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Bulletproof Boy Scouts (em coreano: 방탄소년단) é um grupo masculino sul coreano de hip-hop formado pela Big Hit Entertainment. Geralmente conhecidos como BTS, são também chamados de Bangtan ou Bangtan Boys. Eles estrearam em 13 de junho de 2013 com sua.. LEIA MAIS
SEJA BEM VINDO AO BANGTAN BRASIL, A PRIMEIRA E MAIOR FÃ BASE BRASILEIRA DO BTS. FEITA DE FÃ PARA FÃ!

Categoria: Traduções

Publicado em 22.06.2018
[NEWS] Por que o The Guardian está sendo racista com k-pop e BTS sem motivo?
The Guardian expôs sua opinião de forma preconceituosa em resenha.

Como seres humanos, temos direito de gostar e não gostar de algumas coisas, e só porque algo está em alta no momento não significa que todos devemos concordar com aquilo.
Porém, quando uma publicação como o The Guardian publica um artigo claramente parcial e quase racista sobre o porquê de não realizar a resenha de um álbum, deve-se imaginar exatamente o que está acontecendo.
Recentemente, a principal crítica de rock e pop do The Guardian, Alexis Petridis resenhou o mais novo CD do grupo de k-pop BTS (Bangtan Sonyeondan), ‘Love Yourself: TEAR’.

Apesar da resenha em si não ter sido mais longa que um parágrafo, o artigo inteiro estava recheado de julgamentos preconceituosos e parcialidade contra qualquer coisa referente à k-pop, sem entrar a fundo no que o álbum realmente abordava.
Além de estereotipar BTS e seus fãs, ele também generalizou a audiência normal também.
Vamos ver algumas das áreas problemáticas dessa “resenha” (se é que pode ser chamada assim):

  1. Preconceitos internos do autor:

A maneira pela qual a resenha foi escrita demonstra extremo amadorismo,  preconceito e parcialidade incoerente, que o autor aparentemente tem contra k-pop e suas variações.
Fazendo piadas desonestas dos nomes em inglês das músicas do BTS, apontando os estereótipos da indústria de k-pop, ressaltando como os fãs não conhecem o idioma mas ainda cantam junto com seus ídolos e colocando grande parte do sucesso para seu alcance nas redes sociais.
E a linha, “você começa a se perguntar até que ponto tem a ver com a música” mostra em primeira mão o descaso do autor com a música do septeto.
Também, o uso de palavras como ‘estranho’, ‘diferente’, ‘alien’ mostram exatamente o que o escritor pensa do k-pop e, consequentemente, do BTS.
Isso automaticamente torna a resenha parcial e não objetiva, que deveria ser apenas sobre a música.

     

      2. Factualmente incorreta:

O artigo também parece ser factualmente incorreto em alguns pontos, o mais óbvio sendo quando o autor disse, “43 minutos de música disponíveis em 5 versões diferentes do CD”.

Existem apenas 4 versões, e não 5.

Também parece que o escritor não fez qualquer tipo de pesquisa sobre o grupo ou sobre os possíveis significados de músicas como Anpanman, que referencia o desenho animado japonês que é um super herói que não tem nada a ver com a ideia comum desse tipo de personagem. Seu corpo é mais redondo, com bochechas gordinhas, mas sua determinação em ajudar as pessoas é o que o diferencia dos outros heróis.
No mesmo estilo, Paradise, que o autor insistiu em chamar de música R&B para cantarolar, na verdade aborda como está tudo bem viver sem um sonho em mente. Na sociedade competitiva dos dias de hoje, aprendemos que é necessário ter um sonho e lutar por ele, mas a música trata de como é perfeitamente normal não ter um sonho em específico e viver uma vida considerada ordinária.

  1. Generalização dos fãs

Diversas vezes ao longo do texto o escritor parece estar generalizando os fãs de BTS ao sugerir que são obsessivos, intrometidos e irão seguir cegamente qualquer comando dado pelo grupo coreano.

Ele também parece não perceber a conectividade do mundo atual ao dizer: “As razões tradicionalmente dadas ao sucesso do BTS em sua terra natal – suas letras são livres dos problemas padrão de k-pop, que costumam ser superficiais e controversas – não se aplicam no ocidente: não consigo imaginar adolescentes britânicos que estão aflitos para ouvir sobre críticas juvenis das convenções sociais na Coréia do Sul.”

Isso automaticamente assume, em primeiro lugar, que um adolescente britânico está disposto a viver apenas em sua bolha e não ser consciente do que está acontecendo ao redor do mundo. E em segundo lugar, deixa implícito que somente adolescentes seriam fãs de BTS quando, na verdade, isso foi provado como errado diversas vezes, na medida em que a demografia dos fãs de BTS é variada em idade, gênero, raça, religião e cultura.

legenda: o meio de comunicação GAON recentemente soltou dados sobre a demografia dos fãs de BTS. A “área cinza” é referente à BTS enquanto a laranja se trata de outros grupos de k-pop.

 

Além disso, o autor parece constantemente assumir que as músicas do BTS giram em torno de seu lugar, quando isso não chega nem perto da verdade. Esse argumento está eticamente incorreto, já que não se pode simplesmente afirmar que uma pessoa da Inglaterra não irá se importar com problemas na Coreia do Sul quando a verdade é que eles estão ocorrendo em todo lugar.
Tópicos como depressão na adolescência, suicídio e outros problemas similares são tópicos globais e o autor dizer que não é errado em níveis éticos e sociais.
 

 Assim como dito pelo artigo do Washington Post, depressão em adolescentes subiu em 33% entre os anos de 2010 a 2015, enquanto tentativas de suicídio aumentaram em 23%. O número mais assustador é o aumento de 31% em suicídios cometidos por pessoas na faixa de 13 a 18 anos. Também global, de acordo com o relatório da OMS, houve um aumento de 18.4% entre 2005 a 2015, de pessoas vivendo com depressão, o que totaliza quase 322 milhões de pessoas. Na Índia, a taxa de depressão na adolescência assim como dito pela OMS afirma que 1 a cada 4 crianças entre as idades de 13-15 sofrem de depressão e a taxa estimada de suicídio entre pessoas de 15-29 anos na Índia está em assustadores 35.5%. Até mesmo no próprio Reino Unido, a taxa de ansiedade e depressão subiram quase 70% nos últimos 25 anos, o que não é exatamente um número muito saudável.

Problemas como depressão na adolescência e suicídio são fenômenos globais e não apenas limitados à Coreia. Então não é questão de onde o jovem está, se é na Inglaterra, Índia, EUA ou Coreia do Sul, ou de entender os sofrimentos da sociedade sul coreana. É aí que músicas como 2! 3! basicamente inspiram as pessoas por meio de letras que dizem que se você está passando por algo difícil, está tudo bem, feche os olhos e conte até 3 e depois siga em frente. Essa música tomou forma de hino que o grupo escreveu para seus fãs. Ela também encoraja apoio e empatia ao pedir ao outro que segure sua mão e ria em vez de ficar triste.

