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Bulletproof Boy Scouts (em coreano: 방탄소년단) é um grupo masculino sul coreano de hip-hop formado pela Big Hit Entertainment. Geralmente conhecidos como BTS, são também chamados de Bangtan ou Bangtan Boys. Eles estrearam em 13 de junho de 2013 com sua... LEIA MAIS
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Categoria: Traduções

Publicado em 11.10.2018
Quem é J-Hope? O dançarino vai te surpreender com seus movimentos incríveis
VOCÊ JÁ SABE TUDO SOBRE AQUELE QUE NOS ENCHE DE ESPERANÇA? LEIA E SAIBA MAIS!

Como um grupo de K-Pop, o BTS é conhecido por seus incríveis movimentos de dança. E nenhum dançarino do grupo tem mais habilidades que J-Hope. Apesar de ser popular dentre os ARMYs por seus passos de dança enérgicos, ele é muito mais que um dançarino. Então, quem é J-Hope? Além de ser o dono na pista de dança, ele também ostenta uma personalidade entusiasmada, um grande sorriso, e habilidades de rap impressionantes.

Já que há tanto para aprender sobre o BTS e o papel de J-Hope no grupo, vamos mostrar todas as maneiras que ele contribui para a popularidade desenfreada do grupo.

1. ELE FOI UM DOS PRIMEIROS INTEGRANTES DO BTS

Por ser um dançarino e rapper habilidoso, J-Hope, cujo nome verdadeiro é Jung Hoseok, foi um dos primeiros integrantes do grupo. No começo da jornada do BTS para a fama e o sucesso, ele foi o terceiro integrante a assinar o contrato com a BigHit Entertainment, depois de RM e Jin.

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2. ELE TEM UMA PERSONALIDADE SUPER OTIMISTA

Ele é conhecido pela sua personalidade incrivelmente feliz. É parte do que faz seu nome artístico ser tão apropriado. Dentre os fãs e os companheiros de grupo, J-Hope é considerado o performer mais brincalhão e entusiasmado. E quem poderia esquecer seu icônico slogan de esperança “Eu sou sua esperança. Você é a minha esperança. Eu sou o J-Hope!”

Obviamente, J-Hope rouba muitos corações com seu comportamento esperançoso e sorriso maravilhoso.

Veja alguns de seus momentos mais fofos nesse vídeo:

3. ELE É UM DANÇARINO DE ARREBENTAR COM MOVIMENTOS INCRÍVEIS

Não é segredo que o BTS tem coreografias que chamam a atenção. E o J-Hope é o centro de todas elas. Suas habilidades como dançarino faz ele se destacar dentre os outros integrantes do BTS. Portanto não é surpresa que o grupo se espelha nele para inspiração de dança. Aparentemente, J-Hope tem uma grande participação em termos de coreografia. Incrível!

Aqui estão alguns dos melhores movimentos do J-Hope:

4. ELE DANÇAVA EM COMPETIÇÕES

O fato de J-Hope dançar em competições te surpreende? Ele dança desde criança e até participou de competições nacionais na Coreia do Sul. Todo esse trabalho árduo compensou, pois ele ganhou o primeiro lugar em uma competição em 2008. E agora, olhe para ele! Literalmente dançando em um palco para o mundo inteiro ver. Que jornada!

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5. ELE TAMBÉM É UM RAPPER SOLO BEM SUCEDIDO

J-Hope não é apenas um dançarino de primeira categoria e um artista completo, ele também é um rapper incrível. Ele é um dos três rappers do BTS. Usar seu talento com o rap no grupo o inspirou a lançar suas próprias músicas. Em janeiro de 2017, o portal de notícias Soompi declarou que J-Hope tinha planos de gravar sua própria mixtape. Com lançamento em março de 2018, Hope World foi extremamente aclamada pela crítica e pelo público.

J-Hope é um cara extremamente talentoso e definitivamente deixou sua marca no mundo com seu trabalho com o BTS. Tenho certeza que tem muito mais por vir. Mal posso esperar para ver que outras coisas extraordinárias ele vai trazer para o palco em seguida!

Fonte: Elite Daily
Trans eng-ptbr; beccs @ btsbr


Publicado em 11.10.2018
[TWITTER] 10.10.18 – BTS_twt
TWEETS POSTADOS POR @BTS_TWT E @BTS_BIGHIT NO DIA 10.10.18

[BTS_bighit]

https://twitter.com/bts_bighit/status/1050166500475133952

[TRAD] [#BangtanHoje] Obrigado, Londres! BTS, que deu seu melhor ontem e hoje, e nossos ARMYs que esperaram pelo BTS! tão amáveis Nos encontraremos novamente #SegundoShowDeLondres

Tradução do banner: BTS é o raio de luz em nossa escuridão!

