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Tag: BTS World Tour: Love Yourself

Publicado em 15.10.2018
Da Coreia para o Mundo: Como o BTS se tornou o maior grupo do Planeta 🌏
O The Guardian entrevistou o grupo em sua passagem por Londres, leia a tradução!

Com o One Direction em pausa por tempo indeterminado, as boybands ao redor do mundo tem se esforçado para chegar ao topo. Conheça os sete sul-coreanos que venceram, depois de terem impressionado os Estados Unidos e Reino Unido.

Resultado de imagem para bts unicef ukBTS em visita à sede da UNICEF em Londres

Eles chegam para os seus primeiros shows no Reino Unido em um jato particular. Começaram a usá-lo na parte norte-americana de sua BTS World Tour: Love Yourself, que encerrou a passagem pelo continente com um show para 40 mil pessoas no estádio Citi Field em Nova Iorque, no dia 6 de outubro, três dias antes de tocarem para uma multidão em duas noites no O2 Arena, em Londres. Eles já acumulam dois álbuns nº 1 nos Estados Unidos, possuem bilhões de streams nas maiores plataformas de música do globo, e foram recentemente convidados para uma das sessões da Assembleia Geral da ONU como Embaixadores da UNICEF, onde seu carismático líder, RM, discursou em inglês sobre auto-aceitação. Feitos como este são monumentais na carreira de qualquer artista, mas ao alcançá-los, o BTS – RM, Jin, SUGA, J-Hope, Jimin, V e JungKook – fez com que a cara do pop mudasse, se tornando o primeiro grupo sul-coreano a alcançar o topo da indústria musical ocidental.

Jimin, conhecido por sua aparência etérea, foi às lágrimas no final do show no Citi Field. O grupo já se apresentou para públicos de tamanho similar em outros países, mas os Estados Unidos sempre foi a fronteira final para o K-pop – um mercado que já teve inúmeras tentativas frustradas de sucesso com grupos como BIGBANG, EXO e CL do 2NE1. “Nós sentimos isso o tempo todo”, diz Jimin. “Nessa turnê nos apresentamos em alguns locais gigantescos, e isso nos faz ver que as pessoas realmente nos amam. Ao ser inundado por todas essas emoções, isso meio que me pegou.”

Em um hotel em Londres, antes dos seus shows na capital britânica, os primeiros da turnê Europeia, a segurança se mantém alerta nos corredores. Homens enormes acompanham os integrantes do grupo pelos corredores. O BTS atingiu esse nível dissociativo de estrelato, onde precisam ser acompanhados por seguranças todo o tempo. “Sabemos que a popularidade não é para sempre”, RM diz com um sorriso. “Então, aproveitamos a jornada, a montanha-russa e, quando acabar, apenas terminou. Estamos em jatinhos e nos estádios, mas não sinto que seja meu. É como se tivéssemos pegado emprestado de alguém.”

O BTS é uma criação do veterano compositor e produtor Bang Shi Hyuk – que anteriormente trabalhou em uma das maiores empresas da indústria do K-pop, a JYP – posteriormente fundando a Big Hit Entertainment, com o BTS tendo o seu debut em 2013. A prática normal do K-pop é supervisionar cada elemento do vida dos jovens “ídolos”, como são conhecidos na Coreia. No entanto, Bang deu autonomia ao BTS para ter o seu próprio Twitter e vloggar de seu estúdio, e aos rappers o direito de escrever/produzir ao lado da equipe de produção interna da Big Hit. Suas letras são emocionalmente vulneráveis e socialmente conscientes, às vezes beirando a raiva, e indo contra o comportamento “passivo e perfeito” esperado no K-pop. Baepsae, que se traduz como “colher de prata”, defende sua geração “amaldiçoada”.

Os críticos tentaram desvendar o segredo do seu sucesso nos Estados Unidos: muitos creditam as mídias sociais por espalharem seu nome, mas os fãs do BTS, conhecidos como ARMY, indicam suas músicas e suas letras como a razão pelo qual se conectaram tão profundamente com o grupo. Foi isso – juntamente com o fim do One Direction – que culminou no crescente interesse pelo K-pop nos Estados Unidos, além do fluxo constante de conteúdo visual produzido pelo BTS (de cenas de bastidores à reality shows), que envolvem os curiosos e os atraem para a forte personalidade do grupo. No quesito boyband com honras, eles oferecem algo à todos.

Como todas as estrelas do pop com fandoms gigantescos e poderosos, o BTS traça uma linha tênue entre celebrar seus fãs e potencialmente aliená-los. “A fama é como uma sombra”, diz SUGA, o integrante mais sério. “Há luz e escuridão; é algo que nos segue constantemente e não algo que você pode fugir. Mas as pessoas tendem a respeitar nossa privacidade. Nós vamos muito à galerias de arte e as pessoas não nos incomodam, e após sairmos, eles mostram que estivemos naquele local com uma postagem [nas redes sociais]. ”

“Se tomar grandes proporções e passar dos limites, então pode ser uma fonte de estresse, mas para mim, pelo menos, é uma forma de demonstração do amor deles”, diz J-Hope, dançarino de street-dance antes de se unir aos demais. Em um dos seus recentes álbuns, o grupo fala sobre esse comportamento obsessivo na canção Pied Piper: “Pare de nos assistir e comece a estudar para os seus exames, seus pais e seu chefe me odeiam… Você já tem muitas fotos minhas em seu quarto.”