Suas músicas e conceitos são únicos na medida que se aplicam de forma universal, juntando homens de meia idade, mulheres na casa dos 20 anos de idade e crianças de 10 anos e os transformando em fãs. Sua campanha em colaboração com a UNICEF ‘LOVE MYSELF’, em prol da diminuição da violência contra crianças e adolescentes dá uma perspectiva global ao seu álbum “Love Yourself”, então não se pode simplesmente dizer que uma criança na Inglaterra não se importa com o que está acontecendo na Coreia.

Hoje, se Taylor Swift e Charlie Puth são um fenômeno global é porque foi extremamente fácil para eles chegarem nesse ponto, levando em conta que os Estados Unidos são um superpoder e seu alcance é muito maior.

Mas, vindo da Coreia do Sul, além de ser um pequeno grupo de k-pop, e se tornar um fenômeno global não é fácil e mostra como que existe algo além de sua presença nas redes sociais e “cores de cabelo neon” para seu sucesso.

Esse nível de efeito abrangente não pode ser atingido se não estão falando de algo que as pessoas podem se identificar.

Apesar disso, deve-se dizer que uma resenha tão amadora e racista não era algo esperado de uma publicação do nível do The Guardian.

Sendo uma leitora assídua do meio, eu esperava que teriam padrões melhores do que deixar passar uma resenha de um album que nem sequer aprofunda nos detalhes das músicas ou tema do álbum.

Devo ressaltar que este artigo não é porque a resenha não foi positiva, e francamente, eu teria respeitado mais o autor se ele tivesse entrado mais em detalhe no porquê o álbum não foi bom o suficiente. Levando em conta a variedade de gêneros, letras e composições, haviam diversos fatores que poderiam ter sido discutidos.

Contudo, a resenha foi mais um exemplo de retórica parcial e desvalorização dos fãs e grupo, e uma pequena parte se referindo à verdadeira resenha do álbum.

 

Fonte; ED Times

Trans eng-ptbr; fer @ btsbr


Publicado em 22.06.2018
[NEWS] 21 recordes quebrados pelo BTS enquanto eles continuam se popularizando
A Soompi listou algumas conquistas do BTS, incluindo o certificado de ouro [...]

 

BTS vem quebrando recordes cada vez mais altos na Coreia e ao redor do mundo, crescendo mais e mais!

 

O grupo composto por 7 integrantes estreou em 2013, lançando, desde então, 3 álbuns completos, 5 mini álbuns e muito mais na Coreia, recebendo aclamação da crítica e ganhando enorme popularidade. Sua base de fãs, denominada ARMY, cresceu exponencialmente ao longo dos anos, o que o BTS e os ARMYs comprovam, novamente, com uma das frases favoritas do grupo: “trabalho em equipe faz o sonho acontecer” (“teamwork makes dream work”).

 

Aqui estão alguns dos recordes quebrados pelo BTS!

 

 

  • Primeiro artista coreano no topo da Billboard 200.

 

 

 

BTS se tornou o primeiro artista coreano a alcançar o primeiro lugar na lista de melhores álbuns da Billboard, a Billboard 200. Seu último álbum, Love Yourself: Tear atingiu o topo das paradas, na semana terminando em 02 de junho, como o álbum mais popular nos Estados Unidos.

E não apenas isso. Já que o álbum é feito principalmente em coreano, ele foi o primeiro de língua estrangeira a conseguir o topo da lista em 12 anos!

 

  1. 1 milhão de álbuns vendidos na primeira semana no Hanteo Chart.

 

 

BTS estabeleceu um novo recorde no Hanteo Chart ao vender mais de 1 milhão de cópias na semana de estreia do álbum Love Yourself: Tear. O grupo é o primeiro artista a vender 1 milhão de unidades em um lançamento de álbum desde o início do chart, em 1993.

 

O novo recorde fez o grupo atingir a marca dupla de um milhão de vendas, após o álbum Love Yourself: Her também atingir o mesmo número de cópias vendidas ano passado.

  1. Primeiro álbum coreano a entrar em um chart oficial no Reino Unido.

O trabalho do grupo denominado Wings se tornou o primeiro álbum coreano a entrar em charts oficiais de álbuns no Reino Unido, chegando à 62ª posição. Seu álbum mais recente, Love Yourself: Tear, entrou na oitava posição.

  1. Primeiro grupo de idols a ganhar o prêmio de músicos do ano no Korean Music Awards.

O Korean Music Awards, também conhecido como “Korean Grammys”, nomeou o BTS como músicos do ano em 2017. Diferentemente da maioria das premiações de música, os ganhadores da cerimônia são escolhidos através da avaliação de especialistas da indústria acerca do mérito artístico da música, e não com base em vendas.

  1. Melhor estreia de um artista coreano no Hot 100 da Billboard.

 

A última faixa título do grupo, “Fake Love”, não apenas quebrou um recorde, mas também atingiu o sonho do BTS e dos ARMYs ao entrar no Hot 100 na décima posição. Além de alcançar o topo da Billboard 200, BTS também disse que um de seus objetivos para esse comeback seria conseguir entrar no top 10 do chart.

 

Enquanto “Gangnam Style” e “Gentleman”, do PSY, atingiram pontuações altas na lista ao longo do tempo, “Fake Love” teve a maior classificação na semana de estreia para uma música de artistas coreanos. “Gentleman”, do PSY, possuía o recorde anterior, ao estrear na 12ª posição.

 

  1. Mais alta posição de um artista coreano no chart anual de singles da Oricon.

 

 

O single japonês do BTS, “MIC Drop/DNA/Crystal Snow”, levou a 13ª posição no chart de singles de 2017, a maior classificação já atingida por um artista coreano.

 

  1. Conta coreana com mais seguidores no twitter.

 

 

A conta conjunta dos integrantes do BTS no twitter (@BTS_twt) é a conta coreana mais seguida, atingindo a marca de 15 milhões de seguidores.

 

  1. Mais alta posição de um artista coreano no Global Top 200 do Spotify.

 

 

“Fake Love” entrou no chart Global Top 200 do Spotify em número 17. O que quebrou o recorde de música com melhor entrada por um artista coreano, que o próprio BTS havia conquistado anteriormente, ao estrear “DNA” na 50ª posição. “Fake Love” posteriormente subiu à 14ª posição no chart!

 

  1. Primeiro grupo coreano a receber certificação de ouro do RIAA.

 

 

BTS se tornou o primeiro grupo coreano a ter uma música com certificação de ouro pela Associação da Indústria de Gravação da América (Recording Industry Association of America – RIAA) ao alcançar 500.000 cópias vendidas com o remix da faixa “MIC Drop”. A faixa “DNA” também tem o certificado de ouro.

 

  1. Primeiro artista coreano a ganhar dois prêmios no Billboard Music Awards.

 

 

BTS foi, não apenas o primeiro grupo coreano a ganhar um Billboard Music Awards, mas também o primeiro artista coreano a conseguir o feito duas vezes! BTS levou o prêmio de Top Social Artist da cerimônia pelo segundo ano consecutivo, sendo o primeiro em 2017.

