelência.

Doações

Como uma maneira de apoiar a incrível campanha do BTS com a UNICEF, Love Myself #ENDviolence, o ARMY conseguiu arrecadar mais de $500,000 dólares em apenas alguns dias!

E fora arrecadações para a campanha, após os integrantes do grupo publicarem o fim da aceitação de presentes por parte dos fãs, muitos têm se juntado e ao invés de presentear os meninos diretamente com roupas, sapatos e acessórios, ARMYs doam para instituições carentes e realizam trabalhos voluntários em nome do septeto!

Demonstração de amor

E claro que um dos mais inesquecíveis momentos que o ARMY proporcionou ao BTS não poderia ficar de fora! Durante a passagem da Wings Tour pelo Brasil em março de 2017, durante a apresentação solo de RM, “Reflection”, onde o líder canta “I wish I could love myself” [Eu gostaria de poder me amar], ARMYs cantaram de volta para o rapper “We Love You!” [Nós te amamos!”. E na apresentação do segundo dia, o líder emocionado fez uma mudança muito importante na letra da música durante a apresentação dizendo, “Yes I do love myself” [Sim, eu me amo].

Fonte: Soompi
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ BTSBR


Publicado em 10.06.2018
[NEWS] “DNA” de BTS se torna o 1º MV de um grupo de K-pop a atingir 400 milhões de visualizações
BTS acabou de atingir mais um marco histórico e criou um novo recorde!

BTS acabou de atingir mais um marco histórico e criou um novo recorde!

Às 19h27min (horário da Coréia do Sul) do dia 9 de Junho, o videoclipe de “DNA”, do BTS ultrapassou a marca de 400 milhões de visualizações no YouTube. Além de ser o primeiro clipe do septeto a atingir esse feito, também é a primeira vez que um videoclipe de um grupo de K-pop alcança essa marca.

BTS fez seu comeback no mês passado com seu mais novo álbum Love Yourself: Tear. O videoclipe do single, “Fake Love”, também quebrou diversos recordes da categoria de vídeos de K-pop, incluindo o feito de ser o 13º vídeo do septeto a alcançar 100 milhões de visualizações e o 3º videoclipe mais assistido em 24 horas da história.

O grupo já tem planejada uma tour mundial, que se inicia em Seul em Agosto e os leva para diversos lugares ao redor do mundo. 

Parabéns ao BTS pela conquista! Porque não celebrar esse feito assistindo “DNA” novamente?

 

Fonte; soompi
Trans eng-ptbr; fer @ btsbr


Publicado em 09.06.2018
[NEWS] Por que precisamos repensar nossas ‘críticas’ ao BTS e ao K-pop
O fato que se mantém é que o BTS está aqui para ficar.

Espectadores ao redor do mundo estavam colados nas suas televisões e laptops tarde da noite/cedo na manhã de domingo, 20/21 de maio, para o Billboard Music Awards 2018 (BBMAs), um fenômeno anual que vem apresentando encantadoras performances ao vivo, celebrando diversos gêneros musicais e premiando artistas aclamados desde os anos 1990. Embora seja um evento muito esperado todos os anos, desde 2017 a animação aumentou para os fãs do grupo coreano BTS (Bangtan Sonyeondan/Garotos à prova de balas).

 

Esse ano musical viu os sete garotos — um grupo já conhecido por desafiar expectativas e escrever a verdadeira história de desfavorecidos — chegarem a fama de maneira chocante, determinando e quebrando seus próprios recordes com múltiplas músicas, MVs e o seu álbum mais recente, ‘Love Yourself 轉: Tear’. Em 2017, o BTS foi o primeiro artista coreano a ganhar um prêmio da Billboard, o Top Social Artist (com um recorde no Guinness World Record pelo número de engajamentos no Twitter), destronando Justin Bieber de um lugar que ele ocupava há quase seis anos consecutivos.

Este ano, no entanto, foi um pouco diferente. O BTS não só ganhou novamente o prêmio (com uma margem de 94% e outro possível recorde no Guinness com mais de 42 milhões de votos em 24 horas), eles também foram os primeiros a estrear um álbum em um palco americano. Eles, portanto, se tornaram o primeiro artista coreano a se apresentar no BBMAs.

O sucesso da apresentação abalou por muitos dias — celebridades ocidentais conhecidas notando o seu talento e veículos de mídia se perguntando quem esses sete homens são, conquistando a fanbase mundial global. Entretanto, estar nos holofotes também traz atenção que não é tão positiva.

O fenômeno K-pop sempre foi sujeito à retóricas racistas, tanto de forma sutil quanto em ataques descarados. Assim, o exponencial crescimento de popularidade de um boy group asiático (particularmente um que teve dificuldades para chegar ao topo, mesmo em seu país natal) criou espaço para ainda mais olhares críticos.

