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Bulletproof Boy Scouts (em coreano: 방탄소년단) é um grupo masculino sul coreano de hip-hop formado pela Big Hit Entertainment. Geralmente conhecidos como BTS, são também chamados de Bangtan ou Bangtan Boys. Eles estrearam em 13 de junho de 2013 com sua... LEIA MAIS
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Categoria: News

Publicado em 05.12.2017
[NEWS] BTS: o primeiro grupo de K-Pop a entrar nas paradas musicais britânicas e alemãs
O remix de “MIC Drop” alcançou a posição #46 no Reino Unido e #71 na Alemanha.

BTS é o primeiro grupo de K-Pop a ter uma música listada no Top100 Singles nas tabelas musicais do Reino Unido e Alemanha.

O remix da música “MIC Drop”, que conta com a participação de Desiigner e produção de Steve Aoki, alcançou a posição de número #46 no Reino Unido e #71 no ranking alemão que é a maior indústria musical da Europa atualmente.

A música originalmente lançada em setembro foi escrita por J-Hope, RM, Pdogg, Supreme Boi e Bang Si-Hyuk, é uma das faixas do álbum de maior sucesso da carreira do grupo até o momento, Love Yourself: Her.

“MIC Drop (feat. Desiigner) [Steve Aoki Remix]” já foi promovida no talk show americano Ellen DeGeneres e recentemente, na apresentação do grupo durante o MAMA 2017 onde eles venceram o maior prêmio da noite pelo segundo ano consecutivo como Artistas do Ano.

 

Fonte: KpopHerald
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ btsbr


Publicado em 04.12.2017
[NEWS] Após longa espera BTS aparece no programa de entrevistas Ellen DeGeneres Show
O grupo finalmente participou do "The Ellen Show"!

BTS e Ellen DeGeneres finalmente se conheceram no famoso programa diurno de entrevistas da apresentadora.

Os fãs estavam esperando há muito tempo pela presença do grupo no programa Ellen DeGeneres Show, e no dia 27 de novembro essa espera teve fim. O grupo sentou com a apresentadora para uma entrevista no episódio que foi ao ar no dia 27 de novembro.

Durante o tempo da entrevista, eles conversaram sobre como RM aprendeu inglês e sobre suas músicas que contém muitos significados em suas letras. A apresentadora também brincou ao perguntar se algum dos integrantes já havia namorado algum fã. Além disso, o grupo ainda recebeu um presente da anfitriã.

Confira o vídeo abaixo:

 

Fonte: Soompi
Trans eng-ptbr; Vii @ btsbr


Publicado em 04.12.2017
[NEWS] BTS vence Melhor Música do Ano no Melon Music Awards e leva para casa mais 4 prêmios
BTS levou para casa quatro prêmios com "Spring Day"!

“Spring Day” de BTS venceu Melhor Música do Ano no Melon Music Awards 2017, que reconhece artistas de K-Pop e suas conquistas durante o ano baseado em seus resultados no Melon, uma das maiores plataformas de música da Coreia.

No dia 2 de dezembro diretamente do Gocheok Sky Dome em Seoul, aconteceu o MMA 2017 com a participação de diversas celebridades e apresentações musicais para completar um emocionante ano no K-Pop.

BTS levou para casa quatro prêmios como grupo: Melhor Música do Ano com “Spring Day”, Artista Global, Top 10 e Melhor MV com “DNA”. E para muito alegria, SUGA venceu a categoria Hot Trend ao lado de Suran, pela música “Wine” que ele produziu para a cantora.

Em 2016, o grupo levou para casa seu primeiro Daesang (grande prêmio) por Melhor Álbum do Ano com Young Forever. Agora, com o MMA 2017 o BTS é vencedor de todas as categorias Daesang – Música do Ano, Álbum do Ano e Artista do Ano – tanto no Melon Music Awards quanto no MAMA se combinados.

E além dos prêmios, o grupo fez uma apresentação belíssima que contou com o stage inédito de “You Never Walk Alone”, juntamente com a música do ano “Spring Day” e seu mais recente sucesso “DNA”.

Assista:

Fonte: Soompi
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ btsbr


Publicado em 04.12.2017
[NEWS] BTS vence Artista do Ano no MAMA pelo segundo ano consecutivo
BTS levou para casa o prêmio pelo segundo ano consecutivo.

BTS foi anunciado vencedor da principal categoria da noite na última sexta feira no AsiaWorld-Expo em Hong Kong, local que sediou o evento final do MAMA neste ano, premiação organizada pelo canal de televisão musical Mnet. O septeto também foi o vencedor de Artista do Ano em 2016.

O grupo, como um tornado, levou o K-Pop para novos patamares com seu último álbum Love Yourself: Her lançado em setembro e que vendeu mais de 1,2 milhões de cópias em menos de um mês. A música-título, “DNA” fez do BTS o primeiro grupo do gênero a se manter durante quatro semanas consecutivas no ranking principal da Billboard, HOT 100. E foi com essa música que o BTS estreou na TV norte-americana com sua apresentação no American Music Awards.

