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Bulletproof Boy Scouts (em coreano: 방탄소년단) é um grupo masculino sul coreano de hip-hop formado pela Big Hit Entertainment. Geralmente conhecidos como BTS, são também chamados de Bangtan ou Bangtan Boys. Eles estrearam em 13 de junho de 2013 com sua.. LEIA MAIS
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Categoria: Traduções

Publicado em 24.07.2017
[ARTIGO] ROLLING STONE INDIA: A maior boyband do k-pop: “Nós escrevemos sobre coisas que as pessoas não querem dizer”
“Nós tentamos nos manter verdadeiros. [...] Eu acho que essa é uma das [...]

Se você é um jovem com acesso à internet, é bem provável que você tenha visto as letras “BTS” inundando as suas redes sociais nos últimos meses. Diversas informações sobre Bangtan Boys (também chamado de Beyond the Scene e rotulados como “a maior boyband da Coreia do Sul” por várias fontes) circulam a internet diariamente — artigos de fontes prestigiadas transbordam de elogios (sua recente vitória nos Billboard Music Awards contra gigantes do pop como Justin Bieber e Selena Gomez é um constante favorito) e o deslumbre sobre os sete integrantes e seu maciço poder nas redes sociais às vezes precedem sua própria música.

Depois de seis meses tentando conquistar uma conversa com o grupo que a revista Time declarou como um dos artistas mais influentes nas mídias sociais, é um pouco surreal receber uma confirmação. Quando chegou o dia da conversa com Kim Namjoon, ou Rap Monster, o rapper principal e líder do BTS, o deslumbre mudou para nervosismo. De qualquer forma, quando finalmente conseguimos nos conectar via Skype, ele toma a frente e imediatamente quebra o gelo, perguntando como estou e “Que horas são aí?” São 18h33 em Mumbai para 22h em Seul e simples assim, conversar com ele é a coisa mais fácil do mundo.

Os sete integrantes do BTS — Rap Monster, Jin, Suga, J-Hope, Jimin, V e Jungkook — geralmente servem como uma iniciação para a maioria das pessoas que se interessam em entrar no brilhante mundo do K-pop. Eles são o maior atrativo na recente febre de vídeos de reação no YouTube, e mesmo que muitos fãs pensem que é apenas uma maneira dos YouTubers se aproveitarem da fama do grupo, também foi o principal método para estourar estereótipos influenciados por “Gangnam Style” além de suas proporções; o brilhante e poderoso clipe para seu single de 2015 “Dope” ou o influenciado pelo barroco de 2016  “Blood Sweat & Tears” são exemplos vitais do comprometimento total da Coreia do Sul com a produção musical, afinal de contas. De qualquer forma, Rap Monster explica, se tornar uma ponte entre culturas não é algo simples. “Nós nunca esperamos isso, sabe” ele diz, afirmando que mesmo que seja uma honra, é muita responsabilidade para um grupo com integrantes que ainda estão em seus 20 anos. “Se nós somos os primeiros a sermos apresentados para as pessoas ao Oeste, na Índia e na Europa, isso fez com que nós pensássemos ‘Okay, nós temos que ser melhores’.” Com a influência que o grupo tem na indústria musical global no momento e como representantes de seu país, a pressão é imensa. “Nós sentimos essa responsabilidade. É bem pesada.”

Então por que BTS está atraindo tanta atenção em relação a grupos como EXO, BlackPink, GOT7 e Twice, especialmente quando há uma imensidão de artistas para escolher? “Eu ainda não descobri exatamente o que é”, admite Rap Monster. É impossível dar apenas uma razão — há diferenças até mesmo entre a maneira com a qual o público coreano e o internacional consomem entretenimento. “Eu acho que o público internacional é mais sensível em relação a tendências”, ele diz. “Eles sabem o que está rolando na Billboard, na música pop… Na Coreia, já que há tantos artistas coreanos no K-pop agora, eu acho que há principalmente uma diferença no gosto musical.” Ele explica que o K-pop é composto de um pacote de arte: música, letras, histórias, clipes e coreografia misturados com experiências diárias por meio de vlogs no YouTube, tweets e posts no V-Live (um site coreano de transmissão ao vivo). É geralmente a combinação certa desses elementos que faz com que um artista seja notado. “Já que nós escrevemos nossas próprias histórias e tentamos nos comunicar cara a cara com não apenas o público coreano, mas também com o internacional, eu realmente acho que isso nos ajudou. Mas ainda estou descobrindo, na verdade!” Ele diz com uma risada.