[J-HOPE]

https://twitter.com/BTS_twt/status/1050175144788979712

[TRAD] Eu me diverti, Londres 💓🌟😚

Trans ko-eng; btstranslation7 & bts-trans
Trans eng-ptbr; jumaria & caroline piazza @ btsbr


Publicado em 11.10.2018
Relatos ao vivo do centro do universo pop: um show do BTS
O grupo é um fenômeno da música mundial e seus shows ajudam a explicar o porquê

Do lado de fora do Prudential Center em Newark, Nova Jersey, eu pisquei seis ou sete vezes para recuperar minha visão. Você já olhou diretamente para uma lâmpada por muito tempo? Tente encarar 19 mil delas por duas horas e meia. Olhando em volta, muitos [fãs] estão chorando — olhos inchados, lágrimas escorrendo pelo rosto. Há um zumbido em meus ouvidos; me sinto um pouco tonto, o sangue finalmente fluindo do meu cérebro e indo para onde deveria ir. É como se uma bomba de efeito moral houvesse explodido, de novo de novo e de novo. Mas não é uma zona de guerra. É só o ambiente do fim de um show do BTS.

Para quem não sabe, o BTS — também conhecido como Beyond the Scene — é um grupo de K-pop composto por sete rapazes objetivamente bonitos, de 21 a 25 anos: RM (meu favorito, porque “RM” faz referência ao seu antigo nome artístico, Rap Monster, o que é muito legal), Jin, SUGA, J-Hope, Jimin, V e JungKook. Os nomes reais deles — que o público entoa durante as músicas, espontaneamente e em uníssono —, Kim Nam-joon, Kim Seok-jin, Min Yoon-gi, Jung Ho-seok, Park Ji-min, Kim Tae-hyung e Jeon Jung-kook. O BTS não é o primeiro nem o único grupo de K-pop, mas é, de longe, o mais bem-sucedido. O seu currículo é uma lista de “primeiro” e “único” para músicos coreanos: o primeiro artista coreano a ter um certificado de ouro, o único artista coreano a ter um álbum a estrear no primeiro lugar da Billboard 200, o único artista coreano a ganhar um Billboard Music Award. Eles têm 16,5 milhões de seguidores no Twitter; em 2017, a Bloomberg reportou que tweets sobre o grupo foram enviados mais do que qualquer outra celebridade no mundo. O show do dia 6 de outubro no Citi Field, em Nova York — a última parada da parte norte-americana BTS World Tour: Love Yourself e a primeira vez que um artista coreano se apresentou em um estádio dos Estados Unidos — esgotou os ingressos em questão de minutos. O BTS é um fenômeno completo; os Beatles do século 21, inspirando tanta devoção e mania quanto, senão mais.

Um show do BTS não começa quando os sete integrantes do grupo entram no palco — começa, na verdade, duas horas e meia antes disso, quando as portas da arena se abrem. Caminhando para o meu lugar (enquanto outros correm), alguns minutos após o Prudential Center ser aberto, ouvi o som do baixo e o barulho inconfundível de adolescentes gritando. Eles ainda estão fazendo a passagem de som, eu pensei. Isso não faz sentido. Os gritos eram como chamados para os outros fãs, que passaram voando pelos vendedores de lanches e produtos oficiais com urgência, seguindo o som para dentro da arena. Chegando na Seção 109, o que vi foi diferente de tudo que já tinha visto antes: fãs lotaram a pista geral e se aglomeraram em volta do palco vazio para assistir às duas gigantescas telas que transmitiam vídeos do BTS. Cada vez que um dos integrantes aparecia pela primeira vez, mais gritos. A recepção mais alta foi dada quando o comercial que o BTS gravou para o LG G7 ThinQ Boombox Speaker apareceu.

Continuou assim por quase três horas, os fãs nunca perdendo o entusiasmo ou a vontade de destruir suas cordas vocais. “Eu me juntaria ao coral de novo se pudéssemos fazer uma dessas músicas,” um garoto adolescente sentado atrás de mim falou energicamente para suas amigas.