Essa honestidade surpreendente – quando se fala em idols no K-pop – foi o sustento para o conceito da era Love Yourself, com a trilogia de álbuns (Her, Tear e Answer) que traçaram uma narrativa em torno da descoberta e aprendizado do amor-próprio. O discurso de RM na ONU ecoou a temática: “Não importa quem você é, de onde você é, sua cor de pele, sua identidade de gênero, fale por você mesmo”. Essa afirmação relativamente anódina chamou atenção na Coreia do Sul, onde o Presidente se opõe publicamente à homossexualidade.

Durante sua carreira, o grupo teve como inspiração Haruki Murakami, Ursula K Le Guin, Jung, Orwell, Hesse e Nietzsche. O último, figura notável nas teorias que cercam Her, por meio do qual o amor é destinado e deve, portanto, ser inabalável (apenas para se desmoronar em Tear). Como os indies nos anos 80 fizeram, os ARMYs agora leem obras literárias para entender completamente a visão do grupo, enquanto investem muito dinheiro em lightsticks programados via Bluetooth para iluminar o oceano de fãs nos shows.

IMG01BTS durante a coletiva de imprensa para o lançamento de Love Yourself轉 ‘Tear’,
primeiro álbum do grupo nos charts do Reino Unido na 7ª posição

Para muitos, no entanto, o BTS simboliza uma indústria que é pouco mais do que uma máquina de fazer chicletes de alta funcionalidade. O K-pop é visto como cruel por seu sistema de treinamento intensivo, que pode se iniciar quando os artistas têm 7 anos de idades e durar uma década sem garantia de que ele faça o seu debut; e por seu tratamento hostil aos idols que lidam com casos de extrema exaustão e sua saúde mental. Muitos já desmaiaram no palco, enquanto Leeteuk (Super Junior) silenciosamente montou um grupo de apoio – já extinto – chamado de Milk Club, para idols que lidam com depressão. Enquanto isso, os fãs são constantemente retratados como adolescentes histéricas e de mentes vazias. “Não faz sentido discutir ou lutar sobre isso”, SUGA afirma, rispidamente. “Francamente, não consigo entender pessoas que querem degradar um certo tipo de música, seja qual for. A música clássica era o que hoje temos como música pop na época em que surgiu. É uma questão de gosto e compreensão – não é bom ou ruim, não há intelectual ou sem cultura.”

O som do BTS começou como R&B e hip-hop old-school, mas desde então incorporou uma miríade de gêneros, do EDM à house sul-africana. As letras também tornaram-se cada vez mais complexas, mais próximas da prosa do que o simples pop. Em muitos aspectos, o BTS se encaixa nos moldes de uma boyband clássica – eles são bonitos e se apresentam bem – mas também são homens crescidos que choram, abraçam e expõem suas vulnerabilidades e falhas, mesmo quando uma cultura de masculinidade tóxica prospera dentro e fora da mídia. Fortalecendo suas mensagens de força, amor, esperança e aceitação, indo além do que qualquer boyband já ofereceu.

Os artistas no K-pop trabalham incansavelmente, em um mundo onde algumas carreiras duram mais de uma década, a maioria chega ao fim em apenas 12 meses. Este ano, o BTS lançou três álbuns inéditos (dois em coreano e um japonês), viajou pelo mundo e produziu uma terceira temporada de seu reality show de férias, Bon Voyage. Cada minuto de sua rotina é calculado. “Acredito que houveram momentos em que estávamos muito perto da exaustão”, admite SUGA, “mas é inevitável e é o mesmo para pessoas em qualquer profissão, na verdade”.

Idols do cenário atual e da geração passada migraram para a atuação, aparecendo em programas de variedades na TV sul-coreana e explorando carreiras solo. Os interesses de SUGA incluem arquitetura e iluminação. JungKook, o integrante mais jovem com apenas 21 anos, começou a produzir vídeos no estilo documentário, tendo o seu mais recente curta capturado os extremos de sua vida – a intensidade do palco e a calmaria do seu quarto. Ele diz, “Sinto uma enorme alegria quando penso em coisas que posso fazer no futuro”. JungKook tem energia de sobra para gastar – mais tarde, fomos informados de que este se machucou antes do primeiro show em Londres, o limitando a se apresentar sentado, no que o jovem desculpou-se inúmeras vezes com os seus fãs.

Durante uma recente transmissão ao vivo na plataforma V Live, V, integrante de voz rouca que dá ao grupo um toque soul, tocou trechos de um trabalho solo criando uma agitação no fandom. Os rappers do BTS já lançaram mixtapes solo com letras e produções autorais, mas os vocalistas ainda não seguiram seus passos. “Estou trabalhando nisso”, diz JungKook, quando J-Hope começa a rir.

RM complementa de forma divertida: “Ele está se preparando para muitas coisas! Filmes, boxe – ele está planejando tanto que ninguém sabe quando vai sair.”

Uma discussão bem-humorada se inicia, “Quando J-Hope me der batidas, talvez eu possa começar a meu projeto”, insiste Jin, o integrante mais velho com 25 anos.

J-Hope finge indignação, “Eu já produzi batidas para você! Ele gostou do que eu dei a ele!” O rapper diz enquanto Jin gargalha histericamente.

“Em todas as músicas que eu faço,” V entra na conversa, após ter passado a maior parte da entrevista quieto, “sinto que algo que não está lá. Eu tenho uma lacuna, não consigo terminar uma música, preciso de alguém para me ajudar [a preenchê-la]. Quando eu aparecer com algo que eu possa divulgar, eu vou.”