PSY foi o primeiro artista coreano a levar um troféu do Billboard Music Awards, ganhando na categoria Top Streaming Song, em 2013.

 

  1. Único grupo coreano a ter 4 MVs com mais de 300 milhões de visualizações.

 

 

BTS é o único grupo coreano com 4 videoclipes com mais de 300 milhões de visualizações no Youtube! Os vídeos de “DNA”, “Fire”, “Dope” e “Blood, Sweat & Tears” atingiram tal marco. PSY tem 5 videoclipes com 300 milhões de visualizações, BIGBANG e BLACKPINK têm dois vídeos, e TWICE possui um.

 

  1. Primeiro artista asiático a estrear uma nova música no Billboard Music Awards.

 

 

BTS apresentou sua nova música “Fake Love” pela primeira vez em rede mundial de televisão no Billboard Music Awards de 2018, no dia 20 de maio. Essa foi a primeira vez que um artista asiático apresentou um comeback na cerimônia.

 

  1. Mais rápido MV a atingir 10 milhões de visualizações.

 

 

“Fake Love”, do BTS, obteve um incrível número de visualizações imediatamente após seu lançamento, em 18 de maio. Em um período de 4 horas e 55 minutos, o videoclipe já havia sido assistido 10 milhões de vezes!

Antes disso, o tempo mais rápido a atingir mesma marca com um videoclipe – dentro de 6 horas – pertencia à Taylor Swift, com “Look What You Made Me Do”.

 

  1. Maior número de vendas de álbum na história do Gaon Chart.

 

 

BTS quebrou o recorde de maior número de vendas de qualquer outro álbum (não incluindo os álbuns repack) na história do Gaon Chart com Love Yourself: Her. Na contagem de fevereiro, 1.613.924 álbuns haviam sido vendidos. Anteriormente, g.o.d vendeu 1.441.209 cópias de seu quarto álbum, em 2001.

 

  1. Maior quantidade de visualizações nas primeiras 24 horas em um MV de grupo coreano.

 

 

“Fake Love”, do BTS, atingiu 35.9 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas após seu lançamento, de acordo com o YouTube. Isso faz de “Fake Love” o videoclipe do grupo com a maior quantidade de visualizações em 24 horas, seguindo “Look What You Made Me Do”, da Taylor Swift, com 43.2 milhões e “Gentleman”, do PSY, com 36 milhões.

 

  1. Artista coreano com mais álbuns no topo do chart mundial de álbuns da Billboard.

 

 

Seis dos lançamentos do BTS chegaram ao topo do chart mundial de álbuns na Billboard. The Most Beautiful Moment in Life: Pt. 2, Wings, You Never Walk Alone, Love Yourself: Her, Face Yourself e Love Yourself: Tear. Esse é o maior número entre os artistas coreanos – B.A.P, GOT7 e Red Velvet têm, cada um, 4 álbuns que atingiram a primeira posição no chart.

 

  1. Primeiro grupo coreano a se apresentar no American Music Awards.

 

 

BTS foi o primeiro grupo coreano a se apresentar no American Music Awards, indo ao palco com a apresentação de “DNA” novembro passado.

 

  1. MV mais visto no YouTube por um grupo coreano

 

 

“DNA” do BTS foi o primeiro videoclipe de um grupo coreano a ultrapassar 350 milhões de visualizações no YouTube, e os acessos continuam subindo. A marca atual no momento da publicação (03/06/2018) é de 395.1 milhões de visualizações, seguindo como vídeo mais visto de um grupo coreano.

 

Os mais próximos desse número são “TT” do TWICE, com 360 milhões de visualizações e “Fantastic Baby”, do BIGBANG, com 352.7 milhões. “Gangnam Style”, do PSY, tem o maior número geral de acessos em videoclipes coreanos, com 3.2 bilhões de visualizações.

 

  1. Primeiro grupo coreano a atingir 1º lugar no Top Songs do iTunes dos EUA.

 

 

BTS se tornou o primeiro grupo coreano a chegar ao topo no chart de Top Songs nos Estados Unidos, com o remix de “MIC Drop” conquistando o primeiro lugar.

 

  1. Grupo musical com maior engajamento no twitter.

 

 

BTS é o grupo musical com maior número de engajamentos (média de retuítes) no twitter! De acordo com o Livro Guinness de Recordes (Guinness World Records), a conta conjunta do BTS no twitter (@BTS_twt) registrou 330.624 engajamentos em 23 de abril de 2018. O recorde anterior era de Harry Styles, da One Direction, com 147.653 engajamentos na mesma data.

 

  1. Primeiro artista coreano a levar o 1º lugar no Artist 100 da Billboard.

 

 

BTS se tornou o primeiro artista coreano a conquistar o topo do chart Artist 100, da Billboard, que classifica os artistas mais populares baseado em vendas de álbuns e faixas, tempo de rádio, streaming e interação com fãs nas mídias sociais. Eles conseguiram tal feito após o lançamento do Love Yourself: Tear, que ficou em primeiro lugar na semana terminada em 02 de junho.

 

BTS vem quebrando recordes ao longo de sua carreira, e mesmo que a lista já inclua diversos deles, ainda existem muitos outros recordes, incluindo os sem fontes oficiais.

Após atingir muitos de seus objetivos durante o último comeback, SUGA recentemente nomeou o próximo sonho do grupo: o Grammy.

 

Parece que o céu é o limite para o BTS, e nós estamos animados para ver o que o futuro reserva!

 

Fonte: Soompi

Trans eng-ptbr; Jojo Viola @ btsbr


Publicado em 22.06.2018
[LETRA] The Truth Untold
Confira a tradução em português de 'The Truth Untold'

A verdade não dita

 

Nesse jardim

Repleto de flores de solidão

Repleto de espinhos

Neste castelo de areia, eu me enforquei

 

Qual é mesmo seu nome

Você tem ao menos um lugar para ir

Oh você pode me dizer?

Eu vi você, que estava escondido neste jardim

 

E eu sei

Que todo seu calor é real

A mão que colhe as flores azuis,

Eu quero segurar

 

Este é meu destino

Não sorria para mim

Me ilumine

Por que eu não posso me aproximar de você,

Não há nenhum nome pelo qual eu possa chamar

 

Você sabe que eu não posso

Me mostre a mim mesmo

Me dê a mim mesmo

Eu não posso te mostrar um lado tão fraco, então

Eu uso minha máscara novamente e vou a seu encontro

Mas eu ainda quero você

 

A flor que desabrochou no jardim da solidão

É tão como você,

Eu queria dar a você

Após tirar essa estúpida máscara

 

Mas eu sei

Que eu nunca poderei fazer isso

Que eu tenho que me esconder,

Por que sou tão feio

 

Eu estou com medo,

Fraco,

Estou com tanto medo

Por que no final, você também me deixará,

Eu uso minha máscara novamente e vou a seu encontro

 

A única coisa que posso fazer é

Neste jardim,

Neste mundo,

É cultivar essas flores que parecem tanto com você,

E respirar como aquele que você conheceu

Mas eu ainda quero você

Eu ainda quero você

 

Talvez naquele tempo,

Se apenas um pouco,

Se apenas o suficiente,

Eu tivesse me mantido corajosamente na sua frente,

Seria tudo diferente agora?

