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Bulletproof Boy Scouts (em coreano: 방탄소년단) é um grupo masculino sul coreano de hip-hop formado pela Big Hit Entertainment. Geralmente conhecidos como BTS, são também chamados de Bangtan ou Bangtan Boys. Eles estrearam em 13 de junho de 2013 com sua.. LEIA MAIS
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Categoria: Traduções

Publicado em 12.10.2018
BTS é o primeiro artista a receber certificado duplo de 1 milhão do Gaon
BTS vende mais de 2 milhões de cópias e faz história novamente

BTS oficialmente recebeu o primeiro certificado duplo de 1 milhão do Gaon Chart!

No começo de 2018, a Korea Music Content Industry Association implementou um novo sistema de certificação para venda de álbuns, downloads de músicas e streaming online. Começando com músicas lançadas após 1º de janeiro de 2018, agora o Gaon Chart certifica álbuns de platina uma vez que eles alcançarem 250 mil vendas, enquanto álbuns que venderam 1 milhão de cópias ou mais recebem o certificado de 1 milhão.

No dia 11 de outubro, Gaon Chart anunciou que o último álbum do BTS, Love Yourself 結 ‘Answer’, vendeu mais de 2 milhões de cópias, tornando o grupo o primeiro— e até então, único— artista a receber um certificado duplo de 1 milhão do Gaon.

Anteriormente nesse ano, BTS recebeu o primeiro certificado de 1 milhão do Gaon pelo álbum Love Yourself 轉 ‘Tear’.


Parabéns ao BTS por mais uma conquista impressionante!

 

Fonte: Soompi
Trans eng-ptbr; beccs @ btsbr


Publicado em 12.10.2018
Vogue encontra BTS, o grupo que está roubando corações
O grupo conversa sobre moda, Londres e cuidados com a pele

Nos anos 60, a Beatlemania era caracterizada por fãs extremamente animados, ansiosos para assistir o Fab Four. Em 2018, é a vez da BTS-mania. O grupo coreano de sete integrantes é incomparável no quesito fãs dedicados – os ARMYs – os quais estudaram todas as coreografias, aprenderam todas as palavras de todas suas canções e são rápidos para copiar os looks das apresentações.

Tendo como integrantes JungKook, V, Jimin, RM, J-Hope, SUGA e Jin, eles são um charmoso septeto de garotos, os quais também mantêm seu foco na dominação mundial.

Pela primeira vez, como parte da BTS World Tour: Love Yourself, o grupo subiu ao palco em Londres nesta semana. Tendo os ingressos esgotados na Arena O2 nas duas noites consecutivas, o BTS provou que o poder do K-Pop é grande e está realmente pronto para atingir em massa os charts no Reino Unido.

Como alguém que nunca perdeu uma turnê do One Direction, meus ouvidos já se adaptaram a estádios cantos e gritos empolgados. No entanto, o show chegou a um outro nível. Pirotecnias, normalmente reservados para o bis, são empregados logo no início, coreografias são perfeitamente sincronizadas e, enquanto eles estão trocando para novas roupas aprovadas para passarelas, os vídeos transmitidos em grandes telões são dignos de uma campanha da Gucci. Oohs, ahhs e gritos marcam presença e não param por um segundo.

Sete pode parecer muito para apenas um grupo, mas cada integrante tem seu próprio momento para brilhar e para deixar sua personalidade única se destacar. “Nós fazemos questão que nenhum de nós tenha mais destaque que os outros,” disse JungKook para a Miss Vogue. “Mas nós somos realmente únicos. Cada um tem seu estilo, então acredito que todos nós chamamos a atenção. Cada um tem seu papel e sua posição no grupo e, desta forma, trabalhamos juntos para que demos nosso máximo para os ARMYs.”

“Nós também jogamos pedra-papel-tesoura para ter certeza de que tudo seja justo,” RM, o líder ri. “O BTS é uma democracia.”

Esta é a primeira vez que o grupo se apresentou no Reino Unido, e se os fãs estão empolgados com isso, então o BTS está ainda mais. “Eu acredito que estamos tão animados, porque durante a nossa turnê anterior na Europa, tivemos um show cancelado aqui, o que nos fez bem triste. Pedimos desculpas por não termos vindo da última vez, e estamos bem animados para nossa apresentação. Vamos dar o nosso melhor e fazer o melhor show possível,” explicou Jimin.

Londres era um destino que os sete integrantes esperaram muito visitar. Filmes moldaram a sua visão sobre a cidade, e eles não se desapontaram: “Vir a Londres é empolgante, porque podemos ver coisas que antes só havíamos visto por filmes,” explicou V. “E agora nós as vemos de verdade.”

A conversa com o BTS volta a ser sobre os fãs assim que o tópico muda. Os ARMYs são tudo e a principal razão pela qual eles estão tão felizes de visitar a cidade neste momento. O local ideal para eles para encontrar os fãs seria no Big Ben.

O tempo na cidade é precioso, mas existe um pequeno tempo livre que – para quem os conhece, não é uma surpresa – está reservado para a moda.

SUGA quer muito investir em uma jaqueta de couro e RM gostaria de passear pelas pequenas lojas independentes, mas todos do grupo concordam que idas à Kingsman na Savile Row e ao andar masculino na Liberty são imprescindíveis.

A moda é uma parte intrínseca do K-Pop e o BTS é um ótimo exemplo. “Nós usamos roupas tradicionais coreanas para o vídeo de “IDOL” e acredito que isso tornou-se memorável para o grupo – foi um tanto quanto chique,” admite RM.