BTS provou que mesmo que sua fórmula possa parecer simples no papel, é um difícil caminho chegar até o topo e ganhar um Daesang, principalmente no caso de um grupo do qual as pessoas não esperavam muito no início. Mesmo que tenham tido um debut em 2013 com 2 Cool 4 Skool, o grupo apenas conseguiu a atenção da Coreia do Sul em 2015 com 화양연화 ou The Most Beautiful Moment In Life. O álbum dividido em duas partes trouxe letras profundas e histórias intensas que tomaram uma trajetória diferente do pop saturado com hip-hop/bubblegum da indústria do K-pop e surpreendeu o público com influências no rock e R&B e assuntos mais pesados como política, depressão, suicídio e solidão. Os clipes para os singles “I Need U” e “Run” do álbum foram particularmente vitais para a sua carreira, permitindo ao grupo uma oportunidade de se distanciar do chamativo conceito de “casa grande, carros grandes e grandes anéis” [letra de seu single de debut em 2013 “No More Dream]. De repente eles não eram ‘apenas outro boygroup’ tentando crescer na indústria; eles se transformaram em um espelho para realidades sociais.

Rap Monster usa Star Wars para explicar a lógica por trás dessa transição. “Star Wars foi lançado há dez anos, mas um pai e seu filho ainda vão ao cinema para assistir o filme”, ele diz. “Não é algo que dura apenas cinco ou dez anos, sabe? Então a nossa empresa sabia disso e sempre nos disseram como é importante construir um mundo como Star Wars ou a Marvel fizeram.” BTS entendeu que teriam que criar um legado, uma história que conversaria com o público mesmo depois que eles próprios tivessem desaparecido. Rap Monster explica que antes de criar um clipe, o grupo inteiro senta com a empresa para discutir qual é o propósito da história. “Há personagens, sete personagens diferentes nos clipes, então nós tentamos não nos distanciar da nossa própria personalidade e vida real. Estamos sempre contando nossas experiências, nossas dificudades e nossa tristeza e isso realmente nos ajuda a construir os personagens nos clipes.” Mesmo que o conceito como um todo seja criado pela sua empresa, Big Hit Entertainment, os meninos se certificam de que suas histórias individuais serão transmitidas da forma mais fiel possível.

Já em suas aventuras solo, o grupo ganha ainda mais liberdade criativa. RM (2015) e Agust D (2016), as mixtapes que foram o debut solo de Rap Monster e Suga, respectivamente, deram um passo à frente e também uma oportunidade para os fãs verem mais de seus cernes. Suga especificamente mergulhou em suas lutas pessoais com ansiedade e depressão, assuntos que ídolos geralmente não expõem dessa forma. Eu pergunto a Rap Monster se ele tem algum medo das possíveis consequências de trazer à tona algo tão pessoal em uma plataforma pública e ele não hesita em responder, “Honestamente falando, eu estou sempre com medo disso.” Ele explica que as pessoas têm muitas opiniões e com a ascensão dos “guerreiros do teclado” e críticos nos últimos anos, o grupo precisa estar ciente do peso de suas palavras. “Há dezenas de gostos, pensamentos e opiniões diferentes, então quando eu tento dizer algo, eu sempre penso, ‘E se alguém odiar ou tornar isso um grande problema globalmente, já que temos um alcance em nível internacional?’”, ele diz. “Mas nós não podemos parar porque isso é o que nós fazemos e o que nós queremos falar.” Rap Monster explica que o grupo consulta profissionais em sua empresa e outros especialistas de vários campos antes de lançar algo, mas é firme quando reafirma que o BTS não irá parar de cantar sobre assuntos dos quais as pessoas geralmente preferem se afastar. “Eu não acho que estou sempre certo, ou que sou o único que pode explicar tudo. Eu sou apenas um homem que quer ser melhor e fazer coisas melhores. Isso é tudo.”

A maioria das empresas de entretenimento na Coreia do Sul tendem a ser cuidadosas sobre o que eles permitem que seus artistas digam e a maioria das músicas geralmente evita assuntos como política, depressão e suicídio. É um processo parecido com o da Índia, mas um pouco mais restritivo; artistas raramente querem escrever sobre a própria saúde mental, o governo ou situações políticas (há rumores de que a música do comeback de 2017 do BTS “Spring Day” fosse focada no desastre da barca de Sewol na Coreia do Sul, um assunto que artistas foram geralmente proibidos de falar sobre.) Rap Monster sente que a liberdade que a Big Hit Entertainment dá ao grupo de escrever as próprias músicas é um privilégio e um dos principais motivos para a atenção que o BTS está recebendo atualmente. “Nós tentamos nos manter verdadeiros. Não podemos ser 100% verdadeiros porque ainda somos ídolos na Coreia, mas tentamos escrever nossas próprias histórias e sobre coisas que as pessoas não querem dizer. Nós ainda fazemos nossas próprias mixtapes e produzimos faixas… Eu acho que essa é uma das coisas mais importantes para o BTS e talvez para o A.R.M.Y também.”