 

Estou chorando;

Nesse castelo de areia, onde fui deixado sozinho,

Que está desaparecendo,

Que está quebrado

Enquanto encaro essa máscara quebrada

E eu ainda quero você

Mas eu ainda quero você

Mas eu ainda quero você

E eu ainda quero você

 

Trans ko-eng; bts-trans

Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ btsbr


Publicado em 22.06.2018
[NEWS] Top 50 melhores músicas do BTS: escolha dos críticos
Em comemoração aos 5 anos de BTS, críticos da Billboard listam as 50 [...]

Em homenagem ao quinto aniversário do grupo (13 de junho), selecionamos as 50 melhores músicas deles até o momento.

 

BTS completou 5 anos no dia 13 de junho, comemorando meia década de conquistas importantes.

 

Em uma indústria marcada por data de validade, cinco anos podem marcar a carreira inteira de vários grupos – até mesmos alguns que fazem sucesso. Mas o BTS subiu muito acima de qualquer arco de repentina ascensão-declínio, onde eles continuam a alcançar alturas antes inalcançáveis. Sucessores do PSY, como quebradores das barreiras ocidentais, eles parecem continuar a quebrar seus próprios recordes com cada comeback sucessivo, constantemente mapeando novas possibilidades para o sucesso da Coreia do Sul nos EUA.

 

O septeto veio de uma longa jornada de cinco anos, trocando seu status de desconhecidos para serem topo dos charts mundiais. Formados em 2013 pela Big Hit Entertainment, todos os sete integrantes costumavam dividir um único quarto. A imagem do grupo panfletando seu próprio show em 2014 foi imortalizada no reality, American Hustle Life. Mas agora, o fenômeno do K-Pop vive confortavelmente em um complexo luxuoso de apartamentos, esgotando ingressos pelo mundo em minutos. BTS em 2018 é basicamente a concretização do “Eu sou você, mas mais forte”.

 

Então, a Billboard decidiu dar sua própria BTS Festa caçando entre todas as músicas do grupo para mapear as 50 melhores de sua primeira meia-década. Feliz aniversário para o Bangtan, e um brinde para todos os próximos hits que virão nos próximos 5 anos.

 

  1. “A Supplementary Story: You Never Walk Alone” (You Never Walk Alone, 2017)

 

Umas das primeiras coisas a se aprender sobre o BTS é que nada do que eles fazem é acidental (veja: qualquer das exaustivas teorias que os fãs escrevem os próprios meninos já conhecem.) As batidas de coração no início da música é um toque adequado e intencional a uma das músicas mais sentimentais do grupo, onde os integrantes parecem oscilar entre expressar sua gratidão e encorajar seus ouvintes à rastejarem, correrem e voarem em direção aos seus sonhos enquanto o instrumental brilha ao fundo.

 

  1. “Don’t Leave Me” (Face Yourself, 2018)

 

Como se já não fosse claro pelas suas conquistas nos charts internacionais, a música do BTS se conecta em qualquer língua – como é visto nesse lançamento esplêndido da discografia do grupo em japonês. A produção sintética pesada ganha força pela melancolia corrente das vozes de Jimin, Jin e JungKook, onde o grupo implora para que seu amante fique.

 

  1. “Outro: Love Is Not Over” (The Most Beautiful Moment In Life, Pt. 1, 2015)

 

Os vocalistas do BTS tomam o centro do palco nessa balada R&B escrita e composta em parte por JungKook e Jin. JungKook, Jin, Jimin e V expressam a letra da música com uma sinceridade calma, enquanto a densa produção com um baixo carregado no refrão e harmonias brilhantemente combinadas, fazendo desta uma das mais memoráveis músicas da discografia do BTS.

 

  1. “Attack On Bangtan” (O!RUL8,2?, 2013)

 

Essa música animada também conhecida como “The Rise of Bangtan”, é um hino cheio de swag e funky hip-hop onde o BTS anima a si mesmos e canta sobre seu potencial. Com trechos como, “Escalar até o topo é uma questão de tempo” e “Se você não nos conhece, se prepare para nos conhecer bem,” o grupo afirma sua intenção de dominação futura da maneira mais irresistível.

 

  1. “Just One Day” (Skool Luv Affair, 2014)

 

Com doces harmonias guiando os raps e calor exalando no refrão dançante, “Just One Day” revela um lado mais doce do BTS com sua jovial melodia R&B. Vindo após seus lançamentos prévios de singles de hip-hop dinâmicos – “No More Dream”, We Are Bulletproof pt.2” e “N.O” – foi a primeira vez que o grupo pisou no freio e colocou a qualidade de seus vocalistas nos holofotes.

 

  1. “MIC Drop” (Love Yourself: Her, 2017)

 

*recorde quebrado* *pose pra foto* Sim, esse é o BTS enchendo sua bolsa com troféus. Você pode se perguntar como eles chegaram lá. Mas escute “MIC Drop”, e você terá a resposta. A intensidade da música é um produto de uma mistura potente: uma ameaçadora, batida raivosa fundida à uma letra condizente de um artista de categoria global. O remix com Steve Aoki e Desiigner chegou à posição 28 da Billboard Hot 100, mas nós também apreciamos a versão original da música que foi inspirada pelo histórico – e valioso momento de meme – de Barack Obama derrubando o microfone. Não é preciso pedir desculpas à Billboard.

 

  1. “Intro: Never Mind” (The Most Beautiful Moment In Life, Pt. 2, 2015)

 

Apresentada quase inteiramente por SUGA, “Never Mind” serve como faixa introdutória para The Most Beautiful Moment In Life, Pt.2, marcando o sucesso do álbum com uma reflexão das dificuldades do BTS. Co-escrita pelo rapper, examina como, quando batalhando pelos seus sonhos de se tornar músico, SUGA impulsionou-se para frente através das dificuldades que foram deixadas de lado, ou que nem foram levadas em conta.

 

  1. “Singularity” (Love Yourself: Tear, 2018)

 

Como música de abertura de Tear, “Singularity” serve como uma apresentação sonora do que vem pela frente sem o objetivo de chocar ou sobrecarregar. O R&B sensual persegue os ouvintes com seu um tempo lento, pausas súbitas, distantes improvisos e letra para se meditar (“Mesmo nos meus sonhos momentâneos / As ilusões que me torturam ainda são as mesmas,” confessa V.) Em “Singularity”, V se sobressai com seu barítono luxuoso que se molda perfeitamente aos contornos da música.

 

  1. “Coffee” (O!RUL8,2?, 2013)

 

Remake de Urban Zakapa “Café Latte”, BTS realizou um retrabalho na música de 2009 para se adaptar a sua própria vibe. Com raps suaves e instrumental de cordas de rock ao longo da melodia original de jazz, “Coffee” é melodiosa liricamente assim como sua versão original, mas possui um tom mais brincalhão que se encaixa ao sentimento juvenil da era Skool do septeto.