“ARMY! Nós te amamos! Este ano fomos a vários lugares ao redor do mundo e fomos muito bem-recebidos, mas em todos esses lugares as pessoas estavam mais curiosas sobre vocês! Elas se perguntavam, ‘que tipo de fandom é tão apaixonado? É incrível.” disse RM em parte de seu discurso de agradecimento se referindo à enorme base de fãs ao redor do mundo que o grupo tem.

Além de Artista do Ano, BTS também ganhou como Melhor MV com “Spring Day” e ‘Best Asian Style’ que é dado ao artista que recebeu mais votos durante o tapete vermelho da premiação.

 

Fonte: Yonhap News

Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ btsbr


Publicado em 03.12.2017
[NEWS] BTS, ‘O Melhor que Há de Novo 2017’ #1 na categoria entretenimento
BTS foi selecionado como o melhor na categoria de entretenimento.

BTS foi selecionado como o melhor na categoria de entretenimento no ‘O Melhor que Há de Novo 2017’ da revista de ciências Popular Science.

O grupo canta sobre sonhos, felicidades e o amor da juventude atual. Eles refletem as dificuldades da realidade e preocupações sérias em sua música, recebendo total apoio dos jovens.

BTS é considerado o grupo de K-Pop com a maior influência em mídias sociais da Coreia. São os únicos a ultrapassarem os 10 milhões de seguidores no Twitter. Eles conseguiram o primeiro lugar na Billboard Social 50 pela primeira vez em 29 de outubro de 2016, e até o momento já ficaram no topo da tabela por 47 vezes!

Também ganharam no Billboard Music Awards deste ano o prêmio ‘Top Social Artist’, e alcançaram uma posição esplêndida em um dos principais rankings da Billboard, o ‘Billboard 200’, onde passaram seis semanas consecutivas com seu mais recente álbum Love Yourself: Her, lançado em setembro. Sem falar que o grupo marcou seu nome na tabela de singles HOT 100, onde passaram 4 semanas consecutivas com a música-promocional “DNA”.

Particularmente na Coreia do Sul, o grupo chegou a vender mais de  1,370,000 milhões de cópias de Love Yourself: Her, marcando um recorde histórico. Quebrando um recorde de 16 anos na indústria musical e fazendo história.

Indo além de ser o melhor grupo sul-coreano de 2017, BTS cimentou seu nome como uma onda Hallyu global, tanto em nome quanto na realidade!

 

Fonte: Popular Science

Trans kr-eng; ctribeat

Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ btsbr


Publicado em 30.11.2017
[NEWS] BTS, a nova gramática da Hallyu
Mediante sucesso do BTS, podemos ver o potencial da nova “onda coreana.”

Desde que o drama “사랑이 뭐길래” (What Is Love, em inglês) se tornou popular na China, em 1997, a cultura popular coreana tornou-se uma marca e o consumo em massa passou a ser observado além das fronteiras nacionais. Esta é a base para chamarmos este ano do “20º Aniversário da Hallyu”. No entanto, ao mesmo tempo que o termo “hallyu” é uma retórica cheia de significados, ele vem se tornando um conceito inefetivo na política industrial. Da música à indústria de cosméticos, quais estratégias devem ser articuladas para incentivá-la? Quanto a isso, um representante de uma agência do governo disse “esta é a era da K-Culture! Jogos, quadrinhos, desenhos animados, comida coreana, Hanbok! É a realização da Onda Coreana 3.0!”, fazendo com que eu me sentisse envergonhado pelo seu tom de voz. Isso porque existe a possibilidade de encorajar o imperialismo cultural ou provocar um nacionalismo retrógrado. A política governamental de apoio à cultura realmente não ajuda a indústria.

A razão pela qual continuamos a usar o termo “hallyu” é por causa de uma explicação teórica. A circulação de cultura proveniente de um só eixo — como a que expandiu Hollywood e o McDonald’s, por exemplo — não é mais efetiva. Cultura de massa, atravessando nações, se expandiu e tornou-se diversa. Um drama ou uma canção de um país pequeno, localizado na periferia da cultura, pode até ser exportada para Hollywood, mas é difícil de estereotipar o conteúdo simplesmente como algo “muito coreano”. O material que já era uma cultura de massa atravessa a nação e se torna localizado: em outras palavras, a “hallyu” (ou “onda coreana”), não é mais somente propaganda ou ferramenta que traz lucro para a Coreia, mas sim um conceito que brilha com o aspecto que explica a cultura globalizada do século 21.

Nesse sentido, a performance do BTS no AMAs 2017 é um evento que mostra como a cultura global de massa está mudando. O BTS não somente recebeu um prêmio no BBMAs, mas sucedeu ao entrar na Billboard Hot 100. Eles já terminaram as gravações para o 2018 Dick Clark’s New Year’s Rockin’ Eve. Sua nova música, “MIC Drop (Steve Aoki Remix)”, ultrapassou as 10 milhões de visualizações no YouTube em apenas 5 horas de lançamento, e chegou ao primeiro lugar do iTunes em mais de 40 países. É um sucesso incrível que ultrapassa o de “Gangnam Style”, de PSY. Como tudo isso foi possível? Estamos olhando, agora, para a nova gramática da Hallyu.