Essa foi minha introdução ao BTS ARMY, os fãs extremamente vigilantes do BTS. Eles são a força vital do grupo, a razão pela qual o BTS ganhou o prêmio Top Social Artist por dois anos seguidos no BBMAs; a razão porque o BTS é capaz de atravessar barreiras com mais sucesso que qualquer outro artista coreano antes deles. Os fãs são dedicados, e eles são muitos. Não é difícil de perceber que os ARMYs são uma comunidade em si, que existe na vida real e online e provêm um senso de conexão para um grupo de pessoas — em sua maioria, adolescentes — que podem ter dificuldades para encontrar uma comunidade por meios mais tradicionais. Os ARMYs são um corpo inclusivo, sendo a única exigência para fazer parte dele apoiar — e, também, defender — o BTS.

A apresentação do BTS começa tentando induzir convulsões (antes do show começar, um vídeo passou pela arena avisando que “alguns elementos do show podem te surpreender”.) Um furacão de luzes neon ricocheteiam pela arena; bolas de fogo surgiram do chão no palco; uma parede de sons estrondosos que batiam de frente somente com o rugido dos ARMYs. Ao mesmo tempo, quase todo o público tinha light sticks com Bluetooth, esferas que mudam de cor em uníssono com o show de luzes no palco. Você está rodeado por um oceano de luzes e cores pulsantes, que afunilam para um delta de explosão sensorial.

Com todos os seus sentidos devidamente obliterados, os integrantes do BTS ascendem de baixo do palco com jaquetas matador pretas e douradas combinando — a versão K-pop do Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, como se as comparações com os Beatles já não estivessem evidentes. O grupo voou pelo número de abertura, “IDOL”, seu single mais recente que divulga ainda mais a mensagem de auto-estima (“Você não pode me impedir de me amar,” o refrão repete enfaticamente). Os ARMYs gritam cada palavra, incluindo as em coreano, enquanto o grupo pula, chuta e gira ao longo das coreografias mais cansativas que já vi.

É um verdadeiro espetáculo — imagine se o show do intervalo do Super Bowl tivesse duas horas e meia de duração — sem pausas. A cada três músicas, o BTS desaparece sob o palco — presumidamente, para descansar, trocar de roupa, beber água, e talvez comer uns Doritos ou algo do tipo. Enquanto estão lá, vídeos feitos especialmente para o show tocam nas gigantescas telas. Eles variam em tons, cor e sex appeal, dependendo do integrante mostrado. O primeiro vídeo da noite mostrou J-Hope e JungKook em camisas polo atrevidas, brincando em um fundo esparso e vívido como um filtro do Instagram (isso fez os adolescentes gritarem). O seguinte, muito mais sensual, mostrou Jimin e RM em cômodos diferentes mas conectados, de alguma maneira, segurando laranjas e olhando para a câmera numa maneira que me fez reconsiderar se passei minha vida toda subestimando o poder sexual das frutas (isso, também, fez os adolescentes gritarem). Os vídeos foram sucedidos pelas apresentações solo dos integrantes — uma vitrine, mas também um tempo alocado para que os ARMYs mostrassem seu apreço para cada um — que, depois, se reuniram para mais uma rodada de músicas.

Musicalmente falando, o BTS é fascinante — é como se tivessem feito um livro sobre toda a música popular e colocado em forma de músicas. Em suas canções, ouve-se Drake (“Trivia: Love”), The Chainsmokers (“Trivia: Just Dance”), Avicii (“DNA”), Daddy Yankee (“IDOL”), a era Reputation de Taylor Swift (“FAKE LOVE”), e até mesmo Linkin Park (“MIC Drop”). Um show do BTS é uma mistura da música pop apresentado por sete rapazes inacreditavelmente talentosos e indubitavelmente atraentes.

O mais importante, no entanto, é que o BTS é inconfundivelmente coreano. Mesmo durante o show em Nova Jersey, o grupo não tentou, de maneira alguma, se americanizar. Suas músicas oscilam sem esforços entre coreano e inglês, enfatizando sua identidade étnica enquanto diminuem as barreiras entre culturas. Fica claro que eles não se veem como um grupo de K-pop tentando fazer sucesso nos Estados Unidos; não são novidade. São, sim, um grupo da Coreia do Sul com uma audiência orgulhosamente global mais focada em o que nos une (lê-se: BTS) e não no que os divide.

É por isso que o BTS é, hoje, um dos maiores grupos do mundo, no caminho de se tornar o maior. Para se juntar aos ARMYs é renunciar as muitas maneiras em que a sociedade exclui pessoas tidas diferentes — por raça, linguagem, etnicidade, gênero, sexualidade — e, no lugar disso, celebrar compartilhamentos, o que me parece extremamente positivo para adolescentes crescendo em um mundo tão duro e dividido. E uma vez dentro dessa comunidade ligada pelo BTS, a língua franca é o amor próprio. Menos de uma semana antes do show no Prudential Center, RM e o resto do BTS discursou perante as Nações Unidas para encorajar os jovens do mundo a achar sua confiança interior. “Não importa quem você é, de onde vem, a cor da sua pele ou sua identidade de gênero, encontre sua voz. Encontre seu nome e encontre sua voz ao falar por você mesmo,” ele disse. A mensagem foi repetida diversas vezes nos shows.