Sua fama crescente trouxe com ela uma quantidade alarmante (e provavelmente injusta) de ceticismo. Com, por exemplo, as audiências ocidentais incapazes de entender como e por quê músicas em outra língua podem, possivelmente, capturar os corações e as mentes de pessoas ao redor do mundo.

Isso se traduziu na transformação da narrativa ao redor do sucesso do grupo, fazendo parecer que eles são um fenômeno ‘fora da curva’, sua fama feita por seu público predominantemente feminino (chamadas ARMYs). Embora isso não seja algo ruim (o grupo já disse várias vezes que tem orgulho das suas fãs), a atenção excessiva que a mídia ocidental dedica aos ARMYs parece sugerir que o BTS é famoso apenas por causa de seus fãs.

O BTS é pintado como algum tipo de fenômeno de um só sucesso, sem substância alguma. Ademais, a frequente rotulagem de seus fãs como “loucos”, “intensos”, e mesmo “raivosos” e “perigosos”, é um insulto não somente ao grupo mas também às incontáveis pessoas (especialmente mulheres, pessoas LGBTQ+ e minorias étnico-raciais) cuja lealdade inabalável vai além da aparência física do grupo.

A figura da “fã enlouquecida” é comumente usada para denotar artistas baseado na suposição de que se um artista possui uma base de fãs que são, em sua maioria, mulheres, provavelmente lhes falta substância. Como se mulheres e meninas jovens somente fossem capazes de formar conexões superficiais e exageradas com as mídias que consomem.

Essa suposição é um esteriótipo prejudicial que implica que meninas e mulheres são incapazes de tomarem decisões informadas sobre as pessoas que escolheram idolatrar, e também completamente desnecessária, uma vez que a fanbase do BTS constantemente promove a profundidade do seu trabalho e ideias. É, também, um argumento incrivelmente machista, comumente usado contra as mulheres para invalidar suas preocupações válidas.

Enquanto suas fãs continuam amando o BTS por suas letras pessoais e empáticas e louváveis produções musicais (o grupo produz e escreve suas próprias canções), a imagem pública divulgada por ‘pessoas do contra’ é de que elas são meramente um bando fascinado por um grupo, levando-os adiante superficialmente. Isso é um insulto não somente aos fãs mas também ao trabalho duro que esses artistas dedicam em suas carreiras.

Isso não significa que o apreço das ARMYs é algo ruim. O próprio grupo já declarou como tudo que eles conquistaram teria sido impossível sem os fãs, e que, definitivamente, foi a popularidade nas redes sociais que apresentou suas músicas para o mundo. Não há como negar que a atenção, que este último álbum recebeu, é uma grande conquista para o grupo.

Muito da atenção que eles vem recebendo é de natureza positiva, com grandes críticos, como o Pitchfork, lhes dando notas objetivamente altas, como 7.1, e veículos de notícias falando sobre o quão significativo o trabalho do BTS é. Então, talvez, é esperado que o positivo também traga uma atenção questionável.

A maneira com que algumas pessoas (famosas ou não) vêm tratando os garotos, como veículos para a fama, como acessórios para se posar junto e sorrir sem nem mesmo saber seus nomes — são claros indicadores de que o BTS está tendo sucesso e as pessoas estão se sentindo ameaçadas por isso.

E, na verdade, uma das perguntas mais comuns que eles recebem é de qual artista ocidental eles gostariam de fazer uma colaboração. Ao mesmo tempo que esta é uma boa pergunta quando feita com respeito e curiosidade, ela pode, às vezes, se tornar uma insinuação feia de que o BTS precisa de colaborações para se tornar relevante. Eles também recebem com frequência a pergunta de quando eles irão lançar um álbum em inglês, ou interagir com os fãs em inglês, apesar deles estarem escrevendo em sua própria língua e não devem ter que mudar pelos outros.

Curiosamente, suas colaborações [até agora] vem sendo com minorias étnico-raciais, o que é uma tentativa de dar autenticidade para as culturas que criaram os gêneros [musicais] com que eles experimentam. Ademais, a maior parte das celebridades ocidentais que vem dando atenção genuína ao BTS e ao seu trabalho são minorias étnico-raciais — pessoas que sabem como é enfrentar racismo e preconceito na indústria musical do ocidente.

Mas o que há para se sentirem tão ameaçados? O BTS é um grupo que constantemente questiona o que é considerado a norma. Em casa, na Coreia, isso foi feito através da demonstração de diversidade musical em uma indústria conhecida por ser homogênea, ao espalharem consciência social e quebrarem recordes locais com isso (apesar de virem de uma empresa pequena, que não lhes deu privilégios). No exterior, fazem isso ao desafiar a figura de masculinidade tóxica (eles são confortáveis em demonstrar suas emoções, usar maquiagem, experimentam com a moda) e ao aumentarem as expectativas acerca do que é esperado em apresentações.