O BTS nunca teve uma estratégia planejada para o mercado musical americano. É diferente de como o Wonder Girls tentou se dirigir aos Estados Unidos, mas saíram de mãos abanando em 2009. O BTS, por outro lado, não só produziu e circulou MVs mas também uma quantidade incrível de outros conteúdos próprios também, sendo diferentes de PSY, que se tornou “um sucesso de uma música só” em razão do seu MV de mega sucesso. O BTS não só englobou maneiras de contar suas próprias histórias, mas também vem construindo um personagem para cada membro como se fosse um reality show de longa duração. São diferentes de outros idols que se armaram somente com carisma e coreografias afiadas.

É claro, no entanto, que uma das grandes razões para o sucesso do BTS são seus membros charmosos, que possuem talento e ótima ética de trabalho.

Portanto, o sucesso do BTS mostra como o ambiente técnico da mídia teve um papel importante, em outras palavras, provando que a internet e os celulares realmente são a base central da globalização da cultura no século 21. O fato de que a tolerância com culturas diversificadas aumentou é diretamente ligado, também, ao ambiente da mídia, e a dispersão causada por movimentos físicos frequentes devem ser considerados como um fator importante. Significa que, nessa era, os fluxos culturais não se concentram apenas numa área central e arredores onde os movimentos estão fixados, mas sim se espalham para as áreas periféricas. É claro que compartilhar conteúdo na internet não é um fenômeno novo que atrai fãs ao redor do mundo, no entanto, compartilhar histórias reais de por trás das câmeras, provendo fotos e mensagens frequentemente e mantendo um relacionamento com o fandom é a recém-nascida gramática do sucesso.

A.R.M.Y., o fandom do BTS, não se conectou com o fandom coreano ou com a comunidade asiática nos Estados Unidos, mas se expandiu através das redes sociais em diversas nações e regiões. Não é como se o BTS tivesse tentado tomar o mercado musical dos Estados Unidos, mas os fãs ao redor do mundo criaram um espaço para eles e é por isso que o BTS não precisa, necessariamente, tentar ganhar popularidade no meio doméstico. O grupo rookie K.A.R.D. também tem mais popularidade fora da Coreia.

O número de seguidores na conta oficial do BTS no Twitter ultrapassou os 10 milhões. Os fãs do grupo são a força por trás da sua presença nos Estados Unidos e foram quem os levou até o AMAs, mesmo considerando que o BTS não foi formado por empresas como SM, YG e JYP, conhecidas como as empresas “Big 3” da indústria.

Por meio do sucesso do BTS, podemos ver o potencial da nova “onda coreana”, mas há também a preocupação que vem com ela. Me preocupo se alguém tentará colocar outdoors anunciando a cultura coreana na Time Square por pura animação, ou se alguém tentará  montar na estátua da dança do cavalo (do PSY) no meio do distrito de Gangnam. Essa nova gramática da “onda coreana” não é familiar mas se trata de uma gramática cultural global onde as pessoas constantemente se comunicam, entendem e aproveitam uns aos outros. O BTS e o crescimento do K-pop devem ser considerados como evidências desse movimento cultural histórico. Ninguém deve ousar fazer desses talentosos artistas coreanos vítimas dos patriotas da “Hallyu 2.0”.

 

 

Fonte; Yoon Tae Jin, professor de Comunicação na Escola de Pós-Graduação da Universidade de Yonsei, Coreia do Sul @ Naver
Trans ko-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 27.11.2017
[NEWS] Motivos pelos quais ele é o seu bias: J-Hope!
Dançarino, rapper e o raio de sol do grupo.

A esperança do BTS – o enérgico Hobi Hobi

“Olá, eu sou sua esperança, J-Hope.” Apenas com essa frase de efeito, seu papel no BTS é dar esperança. Alguém que sempre exala uma energia positiva, e traz aquela vibração para o time. Esse é o motivo pelo qual RM escolheu J-Hope como como o real líder do grupo.

Hobi às vezes dá trabalho para os outros integrantes por ser um dramático rei do aegyo, mas ele compensa com muitas risadas e energia para seu time.

O lado mais fofo

Jungkook uma vez confessou que já que ele sempre mostra seu lado mais feliz, quando Hobi chora, ele também chora. No episódio do Bangtan Bomb de 18 de fevereiro de 2014 que mostrou o seu pai mandando uma mensagem pelo seu aniversário, J-Hope chorou incontrolavelmente assim como Jungkook e V.

Hobi também é conhecido como o integrante mais medroso do grupo. O programa de variedades na TV Chosun no qual apareceu no dia 7 de março de 2017, eles tinham uma missão onde tinham que colocar suas mãos em uma caixa para adivinhar o objeto sem vê-lo. Hobi gritou e se jogou no chão assim que o objeto tocou sua mão na caixa.