A parte mais impressionante de ver o BTS se apresentar não foi o ataque aos sentidos ou as trocas de figurino (de jaquetas matador para camisas brancas de seda para figurinos pretos de bondage) ou o fato de que V teve uma coreografia com um cabideiro (o que foi, de fato, incrível) — foi o quão emocionalmente conectado o grupo parece ser com seus fãs. “Eu sou sua esperança. Vocês são minha esperança,” J-Hope disse depois da música de abertura. “Essa música é para vocês,” foi um refrão repetido antes de cada apresentação. “Respiramos o mesmo ar,” RM professou durante a despedida estendida. O grupo fala com seus fãs com intimidade, e eles o escutam sem um pingo de cinismo.

Fonte: The Ringer
Trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 11.10.2018
Ministro da Cultura compartilha a opinião do BTS sobre dispensa do serviço militar
Do Jong-Hwan conta como o grupo reagiu ao ser questionado sobre seu alistamento

O Ministro da Cultura, Esporte e Turismo da Coreia do Sul comenta sobre a reação do BTS na questão da isenção do serviço militar

Neste verão, a legitimidade sobre a política de dispensa do serviço militar coreana tornou-se alvo de discussão, recebendo muita atenção do público quando o político Ha Tae-Kyung usou o BTS como um exemplo em suas argumentações. Ele afirmou que, se ganhadores de competições de piano e violino podem ser dispensados do exército, então pessoas que provocam um grande efeito na imagem da Coreia internacionalmente, como o BTS, também deveriam ser isentas. Desde então, tem ocorrido um debate sobre o merecimento de dispensa militar acerca dos integrantes do grupo.

Durante a auditoria anual da Assembleia Nacional no dia 10 de outubro, as questões sobre a atual política de dispensa militar foram um tópico de discussão. Cho Kyung-Tae, do Partido Coreia Liberdade, declarou “Recentemente, a legitimidade tem sido questionada ao passo que as pessoas perguntam, ‘Por que o BTS não recebe dispensa militar?” e enfatizou a necessidade de uma reforma.

Em resposta, Do Jong-Hwan, o Ministro da Cultura, Esportes e Turismo, comentou “Os sete integrantes do BTS são sensíveis sobre o debate relacionado às forças armadas,” e revelou, “Eles disseram que vão, definitivamente, servir no exército, não importa a situação.”

Ele adicionou, “A abolição e várias outras opiniões serão consideradas na discussão. Planejamos chegar à uma medida razoável. Continuaremos a discussão com a Administração de Efetivo Militar e o Ministério de Defesa Nacional.”

Fonte: Allkpop
Trad eng-ptbr; clau @ btsbr


Publicado em 11.10.2018
JungKook chora após ser forçado a se apresentar sentado por motivos de saúde
Um pequeno acidente impossibilitou o maknae de dançar no palco em Londres

Os ARMYs presentes na Arena O2, em Londres, receberam uma má notícia no dia 9 de outubro: JungKook, o caçula do BTS, iria se ausentar das coreografias do grupo. Mas os fãs não se deixaram abalar e comemoraram gritando os nomes dos sete integrantes após ser anunciado que o maknae de ouro ainda estaria no palco! JK só precisaria ficar sentado para manter seu calcanhar em repouso.

Se foi graças à resposta calorosa do público presente ou se foi pelo perfeccionismo de JK que poderia estar se cobrando excessivamente, o maknae se emocionou: ele escondeu o rosto com os braços. Logo que os companheiros do BTS perceberam, correram em direção ao caçula para consolá-lo. Quando JungKook finalmente levantou a cabeça, lágrimas podiam ser vistas em seus olhos, que ele logo secou com uma toalha.

Assim como todos os presentes na Arena O2 em Londres, ARMYs nas redes sociais queriam deixar a mesma mensagem para JK: Está tudo bem!

“Meu amor JungKook por favor não chore, não se sinta mal, você se esforça tanto e nós admiramos isso, queremos que você fique feliz e se cuide, te amamos muito”,  um fã escreveu após vídeos do momento se espalharem pela internet.