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“Além disso, em 2017, para apresentar “MIC Drop” em uma premiação coreana, todos usamos ternos pretos,” comentou Jimin. “Mas acho que nós também estamos bem bonitos hoje.”

Todos concordam que J-Hope – que declara à Miss Vogue que é um “rei fashionista”- é o integrante mais naturalmente fashion do grupo.

Depois de Londres, eles vão para Amsterdã, Berlim, Paris, Tóquio, etc. Eles vão ter pouco tempo para descansar, mas quando eles o fazem, eles agem como “garotos normais”. SUGA apenas dorme, Jimin joga videogames, RM opta por caminhadas em parques ou visitas à galerias, JungKook ouve música (James Blake é um favorito), mas J-Hope explica que parar com as turnês pode ter uma reviravolta ruim. “Se temos um dia livre, provavelmente faremos um piquenique, um churrasco em um Hibachi, e então ficaremos doentes no dia seguinte. Eu sei disso, porque realmente aconteceu há alguns meses!”

A rotina de cuidados da pele coreana é uma tendência no ocidente nos últimos anos, e não há dúvidas que o brilho de estrelas do K-Pop ajuda nesse interesse.

“É maquiagem, muita maquiagem,” admite JungKook. O grupo – que dá importância a esses cuidados – reconhece que existem muitos fatores, incluindo genes e dieta. “Sabe que eu não faço nada em relação a minha pele,” diz Jin. “Creio que a gente nasce com ela, para ser sincero. Eu agradeço minha mãe pela minha pele.”

Como indica a turnê do BTS, o K-Pop está pronto para dominar as charts ocidentais. Por que o momento parece certo, justo agora? “Acho que existiram alguns artistas muito bons antes de nós que expuseram o K-Pop. É como um pacote. Inclui vídeos, roupas, coreografias, redes sociais e uma boa pele também,” RM ri. “K-Pop é um pacote artístico completo.”

O K-Pop também faz nos sentirmos bem. A mensagem do palco na noite passada foi sobre inclusão. Perceba as pessoas que estão próximas de você, nós somos todos ARMYs. O público em Londres foi uma mistura de idades, raças, estilos – uma união de fãs e o surgimento de novas amizades.

O BTS – e sua mensagem – são exatamente o que o mundo precisa agora.

Fonte: Vogue
Trans eng-ptbr; clau @ btsbr


Publicado em 12.10.2018
40 mil ARMYs não estão enganados: assistindo ao maior grupo do mundo com os fãs mais dedicados
“Nosso amor pelo BTS é o que nos une,” dizem os fãs do BTS

Eu os vi pela primeira vez no trem 7 indo para o Queens, usando moletons com os dizeres “MIC Drop” e fones de ouvido plugados como se fossem lutadores se preparando para uma partida. Logo, estavam em todo lugar, 40 mil de todos os demográficos, fortes, mas em sua maioria mulheres jovens — asiáticas, negras, latinas, árabes, nativo-americanas, brancas, e todos os grupos étnicos que essas palavras podem significar — indo em direção ao Citi Field, o epicentro do K-Pop. Porque naquele sábado à noite o BTS, a boyband sul-coreana de sete integrantes, iria se apresentar em uma das únicas arenas de Nova York capaz de contê-los, onde os [fãs] mais devotos acamparam no estacionamento por uma semana. Se o prêmio de Top Social Artist do Billboard Music Awards dado ao BTS no ano passado pareceu uma curiosidade passageira, 2018 foi o ano que converteu todos os céticos: o BTS ganhou, novamente, o prêmio do BBMAs; discursou nas Nações Unidas sobre amor próprio e, o mais importante, conquistou dois álbuns no primeiro lugar das paradas, com Love Yourself 轉 ‘Tear’ e Love Yourself ‘Answer’. Eles vieram para ficar e seus fãs, conhecidos como ARMYs, estão prontos para celebrar. “Vamos torcer para que minha filha não desmaie,” uma mãe falou para mim antes do show.

Tudo sobre a ascensão do BTS é improvável. Eles não eram o grupo pop coreano que deveria conquistar o sucesso — nem na Coreia e, certamente, nem nos Estados Unidos. A maioria dos artistas musicais da Coreia da última década vieram de uma das empresas conhecidas como Big Three — as gravadoras SM, JYP e YG — e são meticulosamente modelados para dominar o mundo. Cada integrante é uma parte distinta com habilidades rentáveis projetadas para atingir um subgrupo demográfico ou mercado nacional diferente. O sucesso do BTS é parcialmente devido ao fato de que seu objetivo principal não era sobre agradar as massas: o grupo teve início em 2010 quando uma pequena empresa chamada BigHit Entertainment, fundada por Bang Shi-hyuk, assinou com RM, o rapper principal do grupo, depois de ouvir uma demo feita por ele quando tinha 15 anos. Ao longo dos anos seguintes, BigHit gradualmente assinou com o rapper SUGA e o dançarino street J-Hope até, eventualmente, montar o grupo com outros quatro vocalistas, “mundialmente lindo” Jin, V, Jimin e JungKook. RM é o único que fala inglês fluentemente, mas eles já deixaram claro que não têm a intenção de lançar músicas em inglês. Na verdade, fazer isso poderia diminuir o seu apelo.