Do episódio 24 de Run BTS! que foi ao ar no dia 23 de outubro de 2017, Hobi estava ocupando fugindo de zumbis, sem ao mesmo se dar conta do sapato que havia perdido enquanto corria, gritando mais que todos. Diferente do esperançoso J-Hope, esse seu lado mais frágil faz com que seu charme seja mais dinâmico.

“SWAG dope”

MIC Drop foi uma ótima música para J-Hope. Quando você olha para ele dançando a intro da música, é inegável que ele rouba toda a atenção para si.

Diferente do seu lado animado ou frágil, J-Hope mostra seu próprio carisma sempre que está no palco. MIC Drop é a performance de assinatura para refletir sobre isso. J-Hope faz seu rap em um tom mais grave quando abre MIC Drop e a plateia é completamente levada pelo seu charme.

Ele é o dançarino principal no BTS, e também o líder Jung no time que lidera a coreografia e perfomance do grupo. Mesmo que Jimin seja mais forte na dança contemporânea e Jungkook apresente uma performance poderosa, J-Hope mostra tanto movimento fluidos como afiados nos detalhes, e seu estilo de dança definitivamente se destaca no palco.

J-Hope fez com que os outros integrantes se tornassem seus próprios fãs. Sempre que eles monitoram suas próprias performances ou MVs, eles constantemente gritam “J-Hooooooooope…”! Estão sempre impressionados por ele, e mostram um devoto amor como seus fãs.

Habilidades louváveis em produção musical

RM, que compõe e produz a maioria das músicas, elogiou as habilidades de J-Hope na composição musical e disse, “J-Hope tem uma ótima noção na hora de criar melodias com as quais o público geral pode se identificar.”

J-Hope na verdade participou na criação de “MAMA”, “Awake”, “Whalien 52”, etc. e criou diversas partes cruciais nas músicas.

Suga também elogiou e disse, “Tenho medo do talento que ele próprio não é consciente que tem.” Esse é o motivo pelo qual os fãs esperam ansiosamente pela sua mixtape, onde eles podem de fato aproveitar seu real gosto musical.

Mamãe Hope que cuida dos seus integrantes

BTS ganhou a medalha de ouro do MBC New Year 2016 Idol Olympics que foi ao ar no dia 9 de fevereiro de 2016, e J-Hope estava usando a medalha. Ele viu RM que estava tocando a medalha, como se estivesse com inveja. J-Hope imediatamente tirou-a de seu pescoço e fez com que RM a usasse. A cena foi reparada pelos fãs e se tornou um dos momentos de “atacar o coração” de J-Hope.

Em outra premiação quando Jungkook ficou no canto da formação do grupo, J-Hope voluntariamente foi para o canto no lugar dele e mostrou seu lado prestativo. Quando V foi MC de um dos music shows, J-Hope estava olhando para ele com olhos carinhosos e mostrou seu lado maternal.

Do Bangtan Bomb de 15 de fevereiro de 2016, J-Hope estava comendo uma tortinha de uva e quando Jungkook perguntou se era realmente uma tortinha de uva, ele deu um pedaço sem dizer nada, e até dividiu com Jin um pedaço extra. Isso também mostra seu lado afetivo.

Se Jimin é conhecido por ser a mãe de Jungkook, J-Hope é conhecido por ser a mãe de Jimin. Durante a gravação do MV de Not Today, quando Jimin parecia com frio, J-Hope disse, “O nosso Jimin está com frio? Não, Jimin não pode ficar com frio, não pode pegar um resfriado,” se certificando de que havia fechado bem o seu casaco.

Então não é compreensível que todos os integrantes do BTS gritem “J-Hoooooooooope…!” até que suas gargantas doam? A resposta é sim.

 

Fonte: Naver
Trans kor-eng; @glitter_jk
eng-ptbr; gabriela @ btsbr


Publicado em 27.11.2017
[NEWS] As melhores coreografias do BTS ao longo dos anos
Cada um dos sete integrantes oferecem pontos fortes únicos para o grupo.

Cada um dos sete integrantes contribuem com pontos fortes únicos para o colorido e divertido catálogo de coreografias do grupo.

BTS fez uma grande e ótima impressão na audiência norte-americana no último domingo quando apresentaram a quebradora de recordes “DNA” no American Music Awards 2017. Sua coreografia chocou o mundo ocidental (e arrebatou corações), nem mesmo as câmeras conseguiram acompanhar os rápidos e trabalhados passos de dança do septeto.

É uma norma a coreografia do K-Pop ser tão precisa que tipicamente os idols colocam potencial suor em suas infindáveis horas de treino. Alguns menos generosos frequentemente caracterizam tais danças como “robóticas” e “mecânicas”. Mas o BTS consistentemente resistiu a tais descrições e apresentou sua dança com precisão e energia.