SUGA ataca novamente, “Vai ser daqui a 20 anos.”

Para os fãs, esse é um tipo de provocação brincalhona e mostra a camaradagem natural que torna o BTS tão atrativo. Para o grupo, sua conexão os ajuda a suportar o ritmo de trabalho frenético.

Declaradamente ambicioso, SUGA constantemente afirma que uma vitória no Grammy é seu próximo objetivo e recentemente adicionou o show do intervalo do Super Bowl (71 mil pessoas no Estádio, 120 milhões assistindo em casa) à lista. As duas hipóteses podem cimentar o status do BTS como um grande nome [na história da música]. No presente momento, nenhum dos dois parece inalcançável. “Queremos mostrar o máximo que pudermos”, diz Jimin, seu olhar inabalável. “Só queremos poder mostrar o nosso melhor sempre”.

Fonte: The Guardian
Trans eng-ptbr & adaptação do texto; caroline piazza & fernanda azevedo @ btsbr


Publicado em 13.10.2018
Os ARMYs não conseguem lidar com SUGA tentando imitar os giros do Jimin
SUGA literalmente ‘girou’ a cabeça dos fãs!

O BTS apresentou seu último show na O2 Arena na noite de quarta-feira, finalizando a parte britânica da BTS World Tour: Love Yourself.

É desnecessário dizer que os fãs vão sentir saudades do bromance entre Jimin e SUGA, cujo nome verdadeiro é Yoongi, então os cantores deram aos ARMYs um último momento especial para apreciar.

[TRAD] Yoongi tentando imitar o giro do Jimin

Os ARMYs ainda estão tocados depois do giro, com um fã tweetando: “Amo o Yoongi! O giro do Jimin foi incrível!”

Foi “adorável” de acordo com um fã, enquanto outro comentou: “O Yoongi é engraçado. O giro do Jimin, porém. LINDO.”

Outro fã brincou: “Eu nunca vi o Yoongi se mexer tanto sem motivo aparente risos”

Jimin estava claramente brincalhão pois, em um momento, o cantor sussurrou algo no ouvido de JungKook, que pareceu o ter deixado histérico.

[TRAD] O que diabos o Jimin sussurrou para o Jungkook 

Ao anunciar a notícia, o comunicado dizia: “Um dos nossos integrantes, JungKook, se machucou ontem. Embora a lesão não seja grave, conforme o conselho de nossa equipe médica, o JungKook ficará sentado durante todo o show. Nós sinceramente pedimos desculpa a todos nossos fãs.”

O fenômeno BTS está dominando o mundo. Prova da influência do grupo foi serem nomeados pela revista Time como um dos líderes da próxima geração.

Fonte: Metro UK
Trans eng-ptbr; natália feitosa @ btsbr


Publicado em 13.10.2018
BTS ilumina o palco e seus ARMYs fazem o resto
Leia a resenha do The New York Times para o show final nos EUA no Citi Field

Os lightsticks custam 57 dólares. Nas horas anteriores aos versáteis maximalistas do BTS dominarem o palco do CitiField na noite de sábado, fãs faziam fila às centenas nos stands ocupando todo o estádio do Queens, dando quantias de dinheiro nada insignificantes em troca de lightsticks com formato de microfones e do tamanho de garrafas de um litro.

Uma vez em seus lugares, ou no gramado, os fãs seguraram seus lighsticks — chamadas ARMY bombs — acima de suas cabeças durante todo o show de duas horas e meia do BTS, sacudindo-as no ritmo da música enquanto vários efeitos eram produzidos via Bluetooth, tornando a multidão em um oceano de cores em sequência.

Demonstrações de severa devoção são a norma no K-pop, mas mesmo nesse universo, o fervor gerado pelos sete integrantes do grupo masculino BTS — RM, SUGA, Jin, J-Hope, Jimin, V e JungKook — é intenso de forma incomum.

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E no às vezes sísmico show de sábado à noite, com um espaço lotado com 40,000 pessoas, havia uma espécie de diálogo entre artista e fãs, um exercício colaborativo. Foi o show final da BTS World Tour: Love Yourself, e a primeira apresentação do grupo em um estádio no país. Alguns fãs do grupo — chamados ARMY — acamparam do lado de fora por quase uma semana para serem os primeiros a receberem as pulseiras e se posicionarem o mais perto possível do palco central.

Após muitos anos nos quais os maiores e mais ambiciosos artistas do K-pop tentaram fazer o seu caminho para dentro dos Estados Unidos, BTS se tornaram os mais bem-sucedidos na América do Norte. Lançado em maio, Love Yourself 轉 ‘Tear’, o seu terceiro álbum, se tornou o primeiro lançamento de K-pop a alcançar o topo das paradas de álbuns da Billboard. O seu repackage, Love Yourself 結 ‘Answer’, lançado em agosto, foi o segundo.

Esses álbuns mostram como BTS navega entre complexos e crescentemente variados sons: EDM-pop à la The Chainsmokers, R&B dos anos 1990, hip-hop de Nova York e do sul, e muito mais. Como cantores e rappers, os integrantes são talentosos. Como dançarinos e artistas, são ágeis. E nesse show, sua execução foi tranquila.