A mitologia do BTS é toda sobre esse senso de autenticidade. Os integrantes, liderados por RM, escrever e produzem muitas das suas próprias músicas, e suas letras mais antigas, desde o seu debut oficial em 2013, são cobertas de consciência social e inquietações geracionais. Eles fizeram raps sobre os efeitos sufocantes do sistema educacional coreano, ansiedade, depressão, pressão das gerações mais velhas e a obsessão cultural com o materialismo. Uma das imagens predominantes em suas canções desde o seu primeiro álbum, 2 Cool 4 Skool, é a do baepsae, um pássaro pequeno e fofo com pernas curtas e conhecido como crow-tit, em inglês. O inimigo do baepsae é o hwangsae, uma cegonha que tem tudo muito fácil com suas pernas e passadas longas. É uma analogia muito coreana, mas facilmente compreendida em um mundo crescentemente dividido por aqueles que “tem” e aqueles que “não-tem”. Na música “Silver Spoon”, SUGA diz “nossa geração tem muitas dificuldades / Vamos persegui-los rapidamente / Por causa da cegonha, a virilha da minha calça está apertada / Me chame de baepsae.”

Ademais, o BTS é ativo nas redes sociais desde o começo, gravando diários em vídeo, conversas pós-show e respondendo perguntas no Fancafe e no Twitter. Isso deu a impressão, principalmente se você os segue desde o início, de que você esteve nas trincheiras com eles. O resultado é um círculo de reações: os ARMYs são o melhor exemplo de embaixadores culturais, traduzindo as aparições do BTS em programas coreanos para diversas línguas, fazendo compilações de vídeos (tome aqui dez minutos do Jin se chamando de lindo), e evangelizando outros fãs. O que é bom para o BTS é bom para os ARMYs, e torcer pelo sucesso deles é como torcer para o seu próprio sucesso. De fato, a BigHit constantemente posta atualizações através de seus canais de redes sociais, como o fancafe, bem como comunicados oficiais, não só porque é um mecanismo de divulgação efetivo, mas também porque preservar essa linha de comunicação direta com os ARMYs é crucial para a “experiência BTS”.

Ainda que o BTS seja um artista pop dominante, esgotando estádios que somente a Beyoncé conseguiria nos dias de hoje, seu fandom ainda tem um lugar desfavorecido nos Estados Unidos. Quando conversei com fãs do BTS, jovens e velhos, eles admitiram que adorá-los publicamente ainda é estranho, apesar da crescente influência do K-Pop. Um grupo de estudantes da Vanguard High School, em Nova York, me contou que seus colegas as chamam de “korea boos” por gostarem de K-Pop, mas o deboche apenas fez com que ficassem mais firmes em sua devoção. “Muitos fãs têm vergonha quando perguntam a razão pela qual gostam de K-Pop. Eu sinto que as pessoas julgam muito hoje em dia. Por que você gosta de rap? É a mesma coisa com a gente,” disse Khadiga Ghirani, estudante do nono ano em Vanguard. “Quanto mais pessoas gostarem de K-Pop, melhor e também, pior. Sempre que alguém diz “oh, comecei a gostar de K-Pop”, dentro de mim queima um fogo: seja meu amigo mas, ao mesmo tempo, eu cheguei aqui primeiro. Cai fora.”

Enquanto eu aguardava na fila do lado de fora da arena, uma mãe, que trouxe a filha da Carolina do Norte, disse que a música ajudou a menina a lidar com sua própria ansiedade e as aproximou uma da outra. Só podiam pagar por um ingresso, então a mãe disse que esperaria do lado de fora enquanto a filha lhe mandaria vídeo do lado de dentro (o bias dela é o Taehyung). Depois do show, duas mulheres mais velhas me disseram que amar o BTS é como um escape das notícias ou do racismo nos Estados Unidos, e que a natureza multicultural e global do fandom fazia parte da experiência. “Nosso amor pelo BTS é o que nos une,” disse uma delas. “Parece um intervalo [para tudo]. Aqui, não importa a minha aparência ou da onde eu venho.”

Online, esse poder é vigilante e espantoso. A falta de fronteiras no mundo construído na internet permitiu que os ARMYs florescessem independentemente de estado-nação ou repreensões culturais, através de cliques, votos e compras (o MV do hit mais recente do grupo, “IDOL”, recebeu mais de 56 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas). Eles são protetores uns dos outros e relatam assiduamente os erros cometidos por jornalistas (normalmente aqueles que não falam coreano). Mais recentemente, os ARMYs repreenderam um escritor britânico por debochar do inglês de RM — auto-didata e aprendido através da série F.R.I.E.N.D.S — durante o discurso nas Nações Unidas, e o que perceberam ser um desrespeito geral em relação ao grupo (o jornalista do UK Times escreveu que RM tinha uma “sintaxe desconcertante” e soava mais como Joey do que Chandler). Tamar Herman, que escreve para a Billboard e frequentemente faz coberturas sobre K-Pop e o BTS, já foi chamada à atenção pelos ARMYs algumas vezes. Ela postou um tweet se desculpando por não dar a mesma atenção a um dos integrantes, JungKook, na sua crítica do show no CitiField.

No palco, tudo isso se traduz em uma humilde capacidade de representação do BTS. A música é puro pop de excelência, cobrindo diversos gêneros musicais com um distinto estilo coreano, desde seus hits mais badalados como “IDOL”, músicas divertidas como “Anpanman”, baseada no anime japonês, e baladas exorbitantes como “The Truth Untold”, apresentada pelo quarteto de vocalistas. O ponto alto do BTS vem de assistir sete rapazes coreanos bonitos e cheios de habilidades fazendo aquilo que fazem de melhor: cantar, dançar, fazer rap e jogar corações para as câmeras. Assisti-los tem um efeito transformador, lhe fazendo se sentir — se você for mais velho — como uma criança novamente. Uma mãe de Connecticut me disse que trouxe sua filha de 11 anos porque se lembrava do quanto significou para ela ver o Menudo quando era criança no Panamá, e queria que a filha tivesse essa mesma experiência.