Cada um dos sete integrantes oferecem pontos fortes únicos para o grupo. Obviamente, a dance line – J-Hope, Jimin e JungKook – são os mais adeptos à trazer as coreografias a vida. Enquanto RM e Jin frequentemente brincam que não são bons dançarinos, eles conseguem dominar os passos do grupo toda vez. E para celebrar a estréia oficial do BTS em território americano, aqui vão algumas das melhores coreografias do grupo (em nenhuma ordem particular).

“Boy Meets Evil”

A coreografia solo de J-Hope é o holofote certo para suas acrobacias precisas e flexibilidade. Ele salta pelo ar em um segundo, e mostra mortais com apenas uma mão no outro. J-Hope é o dançarino líder por alguns motivos…

“Fire”

BTS supera a eles mesmo quando se trata de coreografias intensas. Sem mencionar que a música em si é puro fogo e energia.

“Dope”

Acompanhados de uma amostra instrumental de saxofone, a formação do grupo dá vida ao título da música. (Dope: incrível)

“Spring Day”

A coreografia interpretativa adiciona uma fisicalidade artística para o sentimento nostálgico da música, e é uma brisa de ar fresco para aqueles que assistem.

 

“As I Told You” – Cover

A apresentação cover do clássico de Kim SungJae “As I Told You”, especial para os programas de fim de ano de 2016, deu nova vida aos uniformes old school de hockey. Mesmo sem SUGA no palco, os integrantes entregaram uma incrível apresentação.

 

“Blood, Sweat and Tears”

Os meninos entregaram um conceito sombrio e sexy durante este comeback, com a ajuda de formações artísticas e passos com significados ocultos.

Intro Performance + “Danger”

Uma volta ao tempo para o momento em que o grupo recriou uma metralhadora na apresentação especial de 2014 no MBC Gayo Daejejeon. “Danger” era uma prévia da intensidade que futuramente iria se tornar uma marca das coreografias do BTS.

“Just One Day”

O septeto dominou a arte de roubar corações e suspiros alguns anos atrás com esta coreografia doce que conta com dança em cadeiras.

“I Need U”

Os intrincados passos de dança moderna fizeram com que o grupo ganhasse melhor coreografia masculina no MelOn Music Awards 2015.

“War Of Hormone”

A música com toque brincalhão foi combinada com alguns dos passos de dança mais divertidos do BTS, incluindo até o estilo de saltos de Michael Jackson, caminhar em câmera lenta e passeios de cavalinho.

“Boyz With Fun”

O charme desta coreografia fica por conta de V que em quase todas as apresentações improvisa novos passos.

“Blanket Kick”

Uma coreografia não muito chamativa, mas que vale a atenção pelo simples fato de JungKook aparecendo de surpresa na cama durante passos simples e fofos.

“Like It. Part 2”

Uma das músicas exclusivas da discografia japonesa do grupo trás uma coreografia que combina movimentos leves e bem marcados com body-rolls na medida certa.

“No More Dream”

O septeto fez seu nome como um feroz grupo de hip-hop e a participação da dance line na música fez de “No More Dream” uma das coreografias mais memoráveis do grupo.

“Not Today”

O grupo não é estranho a apresentações poderosas, mas para esse comeback eles levaram sua força a um novo patamar com os movimentos que são multiplicados pelo mar de dançarinos de apoio.

“MIC Drop”

Apenas pelo título da música já é uma indicação que a coreografia é algo imperdível, a música ganhou ainda mais atenção com o remix que conta com a colaboração do DJ Steve Aoki e participação de Desiigner.

“Go Go”

Os meninos sabem muito bem como criar uma apresentação ‘boba’ sem perder a complexidade de sua coreografia. Impossível não sorrir assistindo a essa dança.

“Rainism” – Cover

JungKook prova que merece o título de maknae de ouro nesta dança cover do lendário solista Rain.

 

Fonte: Billboard
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ btsbr


Publicado em 26.11.2017
[NEWS] A improvável e meteórica ascendência de BTS, o maior nome do K-Pop atual
“DNA”quebrou recordes como a mais bem colocada música por um grupo coreano [...]

K-Pop conquistou mais um feito no último domingo, 19 de novembro, quando a boyband BTS se apresentou para milhões de pessoas no American Music Awards, se tornando o primeiro grupo do gênero a ganhar espaço na premiação.

Na cerimônia que aconteceu em Los Angeles, o septeto que é o maior nome do K-Pop atual apresentou seu single “DNA”, que quebrou recordes como a mais bem colocada música por um grupo coreano no Billboard Hot 100, ultrapassando o recorde anterior que pertencia ao grupo feminino Wonder Girls.

BTS desbravou as barreiras da indústria musical norte-americana este ano quando levaram para casa o prêmio Top Social Artist no Billboard Music Awards em maio, se tornando o primeiro grupo do gênero a ganhar um prêmio na cerimônia. Tal feito reflete o formidável fandom online – conhecido como ARMY. No tapete vermelho do AMAs, o integrante rapper e dançarino J-Hope atribuiu o sucesso do grupo ao ARMY. Para dimensionar, o Twitter oficial do BTS alcançou 10 milhões de seguidores em outubro.