 

  1. “I Like It” (2 Cool 4 Skool, 2013)

 

A mistura inusitada de teclas sintéticas e sons de censuras faz com que a música seja sonhadora e dançante ao mesmo tempo. O tom fofo da música é amplificado pela sua inteligente e romanticamente leve letra sobre términos de relacionamentos na era digital. O doce R&B marcado foi bem-vindo para aliviar a postura pesada de hip-hop que dominava a estética rookie do grupo.

 

  1. Agust D – “The Last” (Agust D, 2016)

 

Desesperança e desespero cru nunca se mostraram tão perfeitamente na discografia do BTS como foi no álbum solo de SUGA, e todas essas fortes emoções atingiram sua máxima em “The Last”. Aterrorizante e agressiva com batidas empolgadas e sintetizadores salpicados, a entrega sem fôlego e fanática do rapper que reconta seus problemas com saúde mental e como sua dor eventualmente se transformou em orgulho enquanto ele atingia o sucesso. Mesmo que ele se declare um k-pop idol rapper (“Meu endereço é inegavelmente de um idol”), o que é um estigma dentro da cena hip-hop coreana, SUGA se coloca acima de todas as categorias com essa música íntima.

 

  1. “Hold Me Tight” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt. 1, 2015)

 

Completo com tudo que uma música sobre coração partido deve ter (melodia ornamental, fundo de piano, e múltiplas utilizações de palavras como “coração” e “choro”), “Hold Me Tight” é o mais perto que os meninos chegaram do território explorado pela  famosa “Cry Me a River” — mas os raps passionais de J-Hope, RM, e SUGA distinguem o BTS de seus antecessores angustiados do NSYNC.

 

  1. “Intro: The Most Beautiful Moment In Life” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt. 1, 2015)

 

O basquete serve como um microcosmo da vida de SUGA nessa música. Esboços na quadra assumem maiores proporções enquanto barulhos e rangidos de basquete marcam o ritmo.  Essa música solo é bem colocada como uma intro porque é imersiva: o ambiente da quadra funciona como um cenário. Afinal de contas, o stage name SUGA surgiu também de “shooting guard” [Ala-armador, posição em que ele costumava jogar].

 

  1. “Fire” (The Most Beautiful Moment In Life: Young Forever, 2016)

 

Não há nada mais energético que “Fire”, um single explosivo de pop eletrônico que molda sirenes aos sintetizadores frenéticos enquanto os sete cantam e fazem rap sobre colocar as expectativas do mundo em chamas: “Viva como você quiser, é sua vida mesmo / Pare de tentar, está tudo bem em perder.” Tão bons quanto o possível em músicas dançantes e evocativas, “Fire” é onde o dinamismo do BTS realmente se destaca.

 

  1. “Boyz With Fun” (The Most Beautiful Moment In Life, Pt.1, 2015)

 

“Boyz With Fun” é digna de seu nome. Músicas ‘bobas’ são uma parte importante do repertório multifacetado do septeto — e essa música se destaca cheia de orgulho. O baixo marcado em estilo funky anima enquanto J-Hope transforma o mundo em um lugar divertido. Esse é o BTS em sua complexidade, provando que é possível desligar a mente sem perder a sagacidade.

 

  1. “Danger” (Dark & Wild, 2014)

 

O primeiro single do primeiro álbum do BTS é uma música energética com influências do rock que têm tudo: cordas elétricas vibrantes, batida hip-hop poderosa, sintetizadores desconexos e um toque de sentimentalidade não correspondida. Por cima disso, os integrantes do BTS expressam sua raiva e paixão para um amante que não dá a eles a atenção merecida.

 

 

  1. “Lost” (Wings, 2016)

 

Esta complexa faixa de pop-sintético presente em Wings encontra seu lugar entre uma batida trap e harmonias crescente enquanto os vocais – Jin, Jimin, V e JungKook – dramaticamente cantam uma letra filosófica, “Para perder seu caminho/ É a maneira de encontrar aquele caminho.” A letra da música expressa uma visão otimista sobre traçar seu próprio destino no mundo, “Lost” é imensamente impactante tanto em sua mensagem quanto em sua poderosa melodia.

 

  1. “Boy In Luv” (Skool Luv Affair, 2014)

 

Propulsiva com seu som rock e hip-hop, “Boy in Luv” mudou a estética do BTS, trocando o tom agressivo  e controverso dos primeiros lançamentos do grupo em favor de um amor jovem entusiasmado. O grupo atinge o pico de sua estética masculina com esse single, onde expressam sua paixão e angústia que é acompanhada pela garota que eles gostam.

 

  1. “Road” (2 Cool 4 Skool, 2013)

 

O caminho para o sucesso não é feito apenas de rosas. Antes do BTS se tornar um fenômeno global, eles já mostravam uma tendência admirável à auto-avaliação em seus tempos de iniciantes. Nessa música-escondida de seu primeiro lançamento, os integrantes refletem sobre as dificuldades deles em alcançar seus sonhos. Em viés retrospectivo  pode parecer que o sucesso de recordes do grupo parecia destino, mas “Road” oferece um vislumbre de uma época onde o futuro do grupo era incerto.

 

  1. “Stigma” (Wings, 2016)

 

Está chamando V de pecador? Sua música solo está entre o jazz clássico e balada R&b, mostrando seu interesse por sonoridades antigas. A mágica está nos detalhes, e a complexa interação de restrição e intensidade é compensada pelo piano e baixo espaçados. O vocal barítono de V é capaz de fazer até um falsetto soar misterioso.

 

  1. “21st Century Girl” (Wings, 2016)

 

Um raro hino de empoderamento feminino cantando por um grupo de homens, “21st Century Girl” permite ao BTS transmitir suas mensagens motivacionais especificamente para as mulheres que lideram nosso futuro sobre uma produção absolutamente incrível – as conexões no refrão possuem uma suntuosidade, principalmente quando a batida trap se mistura ao final da música. E com tudo isso, frases marcantes que imploram para serem cantadas e o inesquecível “All my ladies! Put your hands up!”, jogue os braços pra cima, meninas.

 

 

  1. “Rain” (Dark & Wild, 2014)

 

Escrita pelos rappers do grupo, a letra de “Rain” detalha cenas do cotidiano mais pesadas que são encobertas por preocupações. Os espaços vazios entre as notas do piano adicionam um arranjo semelhante ao jazz para a faixa hip-hop. “Rain” prova que o BTS é adepto de pintar a vida com toques acinzentados.

 

  1. “Serendipity” (Love Yourself: Her, 2017)

 

A música de abertura de Her, “Serendipity” é uma canção de ninar eletrônica R&B que conta sobre um amor predestinado: “Desde que o universo foi formado / Tudo já foi planejado.” O arranjo elegante e suave permite a Jimin reinar, com sua voz sensual e rouca que é instrumento ideal para a gentil e celestial introdução.