E parte da felicidade de um show do BTS é, também, ver as reações dos ARMYs, seja vendo o mar de luzes Bluetooth em cascata pelo estádio, seja ouvindo o seu coro ecoando pelo ar. Os gritos mais estridentes vieram quando o BTS se referiu aos fãs, falando, simplesmente, “ARMY”. O BTS entende de forma inerente que devem seu sucesso ao seus fãs, resultado de uma simbiose firme: ao final do show, RM disse que eles podem “usar o BTS para amar a si próprios,” da mesma maneira que os fãs ensinaram ele a se amar. Esse não é um grupo que se acha maior que seus fãs.

A medida que fandoms se tornaram importantes construtores de identidade na era digital, os objetos de afeto — como Taylor Swift ou Rick and Morty — podem se tornar, de repente, um perigoso teste Rorschach para traços de personalidade ou inclinações políticas. Ser fã do BTS no ocidente, hoje, significa se sentir desfavorecido e um campeão mundial ao mesmo tempo. Você pode sofrer deboche de seus colegas, mas ainda assistir seus meninos se apresentarem em um dos maiores palcos da América do Norte. Não há história de Cinderella melhor no K-Pop do que a do BTS, porque se esses sete garotos de diversos cantos da Península Coreana conseguiram derrotar todas as dificuldades, por que você não conseguiria?

Fonte: Vulture
Trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 12.10.2018
[TWITTER] 11.10.18 – BTS_twt
TWEET POSTADO POR @BTS_TWT NO DIA 11.10.18

[BTS_twt]

[TRAD] Conhecemos a @WhoopiGoldberg

Trans ko/eng-ptbr; VenomQ @ btsbr


Publicado em 11.10.2018
BTS irá se apresentar em Paris em visita oficial do Presidente Moon Jae-In
Artistas pop e tradicionais coreanos se apresentam em evento na capital Francesa

O grupo sul-coreano fará uma apresentação especial em Paris na próxima semana, em um evento cultural que marca a visita programada do Presidente Moon Jae-in, disse o gabinete presidencial de Moon, a Casa Azul, na quinta-feira.

O evento será realizado no domingo, um dia após a chegada de Moon à França, em uma visita de estado de quatro dias. Tal evento se consistirá em várias apresentações de artistas pop e tradicionais coreanos, incluindo o BTS, de acordo com autoridades da Casa Azul.

O grupo de sete garotos está causando uma sensação global com seu mais recente álbum, “Love Yourself: Answer”, que ocupa o primeiro lugar na lista de álbuns da Billboard 200. Sua mais recente conquista inclui o prêmio de Artista Social Favorito no American Music Awards de 2018.

O BTS também foi convidado para uma reunião da Organização das Nações Unidas no mês passado, para fazer um breve discurso de abertura diante de um grande público de líderes globais, incluindo a esposa de Moon, Kim Jung-sook.

O evento cultural em Paris contará com a participação de cerca de 400 pessoas, incluindo 100 fãs franceses da cultura sul-coreana que foram pré-selecionados, reportou a Casa Azul.

O Presidente sul-coreano voará da França, na terça-feira, para a Itália, na segunda etapa de seu tour europeu a quatro países, que mais tarde o levará a Bruxelas e Copenhague.

Fonte:  The Korea Herald
Trans eng-ptbr: jumaria @ btsbr


Publicado em 11.10.2018
O BTS fala sobre “mais uma primeira vez” ao se apresentar no Estádio Citi Field
Entrevista exclusiva com o grupo antes do maior e mais importante show na América

Antes do seu show histórico no Citi Field, em Nova Iorque, os integrantes do BTS separaram um tempo para compartilhar seus pensamentos e expressar sua gratidão para os fãs.

Dia 6 de outubro, o grupo tornou-se o único artista coreano na história a se apresentar com um show solo em um estádio nos Estados Unidos. Enquanto preparavam-se para se apresentar para dezenas de milhares de fãs, os sete integrantes concordaram que o evento era uma grande honra e uma noite que ficaria em suas lembranças por um bom tempo.

J-Hope observou, “O fato de estarmos fazendo um show aqui, no Citi Field, é realmente importante. Eu acho que será uma grande parte da minha história como o cantor J-Hope e também um grande momento na vida de Jung Hoseok [seu verdadeiro nome]. Até agora, nós temos escalado lentamente uma etapa de cada vez, enquanto nos apresentamos em diferentes lugares, e eu sinto que, finalmente, o auge está dentro do nosso alcance.” Ele adicionou, “Eu quero agradecer aos nossos ARMYs, que nos deram essa imensa honra. Como esse é uma das melhores oportunidades e momentos, eu quero trabalhar duro para fazer uma apresentação incrível.”

V comentou, “Por fim, nós acabamos sendo capazes de conquistar lugar no Citi Field, como nós sonhamos. Nós nos apresentamos em diversos lugares grandes durante as nossas turnês, mas eu nunca imaginei que seríamos capazes de nos apresentar em um lugar tão grande quanto esse. Nós mostraremos ainda melhor desempenho para os ARMYs que estão nos esperando lá fora. Eu acho que iremos ter um dia incrível.”