A Big Hit Entertainment, empresa responsável pelo BTS, lançou esta nota oficial horas antes do início do show do dia 9 de outubro:

“Há aproximadamente duas horas, logo após o ensaio e passagem de som, JungKook estava se alongando nos bastidores quando ele bateu em um móvel na sala de espera e sofreu uma pequena lesão em seu calcanhar. A equipe médica imediatamente se prontificou e realizou o devido tratamento. A opinião especializada da equipe é que não se trata de uma lesão séria, mas apresentar as coreografias pode causar um dano maior à área lesada. Seguindo orientação médica, JungKook irá participar do show desta noite, porém, permanecerá sentado sem realizar as coreografias.”

Uma pequena lesão no calcanhar não é obstáculo na corrida ascendente rumo o sucesso para BTS! O grupo de K-Pop estará nas telonas logo, ainda que não esteja especificado se eles irão estrear um filme documentário ou trata-se de um novo corte de sua série para o YouTube de março deste ano. O que importa é que pôsteres com o título, Burn the Stage (mesmo nome do documentário do YouTube), começaram a aparecer por teatros ao redor do mundo!

Fonte: Hollywood Life
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ btsbr


Publicado em 10.10.2018
[TWITTER] 09.10.18 – BTS_twt
TWEETS POSTADOS POR @BTS_TWT E @BTS_BIGHIT NO DIA 09.10.18

[JIN]

[BTS_bighit]

[TRAD] [#BangtanHoje] Obrigado, Londres! Indo ao redor, ao redor do mundo~ O BTS chegou à britânica O2 Arena! Desejamos que os ARMYs que esperaram por tanto tempo tenham tido uma ótima noite. #ComeçoDaLYtourNaEuropa #PrimeiroShowEmLondres

Tradução do banner: “Porque nós estamos juntos, eu posso sorrir.”

Trans ko/eng-ptbr; Caroline Piazza @ btsbr


Publicado em 10.10.2018
Mais um pra conta! O BTS é o primeiro artista coreano premiado no AMAs
O grupo arrematou a categoria "Favorite Social Artist" e agradeceu em vídeo

BTS se tornou o primeiro artista coreano a receber um prêmio no American Music Awards, nesta terça-feira.

O popular grupo levou o prêmio de Favorite Social Artist na edição deste ano do AMAs – tendo a cerimônia sido realizada no Microsoft Theater, em Los Angeles – e venceu grandes nomes, como Cardi B, Ariana Grande, Demi Lovato e Shawn Mendes.

O BTS não esteve presente na premiação este ano, por conta da passagem da BTS World Tour: Love Yourself com dois shows em Londres. Entretanto, o grupo mandou uma mensagem ao AMAs agradecendo a honra em receber o prêmio, com também, todo apoio dos ARMYs.


A vitória vem um ano depois que o grupo subiu ao palco para se apresentar na premiação. Em maio, o grupo recebeu o prêmio
Top Social Artist Award no Billboard Music Awards de 2018. Na semana passada, realizaram um show no Citi Field, em Nova York, tornando-se os primeiros artistas do K-Pop a realizar um show em um estádio americano.

Fonte: Yonhap News
Trans eng-ptbr; fernanda azevedo @ btsbr


Publicado em 10.10.2018
🎬 Luz, câmera, ação! Documentário do BTS será lançado nos cinemas
O documentário será lançado dia 15 de novembro na Coreia do Sul

O documentário de 2017 da sensação global BTS, Burn The Stage, irá ganhar sua versão cinemática em novembro!

Originalmente lançada como uma série de oito partes no Youtube, os episódios serão condensados em um filme de 85 minutos para lançamento nos cinemas dia 15 de novembro. A notícia foi confirmada após fãs encontrarem pôsteres em cinemas que sugerem o lançamento cinematográfico.

Por enquanto, Burn The Stage: The Movie será distribuido apenas em cinemas da Coreia do Sul, Estados Unidos e Austrália.

Não foram lançados detalhes além do fato do filme seguir o grupo em sua turnê The Wings Tour, e que mostrará os bastidores dos sete integrantes do grupo de K-Pop. Quanto a pergunta se o filme terá cenas inéditas de Burn The Stage, ainda não há resposta, mas, como sempre, os fãs do BTS estão extremamente animados.

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BTS é conhecido por levar o K-Pop ao resto do mundo com suas coreografias e sua presença nas redes sociais. Seu grande sucesso chegou junto com seu segundo álbum de estúdio, Wings, em 2016, que chegou a 26° lugar na Billboard 200 e teve a maior posição nessa lista entre todos os grupos de K-Pop. BTS então lançou o álbum que bateu seu próprio recorde, Love Yourself: Tear, que agora possui o recorde de ser o primeiro álbum de k-pop a chegar ao primeiro lugar das listas da Billboard.

