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Bulletproof Boy Scouts (em coreano: 방탄소년단) é um grupo masculino sul coreano de hip-hop formado pela Big Hit Entertainment. Geralmente conhecidos como BTS, são também chamados de Bangtan ou Bangtan Boys. Eles estrearam em 13 de junho de 2013 com sua... LEIA MAIS
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Categoria: News

Publicado em 31.05.2018
[NEWS] Love Yourself: Tear é o primeiro álbum de K-pop a entrar para o topo da Billboard 200
É o primeiro álbum majoritariamente em língua estrangeira a entrar como Nº1 [...]

A grande entrada do BTS está completa. O grupo acaba de conquistar seu primeiro Nº1 na Billboard 200, com Love Yourself 轉 ‘Tear’ debutando com o equivalente a 135.000 unidades de álbuns (100.000 vendas tradicionais de álbuns) na semana que termina no dia 14 de maio, tornando-se o primeiro álbum de K-pop a ficar no topo do chart nesse processo. É também o segundo álbum de K-pop a alcançar o Top 10; Love Yourself: Her havia estreado no chart em 7º lugar, em outubro de 2017.

Love Yourself 轉 ‘Tear’ é também o primeiro álbum majoritariamente em língua estrangeira a entrar como Nº1 em mais de 12 anos. O clássico quarteto vocal II Divo, que mistura vários gêneros musicais, havia ficado no topo da parada em fevereiro de 2006, com Anocora, mesclando canções em espanhol, italiano e francês.

Mais impressionante ainda, o BTS tira o imbatível beerbongs & bentleys, do Post Malone do chart, depois do álbum passar três semanas consecutivas como Nº1. Nas outras posições da parada, Lil Baby se curva no 3º lugar com seu álbum de estreia Harder Than Ever, e NAV adentra na 8ª posição com seu primeiro LP, RECKLESS.

Enquanto isso, Invasion of Privacy, da Cardi B, sobe à 5ª posição e a trilha sonora de The Greatest Showman desce para a 6ª. KOD, do J. Cole, cai para o 7º lugar, com Black Panther: The Album mantendo-se no 9º, e Die Lit, do Playboi Carti, rola 7 degraus abaixo em sua segunda semana no chart, para fechar o Top 10.
Na próxima semana, o álbum autointitulado do Shawn Mendes está previsto para manter o novo TESTING, do A$AP Rocky, fora do topo.

Love Yourself: Tear é provavelmente o álbum mais versátil que o BTS já fez até o momento, incluindo diversos gêneros desde emo hip-hop, baladas R&B, pop latino e mais. O primeiro álbum da série Love Yourself marcou a primeira aparição do grupo no top 10 da Billboard 200, em 7° lugar. A incrível ascensão do grupo até o topo da Billboard 200 é um momento marcante para o K-Pop e representação asiática na música global. Entretanto, ainda é impossível medir o que esse momento sem precedentes significará para a Coreia, Ásia e minorias num geral; haverá aceitação ou estranhamento da grande massa?

O sucesso do grupo e crescente visibilidade no ocidente acendeu diversas reações racistas e xenofóbicas pelo mundo nas últimas semanas – incluindo publicações de mídias já estabelecidas, como o The Guardian. Em adição ao ceticismo à um grupo de artistas orientais sendo capazes de produzir conteúdo genuinamente capaz de chegar ao topo de paradas, comentários sobre o sucesso do grupo baseados em “garotas fanáticas que apenas se importam com sua aparência” podem ser encontrados pela internet.

 

Fonte; eddiefu @ Genius; Rolling Stone India
Trans eng-ptbr; VenomQ; Bia Rehm @ btsbr


Publicado em 31.05.2018
[NEWS] SUGA: Vida, amores e trabalhos solo
SUGA é conhecido como o membro com menos papas na língua do BTS.

Após o lançamento do seu muito esperado terceiro álbum, o melancólico e estilisticamente ambicioso Love Yourself: Tear, na semana passada, os gigantes do K-pop BTS fizeram outro comeback ao retornarem ao palco do Billboard Music Awards no último dia 20 de maio.

Na cerimônia, o grupo de sete membros levou para casa novamente o prêmio de Top Social Artist pelo seu enorme exército de seguidores — mais de 10,9 milhões no Twitter, e 10,4 milhões no Instagram — e se apresentaram com seu último single, “Fake Love”.

Com o grupo retornando na sua melhor forma, e com os ARMYs celebrando uma nova era na carreira da boy band, vamos dar uma olhada na vida do rapper do BTS, SUGA, até agora.

Vida

SUGA, nascido Min Yoon-gi, cresceu na terceira maior cidade da Coreia do Sul, Daegu. O amor do rapaz de 25 anos por todas as coisas relacionadas ao hip hop começou cedo, quando ele ouviu os rappers sul-coreanos do Epik High apresentando sua faixa “Fly”. Antes de se juntar ao BTS, SUGA foi membro de um grupo de rap underground, D-Town, ou Daegu-Town, e usava o nome Gloss. SUGA veio de uma família pobre e nunca esperou ser “grande”, falando sobre como aprecia o seu sucesso com o BTS.

Imagem

SUGA é conhecido como o membro com menos papas na língua do BTS. Com a propensão de falar o que vem em mente, SUGA já comentou sobre uma grande variedade de problemas, incluindo o estado político da sua nativa Coreia do Sul. Bang Si-hyuk, fundador da empresa que gerencia as atividades do BTS, Big Hit Entertainment, comentou que recrutou SUGA pela sua franqueza, de acordo com uma entrevista publicada pela Billboard no começo desse ano.