Essa linha de pensamento levou ao nascimento de um enredo de três anos e um universo alternativo com numerosos clipes, short films, sessões de fotos e artes de álbuns. O lançamento de seu veterano álbum de estúdio Wings em 2016 propagou essa história para novos níveis, empurrando os sete personagens de The Most Beautiful Moment In Life da realidade para o surrealismo e permitiu o simbolismo correr livre; houveram pistas subliminares sobre mentiras, tentação, conhecimento, amor, vida e morte e tudo desde referências bíblicas até mitologia grega era justo. You Never Walk Alone, o relançamento em 2017 de Wings, não foi exceção; fãs foram foram jogados em um estado de confusão, dedicando horas de suas vidas tentando decifrar o que tudo aquilo significava, criando diversas teorias no YouTube toda vez que o BTS lançava algo novo. Sobre essas teorias dos fãs, Rap Monster imediatamente compartilha o quão impressionado ficou com a atenção dos fãs aos detalhes. “Na verdade, eu assisti alguns vídeos e não sei qual foi, mas teve um específico — uma espécie de interpretação da coisa toda — que chegou muito perto.” Ele não lembra quem o fez, mas ficou definitivamente chocado. “Eu acho que eles estão ficando muito inteligentes e talentosos”, ele diz com uma risada.

Nós conversamos mais um pouco sobre o relacionamento do BTS com seus fãs, o dedicado e poderoso A.R.M.Y (Adorable Representative MC for Youth), e o tom de Rap Monster é afetivo. “Quando saímos do país e eles apertam nossas mãos ou nas cartas quando dizem ‘Namjoon, você mudou minha vida’, ou ‘Sua música me inspirou’… Essas foram as principais coisas que mantiveram a minha energia por anos”, ele se lembra. “As suas vozes que dizem ‘Todas as suas músicas e letras mudaram a mim, a minha vida e me fez ir atrás do meu sonho de novo…’ Eu vejo isso e eu simplesmente não posso desistir. Eu sou muito grato por isso. Eles estão mudando a minha vida dizendo que mudei as suas vidas.” Talvez esse seja outro motivo pelo qual eles tenham um fandom tão poderoso e esgotem turnês não importa onde seja o país; eles dão amor na mesma proporção na qual recebem. Na verdade eu conto a ele sobre um brilhante vídeo feito por um fã que me apareceu recentemente e ele imediatamente pede um link, mostrando que seu interesse pelo A.R.M.Y é 100% genuíno.

E sobre o que vem a seguir, não é surpreendente o fato de que BTS estão determinados a superar a si próprios. A sua recente mudança de marca em inglês para adotar ‘Beyond The Scene’ é um indicador que os integrantes estão se preparando para um novo capítulo artístico em suas vidas e estão prontos para prosseguir como artistas internacionais. Seu próprio trabalho criou expectativas altíssimas e Rap Monster fala um pouco sobre o processo de criação do grupo para novas músicas; mesmo que tenham a liberdade de se expressarem, grande parte dela inclui manter o público em mente e procurar a melhor forma de se comunicar com ele. “Então não é 100% pra mim ou o meu tipo de coisa”, admite Rap Monster. “Mas ainda é divertido trabalhar como produtor para o time because há bons vocalistas como Jungkook e Jimin, V e Jin.” Outro comentário interessante que faz é que eles também tem que pensar no quão bem a música irá ficar no palco enquanto a produzem e escrevem. “Na minha expressão eu diria que tentamos ‘ver’ a música quando a fazemos porque teremos que pensar na performance mais tarde.”

O arsenal musical do BTS abrange um vasto número de gêneros incluindo pop (“Dope”, “Fire”), hip-hop (“Cyphers pt. 1-4”), R&B alternativo (“Save Me”), moombahton (“Blood Sweat & Tears”), jazz (“Stigma”, “House of Cards”) e mais. Pessoalmente, a base de Rap Monster é hip-hop e R&B, mas ele quer se expandir e experimentar ainda mais. “Eu estou pensando em trazer instrumentos tradicionais coreanos para o nosso som para que possamos apresentar coisas originais coreanas para as pessoas ao redor do mundo”, ele diz. “É apenas a minha opinião individual, mas esse é um dos meus desejos.” Há muitos planos para novo conteúdo solo também. “Eu estou fazendo músicas e algumas delas… Acho que são boas”, ele diz. “RM levou menos tempo porque eu não fiz as batidas. Mas para a próxima vez eu quero fazer músicas do zero.” Ele afirma que irá de fato lançar trabalhos solo, mas se será uma mixtape ou um álbum ou algo no SoundCloud ainda é um mistério para ele. Ele então muda o holofote para J-Hope, o terceiro rapper no grupo. “J-Hope está trabalhando em sua mixtape. Eu acho que esse é o próximo para nós.” Ainda não há data, mas Rap Monster revela que as coisas estão com uma cara ótima. “Eu ouvi uma ou duas músicas e gostei bastante.”