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No seu melhor, a música do BTS é densa e polivalente, beirando o caos. “DNA” começou como um guitar-pop meio Shawn Mendes e atingiu o nível vulcânico de música de balada. “I Need U” era um pop-R&B primal. “Airplane pt. 2” teve centelhas de piano de cabaré e pop latino. “So What” teve o frenesi aéreo de um ganhador do Eurovision. Um medley de músicas mais antigas no meio do show fez com que o estádio se tornasse digno de uma trilha sonora cinematográfica, com eletrizante hard rock e industrial electronic colapsando em uma sequência frenética.

Perto do fim do show, “The Truth Untold” mostrou as doces harmonias dos quatro vocalistas (Jin, Jimin, V e JungKook) e foi imediatamente seguido por “Outro: Tear,” que demonstrou a versatilidade e alcance dos três rappers (RM, SUGA e J-Hope). Cada integrante teve seu momento solo também — um sensual R&B de V em “Singularity,” e em “Serendipity,” Jimin mostrou movimentos meio balé, meio Matrix.

Para toda a coreografia profissional e planejamento aplicados nessa performance, o que realmente a tornou particularmente acessível foi o ar de casualidade dos integrantes, mantendo-se calmos na superfície enquanto trabalhavam furiosamente por baixo. Eles entendiam a importância de pequenos gestos — em vários lugares, tanto no palco quanto em intermissões gravadas, uma dupla de integrantes segurava brevemente as mãos, ou se abraçavam, demonstrando uma brincalhona e confortável familiaridade.

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Houveram também lapsos de um comportamento mais sensual e adulto entre o amigável clima do show, como quando JungKook, durante a elaborada coreografia de “Fake Love,” levantou sua camisa para revelar um rápido lampejo de seu abdômen. (O figurino era elaborado, indo de “mariachi artístico” para “pirata sadomasoquista” até “b-boy modernista.”)

E alguns dos momentos mais interativos foram os mais humorísticos, cortando a seriedade do grupo com um pouco de ironia e sarcasmo. No início de “Singularity,” V estava se acariciando por cima de um blazer pendurado, e durante “So What,” JungKook mexeu no cabelo de Jimin em tom de brincadeira enquanto encarava a câmera com um olhar desafiador.

Esses atos também eram um reconhecimento da adoração de seus fiéis fãs, uma maneira de tornar o sentimento literal no palco. Essa conversa implícita continuou em discursos nos quais cada integrante confessou seu amor pelo ARMY.

Em certo ponto, Jimin se debulhou em lágrimas, mas o momento mais emocionante veio de RM, o mais fluente em inglês no grupo. Ele falou sobre o quão animado ele se sentia sobre estar em Nova York, “o lugar onde a música que mudou a minha vida nasceu.” Ele discorreu sobre o tema da turnê e da recente música do grupo.

“Parece que estou usando vocês para me amar,” ele falou. “Por favor me usem. Por favor usem BTS para amar a si próprios.” Os sorrisos na multidão eram mais brilhantes do que qualquer luz.

Fonte: The New York Times
Trans eng-ptbr; gabriela @ btsbr


Publicado em 12.10.2018
40 mil ARMYs não estão enganados: assistindo ao maior grupo do mundo com os fãs mais dedicados
“Nosso amor pelo BTS é o que nos une,” dizem os fãs do BTS

Eu os vi pela primeira vez no trem 7 indo para o Queens, usando moletons com os dizeres “MIC Drop” e fones de ouvido plugados como se fossem lutadores se preparando para uma partida. Logo, estavam em todo lugar, 40 mil de todos os demográficos, fortes, mas em sua maioria mulheres jovens — asiáticas, negras, latinas, árabes, nativo-americanas, brancas, e todos os grupos étnicos que essas palavras podem significar — indo em direção ao Citi Field, o epicentro do K-Pop. Porque naquele sábado à noite o BTS, a boyband sul-coreana de sete integrantes, iria se apresentar em uma das únicas arenas de Nova York capaz de contê-los, onde os [fãs] mais devotos acamparam no estacionamento por uma semana. Se o prêmio de Top Social Artist do Billboard Music Awards dado ao BTS no ano passado pareceu uma curiosidade passageira, 2018 foi o ano que converteu todos os céticos: o BTS ganhou, novamente, o prêmio do BBMAs; discursou nas Nações Unidas sobre amor próprio e, o mais importante, conquistou dois álbuns no primeiro lugar das paradas, com Love Yourself 轉 ‘Tear’ e Love Yourself ‘Answer’. Eles vieram para ficar e seus fãs, conhecidos como ARMYs, estão prontos para celebrar. “Vamos torcer para que minha filha não desmaie,” uma mãe falou para mim antes do show.

Tudo sobre a ascensão do BTS é improvável. Eles não eram o grupo pop coreano que deveria conquistar o sucesso — nem na Coreia e, certamente, nem nos Estados Unidos. A maioria dos artistas musicais da Coreia da última década vieram de uma das empresas conhecidas como Big Three — as gravadoras SM, JYP e YG — e são meticulosamente modelados para dominar o mundo. Cada integrante é uma parte distinta com habilidades rentáveis projetadas para atingir um subgrupo demográfico ou mercado nacional diferente. O sucesso do BTS é parcialmente devido ao fato de que seu objetivo principal não era sobre agradar as massas: o grupo teve início em 2010 quando uma pequena empresa chamada BigHit Entertainment, fundada por Bang Shi-hyuk, assinou com RM, o rapper principal do grupo, depois de ouvir uma demo feita por ele quando tinha 15 anos. Ao longo dos anos seguintes, BigHit gradualmente assinou com o rapper SUGA e o dançarino street J-Hope até, eventualmente, montar o grupo com outros quatro vocalistas, “mundialmente lindo” Jin, V, Jimin e JungKook. RM é o único que fala inglês fluentemente, mas eles já deixaram claro que não têm a intenção de lançar músicas em inglês. Na verdade, fazer isso poderia diminuir o seu apelo.