O confiante SUGA é uma das poucas estrelas do K-pop dispostas a abordar questões enfrentadas pelos jovens da Coreia do Sul, como as pressões da escola e o desafio de ir ao encontro das expectativas da sociedade. “Se não falarmos sobre essas coisas, quem vai? Nossos pais? Os adultos? Então, não é nosso papel? Esse é o tipo de conversa que temos [no grupo]: quem sabe melhor e quem deveria falar sobre as dificuldades que a nossa geração enfrenta? Somos nós,” ele diz.

Seu papel no BTS

Como lead rapper, SUGA teve um grande papel na produção de seis das 11 faixas originais do último álbum do BTS, Love Yourself: Tear. Em “Paradise”, uma faixa que, alegadamente, é muito importante para ele, SUGA diz: “Ter um sonho / Se agarrar em um sonho / Respirar / É demais, às vezes” — no passado, ele assegurou aos seus fãs que está tudo bem em não ter sonhos e viver a vida sem ansiedades.

 

Seu trabalho solo

SUGA é também um artista solo por si só. Em 2016, o rapper lançou sua própria mixtape sob o pseudônimo Agust D, sendo aclamado pela crítica. Logo em seguida, ele escreveu a faixa “Wine” para a cantora Suran, que venceu o prêmio de melhor música soul/R&B no Melon Music Awards de 2017.

Em suas palavras

“Todos nós nos sentimos sozinho e todos nós nos sentimos tristes. Se sabemos que todo mundo está sofrendo e solitário, eu acredito que podemos criar um ambiente onde possamos pedir ajuda, onde podemos dizer que as coisas estão difíceis quando estiverem difíceis, que sentimos falta de alguém quando sentirmos,” diz SUGA.

“Somos cuidadosos em nos chamarmos de baepsaes [desafortunados] hoje em dia,” diz SUGA. “Mas a realidade é que foi assim que começamos e é lá que estão as nossas raízes.”

“Eu não gosto muito de lugares barulhentos com muitas pessoas. Acredito que todo mundo precise de um tempo e lugar para se revigorar,” disse ele, em entrevista à revista Ize em 2014.


Fonte: Crystal Tai @ South China Morning Post
Trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 31.05.2018
[NEWS] De um garoto que foi completamente editado em um programa de audições para o idol e maknae de ouro do BTS
A surpreendente história de amadurecimento do JungKook.

De um garoto que foi cortado de um programa de audições para o idol e maknae de ouro do BTS. A surpreendente história de amadurecimento do JungKook.

JungKook contribuiu com sua própria música em três anos no recém lançado álbum Love Yourself: Tear e provou seu surpreendente amadurecimento como artista.

De acordo com o sistema de aprovação da KBS que anunciou os seus resultados no dia 16 de maio, todas as 11 músicas de Love Yourself: Tear foram aprovadas. Na lista, foi divulgada as 11 faixas revelando os nomes de compositores, produtores e escritores.

A música que tem chamado muita atenção além da música-título “Fake Love”, e a nova colaboração com Steve Aoki não é outra que a faixa #7 “Magic Shop”. Essa música foi composta por JungKook, Hiss noise, RM, ADORA, J-Hope e SUGA. Precisamos focar no fato do nome do maknae ser o primeiro listado. Isso prova que JungKook estava realmente liderando todo o processo mesmo trabalhando ao lado de outros produtores.

O início pode ser banal mas o final será próspero – completamente cortado no MNET Superstar K para ter seu debut como um integrante do BTS.

JungKook que nasceu em Busan sonhava em ser cantor desde que ele viu G-Dragon do grupo BigBang. No programa da MBC Music My Story que foi ao ar em novembro de 2016, JungKook disse, “Quando eu escutei a música solo “Heartbreaker” do G-Dragon sunbaenim, foi aí que eu comecei a sonhar em me tornar um cantor. Ele é o artista que eu tenho admirado esse tempo todo.” JungKook tem mostrado respeito e admiração ao BigBang, e constantemente dizendo que eles são seus exemplos. Até mesmo quando ele participou do programa King of Masked Singer também em 2016, JungKook cantou “If You”, um dos grandes sucessos do BigBang.

Ele falhou nas audições anteriores ao debut. Na terceira temporada de Superstar K, em 2011, JungKook não chegou nem mesmo nas etapas pré-eliminatórias. Diferentemente de outros participantes, sua aparição foi completamente cortada e nem mesmo foi ao ar. No programa “Shinyang Men Show” da MNET em fevereiro de 2017, essa filmagem de JungKook do Superstar K foi ao ar com exclusividade. JungKook, aos 15 anos cantando “This Song” do 2AM  de maneira extremamente tímida. Infelizmente não foi ao ar em 2011 mas ele foi chamado por muitas companhias de entretenimento, incluindo a JYP. JungKook, porém, recusou todas as ofertas e se juntou à BigHit Entertainment por causa de RM.

Canto, dança, rap. Ele faz tudo. Há uma razão para ele ser conhecido como o maknae de ouro do BTS.

JungKook no atual momento é responsável pelos vocais principais, dança e atua como um sub-rapper no grupo. Entre a linha vocal composta por Jin, V, Jimin e ele próprio, JungKook é o que possui um vocal passional, sólido e habilidades que o fazem ser a escolha inteligente de ser o sustento vocal do BTS. Ele também é conhecido por fazer um bom rap, mesmo que não seja seu foco, e entre os integrantes dançarinos é conhecido por mostrar uma coreografia poderosa e precisa.

Esses são os motivos dele ser conhecido como o maknae de ouro não apenas entre seus companheiros de grupo, mas também entre os fãs. O apelido explica seus muitos talentos nas mais diversas áreas. Em uma entrevista para a At-Style em 2017 o jornalista perguntou ao JK se ele gostava de seu apelido, e JungKook respondeu, “Eu amo e sou grato por ser chamado dessa maneira mas me sinto muito pressionado também. Sinto que estou falhando em tantas áreas. Eu continuarei aprendendo e mostrarei meu lado mais maduro para ser digno de tal apelido.”