Quando a conversa muda para a Índia, Rap Monster lamenta o fato de que BTS não teve a chance de visitar ainda. “É um país muito famoso. Nós vemos em nossos livros escolares, em contos de fada. Então nós temos tantas fantasias; o mistério, o Taj Mahal, as lindas pessoas…” Ele lista as coisas que estrangeiros geralmente ouvem sobre o nosso país mas de repente, como característico do BTS, há algo que me pega desprevenida. “Eu diria que a música indiana mais famosa na Coreia é ‘Tunak Tunak Tun’”, ele diz sobre o bem aleatório mega-hit pop Punjabi de Daler Mehndi em que se tornou viral em 1998 antes que “se tornar viral” sequer existisse.

“É muito famoso. Eu cantei no ensino fundamental quando tinha 14 anos.” Nós dois rimos sobre isso e comparamos o nível de meme da música a “Gangnam Style” e então me dou conta de que apesar das nossas profissões e localizações, não somos tão diferentes como pessoas. A capacidade de identificação sempre foi um ponto crucial da atratividade do BTS, mas uma real conversa com o seu líder bem pé no chão me faz entender o que isso de fato significa. Talvez não tenha por quê analisar o real motivo por trás da fama porque isso poderia ser basicamente simples assim: eles são um bando de caras talentosos e hilários com uma ética de trabalho incrível, uma empresa que dá apoio e fãs que não irão desistir deles. Apesar das barreiras linguísticas, fãs tendem a ver um pouco de si mesmos no BTS e a Índia não é exceção; eu conto a ele sobre os pedidos com as quais a VH1 India tem sido bombardeada no Twitter para levar ao ar as músicas do BTS na televisão indiana e ele está surpreso mas feliz. “Eu espero que a BigHit esteja planejando em ir para a Índia”, Rap Monster diz, comentando que mesmo que tenham viajado para vários países ao redor do mundo, a Índia é um lugar que eles tem estado animados para explorar há muito tempo. “Talvez estaremos aí em breve. Vamos nos encontrar na Índia.”

 

Fonte: Rolling Stone India
Trans eng-ptbr; gabriela @ btsbr


Publicado em 24.07.2017
[TWITTER] 22.07.17 – @BigHitEnt
Tweet postado na conta oficial da Big Hit Entertainment no dia 22.07.17

[TRAD] [Artigo] Bangtan Sonyeondan, Rolling Stone selecionou apenas 10 artistas para se conhecer em 2017.



Tradução: ko-ptbr: fanny ~ BTSBR


Publicado em 24.07.2017
[NEWS] BTS lança par de sapatos de grande importância criados por eles para sua ARMY
BTS lança par de sapatos em parceria com a Puma!

BTS criou, em parceria com a PUMA, um par de sapatos para as ARMY.

O par de sapatos, chamados PUMA Courtstar, possui a data de debut do grupo – 20130613 – impresso na lateral do sapato, como um lembrete de onde tudo começou.

Agora, as ARMY podem literalmente andar com o grupo sul-coreano em sua jornada ao sucesso.

A PUMA também lançou diversos teasers para o par de tênis, que incluiu cada um dos membros trabalhando no design da caixa do sapato, como um presente para as ARMY.

Comprando o sapato entre os dias 21 de Julho e 13 de Agosto, o par também virá com um cartão com um número aleatório, que dará a chance de participar de um fansign em Setembro!

Cada par de tênis também vem acompanhado de um photocard aleatório de um dos membros.

Os sapatos serão vendidos por aproximadamente 80 dólares.

BTS criou este design como uma forma de demonstrar sua gratidão para as fãs.

Eles não querem parar nunca de correr com as ARMY!

Assista o vídeo promocional para os sapatos abaixo:

 

Fonte; koreaboo
Trans eng-ptbr; fer @ btsbr


Publicado em 23.07.2017
[TWITTER] 21.07.17 – V
Tweet postado por V no dia 21.07.17

[TRAD] foto por vante #Dia_chuvoso

 

Trans ko-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 23.07.2017
[TWITTER] 21.07.17 – Jimin
Tweet postador por Jimin no dia 21.07.17

[TRAD] BTS X PUMA

 

Trans ko-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 22.07.2017
[NEWS] Os 10 novos artistas que você precisa conhecer pela Rolling Stones!
A revista estadunidense nomeou seus 10 artistas preferidos de julho.

Mais uma vez nós conversamos sobre os 10 artistas que estão escalando rumo ao topo das paradas, quebrando a internet ou simplesmente dominando os rádios onde quer que estamos. Este mês nós temos: BTS, a sensação do K-Pop e outros mais.