A mitologia do BTS é toda sobre esse senso de autenticidade. Os integrantes, liderados por RM, escrever e produzem muitas das suas próprias músicas, e suas letras mais antigas, desde o seu debut oficial em 2013, são cobertas de consciência social e inquietações geracionais. Eles fizeram raps sobre os efeitos sufocantes do sistema educacional coreano, ansiedade, depressão, pressão das gerações mais velhas e a obsessão cultural com o materialismo. Uma das imagens predominantes em suas canções desde o seu primeiro álbum, 2 Cool 4 Skool, é a do baepsae, um pássaro pequeno e fofo com pernas curtas e conhecido como crow-tit, em inglês. O inimigo do baepsae é o hwangsae, uma cegonha que tem tudo muito fácil com suas pernas e passadas longas. É uma analogia muito coreana, mas facilmente compreendida em um mundo crescentemente dividido por aqueles que “tem” e aqueles que “não-tem”. Na música “Silver Spoon”, SUGA diz “nossa geração tem muitas dificuldades / Vamos persegui-los rapidamente / Por causa da cegonha, a virilha da minha calça está apertada / Me chame de baepsae.”

Ademais, o BTS é ativo nas redes sociais desde o começo, gravando diários em vídeo, conversas pós-show e respondendo perguntas no Fancafe e no Twitter. Isso deu a impressão, principalmente se você os segue desde o início, de que você esteve nas trincheiras com eles. O resultado é um círculo de reações: os ARMYs são o melhor exemplo de embaixadores culturais, traduzindo as aparições do BTS em programas coreanos para diversas línguas, fazendo compilações de vídeos (tome aqui dez minutos do Jin se chamando de lindo), e evangelizando outros fãs. O que é bom para o BTS é bom para os ARMYs, e torcer pelo sucesso deles é como torcer para o seu próprio sucesso. De fato, a BigHit constantemente posta atualizações através de seus canais de redes sociais, como o fancafe, bem como comunicados oficiais, não só porque é um mecanismo de divulgação efetivo, mas também porque preservar essa linha de comunicação direta com os ARMYs é crucial para a “experiência BTS”.

Ainda que o BTS seja um artista pop dominante, esgotando estádios que somente a Beyoncé conseguiria nos dias de hoje, seu fandom ainda tem um lugar desfavorecido nos Estados Unidos. Quando conversei com fãs do BTS, jovens e velhos, eles admitiram que adorá-los publicamente ainda é estranho, apesar da crescente influência do K-Pop. Um grupo de estudantes da Vanguard High School, em Nova York, me contou que seus colegas as chamam de “korea boos” por gostarem de K-Pop, mas o deboche apenas fez com que ficassem mais firmes em sua devoção. “Muitos fãs têm vergonha quando perguntam a razão pela qual gostam de K-Pop. Eu sinto que as pessoas julgam muito hoje em dia. Por que você gosta de rap? É a mesma coisa com a gente,” disse Khadiga Ghirani, estudante do nono ano em Vanguard. “Quanto mais pessoas gostarem de K-Pop, melhor e também, pior. Sempre que alguém diz “oh, comecei a gostar de K-Pop”, dentro de mim queima um fogo: seja meu amigo mas, ao mesmo tempo, eu cheguei aqui primeiro. Cai fora.”

Enquanto eu aguardava na fila do lado de fora da arena, uma mãe, que trouxe a filha da Carolina do Norte, disse que a música ajudou a menina a lidar com sua própria ansiedade e as aproximou uma da outra. Só podiam pagar por um ingresso, então a mãe disse que esperaria do lado de fora enquanto a filha lhe mandaria vídeo do lado de dentro (o bias dela é o Taehyung). Depois do show, duas mulheres mais velhas me disseram que amar o BTS é como um escape das notícias ou do racismo nos Estados Unidos, e que a natureza multicultural e global do fandom fazia parte da experiência. “Nosso amor pelo BTS é o que nos une,” disse uma delas. “Parece um intervalo [para tudo]. Aqui, não importa a minha aparência ou da onde eu venho.”

Online, esse poder é vigilante e espantoso. A falta de fronteiras no mundo construído na internet permitiu que os ARMYs florescessem independentemente de estado-nação ou repreensões culturais, através de cliques, votos e compras (o MV do hit mais recente do grupo, “IDOL”, recebeu mais de 56 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas). Eles são protetores uns dos outros e relatam assiduamente os erros cometidos por jornalistas (normalmente aqueles que não falam coreano). Mais recentemente, os ARMYs repreenderam um escritor britânico por debochar do inglês de RM — auto-didata e aprendido através da série F.R.I.E.N.D.S — durante o discurso nas Nações Unidas, e o que perceberam ser um desrespeito geral em relação ao grupo (o jornalista do UK Times escreveu que RM tinha uma “sintaxe desconcertante” e soava mais como Joey do que Chandler). Tamar Herman, que escreve para a Billboard e frequentemente faz coberturas sobre K-Pop e o BTS, já foi chamada à atenção pelos ARMYs algumas vezes. Ela postou um tweet se desculpando por não dar a mesma atenção a um dos integrantes, JungKook, na sua crítica do show no CitiField.