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Após V, SUGA disse, “Eu acho que conseguirmos um show em estádio no Citi Field é profundamente significativo como um estádio principal na Coreia, ou o Dome no Japão. Até mesmo a definição do tamanho do local, eu me sinto especialmente emocionado porque é um  palco onde apenas uma minoria de cantores conseguem se apresentar.” Ele continuou, “Em vez de ficarmos satisfeitos com as nossas conquistas atuais, eu quero mostrar apresentações ainda melhores para audiências futuras. Espero que o Citi Field seja o nosso começo.”

“É verdadeiramente uma honra e uma satisfação poder me apresentar no Citi Field. Eu ainda não consigo acreditar, e tudo o que eu sinto agora é gratidão pelos fãs que vieram assistir nosso show e nos alegrar. Estou ansioso imaginando como o Citi Field ficará quando estiver cheio com os nossos fãs. Eu expressarei esses sentimentos de gratidão dando o meu melhor no show hoje!”,disse Jimin.

Jin concordou com ele, dizendo: “É sempre uma honra poder nos apresentar em lugares tão grandes, não só na Coreia, mas também nos Estados Unidos. Muitas pessoas cantam conosco as músicas durante o show, e só de pensar em todas aquelas pessoas [no Citi Field] cantando nossas músicas me deixa arrepiado. Eu estou muito feliz.”

JungKook comentou, “Essa é nossa primeira vez em um estádio nos Estados Unidos. É algo muito especial, e é realmente uma honra. Eu acho que esse deve ser um dos melhores dias do meu ano todo. Estou ansioso para aproveitar o palco e me divertir com os nossos fãs, e eu também quero dizer aos nossos ARMYs que eu estou incrivelmente grato.”

Por fim, RM disse: “Eu ainda não consigo acreditar nisso, e eu acho que um dos meus preciosos sonhos finalmente se realizou. Nós ouvimos que há muitas pessoas esperando lá fora, e irei me certificar de trabalhar duro para retribuir as expectativas delas através do nosso  show.”

O show do BTS no Citi Field marcou o final das datas estadunidenses da turnê BTS World Tour: Love Yourself, que deixou Seul em agosto.

Parabéns para o BTS por sua conquista histórica!

Fonte: Soompi
Trans eng-ptbr: jumaria @ btsbr


Publicado em 11.10.2018
Quem é J-Hope? O dançarino vai te surpreender com seus movimentos incríveis
VOCÊ JÁ SABE TUDO SOBRE AQUELE QUE NOS ENCHE DE ESPERANÇA? LEIA E SAIBA MAIS!

Como um grupo de K-Pop, o BTS é conhecido por seus incríveis movimentos de dança. E nenhum dançarino do grupo tem mais habilidades que J-Hope. Apesar de ser popular dentre os ARMYs por seus passos de dança enérgicos, ele é muito mais que um dançarino. Então, quem é J-Hope? Além de ser o dono na pista de dança, ele também ostenta uma personalidade entusiasmada, um grande sorriso, e habilidades de rap impressionantes.

Já que há tanto para aprender sobre o BTS e o papel de J-Hope no grupo, vamos mostrar todas as maneiras que ele contribui para a popularidade desenfreada do grupo.

1. ELE FOI UM DOS PRIMEIROS INTEGRANTES DO BTS

Por ser um dançarino e rapper habilidoso, J-Hope, cujo nome verdadeiro é Jung Hoseok, foi um dos primeiros integrantes do grupo. No começo da jornada do BTS para a fama e o sucesso, ele foi o terceiro integrante a assinar o contrato com a BigHit Entertainment, depois de RM e Jin.

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2. ELE TEM UMA PERSONALIDADE SUPER OTIMISTA

Ele é conhecido pela sua personalidade incrivelmente feliz. É parte do que faz seu nome artístico ser tão apropriado. Dentre os fãs e os companheiros de grupo, J-Hope é considerado o performer mais brincalhão e entusiasmado. E quem poderia esquecer seu icônico slogan de esperança “Eu sou sua esperança. Você é a minha esperança. Eu sou o J-Hope!”

Obviamente, J-Hope rouba muitos corações com seu comportamento esperançoso e sorriso maravilhoso.

Veja alguns de seus momentos mais fofos nesse vídeo:

3. ELE É UM DANÇARINO DE ARREBENTAR COM MOVIMENTOS INCRÍVEIS

Não é segredo que o BTS tem coreografias que chamam a atenção. E o J-Hope é o centro de todas elas. Suas habilidades como dançarino faz ele se destacar dentre os outros integrantes do BTS. Portanto não é surpresa que o grupo se espelha nele para inspiração de dança. Aparentemente, J-Hope tem uma grande participação em termos de coreografia. Incrível!

Aqui estão alguns dos melhores movimentos do J-Hope:

4. ELE DANÇAVA EM COMPETIÇÕES

O fato de J-Hope dançar em competições te surpreende? Ele dança desde criança e até participou de competições nacionais na Coreia do Sul. Todo esse trabalho árduo compensou, pois ele ganhou o primeiro lugar em uma competição em 2008. E agora, olhe para ele! Literalmente dançando em um palco para o mundo inteiro ver. Que jornada!