Do guarda-roupa ao próprio estúdio, o amadurecimento de um idol-compositor.

Seu crescimento como escritor e compositor tem sido consistente. A primeira vez que JK trabalhou na criação de uma música foi em abril de 2015, com o míni-álbum The Most Beautiful Moment In Life pt.1 com a música “Outro: Love is Not Over.” Naquele tempo, JungKook não tinha seu próprio estúdio, ele começou a trabalhar em suas músicas no próprio quarto que era em parte seu guarda-roupa sem os seus companheiros de grupo saberem. Ele que não sabia como fazer e produzir batidas, aprendeu por si próprio o básico de piano e com a melodia do piano começou a desenvolver a melodia de “Outro: Love is Not Over”. No fim, os integrantes descobriram sobre o projeto do maknae e ele teve a honra de ter sua primeira música incluída no álbum do grupo pela primeira vez.

Em novembro do mesmo ano, a música “Run”, single do mini-álbum The Most Beautiful Moment In Life pt. 2, JK participou na escrita, composição e arranjos juntamente com Pdogg, Bang PD, RM, SUGA, V e J-Hope. Além das músicas do BTS, JungKook tem se comunicado com os fãs através de seus covers, com músicas de artistas como Zion T. “Yanghwa Brigde”, Justin Bieber “Nothing Like Us” e “Purpose”, Charlie Puth “We Don’t Talk Anymore” e a mais recente de todas, “Only Then” de Roy Kim. Os covers são postados nas redes sociais oficiais do grupo e também no Soundcloud.

É de conhecimento geral que JungKook conseguiu seu próprio estúdio no final do último ano. Essa grande conquista foi possível graças a sua paixão pela música. JK agora é capaz de fazer suas próprias batidas. Em dezembro do ano passado após o BTS receber o daesang de Melhor Música com “Spring Day”, JungKook disse para o ARMY, “Eu tenho meu próprio estúdio agora. Eu trabalharei no próximo álbum e fazer boas músicas que irão impressionar vocês.”

Como esperado, JungKook manteve sua promessa com “Magic Shop”, presente em Love Yourself: Tear. Em uma recente transmissão online, fãs perguntaram à ele se havia alguma música em específico que ele participou da produção. Ele respondeu, “Eu não direi exatamente qual música é, mas sim. Claro que muitos produtores mais experientes que eu me ajudaram, mas com essa música eu realmente quis me dedicar ao máximo. Por favor antecipem por ela.”

 

Fonte: Newsen
Trans ko-eng; glitter_jk
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ btsbr


Publicado em 30.05.2018
[NEWS] Como o BTS está quebrando os maiores tabus do K-Pop
O grupo coreano já se manifestou sobre os direitos LGBTQ, saúde mental e [...]

O grupo coreano do topo dos charts já se manifestou sobre os direitos LGBTQ, saúde mental e muito mais.

Na moderna Coreia do Sul, estrelas do pop e política não se misturam normalmente. Enquanto alguns artistas do meio hip-hop (como o Epik High) falam sobre assuntos controversos, muitos grupos de idol tendem a uma postura arredia, com uma forma apolítica para atingir sucesso.

BTS, primeiro artista do gênero a alcançar o topo do Billboard 200, tornou-se um quebrador de recordes em sucessão por causa de sua vontade de contrariar essa convenção. Os sete jovens que integram o grupo são conhecidos por expressar suas opiniões desde o debut, discutindo abertamente sobre os direitos LGBTQ, saúde mental, e a pressão do sucesso – todos tópicos tabus na Coreia. Uma postura particularmente corajosa vista a histórica tendência do governo coreano de se manter de olhos abertos para temas controversos no meio do entretenimento. Ao se manterem entre a tênue linha de imagem respeitável e voz crítica, BTS ofereceu uma mudança refrescante para o que críticos e fãs costumam desgostar sobre a indústria K-Pop.

A histórica mente aberta do grupo data de 2013, quando ainda inexperientes de palco já falavam sobre relações entre pessoas do mesmo sexo, poderia ser um tiro certeiro para o fracasso. O líder do grupo, RM, fez um tweet em admiração pelo hit “Same Love”, de Macklemore & Ryan Lewis, “Esta é uma música sobre homossexualidade. A música é duas vezes melhor agora que escuto a mensagem.” Naquele tempo ele era relativamente um artista desconhecido com pouco a perder. Mas no começo deste ano, RM mais uma vez usou o Twitter para recomendar a música “Strawberries and Cigarettes”, de Troye Sivan, um artista abertamente gay que escreveu a música para a comédia romântica “Com amor, Simon” que trata de um jovem descobrindo sua sexualidade ao se apaixonar por um amigo que conhece online.

São pequenos gestos, mas significam muito para os fãs do grupo. Os direitos LGBTQ certamente não são perfeitos nos EUA, mas na Coreia a situação é abismal, tanto que a Anistia Internacional se envolveu no ano passado após o país ter sentenciado um soldado a seis meses de prisão por ter uma relação consensual com outro homem.

Por trás dos gritos de animação que enchem qualquer arena onde o BTS se apresente há milhões de devotos que ultrapassam gerações, gêneros, religião, nacionalidade e sexualidade. E esses fãs – coletivamente conhecidos como ARMY – escutam atentamente às letras e mensagens escritas pelo grupo, antes de disseminá-las e traduzi-las para as mais diversas línguas.

Para o BTS e seus fãs, atitudes de generosidade majoritariamente carregam uma mensagem política. Após a balsa Sewol Ferry afundar em abril de 2014 na Coreia, matando aproximadamente 300 estudantes, políticos coreanos tentaram se distanciar da tragédia. Os pais em luto participaram de greves de fome, enquanto os defensores conservadores da então presidente Park Geun-Hye minimizavam as mortes, dizendo que era necessário ultrapassar os tempos de calamidade. Jornalistas tempos depois expuseram uma lista-negra sancionada pelo governo coreano de artistas que aparentemente criticaram o governo de Park Geun-Hye; enquanto o BTS provavelmente não tinha nenhum conhecimento disso, eles demonstraram o lado que apoiavam ao doar 100 mil won para beneficiar as famílias das vítimas.