No palco, tudo isso se traduz em uma humilde capacidade de representação do BTS. A música é puro pop de excelência, cobrindo diversos gêneros musicais com um distinto estilo coreano, desde seus hits mais badalados como “IDOL”, músicas divertidas como “Anpanman”, baseada no anime japonês, e baladas exorbitantes como “The Truth Untold”, apresentada pelo quarteto de vocalistas. O ponto alto do BTS vem de assistir sete rapazes coreanos bonitos e cheios de habilidades fazendo aquilo que fazem de melhor: cantar, dançar, fazer rap e jogar corações para as câmeras. Assisti-los tem um efeito transformador, lhe fazendo se sentir — se você for mais velho — como uma criança novamente. Uma mãe de Connecticut me disse que trouxe sua filha de 11 anos porque se lembrava do quanto significou para ela ver o Menudo quando era criança no Panamá, e queria que a filha tivesse essa mesma experiência.

E parte da felicidade de um show do BTS é, também, ver as reações dos ARMYs, seja vendo o mar de luzes Bluetooth em cascata pelo estádio, seja ouvindo o seu coro ecoando pelo ar. Os gritos mais estridentes vieram quando o BTS se referiu aos fãs, falando, simplesmente, “ARMY”. O BTS entende de forma inerente que devem seu sucesso ao seus fãs, resultado de uma simbiose firme: ao final do show, RM disse que eles podem “usar o BTS para amar a si próprios,” da mesma maneira que os fãs ensinaram ele a se amar. Esse não é um grupo que se acha maior que seus fãs.

A medida que fandoms se tornaram importantes construtores de identidade na era digital, os objetos de afeto — como Taylor Swift ou Rick and Morty — podem se tornar, de repente, um perigoso teste Rorschach para traços de personalidade ou inclinações políticas. Ser fã do BTS no ocidente, hoje, significa se sentir desfavorecido e um campeão mundial ao mesmo tempo. Você pode sofrer deboche de seus colegas, mas ainda assistir seus meninos se apresentarem em um dos maiores palcos da América do Norte. Não há história de Cinderella melhor no K-Pop do que a do BTS, porque se esses sete garotos de diversos cantos da Península Coreana conseguiram derrotar todas as dificuldades, por que você não conseguiria?

Fonte: Vulture
Trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 11.10.2018
O BTS fala sobre “mais uma primeira vez” ao se apresentar no Estádio Citi Field
Entrevista exclusiva com o grupo antes do maior e mais importante show na América

Antes do seu show histórico no Citi Field, em Nova Iorque, os integrantes do BTS separaram um tempo para compartilhar seus pensamentos e expressar sua gratidão para os fãs.

Dia 6 de outubro, o grupo tornou-se o único artista coreano na história a se apresentar com um show solo em um estádio nos Estados Unidos. Enquanto preparavam-se para se apresentar para dezenas de milhares de fãs, os sete integrantes concordaram que o evento era uma grande honra e uma noite que ficaria em suas lembranças por um bom tempo.

J-Hope observou, “O fato de estarmos fazendo um show aqui, no Citi Field, é realmente importante. Eu acho que será uma grande parte da minha história como o cantor J-Hope e também um grande momento na vida de Jung Hoseok [seu verdadeiro nome]. Até agora, nós temos escalado lentamente uma etapa de cada vez, enquanto nos apresentamos em diferentes lugares, e eu sinto que, finalmente, o auge está dentro do nosso alcance.” Ele adicionou, “Eu quero agradecer aos nossos ARMYs, que nos deram essa imensa honra. Como esse é uma das melhores oportunidades e momentos, eu quero trabalhar duro para fazer uma apresentação incrível.”

V comentou, “Por fim, nós acabamos sendo capazes de conquistar lugar no Citi Field, como nós sonhamos. Nós nos apresentamos em diversos lugares grandes durante as nossas turnês, mas eu nunca imaginei que seríamos capazes de nos apresentar em um lugar tão grande quanto esse. Nós mostraremos ainda melhor desempenho para os ARMYs que estão nos esperando lá fora. Eu acho que iremos ter um dia incrível.”

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Após V, SUGA disse, “Eu acho que conseguirmos um show em estádio no Citi Field é profundamente significativo como um estádio principal na Coreia, ou o Dome no Japão. Até mesmo a definição do tamanho do local, eu me sinto especialmente emocionado porque é um  palco onde apenas uma minoria de cantores conseguem se apresentar.” Ele continuou, “Em vez de ficarmos satisfeitos com as nossas conquistas atuais, eu quero mostrar apresentações ainda melhores para audiências futuras. Espero que o Citi Field seja o nosso começo.”

“É verdadeiramente uma honra e uma satisfação poder me apresentar no Citi Field. Eu ainda não consigo acreditar, e tudo o que eu sinto agora é gratidão pelos fãs que vieram assistir nosso show e nos alegrar. Estou ansioso imaginando como o Citi Field ficará quando estiver cheio com os nossos fãs. Eu expressarei esses sentimentos de gratidão dando o meu melhor no show hoje!”,disse Jimin.