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5. ELE TAMBÉM É UM RAPPER SOLO BEM SUCEDIDO

J-Hope não é apenas um dançarino de primeira categoria e um artista completo, ele também é um rapper incrível. Ele é um dos três rappers do BTS. Usar seu talento com o rap no grupo o inspirou a lançar suas próprias músicas. Em janeiro de 2017, o portal de notícias Soompi declarou que J-Hope tinha planos de gravar sua própria mixtape. Com lançamento em março de 2018, Hope World foi extremamente aclamada pela crítica e pelo público.

J-Hope é um cara extremamente talentoso e definitivamente deixou sua marca no mundo com seu trabalho com o BTS. Tenho certeza que tem muito mais por vir. Mal posso esperar para ver que outras coisas extraordinárias ele vai trazer para o palco em seguida!

Fonte: Elite Daily
Trans eng-ptbr; beccs @ btsbr


Publicado em 11.10.2018
[TWITTER] 10.10.18 – BTS_twt
TWEETS POSTADOS POR @BTS_TWT E @BTS_BIGHIT NO DIA 10.10.18

[BTS_bighit]

https://twitter.com/bts_bighit/status/1050166500475133952

[TRAD] [#BangtanHoje] Obrigado, Londres! BTS, que deu seu melhor ontem e hoje, e nossos ARMYs que esperaram pelo BTS! tão amáveis Nos encontraremos novamente #SegundoShowDeLondres

Tradução do banner: BTS é o raio de luz em nossa escuridão!

[J-HOPE]

https://twitter.com/BTS_twt/status/1050175144788979712

[TRAD] Eu me diverti, Londres 💓🌟😚

Trans ko-eng; btstranslation7 & bts-trans
Trans eng-ptbr; jumaria & caroline piazza @ btsbr


Publicado em 11.10.2018
Relatos ao vivo do centro do universo pop: um show do BTS
O grupo é um fenômeno da música mundial e seus shows ajudam a explicar o porquê

Do lado de fora do Prudential Center em Newark, Nova Jersey, eu pisquei seis ou sete vezes para recuperar minha visão. Você já olhou diretamente para uma lâmpada por muito tempo? Tente encarar 19 mil delas por duas horas e meia. Olhando em volta, muitos [fãs] estão chorando — olhos inchados, lágrimas escorrendo pelo rosto. Há um zumbido em meus ouvidos; me sinto um pouco tonto, o sangue finalmente fluindo do meu cérebro e indo para onde deveria ir. É como se uma bomba de efeito moral houvesse explodido, de novo de novo e de novo. Mas não é uma zona de guerra. É só o ambiente do fim de um show do BTS.

Para quem não sabe, o BTS — também conhecido como Beyond the Scene — é um grupo de K-pop composto por sete rapazes objetivamente bonitos, de 21 a 25 anos: RM (meu favorito, porque “RM” faz referência ao seu antigo nome artístico, Rap Monster, o que é muito legal), Jin, SUGA, J-Hope, Jimin, V e JungKook. Os nomes reais deles — que o público entoa durante as músicas, espontaneamente e em uníssono —, Kim Nam-joon, Kim Seok-jin, Min Yoon-gi, Jung Ho-seok, Park Ji-min, Kim Tae-hyung e Jeon Jung-kook. O BTS não é o primeiro nem o único grupo de K-pop, mas é, de longe, o mais bem-sucedido. O seu currículo é uma lista de “primeiro” e “único” para músicos coreanos: o primeiro artista coreano a ter um certificado de ouro, o único artista coreano a ter um álbum a estrear no primeiro lugar da Billboard 200, o único artista coreano a ganhar um Billboard Music Award. Eles têm 16,5 milhões de seguidores no Twitter; em 2017, a Bloomberg reportou que tweets sobre o grupo foram enviados mais do que qualquer outra celebridade no mundo. O show do dia 6 de outubro no Citi Field, em Nova York — a última parada da parte norte-americana BTS World Tour: Love Yourself e a primeira vez que um artista coreano se apresentou em um estádio dos Estados Unidos — esgotou os ingressos em questão de minutos. O BTS é um fenômeno completo; os Beatles do século 21, inspirando tanta devoção e mania quanto, senão mais.

Um show do BTS não começa quando os sete integrantes do grupo entram no palco — começa, na verdade, duas horas e meia antes disso, quando as portas da arena se abrem. Caminhando para o meu lugar (enquanto outros correm), alguns minutos após o Prudential Center ser aberto, ouvi o som do baixo e o barulho inconfundível de adolescentes gritando. Eles ainda estão fazendo a passagem de som, eu pensei. Isso não faz sentido. Os gritos eram como chamados para os outros fãs, que passaram voando pelos vendedores de lanches e produtos oficiais com urgência, seguindo o som para dentro da arena. Chegando na Seção 109, o que vi foi diferente de tudo que já tinha visto antes: fãs lotaram a pista geral e se aglomeraram em volta do palco vazio para assistir às duas gigantescas telas que transmitiam vídeos do BTS. Cada vez que um dos integrantes aparecia pela primeira vez, mais gritos. A recepção mais alta foi dada quando o comercial que o BTS gravou para o LG G7 ThinQ Boombox Speaker apareceu.

Continuou assim por quase três horas, os fãs nunca perdendo o entusiasmo ou a vontade de destruir suas cordas vocais. “Eu me juntaria ao coral de novo se pudéssemos fazer uma dessas músicas,” um garoto adolescente sentado atrás de mim falou energicamente para suas amigas.