A falta de aceitação de minorias raciais e étnicas na arena musical do ocidente — especialmente asiáticos, que permanecem severamente pouco representados apesar de fazerem parte do maior continente do mundo — diz muito sobre a xenofobia e as noções pré-concebidas que as pessoas têm no hemisfério ocidental.

Por exemplo, o BTS e sua gravadora sentiram a necessidade de silenciar palavras de suas letras (naega, que significa “eu” em coreano — uma unidade básica de discurso) porque se preocuparam que pessoas que desconhecem a língua poderiam entendê-la como a “N-word”, e não quiseram ofender ninguém.

Ao mesmo tempo que essa premeditação reflete uma incrível sensibilidade por parte do grupo, também fala muito sobre uma audiência que não se mostra disposta a pensar além da sua própria língua, e o trabalho que sofre em resultado disso. Até mesmo alguns dos artigos escritos sobre o BTS, ou o seu álbum, claramente refletem a propensão interna em favor dos críticos. Sem mencionar que, nas redes sociais, os insultos com que os fãs precisam lidar são de natureza incrivelmente racista.

O fato que se mantém é que o BTS está aqui para ficar. Depois de quebrar recordes de vendas de álbuns na Coreia do Sul, as previsões dizem que devem chegar ao primeiro lugar da Billboard 200 (um feito louvável que irá impulsionar a representação asiática na indústria musical) e já esgotaram os ingressos para os quatro shows que farão no Staples Center, em Los Angeles. É só questão de tempo até que a mídia e celebridades percebam que essas conquistas não são meramente devido às fãs “loucas por meninos”.

Talvez seja exatamente por isso que é tão importante que eles cheguem a uma posição confortável no topo — para mudar a maneira com que as pessoas pensam sobre artistas e músicos de minorias étnico-raciais. As pessoas normalmente comparam o fandom do BTS ao dos Beatles — talvez seja hora de lembrar que alguns dos maiores músicos da história sempre tiveram fãs “loucas” e que foi com o amor e o apoio dessas fãs que suas discografias mudaram o jogo e entraram para a história.



Fonte; Pallavi Varma @ Feminism in India
Trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 06.06.2018
[NEWS] BTS são grandes fãs do Superstar da WWE John Cena
Min “Suga” Yoongi recentemente revelou que ele é um grande fã de John Cena.

John Cena tem fãs ao redor do mundo, e seu Cenation [nome do fã clube de Cena] agora pode contar com um integrante de um famoso grupo sul-coreano entre os seus participantes.

Min “Suga” Yoongi recentemente revelou que ele é um grande fã de John Cena. Suga até fez seu gesto de “Hustle, Loyalty, Respect” durante uma entrevista.

Vendo isso, o líder de Cenation respondeu Yoongi no Twitter, mostrando o literal Respect de volta.

https://twitter.com/JohnCena/status/1002973134910132224?ref_src=twsrc%5Etfw&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.wwe.com%2Farticle%2Fjohn-cena-south-korea-boy-band-bts-min-suga-yoongi

Agora que Cena e Yoongi são conectados nas redes sociais, a pergunta deve ser feita: estará uma colaboração próxima?

 

Fonte: WWE
Trans eng-ptbr: gabriela @ btsbr


Publicado em 04.06.2018
[NEWS] Um olhar mais atento à mensagem inspiradora por trás de “Anpanman”
A música “Anpanman” é boa porque é honesta. Anpanman pode ser um herói [...]

Atualmente o BTS está ocupado promovendo seu álbum de comeback, Love Yourself: Tear. Nos programas de música, o grupo tem apresentado sua faixa-título “Fake Love”, assim como as faixas B-side “Anpanman” e “Airplane Pt.2”.

Recentemente, um resenhista escreveu uma análise profunda das letras e do tema de “Anpanman”. Segue uma tradução da mesma:

“Anpanman” é uma canção divertida e animada, inspirada pelo personagem de desenho de mesmo nome, o qual é feito de pão de feijão vermelho. Anpanman era o personagem principal de uma série de livros ilustrados, feitos pelo cartunista japonês Takashi Yanese. A série foi transformada em desenho animado e tem ido ao ar no canal japonês NTV desde 1988. O desenho também era popular na Coreia, nos anos 90.

Anpanman é um homem feito de pão de feijão vermelho e o herói mais fraco do mundo. Ele não tem nenhum superpoder como Batman ou Superman, mas é um herói gentil que ajuda os necessitados e dá pedaços de sua própria face, feita de pão de feijão vermelho, às pessoas famintas. Se o Batman e o Superman são heróis e astros, podendo voar para qualquer lugar em um relance, Anpanman é um herói da burguesia, o qual está sempre por perto e te acompanha por um bom tempo.