Jin concordou com ele, dizendo: “É sempre uma honra poder nos apresentar em lugares tão grandes, não só na Coreia, mas também nos Estados Unidos. Muitas pessoas cantam conosco as músicas durante o show, e só de pensar em todas aquelas pessoas [no Citi Field] cantando nossas músicas me deixa arrepiado. Eu estou muito feliz.”

JungKook comentou, “Essa é nossa primeira vez em um estádio nos Estados Unidos. É algo muito especial, e é realmente uma honra. Eu acho que esse deve ser um dos melhores dias do meu ano todo. Estou ansioso para aproveitar o palco e me divertir com os nossos fãs, e eu também quero dizer aos nossos ARMYs que eu estou incrivelmente grato.”

Por fim, RM disse: “Eu ainda não consigo acreditar nisso, e eu acho que um dos meus preciosos sonhos finalmente se realizou. Nós ouvimos que há muitas pessoas esperando lá fora, e irei me certificar de trabalhar duro para retribuir as expectativas delas através do nosso  show.”

O show do BTS no Citi Field marcou o final das datas estadunidenses da turnê BTS World Tour: Love Yourself, que deixou Seul em agosto.

Parabéns para o BTS por sua conquista histórica!

Fonte: Soompi
Trans eng-ptbr: jumaria @ btsbr


Publicado em 05.10.2018
ARMYs pedem que não joguem coisas no palco durante os shows do BTS
Durante o segundo show em Chicago, RM abordou o problema com os fãs

ARMYs coreanas e internacionais têm notado que, durante os shows do BTS nos EUA com sua mais nova turnê – BTS World Tour: Love Yourself, os integrantes constantemente enfrentam ocorrências de fãs jogando itens no palco para eles.

Em várias fancams e fotos disponibilizadas por ARMYs que foram à shows nas paradas de Fort Worth, Newark e Chicago, os integrantes estavam sendo atingidos por objetos voadores em seus braços, pernas e em suas cabeças. Os fãs pareciam estar jogando desde tiaras de cabeça à bichos de pelúcia e outras coisas que poderiam realmente machucar os meninos.

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ARMYs coreanos, ao ver os incidentes que ocorriam do outro lado do mundo, pediram para que os ARMYs estadunidenses parassem de atirar objetos em cima do palco, por medo de machucar os garotos. Foi notado que durante o segundo show em Chicago, RM abordou o problema diretamente e disse, “Por favor, não joguem coisas no palco!”. Alguns ARMYs coreanos estão dizendo que a BigHit Entertainment deveria impor regras oficiais em shows, para a segurança de seus artistas.

Os comentários dos ARMYs coreanos incluíam, “Por que vocês continuam jogando coisas nos nossos preciosos meninos TT”, “Por que eles estão fazendo isso… nossos garotos vão se machucar”, “Essa não é a forma de demonstrar amor por eles!”, “Por favor, não joguem coisas. Por favor, protejam nossos garotos”, “Assistir o J-Hope sorrir mesmo depois de ter sido atingido no olho me deixa triste TT”, e mais.

[TRAD] Para sua segurança, por favor, tomem cuidado com as pessoas próximas a você e seus amigos, e não joguem coisas no palco […] ok?”

Fonte: Allkpop
Trans eng-ptbr: jumaria @ btsbr

 


Publicado em 05.10.2018
V se emociona com The Truth Untold ao vivo!
O vocalista ficou maravilhado com multidão de fãs cantando junto à ele

Os ARMYs são conhecidos por sua intensa devoção ao BTS, que pode levar a alguns momentos muito emocionantes quando o grupo lança uma nova música ou se apresenta ao vivo. Mas essa semana, o membro do BTS Taehyung, mais conhecido como “V”, retribuiu essa emoção enquanto se apresentava na turnê norte-americana do grupo.

Em 29 de setembro enquanto se apresentava em Newark, New Jersey, os fãs perceberam que ele estava notavelmente maravilhado pela multidão. As lágrimas de Taehyung foram vistas pelos fãs durante a apresentação de “The Truth Untold”, música do seu álbum Love Yourself 轉 ‘Tear’.

Para V, as lágrimas se tornaram literais quando a música chegou nas partes finais. Projetado no telão atrás do palco, em alguns ângulos —  e em vídeos compartilhados por ARMYs que puderam vê-lo — definitivamente parecia que ele estava chorando um pouco, enquanto os outros membros cantavam “But I still want you…” (Mas  eu ainda te quero).

Quase imediatamente os fãs começaram a encher o Twitter com emojis de carinhas tristes e corações roxos em solidariedade às lágrimas aparentes de Taehyung. Apesar dos fãs não saberem porque ele estava chorando, os ARMYs o apoiaram mostrando suas emoções. Um fã suspeitou que Tae estava chorando simplesmente por causa da música — “O Taehyung tem uma alma vanguardista, nunca me surpreende vê-lo emocionalmente envolvido com a música” — O que faz sentido porque “The Truth Untold” é uma balada séria e melancólica.

[TRAD] “Não chore Tae!!!! #BTS #BTSInnewark @BTS_twt”

Outro fã escreveu, “É difícil vê-lo assim. Eu não acho que consiga terminar de ver essa música sendo apresentada ao vivo. Por mais que eu ame essa música, eu amo mais o Taehyung. É tão doloroso. Eu estou muito triste. Eu o amo muito.”

Se as lágrimas de V foram de tristeza ou de felicidade, é claro que toda vez que algum dos membros do BTS quiser mostrar seus sentimentos os ARMYs estarão sempre lá para dar suporte e apoio.