BTS

Soa como: K-Pop gone trap, trop house e até mesmo neo-soul;* o grande mestre de sete cabeças que você enfrenta ao final do jogo com um rap ao fundo.

Para os fãs de: Justin Bieber, G-Dragon, Big Bang.

Por que você deve prestar atenção: BTS, abreviação para “Bangtan Sonyeondan” ou, em inglês, “Bulletproof Boy Scouts”**, fizeram o seu debut em 2013 e rapidamente se tornaram um dos artistas mais promissores da Coreia do Sul. Nos Estados Unidos, eles tiveram shows esgotados em Anaheim e New Jersey, quando o seu avião pousou no Chile, eles foram recebidos com um pandemônio ao melhor estilo The Beatles. Em estúdio, o grupo de sete membros troca rápidos versos que com frequência falam de assuntos tabu, como política e depressão.

De acordo com Rap Monster, o líder do grupo, seu processo de composição é parte Rihanna e parte Wu-Tang: depois de selecionar as batidas dos melhores produtores da Coreia e algumas feitas por eles mesmos, os sete membros competem amigavelmente entre si para ver quem consegue chegar aos melhores versos. Até então, os resultados tem sido positivos. Wings, o seu segundo álbum, foi um dos álbuns mais conceituais e sonoramente ambiciosos do pop em 2016, se tornando o disco mais vendido da Coreia do Sul no ano de lançamento. E ainda impulsionou as vendas do livro “Demian: A História da Juventude de Emil Sinclair”, do autor Herman Hesse que foi lançado em 1919 e teve grande influência em todo o conceito estético usado para os filmes que precederam o lançamento do álbum.

Eles dizem: “Eu venho lendo livros, o máximo que eu consigo, desde os 5, 7, 10 anos de idade, e antes de fazer música, eu quis ser um escritor”, diz Rap Monster. Ele lista Hesse, Haruki Murakami e Albert Camus como seus três autores favoritos. “Os autores realmente criam expressões humanas com sentimentos específicos. Pessoas normais, por exemplo, quando elas querem expressar suas emoções simplesmente dizem ‘Eu estou triste’, ‘Eu estou com raiva’. Mas os autores fazem essas emoções diferentes, eles fazem elas parecerem completamente diferentes. Existem tantas jóias raras e preciosas em livros e filmes e nós buscamos inspiração neles. Nós não temos muito tempo para experimentar e viver por aí, como outras pessoas. Nós sempre estamos viajando, nos apresentando e fazendo música dentro do nosso estúdio, então livros e filmes são a melhor alternativa para vivermos e ter experiências sem precisarmos estar fora.”

Escute você mesmo: “Come Back Home”, seu último single, tem uma batida que preenche a lacuna entre Black Sheep e DJ Mustard, além de letra bilíngue que fazem o “hangry”*** parecer um desespero existencial.



As partes que não se referiam ao Bangtan foram omitidas. Você pode conferir o post completo em inglês aqui: https://goo.gl/TyCSQF

*Gêneros musicais.
**Em julho de 2017, o grupo anunciou através de suas redes sociais que estaria passando por um rebranding e que o significado em inglês para BTS, passaria a ser então, Beyond the Scene.
***Expressão americana para quando você está com fome, sedento, quer mais e fica bravo por não tê-lo.

Fonte: Rolling Stones
Trans eng-ptbr: Caroline Piazza @ BTSBR


Publicado em 22.07.2017
[TWITTER] 21.07 17 – @bts_bighit
Tweet postado por @bts_bighit dia 21.07.17

[TRAD] [Anúncio] Anúncio do cadastramento para A.R.M.Y. #BTS Global Official Fanclub 4

http://cafe.daum.net/BANGTAN/kOak/3

 

Trans ko-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 22.07.2017
[TWITTER] 20.07.17 – @bts_bighit
Tweet postado na conta oficial do BTS no dia 20.07.17

[TRAD] [Votação] Num dia quente como hoje, vocês lembraram da votação do <2017 Brand Awards>~~~( ͡° ͜ʖ ͡°)❓ARMYs, por favor mostrem todo o poder do #BTS😆💘

https://t.co/nwQtCv0BNt?amp=1

 

Trans ko-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 21.07.2017
[TWITTER] 20.07.17 – V
Tweet postado por V no dia 20.07.17

[TRAD] Pijama swag

 

Trans ko-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 21.07.2017
[TWITTER] 20.07.17 – @BigHitEnt
Tweet postado na conta oficial da Big Hit Entertainment no dia 19.07.17

[TRAD] [Artigo] #BTS, MV de ‘Spring Day’ atinge 100 milhões de visualizações, sétimo recorde do grupo
http://entertain.naver.com/read?oid=382&aid=0000580369

 

Trans ko-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 21.07.2017
[TWITTER] 18.07.17 – J-Hope
TWEET POSTADO POR J-HOPE NO DIA 18.07.17

[TRAD] Esconde-esconde

 

Trans ko-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 20.07.2017
[ARTIGO] Como o grupo BTS desafiou e quebrou as barreiras do K-Pop
A Dazed explica como o Bangtan quebrou as barreiras do K-Pop.