O BTS se compara ao personagem Anpanman. Os artistas disseram que queriam expressar seu desejo de dar esperança às pessoas através da sua música e apresentações da mesma. Ao compararem a si mesmos não com o herói mais forte, mas com o herói mais fraco do mundo, o BTS se mantém alinhado com a própria mensagem, cuja ideia é a de que no lugar de ser um herói só porque se é forte, pode-se ser um herói mesmo sendo fraco.

 

 

Esse talvez seja o ponto principal de Love Yourself: Tear. Esse álbum, que diz que amar a si mesmo é o começo do amor verdadeiro, não está falando apenas da sua parte forte e com a qual você está satisfeito. O álbum vai de encontro com a mensagem de que mesmo sendo insuficiente e cheio de defeitos, você deve amar seu verdadeiro eu.

Se você der uma olhada nas letras de “Fake Love”, usar uma máscara e agir como uma boneca em troca de receber amor leva inexoravelmente à decepção, ao coração partido. Quando se tira essa máscara e se aceita seu verdadeiro eu, é aí que o processo de amar a si mesmo realmente começa.

A música “Anpanman” é boa porque é honesta. Quando as pessoas querem algo que não podem ter, elas mentem e dizem, “Eu não quero isso”. Já que elas não podem ter, dizem que não querem para resguardar o próprio orgulho.

Esse tipo pessoa talvez tente se enganar a ponto de pensar “Eu não quero ser um super-herói, estou bem assim”. Contudo, se você olhar as letras de “Anpanman”, eles aceitam o fato de que “Ser um super-herói incrível é meu sonho, mas eu não sou um super-herói.” Na atitude de querer se tornar um super-herói e de admitir honestamente que não é um, pode-se sentir a autoestima e o amor próprio.

Esse é o jeito do BTS de dar conforto aos outros. Eles não advertem as pessoas, “Não tente se tornar um super-herói”, não contam mentiras como, “Não quero ser super-herói”, e não se tornarem desencorajados, ao invés disso dizem, “Não sou um super-herói, mas um humano, sem nada de especial”.

“Sou o Anpanman da nova geração/ Sou um novo super-herói Anpanman” podem ser os versos que mais se destacam na música. Ao anunciarem, “Sou um novo super-herói,” eles dão a chave para o amor próprio e dizem que um herói fraco ainda é um herói.

O BTS está dizendo, “Sou o Anpanman, o herói mais fraco do mundo, e heróis fracos são heróis também. Sou um novo tipo de super-herói.” É uma conclusão bacana, cheia de sinceridade.

Assim como os versos, “Esperando pelo seu Anpanman/Você vai reunir um pouco mais de força?/Eu serei sua força”, o BTS segue o modelo do Anpanman, que não tem nada para oferecer ao outros, então dá uma parte dele mesmo (pão de feijão vermelho). Ele é o herói de uma nova geração, diferente do Batman, por exemplo, que é poderoso e habilidoso.

Apesar do Anpanman ser um herói cheio de erros e conflitos, ele sabe que é o resultado de um padeiro que deu o seu melhor para criá-lo, portanto, ele pode dizer confiantemente que é um herói. Anpanman pode ser um herói dócil, gentil, mas certamente não é fraco.

 

Fonte; OhMyNews @ Naver; @Soompi
Trans ko-eng; @Soompi
Trans eng-ptbr; VenomQ @ btsbr


Publicado em 04.06.2018
[NEWS] Assista: John Cena responde em coreano ao BTS, declarando adoravelmente que ele é um ARMY
John Cena enviou uma doce mensagem ao BTS, na língua nativa deles!

O lutador profissional americano e ator John Cena enviou uma doce mensagem ao BTS, na língua nativa deles!


Mais cedo nesse mesmo ano, John Cena confirmou ter se tornado fã do BTS, depois de descobrir o grupo acidentalmente nas redes sociais. O astro chamou atenção por postar fotos do J-Hope em sua conta pessoal do Instagram, e mais tarde ele comentou que era fã de várias músicas da mixtape do J-Hope, Hope World.

Durante uma entrevista recente com o programa americano Entertainment Tonight, perguntaram ao BTS se eles sabiam que o John Cena apoia o grupo e se eles haviam tido a chance de conhecê-lo. Os membros do grupo responderam avidamente, “Ainda não – nós queremos conhecer o John. Nunca conhecemos ele.” RM e Suga revelaram que são fãs do lutador desde a infância, enquanto J-Hope se virou para a câmera e com um sorriso animado chamou, “John Cena!”.