Anos atrás, SUGA disse a seus fãs que quando ele se tornasse rico, ele compraria carne para todos eles – um caro presente na atual Coreia devido às altas taxas de importação do país. Em seu 25° aniversário, este ano, ele cumpriu sua promessa. Mas ao invés de escolher a dedo alguns fãs para jantar, ele fez uma doação de 19 mil won em carne e doou para orfanatos em nome do ARMY. Seus fãs ficaram encantados e seguiram o exemplo se juntando a ele e fazendo suas próprias doações.

Quando o BTS se juntou em parceria com a UNICEF para a campanha antiviolência “Love Myself”, seus fãs se interessaram em ajudar e em dois dias arrecadaram 1 milhão de dólares para alimentação de crianças desnutridas.

Com o amadurecimento do septeto de adolescentes para jovens-adultos, suas letras ganharam mais seriedade. Assim como também sua franqueza em relação às questões que importam para eles. O grupo tem conhecimento que sua fama permite a eles ter uma grande voz e plataforma.

Trinta e seis sul coreanos cometem suicídio todos os dias, de acordo com números do Ministério da Saúde da Coreia. Enquanto o governo tem sido lento em dar atenção a esse problema, alguns integrantes do BTS falam abertamente sobre suas lutas contra a depressão. No recente documentário em série “Burn the Stage”, um fã disse, “Tem momentos que o BTS é a única razão pela qual eu acordo de manhã.”. No mesmo episódio, RM falou sobre como sua depressão previamente fez com que ele tivesse medo de estar no palco: “Eu era incapaz de aproveitar as coisas como eu deveria.” E na mensagem anual de fim de ano do grupo para seus fãs, SUGA frisou que, “Está tudo bem viver sem ter sonhos.”

Os integrantes do grupo sabem em primeira mão como a intensa pressão que muitos de seus compatriotas sofrem na época escolar podem afetar negativamente na saúde mental. Com suas músicas, o BTS diz a seus fãs para lutar e se manterem vivos. “Viva como você quiser, é sua vida de qualquer maneira,” eles cantam na vibrante “Fire”. Eles continuam o tema de sobrevivência em suas novas músicas, como é “Paradise”, onde eles dizem para seus ouvintes que está tudo bem em ter objetivos modestos: “Nós merecemos viver.”

E o governo sul coreano está ouvindo. Após a histórica conquista do BTS no topo do Billboard 200 nesta semana, o presidente Moon Jae-In disse, “BTS possui uma habilidade mágica de transformar tristeza em esperança, e diferenças em similaridades.” E nós concordamos.

 

Fonte: Rolling Stone
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ BTSBR


Publicado em 28.05.2018
[NEWS] BTS quebra recorde com 1 milhão de álbuns vendidos na primeira semana
"O BTS alcançando tal recorde de vendas em apenas uma semana é muito [...]

BTS já vendeu mais de um milhão de cópias de seu recém lançado álbum Love Yourself: Tear!

Love Yourself: Tear alcançou um milhão de cópias vendidas na tarde de 24 de maio, de acordo com o Hanteo. Essa é o maior número de vendas em primeira semana já apurado pelo Hanteo desde que ele foi criado, em 1993. Quebrando o recorde que o próprio BTS tinha com Love Yourself: Her, com 759 mil cópias vendidas em sua primeira semana.

Isso também significa que o BTS agora tem o título de  Double Million Seller, já que Love Yourself: Her também ultrapassou 1 milhão de cópias vendidas em 2017.

Uma fonte do Hanteo disse à empresa coreana que, “O Hanteo é a única tabela de álbuns no mundo que reflete o número de álbuns vendidos verdadeiramente em tempo real.” Ainda adicionou, “O BTS alcançando tal recorde de vendas em apenas uma semana é muito significante para a história da música popular coreana.”

Parabéns ao BTS!

 

Fonte: Soompi
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ BTSBR


Publicado em 28.05.2018
[NEWS] BTS estabelece novo recorde com “Fake Love”, que se torna seu 13º MV a atingir 100 milhões de visualizações
Parabéns BTS e ARMY! Celebrem dando mais uma visualização para o clipe!

“Fake Love” conquistou outro marco em tempo recorde!

O clipe de “Fake Love” atingiu 100 milhões de visualizações no YouTube aproximadamente às 2h45min da manhã no horário coreano, no dia 27 de maio. Já que o MV foi originalmente lançado no dia 18 de maio, às 18h do horário coreano, significa que ele atingiu esse marco em 8 dias 8 horas e 45 minutos.

Eles bateram o próprio recorde de clipe de grupo K-pop a atingir mais rapidamente 100 milhões de visualizações. Esse recorde era anteriormente de “DNA”, o qual atingiu a marca em 24 dias.

“Fake Love” é também, notavelmente, o 13º clipe do BTS a atingir a marca de 100 milhões no YouTube, depois de “Dope”, “Fire”, “Blood, Sweat & Tears”, “Boy in Luv”, “Save Me”, “Not Today”, “Spring Day”, “DNA”, “Danger”, “I Need U”, “War of Hormone” e “MIC Drop Remix”.

“Fake Love” não só bateu muitos recordes relacionados a MV de grupos K-pop, como também foi confirmado de ter apurado, ao mesmo tempo, o terceiro maior número de visualizações em um clipe musical na história do YouTube.

Parabéns BTS e ARMY! Celebrem dando mais uma visualização para o clipe!

 

Fonte: Soompi
Tradução por VenomQ @ Bangtan Brasil


Publicado em 28.05.2018
[NEWS] Crítica: Dissecando o comeback do BTS
BTS tira suas máscaras para mostrar quem eles são para seus ouvintes.