 

  1. “BTS Cypher Pt.3: Killer” (Dark & Wild, 2014)

 

O BTS são artistas globais agora, mas eles gostam de revisitar seu passado no cenário underground. Tecnicamente o quarto da série de cyphers, “Killer” valoriza as habilidades individuais dos rappers: SUGA domina nos raps rápidos, J-Hope navega na batida e RM pinta imagens vívidas. Que as taxas de roaming se explodam, “Killer” é o tipo de cypher que faz com que todo o ARMY vá para Hong Kong.

 

  1. “I Like It, Pt.2” (Wake Up, 2014)

 

BTS apertou o botão de rebobinar em “I Like It” nesta sequência japonesa da música romântica do mini álbum de debut. Os integrantes levam o conceito numa direção hip-hop remanescente da costa leste norte-americana graças às ondas agudas de sintetizadores. O que faz sentido, já que a música foi lançada após o septeto ter sido aprendizes de Warren G.

 

  1. “DNA” (Love Yourself: Her, 2017)

 

A primeira música do grupo a aparecer no Hot 100 – chegando à posição #67 ano passado – “DNA” oferece uma paisagem sonora vibrante que reproduz as tendências ao hip-hop do grupo e mistura-as com EDM, com o refrão assobiado e guitarra acústica em loop para o impacto adicional. É uma energética ainda que suave música para se dançar com um refrão chiclete, que liderou a ascensão do grupo nos EUA ano passado e se tornou a primeira música do BTS a alcançar o certificado de ouro pelo RIAA.

 

  1. “Sea” (Love Yourself: Her, 2017)

 

Uma música-escondida que os fãs mais dedicados podem aproveitar na versão física de Love Yourself: Her. A guitarra elétrica tranquilizante justapõe a letra de partir coração que, em retrospecto, parece ser uma leve dica da direção mais sombria que a série Love Yourself tomou com Tear, lançado após 8 meses.

 

  1. “BTS Cypher 4” (Wings, 2016)

 

BTS pode ser um grupo de idols, mas as vozes deles não foram caladas. A principal mensagem do grupo “love yourself” [ame a si mesmo] é onipresente nesse cypher – e transformada de um encorajamento gentil à uma sarcástica farpa. Os rappers do grupo provocam os haters nesse sucesso que mostra as habilidades de rap dos meninos. Mesmo com uma batida reciclada, SUGA, RM e J-Hope provam que eles sabem como dominar versos e batidas.

 

  1. “Euphoria” ( , 2018)

 

Quão boa é a música que o BTS pretende lançar sendo que uma música que foi apenas uma prévia dos próximos projetos do grupo já ganhou os corações de milhões de pessoas? A leve, porém marcada, melodia sintética se une à assinatura  vocal angelical do grupo nessa música – que ainda não foi lançada oficialmente após ser introduzida em um vídeo do grupo pelo YouTube chamado “Euphoria: Theme of Love Yourself: Wonder” – soa como um clássico futuro do grupo.

 

  1. “Paradise” (Love Yourself: Tear, 2018)

 

Na pop eletrônica e dançante “Paradise”, BTS direciona a seus fãs que estão correndo em círculos com suas obrigações de escola e trabalho e os assegura que está tudo bem em tirar uma folga das demandas infinitas do mundo. Produzida pelo artista britânico MNEK, é uma música otimista e cheia de alegria, carregada em grande parte por seu refrão  inteligênte e pelo chant bilíngue que encoraja os fãs a tomarem as rédeas de suas vidas: “Stop runnin’ for nothin’ my friend [Pare de correr por nada meu amigo]/ Você não precisa ter o sonho que todos os outros tem”.

 

  1. “Outro: House of Cards” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt.2, 2015)

 

“Outro: House of Cards” é nada mais que um curta cinematográfico, com seus arranjos de cordas extensos, metáforas sobre uma paixão mal sucedida  e harmonias sobrepostas em camadas. O jogo feito entre os vocalistas e seus diferentes timbres de voz enquanto eles contam partes do conto de amor é o ápice do encanto que música desperta. Da voz suave de JungKook ao tom flexível de V, os contrastes e constantes giros que a música dá só adicionam sensualidade, não que ela não esteja presente desde a primeira nota.

 

  1. “Begin” (Wings, 2016)

 

Em sua música solo, JungKook detalha sua transformação de um trainee inexperiente e assustado para um dos ídolos mais conhecidos e bem sucedidos da indústria, focando nos seus seis amigos e integrantes do BTS que o guiaram por toda essa trajetória.  Enquanto a produção é simples – o refrão bebe da fonte EDM da era Purpose de Bieber – é a letra e a história contata que diferencia a música das outras. Redigida em parte por RM, a composição é uma sincera carta aberta que, em uma exibição rara para qualquer boyband, explora e coloca em foco os laços de amor e  irmandade do grupo.

 

  1. “Airplane, Pt.2” (Love Yourself: Tear, 2018)

 

Uma extensão de “Airplane, Pt.1” presente na mixtape solo de J-Hope, os integrantes embarcam em uma turnê mundial enquanto se lembram de suas raízes e sonhos que os fizeram artistas internacionais em  “Airplane, Pt.2”. A vibe pop-latina da produção apenas reforça essa sensação globalizada, que apropriadamente vem em parte pelo time por trás dos hits “Havana” de Camila Cabello e “Despacito” de Luis Fonsi.

 

  1. “Agust D” (Agust D, 2016)

 

Uma verdadeira jóia no trabalho solo dos integrantes do BTS, SUGA faz sample da música de soul clássica de James Brown “It’s a Man’s Man’s World” e a transforma em uma produção agressiva que faria os mais pesados hits hip-hop sorrirem. “Agust D” é a faixa título da mixtape por excelência – ênfase em mixtape, já que a música não foi incluída na versão disponibilizada para compra – exatamente pela utilização de sample e outros elementos musicais que são tipicamente mais complicados de se mexer em projetos completos.

  1. “Baepsae (Silver Spoon)” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt. 2, 2015)

 

Muito foi falado sobre as críticas sociais que o BTS injetou ao longo de sua discografia, e essa música cheia de swagg e ironia está cheia delas. Nomeada a partir da gíria coreana equivalente ao nosso “faz melhor”, a barulhenta marcação do baixo e produção arrojada – especialmente as buzinas e metais assombrosos – acentuam a insolência do grupo, enquanto a letra sarcástica se direciona à geração que não tem estabilidade empregatícia. Uma música que reflete sobre as pessoas que vivem não apenas na Coreia mas também ao redor do mundo, “Baepse” é uma das mais impactante músicas do BTS.

 

  1. “134340” (Love Yourself: Tear, 2018)

 

Se você zapear o suficiente entre os gêneros-musicais, eventualmente estabelecerá novos territórios sonoros. O título “134340” refere-se ao rebaixamento de Plutão como planeta em 2006 – uma extensa metáfora usada para explorar a separação de alguém amado. A experimentalidade da música é espacial, mas seu fundamento terrestre é a realidade da instrumentação. Quantos artistas globais hoje conseguem dominar uma batida liderada por uma flauta? Plutão pode demorar 248 anos para dar a volta ao redor do sol, mas essa música está anos-luz à frente.