Jimin também se virou para a câmera e perguntou, “John Cena, você é ARMY?”

Mais tarde naquele dia, John Cena foi ao Twitter para postar um vídeo-resposta à pergunta do Jimin. O astro se dirigiu diretamente ao BTS, escrevendo na legenda “por favor, perdoem a minha inexperiência com o idioma, mas aqui está minha resposta.”

Ele então declarou adoravelmente em coreano, “BTS, eu sou goondae”, que é a palavra coreana literal para “exército” [army, em inglês].

Esperamos que o BTS e o John Cena tenham uma chance de se conhecerem pessoalmente!

Deem uma olhada no vídeo fofíssimo abaixo:



Fonte; soompi
Trans eng-ptbr; VenomQ @ btsbr


Publicado em 03.06.2018
[NEWS] “Fake Love” de BTS estreia na 10ª posição, marcando a primeira aparição no Top 10 da #Hot100 para um grupo de k-pop
BTS também quebra seu próprio recorde de hit a chegar mais alto na Hot100 [...]

[…] Enquanto isso, 3 artistas conquistam sua primeira aparição no Top 10 da Hot 100: Lil Baby, com a música “Yes Indeed”, que conta com a participação de Drake, salta da 49ª posição para a 6ª após a primeira semana de acompanhamento; Ella Mai, cujo hit de debut “Boo’d Up” passou para a 8ª colocação; e o grupo superstar coreano BTS, estreando em 10º lugar com a música “Fake Love”, representando o primeiro hit a entrar no Top 10 por parte de um grupo coreano. Além disso, o álbum que contém o hit top 10, Love Yourself: Tear estreou como o primeiro álbum do grupo a alcançar o 1º lugar da Billboard 200, sendo também a primeira vez que um álbum do gênero coreano atingiu tal colocação.

Encerrando o Top 10 da Hot 100, BTS aparece na 10ª colocação com “Fake Love”, do álbum do grupo Love Yourself: Tear, que, assim como mencionado anteriormente, aparece como o primeiro do grupo a bater o 1º lugar da Billboard 200, assim como também foi a primeira vez que um álbum de k-pop a alcançar o topo do chart.

Além disso, BTS também quebra seu próprio recorde de hit a chegar mais alto na Hot100 para um grupo de k-pop, superando “MIC Drop” (com a participação de Desiigner), que chegou a ficar na 28ª colocação em Dezembro. Apenas um outro artista do gênero chegou ao top 10 da Hot100: Cantor/Rapper coreano PSY, cujo hit “Gangnam Style” chegou ao 2o lugar do chart, ficando nessa posição por 7 semanas, além de sua outra música, “Gentleman”, que bateu a 5ª colocação em 2013.  

Mais além, “Fake Love” é a primeira música de K-pop a estrear no Top 10 da Hot100, superando “Gentleman”, de PSY, que lançou na 12ª posição.

“Fake Love,”, que BTS apresentou no Billboard Music Awards no dia 20 de Maio, também é a primeira música do septeto a aparecer em 1º lugar na lista de Digital Song Sales, estreando com 29,000 cópias vendidas. Em Streaming Songs, apareceu na 7ª colocação com 27.4 milhões de streams americanos.

 

Fonte; Billboard
trans eng-ptbr; fer @ btsbr


Publicado em 03.06.2018
[NEWS] Tyra Banks tira foto inesquecível com o BTS no Billboard Music Awards
Banks, aproveitou a premiação, curtiu com o septeto e compartilhou seu [...]

A criadora do “America’s Next Top Model”, Tyra Banks, é famosa por seu smize [sorrir com os olhos]. Mas foi no domingo do dia 20 de maio, durante o Billboard Music Awards, que Tyra conheceu um grupo de estrelas que a fez questionar a supremacia de sua expressão facial favorita.

“Conhecer o BTS é… Melhor que sorrir com os olhos,” escreveu ela na legenda do vídeo que postou em suas redes sociais. No vídeo, o grupo mais famoso de k-pop do mundo se juntou à Tyra e fez poses para as câmeras cheios de personalidade. Claramente, eles não são estranhos às poses nas frente das câmeras.

Na noite de domingo, o popular septeto – que é conhecido por vocais, rap e dança, além de claro estar a altura de posar ao lado de Tyra Banks – levou para a casa o prêmio Top Social Artist (pelo segundo ano consecutivo). Também levaram para o palco a apresentação de seu mais novo single, “Fake Love”, fazendo história como os primeiros artistas coreanos a se apresentarem no palco do Billboard Music Awards. Durante a cerimônia, os fãs do BTS presentes na platéia e também nas redes sociais foram a loucura com o grupo, chamados de ARMY, são eles que permitiram ao septeto o status de super estrelas globais.