Chelsea Proctor, editora chefe da “Seoulbeats”, website dedicado à K-Pop, diz que a aparição do BTS no AMAs é um reconhecimento da enorme massa de fãs que o grupo conquistou ao redor do mundo. “Essencialmente, a mídia ocidental está usando o BTS para aumentar seu alcance doméstico e internacional, e isto é muito interessante.”

BTS teve seu debut em 2013, mas só se tornaram grandes em 2016 com a última parte da série de álbuns The Most Beautiful Moment in Life e logo após WINGS que rendeu ao grupo sua primeira entrada no Social 50 da Billboard. Transcendendo barreiras culturais e de linguagem com temas da juventude, problemas sociais relevantes e a dificuldade do crescimento, o grupo conquistou público em solo coreano e principalmente ao redor do globo.

O grupo teve que trabalhar muito mais para alcançar seu atual nível de sucesso e relevância já que partiram de uma empresa muito pequena, Big Hit Entertainment, se comparada com os artistas vindos de empresas como YG e SM. Porém, talvez a chave do sucesso do grupo esteja na forma como eles utilizam as redes sociais para maximizar seu alcance global, um método de autopromoção similar ao empregado por artistas como Lil Wayne e Nicki Minaj. Todos os esforços do BTS levaram-os à sua grande explosão mundial em 2017, o que consequentemente torna o sucesso deles muito mais estabelecido.

É claro que outros artistas de K-Pop já deixaram sua marca na indústria musical norte-americana, como por exemplo PSY com seu hit “Gangman Style” que foi apresentado no AMAs 2012 e Grammys 2013. Mas o K-Pop dificilmente continuou sua ascensão desde PSY.

“A dança do cavalo e tudo aquilo era com o intuito de ser divertido, então foi tipo ‘Ei, olhe essa vibe estranha do cara aqui,” diz T.K.Park, jornalista e blogueiro dono do ‘Ask A Korean!’. “Mas é diferente com o BTS desta vez. Eles vieram em seu próprio estilo, o típico k-pop boyband. Então é maior pois eles vieram exatamente como eles são, de maneira que desafia os estereótipos ao invés de aproveitá-los, como PSY fez.”

Fonte: Quartzy
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ btsbr


Publicado em 26.11.2017
[NEWS] BTS: Em números
Dizer que 2017 tem sido um importante ano para o grupo coreano BTS seria pouco.

Dizer que 2017 tem sido um importante ano para o grupo coreano BTS seria pouco. Além de quebrar incontáveis recordes e crescer para dominar a cena de boy bands internacionais, a ascensão do grupo trouxe uma atenção considerável. BTS se apresentou no American Music Awards e fez aparições em diversos programas de auditório, incluindo “Jimmy Kimmel Live!” e “The Ellen Degeneres Show.” No fim desse mês, o septeto de k-pop também lançou um remix de sua música “MIC Drop” com o produtor de EDM Steve Aoki em uma colaboração com Desiigner, melhor conhecido por “Panda” no ano passado.

Embora tenham ganho força nos Estados Unidos nos últimos meses, a marca refletindo hip-hop do BTS ressoou com fãs ao redor do mundo desde que o seu primeiro álbum “2 Cool 4 Skool” foi lançado em 2013. Uma fanbase extremamente dedicada conhecida como ARMY, ou Adorable Representative M.C for Youth, ajudou a impulsionar a carreira da banda por meio de campanhas nas mídias sociais e outros eventos coordenados, pretendendo chamar a atenção para os artistas e sua música, algo que se conecta com a experiência dos millennials* e aborda problemas sociais e a natureza humana de uma maneira que raramente é vista na indústria musical coreana.

Com todos os olhos virados para eles graças à sua performance nos AMAs, aqui está um olhar sobre alguns números (coletados no dia 16 de novembro) que compõem a carreira do BTS até o momento.

1: Posicionados nas paradas da Billboard Social 50 por 48 semanas. BTS levou para casa o prêmio de Top Social Artist no Billboard Music Awards de maio.

2: O capítulo de “Demian”, de Hermann Hesse que é citado no clipe de “Blood, Sweat & Tears.” A imagética filosófica de BTS relacionada a suas músicas e álbuns fazem frequentes alusões a fontes exteriores.

3: Posição na fila que Jin, “o terceiro integrante da esquerda” estava ocupando quando sua aparência viralizou nos BBMAs.

4: Número de álbuns de estúdio que o grupo lançou na Coreia e no Japão em 2013. Eles também lançaram diversos EPs, singles, e álbuns extendidos.

  1. Posição no ranking de Power Celebrity da Forbes de 2017.

7:   Posição no top 10 da Billboard 200 que “Love Yourself: Her” ocupou em setembro, se tornando o álbum coreano com maior posição da história nos Estados Unidos.