Em apenas curtos quatro anos, a banda de sete membros já acumulou uma fanbase obcecada, desbancou as agências coreanas, conhecidas como “Big 3”,  e se tornaram os artistas com mais chances de suceder no ocidente.

Desde que sua legião de fãs, popularmente conhecidas como A.R.M.Y (“Adorable Representative M.C. for Youth”), impulsionou o grupo a levar o prêmio de Top Social Artist de Justin Bieber no Billboard Music Awards em maio, os sete membros do grupo sul-coreano, BTS (rappers Rap Monster, J-Hope e Suga; vocalistas Jimin, Jin, Jungkook e V), vem dominando as publicações desde Vogue à Allure, Forbes à People, os tornando facilmente os artistas com mais chances proeminentes de sucesso no ocidente desde que PSY ficou conhecido algum tempo atrás, na selvageria de 2012, com “Gangnam Style”.

Eles ainda podem ser considerados como um fenômeno recente pela mídia americana impressionada com o poder do grupo nas mídias sociais, mas mesmo o olhar por trás dessa cortina de fama brilhante mostra a ferocidade com a qual o BTS se dedicou em nutrir uma relação simbiótica de longo prazo entre o grupo e seu fandom. Essas sete personalidades imensamente agradáveis e um tanto robustas, foram constantemente canalizadas durante esses quatros anos em uma onipresença digital via Twitter, uma série de mini-shows (como American Hustle, Bon Voyage, Run BTS! e BTS GAYO) exibidos em uma variedade de plataformas online, e milhares de vídeos de “behind the scenes” no YouTube, conhecidos como Bangtan Bombs, que capturam o lado mundano do estrelato – incontáveis camarins, hotéis e viagens – e as travessuras do grupo nesse tempo.

Tem sido uma jornada emotiva em que eles criaram seu próprio pequeno universo online, um refúgio para os membros e seus fãs, denso com piadas internas e frases de efeito (bem como algumas provações e tribulações), uma linguagem secreta que seus fãs lentamente conseguem aprender enquanto entram de cabeça no fandom. Essa intimidade forjou uma conexão inquebrável entre o BTS e as A.R.M.Y.s, que pode ser traduzida como um rolo compressor de suporte que assusta até outros fandoms – mas também incentiva outros grupos a aprimorar suas redes sociais, desde grupos como Astro, adotando a abordagem pesada do BTS em selfies, para o seu novo grupo WannaOne, espelhando sua conta do Twitter, @WannaOne_twt, com a  @BTS_twt.

Claro que nada disso chamaria a atenção das pessoas, não fosse pela produção criativa e estelar do BTS, que é tão pessoal quanto suas presenças fora do palco. Suas composições próprias podem ser francas e cruas, enquanto suas músicas experimentam e combinam gêneros entre o hip-hop ao rock e EDM ao future bass, em companhia de vídeos que contém histórias ricas que giram em torno do realismo social, ajudando a estabelecer um novo padrão para o visual do K-Pop.

Tudo sobre o imenso impacto do BTS é sentido com muito mais intensidade simplesmente porque ninguém esperava que eles fizessem sucesso algum, ainda mais desafiar o status quo do K-Pop, onde grupos de grandes empresas de entretenimento dominam o mercado e aqueles de empresas menores, como o BTS, apenas preenchem suas brechas. Mesmo até o ano passado, o grupo era visto pela indústria musical como os desfavorecidos e “por fora”, algo que eles aparentemente abraçaram e transformaram como parte de sua identidade – mesmo que para esmagar em alto e bom som esse mesmo status quo com os álbuns de platina que eles vêm acumulando.

Com 16 vídeos de seus singles até agora, o catálogo do BTS está transbordando com trabalhos memoráveis que os separa de seus concorrentes. Aqui, vemos os cinco principais vídeos de sua carreira que ajudaram a definir o aumento singular e imparável do grupo à realeza do pop.


AQUELA QUE DEU INÍCIO A TUDO: “NO MORE DREAM” (2013)

Voltando ao debut do BTS em 2013, é incrível o quão jovem eles parecem ser – Jungkook tinha apenas 15 anos na época. E a quantidade de Hood By Air e KTZ* que o grupo ostentava é impressionante. A faixa proclamava BTS como “ídolos de hip-hop”, um conceito em que eles não estavam necessariamente sozinhos (os grupos B.A.P e Block B, que ambos misturam rappers e vocalistas talentosos, debutaram em 2012 e 2011 respectivamente e, como BTS, tinham muito para dizer). Mas “No More Dream” chegou com tudo, debatendo contra a realização de um futuro e emprego tradicional, e hipocrisia daqueles que são contra sonhar mais alto por não terem aspirações próprias.