Enquanto isso, Banks, aproveitou a premiação, curtiu com o septeto e também foi às redes sociais e compartilhou seu orgulho ao ver o BTS receber toda atenção, que segundo a própria supermodel, é muito merecida.

 

Fonte: TIME
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ BTSBR


Publicado em 31.05.2018
[NEWS] Love Yourself: Tear é o primeiro álbum de K-pop a entrar para o topo da Billboard 200
É o primeiro álbum majoritariamente em língua estrangeira a entrar como Nº1 [...]

A grande entrada do BTS está completa. O grupo acaba de conquistar seu primeiro Nº1 na Billboard 200, com Love Yourself 轉 ‘Tear’ debutando com o equivalente a 135.000 unidades de álbuns (100.000 vendas tradicionais de álbuns) na semana que termina no dia 14 de maio, tornando-se o primeiro álbum de K-pop a ficar no topo do chart nesse processo. É também o segundo álbum de K-pop a alcançar o Top 10; Love Yourself: Her havia estreado no chart em 7º lugar, em outubro de 2017.

Love Yourself 轉 ‘Tear’ é também o primeiro álbum majoritariamente em língua estrangeira a entrar como Nº1 em mais de 12 anos. O clássico quarteto vocal II Divo, que mistura vários gêneros musicais, havia ficado no topo da parada em fevereiro de 2006, com Anocora, mesclando canções em espanhol, italiano e francês.

Mais impressionante ainda, o BTS tira o imbatível beerbongs & bentleys, do Post Malone do chart, depois do álbum passar três semanas consecutivas como Nº1. Nas outras posições da parada, Lil Baby se curva no 3º lugar com seu álbum de estreia Harder Than Ever, e NAV adentra na 8ª posição com seu primeiro LP, RECKLESS.

Enquanto isso, Invasion of Privacy, da Cardi B, sobe à 5ª posição e a trilha sonora de The Greatest Showman desce para a 6ª. KOD, do J. Cole, cai para o 7º lugar, com Black Panther: The Album mantendo-se no 9º, e Die Lit, do Playboi Carti, rola 7 degraus abaixo em sua segunda semana no chart, para fechar o Top 10.
Na próxima semana, o álbum autointitulado do Shawn Mendes está previsto para manter o novo TESTING, do A$AP Rocky, fora do topo.

Love Yourself: Tear é provavelmente o álbum mais versátil que o BTS já fez até o momento, incluindo diversos gêneros desde emo hip-hop, baladas R&B, pop latino e mais. O primeiro álbum da série Love Yourself marcou a primeira aparição do grupo no top 10 da Billboard 200, em 7° lugar. A incrível ascensão do grupo até o topo da Billboard 200 é um momento marcante para o K-Pop e representação asiática na música global. Entretanto, ainda é impossível medir o que esse momento sem precedentes significará para a Coreia, Ásia e minorias num geral; haverá aceitação ou estranhamento da grande massa?

O sucesso do grupo e crescente visibilidade no ocidente acendeu diversas reações racistas e xenofóbicas pelo mundo nas últimas semanas – incluindo publicações de mídias já estabelecidas, como o The Guardian. Em adição ao ceticismo à um grupo de artistas orientais sendo capazes de produzir conteúdo genuinamente capaz de chegar ao topo de paradas, comentários sobre o sucesso do grupo baseados em “garotas fanáticas que apenas se importam com sua aparência” podem ser encontrados pela internet.

 

Fonte; eddiefu @ Genius; Rolling Stone India
Trans eng-ptbr; VenomQ; Bia Rehm @ btsbr


Publicado em 31.05.2018
[NEWS] SUGA: Vida, amores e trabalhos solo
SUGA é conhecido como o membro com menos papas na língua do BTS.

Após o lançamento do seu muito esperado terceiro álbum, o melancólico e estilisticamente ambicioso Love Yourself: Tear, na semana passada, os gigantes do K-pop BTS fizeram outro comeback ao retornarem ao palco do Billboard Music Awards no último dia 20 de maio.

Na cerimônia, o grupo de sete membros levou para casa novamente o prêmio de Top Social Artist pelo seu enorme exército de seguidores — mais de 10,9 milhões no Twitter, e 10,4 milhões no Instagram — e se apresentaram com seu último single, “Fake Love”.

Com o grupo retornando na sua melhor forma, e com os ARMYs celebrando uma nova era na carreira da boy band, vamos dar uma olhada na vida do rapper do BTS, SUGA, até agora.