Mais cedo esse ano, BTS compartilhou um vídeo alternativo para seu single “IDOL”, com participação de Nicki Minaj em um verso extra e clipes do ‘Idol Challenge’, no qual as pessoas recriaram as danças do grupo. Enquanto isso, a versão original do clipe quebrou o recorde de Taylor Swift de vídeo mais assistido num período de 24 horas.

BTS vai se apresentar em uma série de shows na Arena O2 em Londres nos dias 9 e 10 de outubro, marcando sua primeira apresentação no Reino Unido. O show será seguido de uma série de shows em arenas na Europa, incluindo Amsterdam dia 13 de outubro, Berlim dias 16 e 17, e Paris dias 19 e 20. 

Fonte: Meaww
Trans eng-ptbr; gio liotti @ btsbr


Publicado em 09.10.2018
Será que o BTS deveria abandonar o rótulo K-Pop? 🤔
A remoção do grupo da categoria os afastaria de sua identidade sul-coreana?

O K-Pop é um grande negócio. Em 2017, a indústria da música da Coreia do Sul ficou em sexto lugar no ranking mundial do IFPI com um valor de varejo de meio bilhão de dólares. Tendo, anteriormente, ocupado o 8º em 2016 e o ​​10º em 2013. O K-Pop se promoveu tão bem que os mercados internacionais começaram a atendê-lo conscientemente e se conectar a ele em um nível mais profundo, como evidenciado pela popularidade do BTS.

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As redes sociais permitiram que eles se conectassem com o público ao redor do mundo e que suas ideias fossem traduzidas apesar das barreiras linguísticas. No entanto, para algumas pessoas, o rótulo de “artista K-Pop” reduz a legitimidade do grupo por causa da regularidade com que é usada, fazendo com que pareçam uma “mania”. O BTS é formado por integrantes coreanos e eles tem orgulho disso, mas a palavra “K-Pop” parece ter se tornado uma palavra da moda e, às vezes, é usada desnecessariamente. Tanto é assim que alguns fãs do BTS pararam de apresentar artistas coreanos como ‘K-Pop’. A preocupação é que distanciando-os da categoria K-Pop, os distancie também de sua própria identidade.

Para muitos, o BTS é diferente de qualquer boyband que vimos antes. Suas músicas têm versos afiados e discutem alguns tópicos incrivelmente pungentes. Por exemplo, seu último single “IDOL” com Nicki Minaj inclui sentimentos importantes sobre o amor próprio: “Você pode me chamar do que quiser, pode me criticar se quiser, mas eu sei quem eu sou e amo quem eu sou”. Depois, há “Anpanman”, que diz que você pode não ter as qualidades de um super-herói, como super-força ou um carro super rápido, mas se você quer ser um herói, precisa seguir frente. “I’m Fine” fala sobre lutar contra as dificuldades emocionais e sair do outro lado. “Epiphany” discute a percepção de que, para amar as outras pessoas, primeiro você precisa se amar, que é o título e o tema dos três últimos álbuns. Claramente, isso não é um estilo “Garota, eu gostaria de ter te beijado na balada” como as boybands da era passada.

No entanto, você será perdoado por não perceber isso por causa da barreira linguística. E, infelizmente, o ‘K’ no K-pop é uma pista visual e auditiva para algumas pessoas de que haverá uma barreira ou desconexão ao ouvir esse tipo de música. Isso significa que artistas coreanos têm uma pequena batalha em suas mãos. O coreano não tem familiaridade com os mercados ocidentais da mesma forma que o espanhol, por exemplo. Apesar de ser um dos poucos na minha escola a optar por alemão – inserir flashback traumático do chucrute no programa de intercâmbio – a maioria das pessoas que conheço estudou espanhol. Tem um alfabeto muito parecido com o inglês e é considerado até sexy. Eu acho que isso explica porque “Despacito” foi um grande sucesso no Reino Unido. Justin Bieber cantando em espanhol era o crossover cultural que todos podiam lidar, mesmo que as pessoas ainda lutassem para cantar junto com ele em casa.

 

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This week’s #MCM is @bts.bighitofficial 💕 #BTS

Uma publicação compartilhada por PopBuzz (@popbuzz) em

[TRAD] O #MCM dessa semana é @bts.bighitofficial 💕 #BTS

Mas não é apenas uma barreira linguística. Há também um problema de percepção. Antes do BTS, houve PSY com Gangnam Style – a música que crianças de 3 anos de idade, de um lado para o outro, exigiam que tocasse repetidamente enquanto comiam seus bolos de aniversário pegajosos e o ranho escorria por seus rostos. Psy é o artista coreano mais notável a emergir no Reino Unido e caso toque essa música em uma festa é muito provável que gere um suspiro do que um guincho de felicidade e um grito profundo falando “MINHA MÚSICA”.