16.5: Bilhões em won (por volta de 15 milhões de dólares) que a gravadora de BTS, Big Hit Entertainment, recebeu em investimentos desde 2012, de acordo com The Korea Herald.

67: Posição mais alta alcançada por “DNA” na Billboard Hot 100, se tornando a música de um grupo coreano com ranking mais alto nas paradas estadunidenses.

73: Número de países nos quais “Love Yourself: Her” apareceu em primeiro lugar nas paradas musicais do iTunes desde o seu lançamento.

269: Total combinado de créditos que os integrantes do BTS registraram na Korea Music Copyright Association (KOMCA). Com 86, RM (antes conhecido como Rap Monster) segue com o maior número de créditos de composição musical entre os sete integrantes do grupo.

1,793: Dias necessários para BTS ganhar 10 milhões de seguidores na sua conta oficial no Twitter (@BTS_twt), a primeira conta coreana a atingir esse número. Eles postaram seu primeiro tweet no dia 17 de dezembro de 2012.

2010:  Quando o nome do grupo, “방탄소년단” em coreano ou “Bulletproof Boy Scouts” em inglês, foi usado pela primeira vez em relação à participação de RM em uma música com antigos companheiros de gravadora, 2AM.

60,000: Número de fãs que compareceram à parcela estadunidense de sua BTS Live Trilogy Episode III: The Wings Tour, em 2017. Mais de 430,000 pessoas compareceram globalmente.

1,376,915: Número de inscritos no canal no Youtube do BTS, BANGTANTV. O grupo postou mais de 770 vídeos na história do canal. A conta da sua empresa de entretenimento, ibighit, pela qual vídeos adicionais são compartilhados, tinham 6,850,330.

500,000,000: Quantidade de won (aproximadamente 452,000 dólares) que BTS e sua empresa Big Hit Entertainment doarão para a UNICEF em sua campanha End Violence como parte do projeto colaborativo Love Myself do grupo com a organização.  

2,191,316,417: Número de views nos clipes coreanos do BTS para músicas originais, incluindo versões de coreografia, no Youtube.

 

[*] Millennials, também conhecidos como geração Y, são aqueles nascidos entre 1979 e 1995, conhecidos por serem a geração da internet.

 

Fonte: Forbes
Trans eng-ptbr; gabriela @ btsbr


Publicado em 24.11.2017
[NEWS] BTS fala o porquê Love Yourself é uma mensagem tão importante para eles
BTS evoluiu tanto. Mas agora, BTS planeja mudar o mundo.

BTS evoluiu tanto. De 2 Cool 4 Skool à Love Yourself, muita coisa aconteceu. Houve mudanças nos conceitos, novas músicas e muitas cores de cabelo!

Mas agora, BTS planeja mudar o mundo.

Antes de fazerem história no horário-nobre da TV norte-americana no American Music Awards, BTS parou para conversar com Liam McEwan para uma curta entrevista no tapete vermelho. Para o septeto, Love Yourself é muito mais que apenas uma nova série de álbuns. É uma forma de vida e um movimento. RM explicou que o amor entre as pessoas é incrível, mas se quisermos mudar o mundo, precisamos começar de dentro.

Assista à entrevista e saiba o que o BTS tem a dizer sobre sua missão de espalhar o amor.

Veja a entrevista aqui

Para sermos sinceros estamos muito inspirados agora. Não é apenas batidas dançantes e coreografias bem trabalhadas. BTS na verdade se uniu em parceria com a UNICEF em um programa das Nações Unidas que ajuda crianças e mulheres que vivem em condições de risco, uma campanha contra a violência. Chamada “Love Myself”, o grupo se comprometeu em doar uma porcentagem de toda sua venda de álbuns e 100% do ganho com as mercadorias relacionadas à campanha irão para a ajuda de crianças e adolescentes que convivem com o medo da violência. O que significa que o dinheiro que ARMY investiu com o BTS será repassado para uma campanha de importância sem igual.

BTS pode ter evoluído e mudado em alguns aspectos no decorrer dos anos de carreira deles, mas o coração e a mensagem de esperança continua a ser a identidade do grupo. É claro que é por isso que o ARMY não poderia estar mais orgulhoso desses sete meninos! Primeiro eles fazem história no palco do AMAs e agora prometem fazer uma bela história mundialmente. E tudo que é necessário é um pouco mais de amor.

 

Fonte: J-14
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ btsbr


Publicado em 24.11.2017
[NEWS] BTS mostrou que o K-Pop pode funcionar nos EUA… Caso mantenha-se fiel ao K-Pop
A triunfante apresentação da boyband sul-coreana no AMAs prova o apelo [...]

A triunfante apresentação da boyband sul-coreana no American Music Awards prova o apelo universal pela peculiaridade cultural.