“Há algo realmente interessante entre as línguas coreana e inglesa. Você sabe que Love [amor] e live [viver] têm sonoridades muito parecidas,” RM, líder do grupo sul-coreano BTS, disse durante uma entrevista de rádio. “Em coreano, amor é ‘sarang’, e pessoas, ‘saram’. Amor, vida e pessoas, são a mesma palavra.”

No mesmo fôlego, o terceiro álbum de estúdio do grupo Love Yourself: Tear parece como uma passagem aberta para o autoconhecimento: é preciso tirar a máscara e aceitar as vulnerabilidades para que se possa amar e viver.

O amor é um espectro — assim como Tear [lágrima; rompimento/desmembramento]. Cada uma das 11 músicas presentes no álbum possui um som e mensagem únicos, mas o tema profundo sobre dor e separação serve como conexão, abrangendo todas as muitas faces do amor.

Quebrar gêneros musicais enquanto se desmembra a noção de amor ideal e destinado, que o próprio grupo abordou em seu último trabalho, não é um feito simples. Nas primeiras três músicas de Tear, o BTS se distancia da cósmica “Serendipity” de Love Yourself: Her e adentra num buraco negro de solidão e decepção. A vibe neo-soul da música de abertura “Intro: Singularity” estabelece o tom obscuro de todo o álbum (“Eu me perdi, ou eu ganhei você?”). O tom melancólico segue presente também na música-principal, “Fake Love”. As batidas de hip-hop da música misturadas aos sons típicos do rock grunge certamente não são elementos vindos de um conto de fadas.

Mas talvez a maior surpresa do álbum seja “The Truth Untold”, uma balada de piano co-produzida por Steve Aoki. Com um silêncio presente que revela as forças individuais dos vocalistas (Jin, Jimin, Taehyung e JungKook), a música é uma construção lenta de sentimentos, onde cada linha é como uma página lida de um diário. Suas imagens são penetrantes: “Cheio de solidão/ Este jardim floresceu/ Cheio de espinhos/ Eu não posso te mostrar um lado tão fraco de mim mesmo/ Mais uma vez coloco essa máscara e vou a seu encontro.”

Na maioria das vezes, as músicas focam em espectros do amor que o BTS quer fugir. Revelar o lado obscuro do amor é um processo, e RM coloca sucintamente: “Se você não se manter fiel a si mesmo, o amor não irá durar.”

As músicas “134340” e “Outro: Tear” tratam do tema de desapego de maneiras opostas. A primeira, uma música com elementos de jazz e soul, faz referência ao ex-planeta Plutão, é sensual e graciosa (“Eu ainda giro em torno de você sem um nome”) e é como um poema muito pessoal e leve. “Outro: Tear”, entretanto, é uma reminiscência de suas músicas “Cypher” — os responsáveis pelo rap (RM, J-Hope e SUGA) usam abrem seus corações e expõem seus sentimentos, medos e deixam-os todos ao alcance.

Nos álbuns passados, o BTS enfatizou a importância do amor próprio. “Amar a si mesmo é o mais difícil,” reflete o grupo. Mas nesse álbum, o BTS vem preparado para enfrentar suas imperfeições. Em músicas animadas como “Anpanman” e “So What”, os meninos de raízes humildes destroem o idealismo e aceitam a efemeridade do próprio sucesso. Esse nível de autoconhecimento faz com que eles aproveitem a jornada ainda mais, como é evidenciado na música com grande presença do pop latino, “Airplane pt.2”: “Mesmo céu, mesma cicatriz, mesmo trabalho/ Todos os dias acima das nuvens.”

BTS também voltou à suas raízes do R&B contemporâneo com “Paradise” e “Love Maze”. Mas diferentemente de suas antigas músicas “Like” e “Miss Right”, o grupo trocou afetos imaturos por um incerto mas maduro tipo de amor. “Paradise” é encorajadora (“Está tudo bem em parar/ Não há razões para correr sem saber nem ao menos a razão”); enquanto “Love Maze” é reconfortante (“Eu nunca estive em um amor calculado/ Eu sei que será frio como o inverno/ Deixe eles serem eles/ Deixe nós sermos nós.”)

Mas quando tudo é dito e feito e o BTS tira suas máscaras para mostrar quem eles são para seus ouvintes, vem “Magic Shop”, produzida pelo vocalista principal e integrante mais novo JungKook, uma perfeita música autorreflexiva. Nessa música dedicada ao ARMY, o maknae de ouro captura a beleza de achar sua estrela-guia num universo de confusões: “Nos dias em que me odeio por ser eu, em dias que quero desaparecer para sempre/ Vamos fazer uma porta/ Está em seu coração/ Abra a porta e este lugar estará te esperando.” Esse amor próprio é a verdadeira magia do BTS.

 

Fonte: Inquirer
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ BTSBR


Publicado em 27.05.2018
[NEWS] Crítica: BTS – Love Yourself: Tear
Estiloso e ambicioso, Love Yourself: Tear é uma representação do BTS!

Apenas um mês após o lançamento de seu álbum japonês “Face Yourself”, a banda de K-pop BTS lançou seu terceiro álbum completo oficial, Love Yourself: Tear (Bighit Entertainment). Abordando tendências contemporâneas do pop, Tear fez uso do tropical house, atmosfera de sintetizadores elegantes e canto suave inspirado pelo R&B de uma forma muito mais sutil (se tratando do BTS) do que seu último lançamento. Até mesmo a colaboração com Steve Aoki, “The Truth Untold”, trocou o lado energético característico do DJ por uma balada suave ao som de piano, daquelas que inspiram a audiência a acenderem seus isqueiros (ou lanternas do celular) em uma arena durante um show. “134310” mistura uma vibe de hip-hop lounge com o som de uma flauta alegre, ao contrário do hit em colaboração com MNEK, “Paradise”, que traz um som eletrônico fino que é agradável aos ouvidos. “So What” é a música que chega mais próximo de ser tão empolgante quanto “Not Today” ou “Fire”, mas, ao contrário dos antigos hits, que trazem um som mais agressivo, “So What” aposta em uma energia de êxtase.