 

  1. “Dope” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt. 1, 2015)

 

“Dope” presenteia seus ouvintes com uma subversão do bravado hip-hop: BTS não está se perdendo na farra porque estão muito ocupados construindo um império com seu trabalho exaustivo. E eles não estão errados. A música foi responsável pelo recrutamento de muitos novos ARMYs com sua coreografia de cair o queixo apresentada em seu vídeo-clipe. Articulada no som pegajoso, nasalizado e repetitivo dos saxofones, “Dope” é o tipo de música que requer passos de danças bem trabalhados.

 

  1. “Best Of Me” (Love Yourself: Her, 2017)

 

Fãs de K-Pop estão por dentro dos artistas ocidentais que estão se juntando em parceria com seus artistas favoritos, já que a história proporcionou colaborações estranhas que os fãs preferem fingir que nunca nem aconteceram. Mas esse não é o caso quando o BTS se juntou à Andrew Taggart do duo The Chainsmokers, trazendo a acessibilidade sonora deles ao som único e onipresente dinâmica do septeto nas harmonias vocais e rap. Alguns fãs se referem a essa música como uma b-side que fugiu da lista de mais tocadas da rádio.

 

  1. “Interlude: Wings” (Wings, 2016)

 

A música de fechamento do álbum que dá a sensação de bis, “Wings” finaliza o álbum homônimo de uma forma alegre, com uma batida viciante que se encaixaria em qualquer balada eletrônica ao redor do mundo. Começando com as cordas graciosas e evocativas e a primeira linha de JungKook, então uma virada que transforma a música num hit de festa, amarrado com o rap otimista do grupo e um refrão chiclete, que metaforicamente expressa como eles alçaram voo e alcançaram grandes alturas  com suas asas, que representam o suporte de seu ARMY.

 

  1. “Whalien 52” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt.2, 2015)

 

“Whalien 52” contém uma das mais ricas histórias contadas pelo septeto. O título é uma junção da palavra alien com  a baleia dos 52 Hertz – em referência à solidão experienciada pela peculiar baleia cujo canto é em frequência muito alta para ser escutado pela sua própria espécie. O choramingar pesaroso ao fundo junto aos gritos cortados evocam o canto da baleia. Enquanto a letra mapeia as dificuldades pessoais dos integrantes dentro da metáfora da “criatura mais solitária do mundo” de maneira não convencional.

 

  1. “Fake Love” (Love Yourself: Tear, 2018)

 

Você pode dizer que “Fake Love” superou todas as barreiras – de forma até literal, já que quebrou os recordes ao chegar à décima posição no Billboard Hot 100 (mesma posição alcançada pelo single “Formation” de Beyoncé, por exemplo). Aqui temos BTS em seu estado mais angustiado, nadando na mágoa de mudar tanto por alguém amado só para descobrir que aquele amor não era saudável nem verdadeiro. A letra trabalha idéias complexas em frases curtas: “Neste sonho que nunca se tornará realidade/ Eu cultivei uma flor que não poderia desabrochar.” O septeto se joga no emo hip-hop com elementos de guitarras ao fundo junto com elementos trap. É 2018, o que significa que um grupo de K-Pop tem um single mais dependente de guitarras do que a maioria das entradas nos charts de rock.

 

  1. “Spring Day” (You Never Walk Alone, 2017)

 

Saudade faz o coração se sentir ainda mais apertado. “Spring Day” é um conjunto de emoções enquanto a letra aborda a fase de aceitação ao lidar com a ausência de alguém amado. “Eu digo que vou apagar você/ Mas na verdade, eu ainda não posso deixar você ir”. (Fãs teorizam que a música se refere à tragédia Sewol Ferry, que RM não negou) No inverno que se perpetua, o miasma dos sintetizadores zumbindo contrasta com os vocais introspectivos que são sussurrados. Essa arte sonora abriu o caminho dos charts; sendo a primeira música do BTS a entrar no top 10 do iTunes EUA, se classificar no Bubbling Under Hot 100 na posição 15 e ser a música de um idol group a permanecer por mais semanas nos principais charts coreanos, ultrapassando nomes como BigBang.

 

  1. “Dimple (Illegal)” (Love Yourself: Her, 2017)

 

Instrumental em baixo futurístico e efêmero toma o centro do palco nessa B-side do álbum do ano passado Her, que conta com Jin, Jimin, V e JungKook cantando sobre uma “illegirl” [garota ilegal] cujo o charme de sua covinha deveria ser ilegal. Os quatro cantores entregam uma de suas mais finas apresentações vocais nessa música de amor quente e apaixonante – especialmente durante a ponte, antes do último refrão, onde a melodia deixa de ser marcada por sintéticos marcados para focar nos vocalistas construindo a música até seu clímax. Entre isso e a descendente repetição do refrão hipnótico, “Dimple” é um dos momentos mais leves da discografia do BTS.

 

  1. “Not Today” (You Never Walk Alone, 2017)

 

Apenas uma semana após o lançamento da emotiva pop-rock “Spring Day”, o hino construído em sintetizadores pesado “Not Today” rompeu as barreiras como um foguete à jato cortando a fumaça. A música não se distancia da fórmula pop trabalhada em “Dope” e “Fire”: versos relativamente simples, refrão bombástico, e um pré-refrão focado nos vocais que antecipam o drop da batida. Entretanto, em “Not Today” eles capricham no refrão num som assombroso que demanda sua atenção. Completa com uma mensagem pró-minorias que leva os ouvintes à desafiar suas limitações, é igualmente uma crítica social e uma música de tremer o chão.

 

  1. “Pied Piper” (Love Yourself: Her, 2017)

 

Apesar do vai e vem da letra e as referências mais obscuras que o normal (o conto bíblico do jardim do Éden, o Pied Piper de Hamelin que literalmente encanta crianças para longe de suas casas), “Pied Piper” é uma faixa punk-pop em seu auge. BTS sintetiza suas influências – Bruno Mars, Daft Punk e The Weeknd – em uma música funky que caberia perfeitamente em qualquer playlist de verão. O equilíbrio entre o baixo orgânico e a bateria juntamente com os sons e instrumentais digitais  demonstram a sofisticação das mais recentes produções do grupo, e faz de “Pied Piper” o conto de advertência mais interessante por aí.

 

  1. “Butterfly” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt.2, 2015)

 

2015 foi um ano chave em definição ao som do septeto e os sentimentos que eles alojaram em cada música. “Butterfly” é uma faixa representativa, com sua evolução de pop acústico para um som forte marcado por sintetizadores ao fundo. A letra é uma das mais complexas do BTS, relacionando o medo de perder algo – tempo, amor, memórias – à uma borboleta que pode se assustar facilmente e voar para longe. Incorporar esses elementos elaborados, ainda que universais em entendimento, vem sendo uma marca do trabalho do grupo e um dos motivos pelo qual a música deles merece uma exploração mais ao fundo do que apenas um play casual.