Acho que o fez as pessoas virarem a cara, foi a falta de percepção de profundidade na música. As únicas letras em inglês eram “Ehhhhh sexy lady”, que é mais como um assobio do que uma proposição filosófica (a música era na verdade uma crítica ao capitalismo e às classes, contada através de representações satíricas de um “Gangnam Guy” – Gangnam sendo um rico subúrbio de Seul). Não é justo que PSY tenha o peso de dar ao K-Pop um rótulo de chamariz no Reino Unido (mesmo que a música venha com uma rotina de dança inédita), mas, infelizmente para a maioria, foi a primeira vez que eles entraram em contato com o K-Pop.

É por isso que alguns fãs do BTS pararam de apresentar artistas coreanos como ‘K-Pop’, na esperança de que pessoas novas ao grupo os julguem apenas baseado-se em suas músicas, não porque sejam uma banda de K-Pop. E talvez eles tenham uma razão.

Em vez disso, se todos os artistas coreanos fossem apresentados às pessoas pelo mérito da qualidade de pensamento e de som de suas músicas, como as que falam inglês, talvez as pessoas não fossem tão inflexíveis que a atual obsessão pelo BTS seja apenas uma fase. Eles reconheceriam um padrão de integridade artística e de auto-expressão. Além disso, o K-Pop não é um gênero como Hip-Hop ou Rock, por isso não dá ao ouvinte qualquer informação real sobre o estilo. O K-Pop é simplesmente o nome da indústria na Coréia, o que reforça o quanto é supérfluo às vezes.

No entanto, quando falei com o líder do BTS, RM, perguntei-lhe a importância de continuar cantando em coreano mesmo quando eles obtiveram sucesso no Ocidente. Ele respondeu que era realmente importante, que eles estavam orgulhosos de serem coreanos e que isso não seria verdadeiro para a identidade do grupo caso eles não cantassem em coreano. Então, o BTS se distanciando do rótulo K-Pop seria também uma rejeição de sua identidade? Continuamente, o BTS fala sobre amar a si mesmo e contar sua própria história, então meu instinto é que eles nunca virariam as costas e deixariam de se identificar como K-Pop. Em vez disso, acredito que eles estão abrindo caminho para redefinir o que o K-Pop significa e eles não são os únicos.

Dua Lipa tem uma colaboração muito esperada com o girlgroup sul-coreano BlackPink, que será lançada no dia 19 de outubro. Eu, pelo menos, estou muito animada para ouvi-la, não só porque é Dua Lipa, que não pode fazer nada de errado segundo meus ouvidos, mas porque é outra maneira de desmistificar a música pop coreana. Este será outro grande showcase no Reino Unido pelo mérito de BlackPink como artistas. Além disso, não pense por um segundo que esta colaboração está catapultando um artista relativamente desconhecido para o centro das atenções. BlackPink tem 12 milhões de assinantes no Youtube, Dua Lipa tem 8 milhões. Estes são titãs razoavelmente parecidos no mundo da música.

Então, da próxima vez que você quiser me apresentar a música de um artista coreano, diga-me o nome deles primeiro e deixe-me ouvir sua música.

Fonte: Popbuzz
Trans eng-ptbr; fernanda azevedo @ btsbr

 


Publicado em 09.10.2018
O lado positivo de o BTS não comparecer ao American Music Awards 2018
Nem tudo é tristeza e sim, encontramos pontos positivos para a ausência do grupo

O 2017 American Music Awards ficará marcado na história para os fãs de BTS. Foi a noite gloriosa onde o septeto (que, na época, era apenas uma misteriosa boyband da Coreia do Sul – pelo menos para os estadunidenses) fez sua estreia na TV norte-americana. Eles estouraram nas telas do país apresentando seu single hit “DNA”, mostrando que RM, Jin, SUGA, J-Hope, Jimin, V e JungKook estavam prontos, dispostos e extremamente capazes de preencher o vazio deixado por One Direction após anunciarem seu “hiatus indeterminado” em 2016. 1 ano depois e agora BTS vem apenas crescendo em popularidade desde sua estreia nos palcos da cerimônia. Ficaram tão populares que esse ano eles foram nomeados ao seu primeiro prêmio AMA para Favorite Social Artist. A pergunta que fica é: O BTS vai comparecer à premiação do AMAs deste ano?