Estiloso e ambicioso, Love Yourself: Tear é uma representação do BTS em um pico focado e refinado, coeso o suficiente que passa a sensação de que foi feito em um único período específico, e não montado de maneira aleatória como alguns de seus últimos lançamentos.

 

Fonte; Neil Z. Yeung @ allmusic
trans eng-ptbr; fer @ btsbr


Publicado em 27.05.2018
[NEWS] BTS ‘Love Yourself: Tear’: Por dentro do novo álbum da sensação do K-pop
Nos Estados Unidos, o vídeo de “Fake Love” é um dos 10 clipes mais [...]

O produtor Steve Aoki tem boas memórias do seu primeiro encontro com o grupo de K-pop BTS. “Pegamos uma caixa de som Bluetooth, nos reunimos em volta e só curtimos,” Aoki relembra. “A última vez que vi eles em Los Angeles, eu dei meu moletom para o RM; ele me deu sua jaqueta. Fizemos o ‘salto Aoki’ juntos. De cara, estávamos em sincronia — a barreira da linguagem não nos impediu de nenhuma maneira.”

Aoki tem um papel importante na história do BTS: em 2017, ele produziu o remix cafeinado da música “MIC Drop”, que se tornou o primeiro hit do grupo a entrar no Top 40 dos Estados Unidos. De repente, ouvintes americanos perceberam que um dos grupos mais populares do planeta vinha do outro lado do globo. A indústria musical americana também se deu conta: após Aoki deixar a casa do BTS em Los Angeles, ele encontrou a cantora Halsey à caminho para encontrá-los. E tudo isso aconteceu antes da pré-venda do último álbum do BTS, Love Yourself: Tear, chegar próximo das 1.5 milhões de cópias. Em termos de comparação, um feito notável foi quando a pré-venda de Taylor Swift chegou às 400 mil unidades nos Estados Unidos.

Devido ao fervor da fanbase do BTS — quando apresentou o grupo no Billboard Music Awards, no último domingo, a apresentadora Kelly Clarkson teve dificuldade de se fazer ouvida com os gritos de antecipação da plateia — a gravadora do grupo, Big Hit Entertainment, se mantém discreta sobre suas operações. A Big Hit recusou um pedido de entrevista em razão de “proteger a vida diária de nossos membros da equipe de potenciais incômodos com os fãs.” Talvez isso não seja insensato: “Eu trabalhei com a Beyoncé por dois anos — fui seu engenheiro de som, mixei, e viajei com ela ao redor do mundo — e nunca antes vi um fandom como esse,” conta DJ Swivel, que produziu a música “Euphoria”, lançada em abril, e co-escreveu duas músicas do Love Yourself: Tear.

À medida que o perfil do BTS cresceu, eles passaram a trabalhar com mais pessoas como DJ Swivel, figurões por trás das cenas do pop dos Estados Unidos e Reino Unido. Essas colaborações que ultrapassam oceanos se intensificaram com o álbum de 2016, Wings, que trouxe contribuições de compositores como Tricky Stewart (Beyoncé, Rihanna), Sam Kempner (Emeli Sande, Niall Horan) e Tony Esterley (Sia). Love Yourself: Tear inclui a maior porcentagem de músicas co-escritas por americanos e britânicos — sete das onze faixas — de qualquer um dos projetos do BTS até agora. “Eles vindo e trabalhando com produtores, escritores, mixers, do mercado americano faz parte da sua estratégia de fazer essa mistura acontecer,” diz DJ Swivel.

Falar com alguns desses escritores oferece um vislumbre do processo do BTS. (Ainda que exista um nível de sigilo acerca dessas colaborações, com um dos compositores comentando, “eu sinto que me meteria em um grande problema se lhe contasse muito.”) Enquanto algumas empresas gostam de trazer compositores peritos para maratonas de escrita hiper-produtivas — Jonathan Yip, do grupo The Stereotypes, por exemplo, lembra de escrever quatro músicas por dia durante viagens à Coreia do Sul para a SM Entertainment –, as colaborações com o BTS são, em sua maioria, feitas de forma remota. Às vezes, o grupo obtém instrumentais pré-produzidos, incluindo a batida de Stewart para “BTS Cypher pt. 4” e “Euphoria”, que DJ Swivel escreveu com Candace Sosa. O BTS manteve o instrumental quase intacto, exceto por acrescentar o que ele descreveu como “o vocal ‘hey yah eh yay eh yay’ depois do refrão”.

Para o Love Yourself: Tear, o BTS decidiu mandar ao DJ Swivel faixas que ele usou como base para as melodias vocais. (Isso é chamado de toplining.) Uma das músicas foi “Love Maze”, uma destilação astuta de rap dos anos 90 e R&B. A outra foi “Magic Shop”, que tem uma parte com sintetizador que parece uma clara homenagem aos Chainsmokers. Uma vez que DJ Swivel já havia trabalhado extensivamente com os Chainsmokers no passado, ele foi altamente qualificado a ajudar com esse álbum. Ele entrou no Skype com Sosa e “jogou melodias”; ela deu guias vocais. Algumas das letras em inglês na canção — “So show me/I’ll show you” — foram escritas durante essas sessões de Skype e apareceram na versão final da música. Muitas das outras letras e partes de raps foram reescritas na Coreia do Sul.