Essa foi minha introdução ao BTS ARMY, os fãs extremamente vigilantes do BTS. Eles são a força vital do grupo, a razão pela qual o BTS ganhou o prêmio Top Social Artist por dois anos seguidos no BBMAs; a razão porque o BTS é capaz de atravessar barreiras com mais sucesso que qualquer outro artista coreano antes deles. Os fãs são dedicados, e eles são muitos. Não é difícil de perceber que os ARMYs são uma comunidade em si, que existe na vida real e online e provêm um senso de conexão para um grupo de pessoas — em sua maioria, adolescentes — que podem ter dificuldades para encontrar uma comunidade por meios mais tradicionais. Os ARMYs são um corpo inclusivo, sendo a única exigência para fazer parte dele apoiar — e, também, defender — o BTS.

A apresentação do BTS começa tentando induzir convulsões (antes do show começar, um vídeo passou pela arena avisando que “alguns elementos do show podem te surpreender”.) Um furacão de luzes neon ricocheteiam pela arena; bolas de fogo surgiram do chão no palco; uma parede de sons estrondosos que batiam de frente somente com o rugido dos ARMYs. Ao mesmo tempo, quase todo o público tinha light sticks com Bluetooth, esferas que mudam de cor em uníssono com o show de luzes no palco. Você está rodeado por um oceano de luzes e cores pulsantes, que afunilam para um delta de explosão sensorial.

Com todos os seus sentidos devidamente obliterados, os integrantes do BTS ascendem de baixo do palco com jaquetas matador pretas e douradas combinando — a versão K-pop do Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, como se as comparações com os Beatles já não estivessem evidentes. O grupo voou pelo número de abertura, “IDOL”, seu single mais recente que divulga ainda mais a mensagem de auto-estima (“Você não pode me impedir de me amar,” o refrão repete enfaticamente). Os ARMYs gritam cada palavra, incluindo as em coreano, enquanto o grupo pula, chuta e gira ao longo das coreografias mais cansativas que já vi.

É um verdadeiro espetáculo — imagine se o show do intervalo do Super Bowl tivesse duas horas e meia de duração — sem pausas. A cada três músicas, o BTS desaparece sob o palco — presumidamente, para descansar, trocar de roupa, beber água, e talvez comer uns Doritos ou algo do tipo. Enquanto estão lá, vídeos feitos especialmente para o show tocam nas gigantescas telas. Eles variam em tons, cor e sex appeal, dependendo do integrante mostrado. O primeiro vídeo da noite mostrou J-Hope e JungKook em camisas polo atrevidas, brincando em um fundo esparso e vívido como um filtro do Instagram (isso fez os adolescentes gritarem). O seguinte, muito mais sensual, mostrou Jimin e RM em cômodos diferentes mas conectados, de alguma maneira, segurando laranjas e olhando para a câmera numa maneira que me fez reconsiderar se passei minha vida toda subestimando o poder sexual das frutas (isso, também, fez os adolescentes gritarem). Os vídeos foram sucedidos pelas apresentações solo dos integrantes — uma vitrine, mas também um tempo alocado para que os ARMYs mostrassem seu apreço para cada um — que, depois, se reuniram para mais uma rodada de músicas.

Musicalmente falando, o BTS é fascinante — é como se tivessem feito um livro sobre toda a música popular e colocado em forma de músicas. Em suas canções, ouve-se Drake (“Trivia: Love”), The Chainsmokers (“Trivia: Just Dance”), Avicii (“DNA”), Daddy Yankee (“IDOL”), a era Reputation de Taylor Swift (“FAKE LOVE”), e até mesmo Linkin Park (“MIC Drop”). Um show do BTS é uma mistura da música pop apresentado por sete rapazes inacreditavelmente talentosos e indubitavelmente atraentes.

O mais importante, no entanto, é que o BTS é inconfundivelmente coreano. Mesmo durante o show em Nova Jersey, o grupo não tentou, de maneira alguma, se americanizar. Suas músicas oscilam sem esforços entre coreano e inglês, enfatizando sua identidade étnica enquanto diminuem as barreiras entre culturas. Fica claro que eles não se veem como um grupo de K-pop tentando fazer sucesso nos Estados Unidos; não são novidade. São, sim, um grupo da Coreia do Sul com uma audiência orgulhosamente global mais focada em o que nos une (lê-se: BTS) e não no que os divide.

É por isso que o BTS é, hoje, um dos maiores grupos do mundo, no caminho de se tornar o maior. Para se juntar aos ARMYs é renunciar as muitas maneiras em que a sociedade exclui pessoas tidas diferentes — por raça, linguagem, etnicidade, gênero, sexualidade — e, no lugar disso, celebrar compartilhamentos, o que me parece extremamente positivo para adolescentes crescendo em um mundo tão duro e dividido. E uma vez dentro dessa comunidade ligada pelo BTS, a língua franca é o amor próprio. Menos de uma semana antes do show no Prudential Center, RM e o resto do BTS discursou perante as Nações Unidas para encorajar os jovens do mundo a achar sua confiança interior. “Não importa quem você é, de onde vem, a cor da sua pele ou sua identidade de gênero, encontre sua voz. Encontre seu nome e encontre sua voz ao falar por você mesmo,” ele disse. A mensagem foi repetida diversas vezes nos shows.

A parte mais impressionante de ver o BTS se apresentar não foi o ataque aos sentidos ou as trocas de figurino (de jaquetas matador para camisas brancas de seda para figurinos pretos de bondage) ou o fato de que V teve uma coreografia com um cabideiro (o que foi, de fato, incrível) — foi o quão emocionalmente conectado o grupo parece ser com seus fãs. “Eu sou sua esperança. Vocês são minha esperança,” J-Hope disse depois da música de abertura. “Essa música é para vocês,” foi um refrão repetido antes de cada apresentação. “Respiramos o mesmo ar,” RM professou durante a despedida estendida. O grupo fala com seus fãs com intimidade, e eles o escutam sem um pingo de cinismo.