A apresentação mais comentada da noite de domingo no AMAs foi trazida por artistas que não estavam nem indicados a um prêmio. Foi um momento histórico para o BTS, o septeto que deixou a plateia aos choros, fez Ansel Elgort suspirar como um grande fã e aparentemente o mundo inteiro tweetando a hashtag #BTSxAMAs. (Que posteriormente foi anunciada como o maior engajamento de um grupo musical na plataforma do Twitter, o que rendeu um lugar para o grupo no livro dos recordes.) E mesmo não estando acompanhando à premiação ao vivo, sei de tudo isso pois meu telefone não parava de tocar com mensagens como “Quem é BTS?” de meus amigos não-coreanos.

Então, quem é BTS? Conhecidos formalmente como “Bangtan Boys”, o grupo é um septeto sul-coreano formado por três rappers e quatro cantores, todos em seus 20 anos. Suas letras são quase todas inteiramente apresentadas em coreano sobre batidas eletrônicas que vagamente segue tendências americanas. É viciante, ainda não memorável. Os integrantes são um tanto quanto indistintos (salvo por RM, que é o único fluente em inglês), mas eles são fortes e sem-costuras como coletivo. Comparado com os melhores artistas de K-Pop da última década por aí, eles são decididamente indescritíveis e medianos. Mas quem eles são é muito menos importante do que eles representam: os quebradores de barreiras para o K-Pop.

De fato o K-Pop começou a expandir internacionalmente por volta de dez anos atrás, foi tido como em declínio nos anos recentes. Por inumeráveis razões, incluindo a separação ou hiatus de vários artistas de extremo sucesso como Wonder Girls, Girls’ Generation, Super Junior e BigBang. Na Ásia, há fatores políticos: China, não muito atrás um dos territórios mais lucrativos para o K-Pop, tem bloqueado artistas coreanos devido à controvérsia sobre a implantação pendente do sistema de defesa contra mísseis THAAD apoiado pelos EUA na Coréia. E há outras explicações mais intangíveis também, como a ideia do que o K-Pop se tornou saturada com artistas após a “onda coreana”.  A oferta, alguns dizem, começou a superar a demanda.

É claro, nenhum desses argumentos se aplica na América, onde o K-Pop continua uma excentricidade, apesar dos esforços de artistas coreanos para entrar no cenário ocidental no passado. Com exceção do isolado “Gangnam Style” de PSY, artistas como Wonder Girls, Girls’ Generation, CL e muitos outros tentaram se aventurar por aqui e falharam em romper as barreiras. Todos os mencionados acima são produtos do monopólio das três grandes empresas de K-Pop — JYP, SM e YG.– que aplica várias estratégias (e orçamentos pesados no marketing) para americanizar seus artistas o suficiente para ser palatável para a audiência. Nada disso funcionou.

Eles falharam em reconhecer que o que a América aprecia mais genuinamente é a originalidade do produto. Para isto, BTS – da relativamente pequena empresa Big Hit Entertainment – se apoia muito nas convenções do K-Pop. Se manter fiel ao gênero, ironicamente, significa se manter de alguma forma falso. Eles se vestem de maneira similar; pintam os cabelos; sorriem para as fotos e fazem sinais fofos com as mãos; eles estão “muito animados de estarem aqui”; eles cantam e fazem rap adequadamente; eles dançam impecavelmente. Eles são artistas incrivelmente polidos, preparados por anos dentro da fábrica de treinos do K-Pop, que coreografa seu comportamento fora de palco tão cuidadosamente quanto a teatralidade em cima dos palcos. Eles são anódicos, mais atraentes do que propriamente legais. Isto é o K-Pop.

A apresentação no AMAs será provavelmente a introdução do gênero para uma completa e novo audiência. Por abraçar os acertos do K-Pop ao invés de contradizê-los como uma forma para a apelação ocidental, BTS atraiu a curiosidade dos não iniciados no gênero sem alienar a base de fãs fiéis e fervorosa – fãs estes que podem ser um dos mais ardentes entre os atuais fãs de seja qual outro artista. São esses fãs, que através da internet, levaram o BTS à palcos cada vez maiores. Além do julgamento subjetivo de talento e musicalidade, há um elemento de “lugar certo, na hora certa” que explica a emergência meteórica do grupo. Ter uma enorme e altamente ativa presença nas mídias sociais é também uma moeda mundialmente reconhecida.

O que não significa necessariamente que Jimmy Kimmel, ou os produtores do AMAs, ou Ellen DeGeneres são fãs de longa data do K-Pop, o que eu particularmente duvido. Mas hashtags e visualizações no YouTube não mentem. Se os últimos anos do entretenimento provaram algo, é que tal particularidade é universal. Contanto que o BTS continue em seu caminho e apresentando suas músicas em coreano, há um caminho de sucesso para eles nos EUA. Eles têm sido questionados em recentes entrevistas sobre lançamentos 100% em inglês e meu conselho não solicitado para eles é: não. Existe valor em simplesmente ser as maiores estrelas do K-Pop no mundo. Lembrem-se de como vocês chegaram até aqui.

Texto de Donnie Kwak.

 

Fonte: The Ringer
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ btsbr