Vida

SUGA, nascido Min Yoon-gi, cresceu na terceira maior cidade da Coreia do Sul, Daegu. O amor do rapaz de 25 anos por todas as coisas relacionadas ao hip hop começou cedo, quando ele ouviu os rappers sul-coreanos do Epik High apresentando sua faixa “Fly”. Antes de se juntar ao BTS, SUGA foi membro de um grupo de rap underground, D-Town, ou Daegu-Town, e usava o nome Gloss. SUGA veio de uma família pobre e nunca esperou ser “grande”, falando sobre como aprecia o seu sucesso com o BTS.

Imagem

SUGA é conhecido como o membro com menos papas na língua do BTS. Com a propensão de falar o que vem em mente, SUGA já comentou sobre uma grande variedade de problemas, incluindo o estado político da sua nativa Coreia do Sul. Bang Si-hyuk, fundador da empresa que gerencia as atividades do BTS, Big Hit Entertainment, comentou que recrutou SUGA pela sua franqueza, de acordo com uma entrevista publicada pela Billboard no começo desse ano.

O confiante SUGA é uma das poucas estrelas do K-pop dispostas a abordar questões enfrentadas pelos jovens da Coreia do Sul, como as pressões da escola e o desafio de ir ao encontro das expectativas da sociedade. “Se não falarmos sobre essas coisas, quem vai? Nossos pais? Os adultos? Então, não é nosso papel? Esse é o tipo de conversa que temos [no grupo]: quem sabe melhor e quem deveria falar sobre as dificuldades que a nossa geração enfrenta? Somos nós,” ele diz.

Seu papel no BTS

Como lead rapper, SUGA teve um grande papel na produção de seis das 11 faixas originais do último álbum do BTS, Love Yourself: Tear. Em “Paradise”, uma faixa que, alegadamente, é muito importante para ele, SUGA diz: “Ter um sonho / Se agarrar em um sonho / Respirar / É demais, às vezes” — no passado, ele assegurou aos seus fãs que está tudo bem em não ter sonhos e viver a vida sem ansiedades.

 

Seu trabalho solo

SUGA é também um artista solo por si só. Em 2016, o rapper lançou sua própria mixtape sob o pseudônimo Agust D, sendo aclamado pela crítica. Logo em seguida, ele escreveu a faixa “Wine” para a cantora Suran, que venceu o prêmio de melhor música soul/R&B no Melon Music Awards de 2017.

Em suas palavras

“Todos nós nos sentimos sozinho e todos nós nos sentimos tristes. Se sabemos que todo mundo está sofrendo e solitário, eu acredito que podemos criar um ambiente onde possamos pedir ajuda, onde podemos dizer que as coisas estão difíceis quando estiverem difíceis, que sentimos falta de alguém quando sentirmos,” diz SUGA.

“Somos cuidadosos em nos chamarmos de baepsaes [desafortunados] hoje em dia,” diz SUGA. “Mas a realidade é que foi assim que começamos e é lá que estão as nossas raízes.”

“Eu não gosto muito de lugares barulhentos com muitas pessoas. Acredito que todo mundo precise de um tempo e lugar para se revigorar,” disse ele, em entrevista à revista Ize em 2014.


Fonte: Crystal Tai @ South China Morning Post
Trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 31.05.2018
[NEWS] De um garoto que foi completamente editado em um programa de audições para o idol e maknae de ouro do BTS
A surpreendente história de amadurecimento do JungKook.

De um garoto que foi cortado de um programa de audições para o idol e maknae de ouro do BTS. A surpreendente história de amadurecimento do JungKook.

JungKook contribuiu com sua própria música em três anos no recém lançado álbum Love Yourself: Tear e provou seu surpreendente amadurecimento como artista.

De acordo com o sistema de aprovação da KBS que anunciou os seus resultados no dia 16 de maio, todas as 11 músicas de Love Yourself: Tear foram aprovadas. Na lista, foi divulgada as 11 faixas revelando os nomes de compositores, produtores e escritores.

A música que tem chamado muita atenção além da música-título “Fake Love”, e a nova colaboração com Steve Aoki não é outra que a faixa #7 “Magic Shop”. Essa música foi composta por JungKook, Hiss noise, RM, ADORA, J-Hope e SUGA. Precisamos focar no fato do nome do maknae ser o primeiro listado. Isso prova que JungKook estava realmente liderando todo o processo mesmo trabalhando ao lado de outros produtores.

O início pode ser banal mas o final será próspero – completamente cortado no MNET Superstar K para ter seu debut como um integrante do BTS.

JungKook que nasceu em Busan sonhava em ser cantor desde que ele viu G-Dragon do grupo BigBang. No programa da MBC Music My Story que foi ao ar em novembro de 2016, JungKook disse, “Quando eu escutei a música solo “Heartbreaker” do G-Dragon sunbaenim, foi aí que eu comecei a sonhar em me tornar um cantor. Ele é o artista que eu tenho admirado esse tempo todo.” JungKook tem mostrado respeito e admiração ao BigBang, e constantemente dizendo que eles são seus exemplos. Até mesmo quando ele participou do programa King of Masked Singer também em 2016, JungKook cantou “If You”, um dos grandes sucessos do BigBang.