A cenografia do MV (vídeo musical), envolvendo rampas de skate, salas de aula e grafite, é um pouco poluída, porém efetiva em desenvolver um cenário para a primeira parte da série do grupo, “School Trilogy”, e o grupo foi capaz de, apesar de sua idade e rótulo de novatos, irresistivelmente seguros de si próprios, chamar atenção mesmo com sua batida frenética. A música ainda se mantém graças ao seu contrabaixo e ganchos melódicos, e tinha sua apresentação completa até a turnê WINGS deste ano, que lhes deu a oportunidade contínua de aprimorar a faixa com a força de uma profecia concluída e uma coreografia que se tornou legendária.

Na época, “No More Dream” os marcou como um grupo com potencial, e até agora continua sendo uma mina de ouro de cores saturadas – a introdução cheia de atitude, a jogada de óculos icônica de V, a sarcástica linha de Suga: “I wanna big house, big cars and big rings”, e ainda o movimento excelente de Jungkook ao elevar Jimin horizontalmente para correr pelas costas dos membros que estão de pé.

 


AQUELA QUE FEZ O JOGO VIRAR: “I NEED U” (2015)

Ao entrarem para o seu terceiro ano [como grupo], BTS manteve uma fanbase sólida, porém ainda não eram exatamente populares – mas “I Need U” foi seu momento de disparada. A música os levou do som agitado do pop/hip-hop e da vibração brincalhona de seus singles anteriores, como “War of Hormone”, para mergulhá-los em drama e corações partidos, com abundância em batidas eletrônicas e um refrão intenso.

Com o início da saga do seu álbum de duas partes, 화양연화 (Hwayang-yeonhwa), ou The Most Beautiful Moment In Life, você praticamente pode ver e sentir as placas tectônicas do grupo se juntarem em um alinhamento perfeito. Ter uma equipe de produção única e um fluxo de ideias e objetivos entre o grupo e a gerência, explica o porquê de “I Need U” transpor a sensação do grupo explorar novos caminhos de forma mais natural natural do que uma mudança drástica para perseguir o sucesso. Quanto à letra, é claramente uma música sobre o fim de um relacionamento, mas seu poder se encontra nos vocais carregados e um arranjo conclusivo – sem mencionar, claro, no vídeo que mexe profundamente com o espectador.

Este vídeo, a versão original, é um banquete visual de uma juventude desprotegida, como no filme The Outsiders, para o século XXI. A paleta de cores suaves tornam esses momentos alegres em situações delicadas, e os desesperadores e violentos em situações quase irreais, enquanto o enredo – carregado de alegorias e gerando milhares de teorias por suas fãs – atraiu fãs novos e curiosos. A narrativa é continuada através de “Prologue”, “Run” e, finalmente, “Epilogue: Young Forever”, construindo um enredo cânone denso e invejável em seus vídeos, ajudando a gerar essa tendência de “trilogias” utilizada por outros colegas da área, como GOT7 e MONSTA X.

 

AQUELA QUE PODERIA SER UM SUCESSO DE HOLLYWOOD: “FIRE” (2016)

Alguns até podem argumentar que “Dope”, com sua cinematografia que simula uma tomada única e uma letra que expressa sua determinação pelo sucesso, poderia muito bem ocupar esse título, mas “Fire” é a dicotomia do BTS – sua audácia, status de estrelas e execução em grande escala contra sua doçura e humor natural – realizada.

“Fire” é tanto intimidadora quanto tranquilizante: no segundo seguinte à lacônica frase de Suga: “불타오르네” (está pegando fogo), a música explode em um furacão de baixos que fazem o chão tremer, sintetizadores e percussão gritantes, como um estádio de rock depois de uma rave de 24 horas, roupas da Saint Laurent em todos os lugares e uma coreografia marcante… E então vemos V passando a blusa de Jin, com ele ainda a vestindo. É uma lição em como fazer um clipe que não se leva a sério, mas ainda impõe respeito – ele transforma o jeito charmoso em matador com as piscadinhas, olhares ardentes e mordidas nos lábios, incendeiam tudo e jogam carros de guindastes como se buscassem uma medalha à lá Michael Bay por sua destruição extravagante, que desencadeia o chamado principal da música e uma das coreografias mais brutalmente precisas feitas pelo grupo.

E é no palco que “Fire” consegue atingir seu máximo – assistir sua apresentação no MAMA Awards de 2016 foi como ter o ar privado dos seus pulmões, em um momento visceral e definitivo para sua carreira, onde aqueles que ainda não estavam convencidos de que BTS se tornou um dos grupos mais importantes de K-Pop no mundo, não poderiam mais duvidar disso.