Bom, não vou manter o suspense por muito mais tempo, considerando que a resposta nos deixa um pouco decepcionados. A resposta para a pergunta é que não, BTS não irá ao 2018 AMAs. Mas, antes que você se jogue no chão de raiva, saiba que o motivo pelo qual o grupo não poderá comparecer à premiação é muito boa.

No dia 9 de Outubro, dia em que o American Music Awards acontece em Los Angeles, o grupo estará do outro lado do oceano em Londres, na Inglaterra, para seu show marcado na O2 Arena. Como muitos sabem, BTS estão em turnê com BTS World Tour: Love Yourself desde agosto. Na verdade, eles ficaram mais de um mês nos Estados Unidos, se apresentando em diversas cidades espalhadas pelo país, e sua última data em solo americano foi em Nova Iorque no sábado, dia 6 de Outubro. Com isso, se percebe que a organização do AMAs errou a data ao marcar sua premiação esse ano, se eles contavam com a presença do BTS!

Dessa forma, o grupo não estará presente no American Music Awards, mas vamos olhar pelo lado positivo! As chances do grupo ganhar o prêmio de Artista Social Favorito são altas, já que os ARMYs são literalmente a fanbase mais poderosa nas redes sociais. E, se BTS realmente ganhar o prêmio, significa que eles provavelmente gravaram um agradecimento especial para os fãs que assistirem a premiação. Migalhas, eu sei. Mas já é algo!

E, não podemos nos esquecer que, por mais incrível que seria ver os meninos andarem pelo tapete vermelho do AMAs mais uma vez, não supera o tipo de conteúdo maravilhoso que ganhamos com as apresentações ao vivo nos shows.

Por exemplo, no AMAs, ganhamos fotos dos 7 muito bonitos, elegantes e extremamente educados no tapete vermelho:

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Bom. Conteúdo maravilhoso e incrível para rápido consumo.

MAS, em shows, conseguimos ver  JungKook levantando a camisa de Jimin para que possamos ver seu tanquinho.

Então, ARMY, o que nós queremos? Fotos bonitas no tapete vermelho? Ou tanquinho?

Vou deixar que vocês decidam.

Enquanto isso, vamos comemorar a nomeação no AMAs revendo a performance épica de “DNA” na premiação do ano passado!

Fonte: Elite Daily
Trans eng-ptbr; fer zloccowick @ btsbr


Publicado em 09.10.2018
O BTS divulgou fotos deslumbrantes para o seu comeback japonês!
Os singles japoneses de FAKE LOVE e Airplane PT. 2 serão lançados em novembro

Eles não param de forma alguma! O BTS está se preparando para lançar o álbum japonês para “FAKE LOVE/Airplane Pt.2”. Eles revelaram as capas escolhidas para todas as versões do álbum, confira abaixo!

Então, será lançado um total de cinco versões para este álbum. A primeira versão é o First Press Limited Edition A. Ele vem com CD e DVD. O CD contém as seguintes faixas: “Fake Love” e “Airplane Pt.2” em suas versõoes japonesas, a versão remix de “Fake Love” e o remix de estádio de “IDOL”. O DVD contém os MVs japoneses para “Fake Love” e “Airplane Pt.2”.

A segunda versão é a First Press Limited Edition B. Também vem com CD e DVD. O CD contém as mesmas faixas do anterior. O DVD contém apenas o MV de “Airplane Pt.2” e o Por Trás das Câmeras dele.

A terceira versão é First Press Limited Edition C. Acompanha o mesmo CD das versões anteriores, com as mesmas faixas, mas também possui um photobook com fotos individuais dos integrantes.

A quarta versão é a Versão Normal, sendo a única que não possui o grupo na foto de encarte. Vem apenas com o CD com as mesmas faixas das versões anteriores, não acompanha DVD ou photobook.

A versão final é a FC Limited Edition, assim como seu nome sugere, exclusiva para membros do fã-clube. O cd possui as mesmas faixas de todas as versões anteriores, além de sete fotos individuais dos integrantes para escolher como capa.

O lançamento do álbum e suas inúmeras versões acontece em 17 de Novembro. E aí, gostou?

Fonte: Officially KMusic
Trans eng-ptbr; Caroline Piazza @ btsbr


Publicado em 08.10.2018
[TWITTER] 07.10.18 – Jimin
TWEETS POSTADOS POR JIMIN NO DIA 07.10.18

 

[TRAD] Obrigado jimmy!
Você está tão fofo
!!
Te vejo em breve!!
@jimmyfallon #JIMIN

[TRAD] Eu te amo! #JIMIN

 

Trans eng-ptbr: jumaria @ btsbr