Assim como a Big Hit escolheu DJ Swivel para trabalhar numa faixa estilo Chainsmokers, a gravadora entrou em contato com Ali Tamposi para produzir a batida de entonação latina para “Airplane pt. 2”, porque ela já teve sucesso nesse espaço: Tamposi co-escreveu “Havana”, de Camila Cabello. Ela trouxe também colaboradores frequentes como Liza Owen e Roman Campolo. Eles receberam instruções específicas, de acordo com Owen: “BTS queria algo que explicasse sua jornada, vindos do nada e agora voando de país para país.”

Campolo deu as primeiras ideias melódicas para “Airplane pt. 2”. “O BTS é uma fusão de tudo que está acontecendo na música pop americana, e eles trazem porções iguais de entusiasmo para tudo,” ele diz. “As possibilidades como compositor são infinitas.” No fim, os três escritores acabaram com um faixa que dança entre vocais ricos e raps diretos em staccato. “O BTS combinou com cada uma de nossas melodias de forma impecável,” acrescentou Tamposi.

Enquanto o grupo frequentemente mistura toplines diferentes, o processo de mixagem requer mais tempo, e a equipe do BTS envia notas detalhadas para se certificar de que o som está combinando perfeitamente com as suas especificações. “Eu lembro que tiveram vários momentos que estávamos trabalhando em álbuns e eu pensava, ‘esses caras não dormem?’” diz Sam Kempner, que vem mixando a música do grupo com James Reynolds desde 2013. “Nós entregávamos uma mixagem e eles estavam de pé depois de uma hora de sono nos dando pontos para revisar.”

Essa atenção com os detalhes não é surpreendente; os álbuns do BTS são casos complexos. “Eles estão tentando mais do que artistas pop normalmente tentam — é um tanto ambicioso, musicalmente,” diz a cantora e compositora irlandesa Orla Gartland, que ajudou com a melodia de “134340”. O instrumental dessa música inclui passagens de flauta e baixos ágeis que sugerem uma ala aventureira de funk dos anos 70. “Você não escuta instrumentos como esses em pop nesse nível,” acrescenta Gartland. “O BTS faz jogadas corajosas.”

Essas coragem pode estimular os colaboradores do BTS também. Aoki, por exemplo, pode jogar contra o seu time em “The Truth Untold”, a faixa que ele produziu para o Love Yourself: Tear. “Eu fiz uma música totalmente inesperada,” ele diz, com felicidade. “Quando as pessoas ouvem ‘MIC Drop’, elas falam, ‘Ok, é uma batida do Aoki.’ Essa é uma balada; o drop só acontece no final.”

Para um grupo que frequentemente se inclina ao maximalismo, “The Truth Untold” é uma virada e tanto, uma vitrine para vozes nuas no que é, talvez, a música mais sobressalente que o grupo já gravou. “BTS está ganhando força em questões melódicas agora,” diz Tricky Stewart, que envia músicas ao grupo desde 2016, ainda que não tenha ganhado espaço no Love Yourself: Tear. “É mais voltado para o mercado dos Estados Unidos.”

É um fato que ouvintes americanos estão cada vez mais dispostos a se envolver com o BTS. No último dia 21, o grupo ganhou a honra do Top Social Artist no Billboard Music Awards — pelo segundo ano consecutivo — e apresentaram sua nova música “Fake Love”. É uma das conquistas mais impressionantes do BTS, uma faixa que pode, aparentemente, agradar uma vasta coalizão de ouvintes: fãs de “XO Tour Llf3”, de Lil Uzi Vert, ou Dashboard Confessional de meados dos anos 2000, junto com qualquer um que sintonize na rádio para ouvir as melodias açucaradas do Top 40.

Nos Estados Unidos, o vídeo de “Fake Love” é um dos 10 clipes mais populares do YouTube e uma das 30 faixas mais populares do Spotify desde a sexta-feira de seu lançamento. Escrita pelo membro do BTS, RM, junto com o fundador da Big Hit, “Hitman” Bang, e produtor de longa data, Pdogg, parece que esse grupo, ao final de tudo, pode não precisar de escritores americanos para conquistar o pop dos Estados Unidos.


Fonte; Rolling Stone
trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 23.05.2018
[NEWS] “Fake Love” possui real potencial de HIT, crítica
BTS não é apenas um simples boygroup. É uma experiência completa.

BTS não é apenas um simples boygroup. É uma experiência completa.

Por um lado, essa realidade traz uma enorme vantagem. Permite que o grupo se conecte incisivamente com seus fãs, fato evidenciado por esses apaixonados apoiadores que inquestionavelmente se orgulham de ser chamados de ARMY. Também permite que o grupo entregue apresentações de cair o queixo, com cenários que vão muito além da noção comum de uma apresentação musical.

Isso explica o motivo pelo qual o BTS conquistou todas as tabelas musicais ao redor do mundo, por outro lado, é um risco, já que pode-se criar a percepção que eles precisam ser experiências por  completo. O que já levantou algumas críticas e observações que sugestionam que a música do septeto necessita de um contexto (e espetáculo) para realmente fazer sucesso.

Essa perspectiva é um tanto injusta. Enquanto críticos não estão errados em sugerir que uma boa música e hit deva existir por si só, eles estão errados em ignorar a ideia de que todos os hits do grupo precisem de um contexto. Música deveria ser uma expressão pessoal artística; deve sempre refletir a identidade e emoção de seu artista.

A perspectiva é também de alguma forma imprecisa. Enquanto alguns não possam ser capazes de apontar para lançamentos passados do grupo que gritavam “topo da lista da Billboard”, o grupo já lançou muitas músicas chicletes, envolventes e imensamente atraentes. Certamente não é puramente apenas pelo espetáculo.

A dúvida persiste.

“Fake Love” pode, de certa forma, ajudar a trazer esse ceticismo ao fim.