 


AQUELA QUE OS LEVOU A LUGARES ESTRATOSFÉRICOS: “BLOOD SWEAT & TEARS” (2016)

O tropical house* pode ter sido uma tendência global na qual o K-Pop conheceu um pouco tarde, mas o BTS pulou de cabeça nesse subgênero musical em “Blood Sweat & Tears”, combinando seus elementos com os sons mais energéticos do moonbahton* para uma música mais sensual, porém profunda,, e que completamente se desvia do caminho que eles cuidadosamente passaram para chegar até aqui. Da intensa realidade dos sete garotos em “I Need U” e “Run”, BTS agora se encontra em uma fantasia barroca de vendas e absinto – e mesmo que você não se importe que a história venha emprestada da ficção de 1919 escrita por Hermann Hesse, Demian, você pode ser seduzido pela coreografia sinuosa, os cenários extravagantes e enquadramentos cuidados que celebram cada centímetro de suas lindas fisionomias.

“Blood Sweat & Tears” foi um grande passo mental, físico e emocionalmente, uma música sobre término que se lançou no abismo onde letras com grande carga emocional se misturam ao pote de ouro dessa ponte monstruosa antes do refrão. Se afastar do famoso conjunto de angústia adolescente que faz parte dos seus dois álbuns anteriores foi um risco, mas esse é um grupo cuja carreira inteira foi baseada em provar que as pessoas estavam erradas ao seu respeito. Então foi com emoção contagiante que “BST” e o álbum do qual faz parte, WINGS, marcaram uma série de prêmios no sudeste asiático, como Melhor Álbum, Melhor Vídeo e Melhor Grupo Masculino. Sem contar no choque dos fandoms vizinhos que não conseguiam acreditar que um grupo de uma empresa pequena poderia desbancar a tradição de vitórias conquistadas pelas famosas agências de entretenimento, mais conhecidas como “Big 3” (YG Entertainment, SM Entertainment e JYP Entertainment).

Em sua sequência, e apesar de “BST” ter sido lançado em outubro do ano passado, trop-house* se tornou onipresente no K-Pop, com música atrás de música ainda procurando gerar a mesma alquimia de sucesso e essa tendência que não mostra sinais de desaparecer tão cedo.

 

AQUELA QUE OS TORNOU REALMENTE À PROVA DE BALAS: “NOT TODAY” (2017)

Independentemente de quão tentador seja listar apenas os brilhantes Bangtan Bombs, trailers e gifs do BTS que foram acumulando ao longo dos anos (como, por exemplo, a introdução imperdível de sua tour de 2015, onde, vestidos como oficiais navais, o grupo sul-coreano mostram seus movimentos de dança precisos ao som de Krizz Kaliko a Limp Bizkit), para este último tópico, nós fechamos este ciclo com seu lançamento mais atual.

Assim como “Fire”, “Not Today” é épica em uma escala gigantesca, com uma batida pesada, versos progressivos e impactantes, e um refrão repetitivo, mas dominante. É o que o BTS consegue fazer de melhor – uma obra multidimensional que traz uma sensação cinematográfica, mas de forma pessoal (neste caso, indiretamente se referindo às ARMYs na letra, e também trazendo alguns versos do famoso hit “뱁새” (Baepsae/Silver Spoon, para a música). “Not Today” apresenta de uma forma intrigante, uma imagem vulnerável e poderosa, pois, apesar de serem amados e celebrados por milhões, eles também estão cientes que seus passos ainda são observados pelos concorrentes e antis. Isso pode ser notado na sobreposição da cena em que recriam momentos fatais de filmes de guerra, como Gallipoli, com sua “ressurreição”, e as cenas filmadas de um ângulo superior, que captura o grupo, a formação em V perfeita, marchando para frente. Mais do que isso, “Not Today” não é apenas uma declaração de perseverança ao lado mais feio do sucesso, e sim um juramento para não se tornarem complacentes com sua posição tão desejada na indústria.

Sendo o último single da era WINGS, o hit foi, ao mesmo tempo que confiante, também confrontador, considerando que foi lançado logo antes de ficarem presos à rotina de shows e turnês, sendo um adeus em formato de dedo do meio metafórico. Porém, agora que estão banhados pelo deslumbre aos olhos da mídia internacional, com muita expectativa sobre seus trabalhos futuros, “Not Today” adquire mais importância – um ponto de entrada decisivo e ambicioso, mostrando que qualquer que seja a direção tomada pelo grupo, será para e por eles mesmos, sempre. Sua trajetória ao topo já foi estabelecida, quer você queira ou não.

 

*KTZ é uma marca de roupa.
**Tropical house é um gênero musical.

Fonte: Dazed
Tradução eng-ptbr: Vics @ BTSBR