Ele falhou nas audições anteriores ao debut. Na terceira temporada de Superstar K, em 2011, JungKook não chegou nem mesmo nas etapas pré-eliminatórias. Diferentemente de outros participantes, sua aparição foi completamente cortada e nem mesmo foi ao ar. No programa “Shinyang Men Show” da MNET em fevereiro de 2017, essa filmagem de JungKook do Superstar K foi ao ar com exclusividade. JungKook, aos 15 anos cantando “This Song” do 2AM  de maneira extremamente tímida. Infelizmente não foi ao ar em 2011 mas ele foi chamado por muitas companhias de entretenimento, incluindo a JYP. JungKook, porém, recusou todas as ofertas e se juntou à BigHit Entertainment por causa de RM.

Canto, dança, rap. Ele faz tudo. Há uma razão para ele ser conhecido como o maknae de ouro do BTS.

JungKook no atual momento é responsável pelos vocais principais, dança e atua como um sub-rapper no grupo. Entre a linha vocal composta por Jin, V, Jimin e ele próprio, JungKook é o que possui um vocal passional, sólido e habilidades que o fazem ser a escolha inteligente de ser o sustento vocal do BTS. Ele também é conhecido por fazer um bom rap, mesmo que não seja seu foco, e entre os integrantes dançarinos é conhecido por mostrar uma coreografia poderosa e precisa.

Esses são os motivos dele ser conhecido como o maknae de ouro não apenas entre seus companheiros de grupo, mas também entre os fãs. O apelido explica seus muitos talentos nas mais diversas áreas. Em uma entrevista para a At-Style em 2017 o jornalista perguntou ao JK se ele gostava de seu apelido, e JungKook respondeu, “Eu amo e sou grato por ser chamado dessa maneira mas me sinto muito pressionado também. Sinto que estou falhando em tantas áreas. Eu continuarei aprendendo e mostrarei meu lado mais maduro para ser digno de tal apelido.”

Do guarda-roupa ao próprio estúdio, o amadurecimento de um idol-compositor.

Seu crescimento como escritor e compositor tem sido consistente. A primeira vez que JK trabalhou na criação de uma música foi em abril de 2015, com o míni-álbum The Most Beautiful Moment In Life pt.1 com a música “Outro: Love is Not Over.” Naquele tempo, JungKook não tinha seu próprio estúdio, ele começou a trabalhar em suas músicas no próprio quarto que era em parte seu guarda-roupa sem os seus companheiros de grupo saberem. Ele que não sabia como fazer e produzir batidas, aprendeu por si próprio o básico de piano e com a melodia do piano começou a desenvolver a melodia de “Outro: Love is Not Over”. No fim, os integrantes descobriram sobre o projeto do maknae e ele teve a honra de ter sua primeira música incluída no álbum do grupo pela primeira vez.

Em novembro do mesmo ano, a música “Run”, single do mini-álbum The Most Beautiful Moment In Life pt. 2, JK participou na escrita, composição e arranjos juntamente com Pdogg, Bang PD, RM, SUGA, V e J-Hope. Além das músicas do BTS, JungKook tem se comunicado com os fãs através de seus covers, com músicas de artistas como Zion T. “Yanghwa Brigde”, Justin Bieber “Nothing Like Us” e “Purpose”, Charlie Puth “We Don’t Talk Anymore” e a mais recente de todas, “Only Then” de Roy Kim. Os covers são postados nas redes sociais oficiais do grupo e também no Soundcloud.

É de conhecimento geral que JungKook conseguiu seu próprio estúdio no final do último ano. Essa grande conquista foi possível graças a sua paixão pela música. JK agora é capaz de fazer suas próprias batidas. Em dezembro do ano passado após o BTS receber o daesang de Melhor Música com “Spring Day”, JungKook disse para o ARMY, “Eu tenho meu próprio estúdio agora. Eu trabalharei no próximo álbum e fazer boas músicas que irão impressionar vocês.”

Como esperado, JungKook manteve sua promessa com “Magic Shop”, presente em Love Yourself: Tear. Em uma recente transmissão online, fãs perguntaram à ele se havia alguma música em específico que ele participou da produção. Ele respondeu, “Eu não direi exatamente qual música é, mas sim. Claro que muitos produtores mais experientes que eu me ajudaram, mas com essa música eu realmente quis me dedicar ao máximo. Por favor antecipem por ela.”

 

Fonte: Newsen
Trans ko-eng; glitter_jk
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ btsbr