 

  1. “Save Me” (The Most Beautiful Moment in Life: Young Forever, 2016)

 

O último single lançado como parte da trilogia que mudou a carreira do grupo, The Most Beautiful Moment in Life, “Save Me” solidificou a dedicação do grupo à uma marca de música emotiva que une tendências populares da eletrônica com seu hip-hop. Há um sentimento de desespero e ansiedade que permeia essa expressiva música de Young Forever, mas sua incongruente naturalidade mantém a música longe da total melancolia. Após iniciar com sintéticos velozes, uma batida de relógio e o verso de abertura de Jimin, a música sutilmente evolui até tomar uma batida trop-house em sem auge. E então a batida acelera no meio do verso levando o ouvinte a um refrão frenético, que se torna descendente após uma sessão de versos angustiados de rap. É poderosamente sutil, e uma das produções mais ambiciosas do grupo.

 

  1. “Run” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt.2, 2015)

 

É difícil falar sobre “Run” sem mencionar “I Need U”, que foi a música de ruptura do grupo onde vimos os integrantes explorar novo território sonoro e que garantiu sucesso doméstico. Ambos os singles são intrincadamente ligados, com seus vídeo-clipes contando partes complementares de um cenário mais amplo e suas sonoridades se afastando das tendências ordinárias do pop-sintético. Mas enquanto “I Need U” é luxuosa e leve, “Run” é tão tumultuada quanto uma música pop finamente dentro dos padrões pode ser. Há um senso de desespero, melhor percebido no intenso vocal de Jimin. Também existe uma energia febril ligada ao verbo que nomeia a música, que se repete pela música de forma propulsiva. E ainda há a dor que acoberta a produção, representada em palavras como “choro”, “adeus” e “mentira”. Por baixo das linhas chicletes superficiais mora a dor de se amarrar à uma paixão tola.

 

  1. “I Need U” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt.1, 2015)

 

A história conta que “I Need U” foi o ponto de virada ascendente da trajetória do grupo: a música conquistou o tão esperado troféu de primeiro lugar nos shows musicais coreanos. Em um nível estético, eles se comprometeram em despir-se do som old-school hip-hop marca de seus dias como rookie. Essa música foi o início de uma metamorfose sonora que alcançou um feito raro na indústria musical: BTS não precisou trocar sua integridade artística pela acessibilidade do público. Pelo contrário, “I Need U” foi seu comeback mais ambicioso naquele ponto contextual da carreira deles, equilibrando uma direção artística, dança contemporânea de qualidade e uma emocionalmente carregada música de dança. Sintetizadores resumidos como em uma caixinha de música enquanto os pratos da bateria contornam o refrão. Enquanto isso, a marca leve R&B oferece um cenário robusto para a letra altamente trabalhada. Esse comeback expandiu as possibilidades do que o BTS era capaz de fazer como um grupo – antes mesmo deles eventualmente expandirem suas possibilidades do que o k-pop pode fazer nos palcos do mundo.

 

  1. “Blood, Sweat & Tears” (Wings, 2016)

 

Quando o álbum Wings de 2016 foi lançado, BTS estava às portas de se tornar artistas de k-pop no comando da atenção mundial, e ter um álbum monumental liderado pela música “Blood, Sweat & Tears” que solidificou o lugar deles como verdadeiros competidores na arena da música internacional. A música utiliza as tendências do momento como o tropical moombahton, batidas certeiras e vocais sussurrados, sem nunca soar como uma queda da marca do BTS como artistas. Os raps, a entrega vocal e os efeitos visuais, todos são especiais e importantes para a progressão da história, enquanto se mantém acessível à audiência global. Ser capaz de pegar o que está acontecendo no mundo numa grande escala e refazer com sua própria marca é uma das mais impressionantes marcas e feitos como um artista. BTS fez isso com “Blood, Sweat & Tears”, e apenas continuam a expandir sua arte mais profundamente no cenário musical global.

Fonte: Billboard

Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ BTSBR


Publicado em 22.06.2018
[TWITTER] 22.06.18 – RM
Tweet postado por RM no dia 22.06.18


[TRAD] Ainda que tenha sido um pouco bagunçado, nós nos divertimos  já que já faz tempo (que não nos apresentamos)…
Obrigado!!

 

Trans ko-eng; bts-trans

Trans eng-ptbr; maureen h. @ btsbr


Publicado em 22.06.2018
[TWITTER] 22.06.18 – J-Hope
Tweet postado por J-Hope no dia 22.06.18

[TRAD] Para todos os nossos fãs que vieram, muito obrigado

 

Trans ko-eng; bts-trans

Trans eng-ptbr; maureen h. @ btsbr


Publicado em 22.06.2018
[TWITTER] 22.06.18 – SUGA
Tweet postado por SUGA no dia 22.06.18

 

[TRAD] Tive um gostinho de como será se apresentar no Estádio Olímpico de Seul

 

Trans ko-eng; bts-trans

Trans eng-ptbr; maureen h. @ btsbr


Publicado em 22.06.2018
[TWITTER] 21.06.18 – Jimin
Tweet postado por Jimin no dia 21.06.18

 

[TRAD] Mais uma veeeez*

#JIMIN
#Kkook
#Hobi

 

N/T: Também poderia ser traduzido como Boooing, o som de olhos saltando em desenhos animados

Trans ko-eng; bts-trans

Trans eng-ptbr; maureen h. @ btsbr


Publicado em 22.06.2018
[TWITTER] 21.06.18 – V
Tweets postados por V no dia 21.06.18

 

[TRAD] Tan

 

Trans ko-eng; bts-trans

Trans eng-ptbr; maureen h. @ btsbr

 

 

[TRAD] Praticamente o tio do Simba #YeontanÉ #UmLeão

 

Trans ko-eng; bts-trans

Trans eng-ptbr; maureen h. @ btsbr


Publicado em 22.06.2018
[TWITTER] 21.06.18 – J-Hope
Tweet postado por J-Hope no dia 21.06.18

 

[TRAD] Hobi e Tanie

 

Trans ko-eng; bts-trans

Trans eng-ptbr; maureen h. @ btsbr


Publicado em 22.06.2018
[TWITTER] 19.06.18 – RM
Tweet postado por RM no dia 19.06.18

 

[TRAD] Esses dias eu tenho escutado essa música quando me exercito! #RM

 

Trans ko-eng; bts-trans

Trans eng-ptbr; Jojo Viola @ btsbr


Publicado em 22.06.2018
[TWITTER] 19.06.18 – @bts_love_myself
Tweet postado por @bts_love_myself no dia 19.06.18

[TRAD]  Um novíssimo emoji do RM foi revelado.

“Eu gostaria de conseguir me amar”

Um ícone-gif da série LOVE MYSELF nunca antes visto: o novo emoticon do RM é revelado!

“Eu gostaria de conseguir me amar”.

 

Trans ko-ptbr; VenomQ @ btsbr