Fonte: The Ringer
Trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 11.10.2018
Ministro da Cultura compartilha a opinião do BTS sobre dispensa do serviço militar
Do Jong-Hwan conta como o grupo reagiu ao ser questionado sobre seu alistamento

O Ministro da Cultura, Esporte e Turismo da Coreia do Sul comenta sobre a reação do BTS na questão da isenção do serviço militar

Neste verão, a legitimidade sobre a política de dispensa do serviço militar coreana tornou-se alvo de discussão, recebendo muita atenção do público quando o político Ha Tae-Kyung usou o BTS como um exemplo em suas argumentações. Ele afirmou que, se ganhadores de competições de piano e violino podem ser dispensados do exército, então pessoas que provocam um grande efeito na imagem da Coreia internacionalmente, como o BTS, também deveriam ser isentas. Desde então, tem ocorrido um debate sobre o merecimento de dispensa militar acerca dos integrantes do grupo.

Durante a auditoria anual da Assembleia Nacional no dia 10 de outubro, as questões sobre a atual política de dispensa militar foram um tópico de discussão. Cho Kyung-Tae, do Partido Coreia Liberdade, declarou “Recentemente, a legitimidade tem sido questionada ao passo que as pessoas perguntam, ‘Por que o BTS não recebe dispensa militar?” e enfatizou a necessidade de uma reforma.

Em resposta, Do Jong-Hwan, o Ministro da Cultura, Esportes e Turismo, comentou “Os sete integrantes do BTS são sensíveis sobre o debate relacionado às forças armadas,” e revelou, “Eles disseram que vão, definitivamente, servir no exército, não importa a situação.”

Ele adicionou, “A abolição e várias outras opiniões serão consideradas na discussão. Planejamos chegar à uma medida razoável. Continuaremos a discussão com a Administração de Efetivo Militar e o Ministério de Defesa Nacional.”

Fonte: Allkpop
Trad eng-ptbr; clau @ btsbr


Publicado em 11.10.2018
JungKook chora após ser forçado a se apresentar sentado por motivos de saúde
Um pequeno acidente impossibilitou o maknae de dançar no palco em Londres

Os ARMYs presentes na Arena O2, em Londres, receberam uma má notícia no dia 9 de outubro: JungKook, o caçula do BTS, iria se ausentar das coreografias do grupo. Mas os fãs não se deixaram abalar e comemoraram gritando os nomes dos sete integrantes após ser anunciado que o maknae de ouro ainda estaria no palco! JK só precisaria ficar sentado para manter seu calcanhar em repouso.

Se foi graças à resposta calorosa do público presente ou se foi pelo perfeccionismo de JK que poderia estar se cobrando excessivamente, o maknae se emocionou: ele escondeu o rosto com os braços. Logo que os companheiros do BTS perceberam, correram em direção ao caçula para consolá-lo. Quando JungKook finalmente levantou a cabeça, lágrimas podiam ser vistas em seus olhos, que ele logo secou com uma toalha.

Assim como todos os presentes na Arena O2 em Londres, ARMYs nas redes sociais queriam deixar a mesma mensagem para JK: Está tudo bem!

“Meu amor JungKook por favor não chore, não se sinta mal, você se esforça tanto e nós admiramos isso, queremos que você fique feliz e se cuide, te amamos muito”,  um fã escreveu após vídeos do momento se espalharem pela internet.


A Big Hit Entertainment, empresa responsável pelo BTS, lançou esta nota oficial horas antes do início do show do dia 9 de outubro:

“Há aproximadamente duas horas, logo após o ensaio e passagem de som, JungKook estava se alongando nos bastidores quando ele bateu em um móvel na sala de espera e sofreu uma pequena lesão em seu calcanhar. A equipe médica imediatamente se prontificou e realizou o devido tratamento. A opinião especializada da equipe é que não se trata de uma lesão séria, mas apresentar as coreografias pode causar um dano maior à área lesada. Seguindo orientação médica, JungKook irá participar do show desta noite, porém, permanecerá sentado sem realizar as coreografias.”

Uma pequena lesão no calcanhar não é obstáculo na corrida ascendente rumo o sucesso para BTS! O grupo de K-Pop estará nas telonas logo, ainda que não esteja especificado se eles irão estrear um filme documentário ou trata-se de um novo corte de sua série para o YouTube de março deste ano. O que importa é que pôsteres com o título, Burn the Stage (mesmo nome do documentário do YouTube), começaram a aparecer por teatros ao redor do mundo!

Fonte: Hollywood Life
Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ btsbr


Publicado em 10.10.2018
[TWITTER] 09.10.18 – BTS_twt
TWEETS POSTADOS POR @BTS_TWT E @BTS_BIGHIT NO DIA 09.10.18

[JIN]

[BTS_bighit]

[TRAD] [#BangtanHoje] Obrigado, Londres! Indo ao redor, ao redor do mundo~ O BTS chegou à britânica O2 Arena! Desejamos que os ARMYs que esperaram por tanto tempo tenham tido uma ótima noite. #ComeçoDaLYtourNaEuropa #PrimeiroShowEmLondres

Tradução do banner: “Porque nós estamos juntos, eu posso sorrir.”

Trans ko/eng-ptbr; Caroline Piazza @ btsbr