Do começo ao fim, “Fake Love” soa como um legítimo hit. O refrão é grudento, os vocais luxuosos, e a energia, vencida em comparação com lançamentos passados, é ainda absolutamente intoxicante. Reflete tendências recentes do pop sem soar como nada já conhecido até o momento. Com um rap-pop de credibilidade, instrumental envolvente e composição acessível até para aqueles que não são capazes de seguir os versos coreanos, implacavelmente e consistentemente se apresenta como uma atraente e comercial oportunidade.

Mas enquanto inquestionavelmente ela se mantém por si só, ainda parece específica. Ainda captura a essência do BTS. A progressão da composição e sonoridade da produção ainda oferecem a teatralidade, experiência que os fãs do grupo muito apreciam. Os vocais apresentados podem ser largamente mais acessíveis que singles passados, mas nunca sugere que essa música é apresentada por um grupo genérico e neutro.

Certamente não se pode garantir que “Fake Love” seja um legítimo e duradouro hit nos EUA. A letra em uma língua não-inglesa infelizmente será uma inibidora de grande comoção, enquanto o conceito de K-Pop – e tudo que envolve o gênero – ainda se mantém muito estranho para o grande público ocidental. E mais, não é como se toda música de alta qualidade de qualquer artista esteja fadada ao sucesso nas paradas musicais.  

Porém, pode-se argumentar que “Fake Love” possui uma chance legítima no mercado estadunidense. Realmente tem todo potencial de um hit.  

Não perca a estréia mundial da música nos palcos do Billboard Music Awards neste domingo, 25 de maio.

 

Fonte: headline planet
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ BTSBR


Publicado em 23.05.2018
BTS lança MV de FAKE LOVE e é tudo o que nós queríamos, e um pouco mais
BTS finalmente lançou ‘Fake Love’ - e como esperado, é um HIT!

BTS finalmente lançou ‘Fake Love’ – e como esperado, é um HIT!

O grupo de K-Pop divulgou dois teasers para o mais ambíguo vídeo da carreira deles nesta última semana, e o MV foi lançado na íntegra pontualmente às 6:00 (horário de Brasília).

ARMYs estavam em contagem regressiva para o lançamento da música nas plataformas sociais, e eles não se decepcionaram, com os meninos entregando uma coreografia habilidosa, um refrão chiclete e estética inacreditável.

Parece que nenhuma despesa foi poupada para a produção do vídeo, com efeitos especiais de torrentes de água, explosões, fogo… e uma cama de barras de chocolate para os rapazes deitarem, que pode ser nossa cena favorita.

Durante o tradicional Comeback Preview Show no Vlive, Jimin disse: “Acredito que os fãs irão amar ‘Fake Love’. Eu pessoalmente não diria que uma de nossas músicas é tão boa. Mas ‘Fake Love’ é muito boa.”

J-Hope acrescentou: “Quando recebemos o sample da música Jimin enlouqueceu enquanto tomava banho, cantando!”

V, ainda disse que é a música que Jin mais se destaca, “Jin-hyung tem muitas partes bacanas em ‘Fake Love’. Ele é o personagem principal.”

Durante a maratona de entrevistas para promoção do novo álbum, RM explicou o que Love Yourself: Tear traz de novo. “Basicamente o amor é complexo. Há aspectos que nos deixam realmente mal e deprimidos. Pode haver lágrimas, tristeza. Então desta vez focamos nos aspectos do amor que queremos fugir. Então o nome é Tear [tradução: lágrima; rasgar, romper, dilacerar].

“Queremos dizer que se você não se manter verdadeiro a sua essência, o amor não durará. Este amor pode ser entre pessoa e pessoa, mas também entre eu e meu interior.” Finalizou o líder RM, que participou de todo o processo de escrita e produção do novo álbum.

 

Fonte: metro UK
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ BTSBR


Publicado em 23.05.2018
[NEWS] “Love Yourself: Tear” do BTS visa por uma Grande Estréia no Billboard 200 Albums Chart
Love Yourself: Tear está no caminho de ultrapassar o próprio recorde do grupo!

O novo álbum do BTS Love Yourself: Tear está marcado para fazer uma estréia chamativa no Billboard 200 albuns chart próxima semana, de acordo com os previsores da indústria. Aqueles que estão informados sugerem que o esforço — sendo que o lançamento foi em 18 de maio via BigHit Entertainment — pode levar a alcançar o 2º Lugar e tem chances de estréia em 1ª lugar.

O grupo pode chegar com o equivalente de mais de 100.000 unidades de álbuns adquiridos na semana que encerra em 24 de maio, principalmente devido às vendas de álbuns tradicionais.

Enquanto isso, o atual líder berrbongs & bentleys, do Post Malone, poderia registrar a quarta semana consecutiva no topo com mais de 110.000 unidades – largamente adquiridas em grande parte por atividades de streaming.

Óbvio, considerando a fan base calorosa do BTS — e a performance agitada do grupo no Billboard Music Awards no dia 20 de maio — não fique surpreso de Love Yourself: Tear ultrapasse beerbongs e conquiste a estréia com o 1º lugar.

O Billboard 200 chart classifica os álbuns mais populares da semana baseados no consumo multi-métrico, que incluem vendas de álbum tradicional, álbuns equivalentes a faixas (TEA) e álbuns equivalentes de streaming (SEA). O top 10 do Billboard 200 chart de 2 de junho (onde o Love Yourself:Tear vai debutar) está programado para ser revelado nos sites da Billboard no domingo, dia 27 de maio.

Love Yourself: Tear está no caminho de ultrapassar o próprio recorde do grupo para a maior semana já obtida por um artista de K-pop em unidades gerais, vendas de álbuns e ranque no chart. Atualmente, a maior semana na lista foi registrada pelo álbum de 2017 do BTS Love Yourself: Her. Com o total de 31.000 unidades (das quais 18.000 foram vendas de álbum)m de acordo com o Nielsen Music, e estreou e atingiu o 7º lugar no Billboard 200.

 

Fonte: Billboard
Tradução por Hell @ BTSBR