Fonte: Teen Vogue
Trans eng-ptbr; natália feitosa @ btsbr


Publicado em 21.09.2018
Matthew McConaughey e sua família dançam a noite toda ao som do BTS!
Quem diria que um ganhador do Oscar é ARMY?

Quem diria que o texano é fã, não apenas de K-pop, mas de um dos grupos mais conhecidos do gênero?

Matthew McConaughey apoia o time de basquete da Universidade do Texas e o jogador de futebol Nick Foles, e é fã de artistas como Willie Nelson e Jay-Z, e, aparentemente, também da sensação do K-pop, o BTS.

O ator ganhador de Oscar e residente da área de Austin, capital do Texas, foi flagrado com sua esposa e filhos curtindo ao som do grupo sul coreano na noite do último domingo, em um dos shows da turnê mundial do grupo, “BTS World Tour: Love Yourself”, que ocorreu no centro de convenções em Fort Worth.

Com uma camisa estampando sua frase de efeito “Alright, alright, alright” [certo, certo, certo] e óculos escuros, a superestrela não fez questão de permanecer escondido.

Usuários sortudos do Twitter disseram estar maravilhados por sentar tão perto do ator e por descobrir que ele também é fã de K-pop.

Anna River disse: “Hoje eu vi um ator americano, Matthew McConaughey, fazendo vídeos durante a turnê #LOVE_YOURSELF em #FortWorth. Os fãs do @BTS_twt estão crescendo!”

E, quando a irmã de Diego Cintron comprou seus ingressos para o show, ela não tinha a mínima ideia sobre quem sentaria à sua frente.

 

“Minha irmã foi ao show do BTS e, na fileira à sua frente, estava Matthew McConaughey”, ele disse.

Um ARMY, nome dado aos fãs do grupo, marcou a KVUE em uma foto e disse, “Aqui está uma foto dele, sua esposa e filhos! Eles realmente aproveitaram o show! Estou tão feliz por ele ter aproveitado mesmo com a “barreira linguística” (bom, o BTS sempre consegue quebrá-las e estou tão grata por eles existirem!)”.

E o usuário de nome @honeyhjams_ disse que ele estava sentado bem próximo ao famoso, escrevendo “De qualquer forma, Matthew McConaughey estava na minha sessão do show do BTS em Fort Worth!”

O show do grupo em Fort Worth foi um dos 5 que o septeto apresentará nos Estados Unidos. E se você não sabe quem são as sensações do pop coreano ou nunca ouviu nenhuma de suas músicas, não se preocupem, pois eles chegaram para ficar.

 

De acordo com o Fort Worth Star-Telegram, o grupo está trazendo as boybands de volta à cena, preenchendo um espaço que estava desocupado desde a separação da One Direction. O Star-Telegram diz que o BTS é o primeiro artista pop a estrear dois álbuns na primeira posição em menos de um ano desde 2014. E, mesmo com seus álbuns cantados em sua maioria em coreano, tanto o grupo como o próprio gênero do K-pop cresce em popularidade nos Estados Unidos e ao redor do mundo.

 

Confira o mais recente lançamento do grupo, com participação da rapper Nicki Minaj abaixo.

 

Fonte: KVUE
Trans eng-ptbr; Jojo Viola @ btsbr


Publicado em 21.09.2018
Os shows do BTS estão à altura do hype que recebem? (SIM!)
A espera na fila não diminuiu o entusiasmo dos fãs nem um pouquinho!

Você ouviu isso?

Bem, deixe-me explicar para o resto dos residentes da baía de São Francisco – e possivelmente também para o resto do oeste dos Estados Unidos – o que foi esse som incrivelmente alto vindo da Arena Oracle, em Oakland.

Foi a reação da plateia lotada quando o BTS – o grupo musical mais popular do planeta – entrou no palco na quarta-feira (12 de setembro).

Uau. Apenas uau.

Gerações passadas tiveram a Beatlemania, o orgulho Backstreet e a febre Bieber. Mas faz muito tempo desde que se viu algo tão apaixonado (e tão alto) quanto os ARMYs do BTS, que apareceram com força total para a única parada da turnê norte-americana super bem sucedida do grupo na baía de São Francisco.

Centenas de pessoas ficaram na fila fora da arena por horas – e, de acordo com algumas reportagens, até dias – antes da hora do show, apenas esperando para entrar na “Fan Experience” do BTS, montada no estacionamento, e então, claro, no próprio show.

Mesmo assim, todo aquele tempo esperando na fila não diminuiu o entusiasmo dos fãs nem um pouquinho quando a boy band sul-coreana  entrou no palco e começou a apresentar o hit “IDOL”.

A reação da plateia foi ensurdecedora, mesmo para quem estivesse usando protetor auricular, conforme os fãs enlouqueceram ao mero vislumbre de seus heróis em carne e osso. E o BTS não desapontou seus fãs, com os sete cantores/dançarinos dando um show que conseguiu chegar à altura do hype estrondoso que os cercava.

Na verdade, a histeria começou bem antes do grupo entrar no palco. Foi incrível ver – e ainda mais ouvir – as reações aos clipes do grupo, projetados nas grandes telas acima do público. Os ARMYs estavam arrasando nos vocais, cantando junto com as letras, que são em coreano e em inglês.

[TRAD] E o @bts_bighit nem subiu ao palco ainda…

Mas fez total sentido o porquê de esses fãs estarem tão animados para o show. Afinal, foi o ingresso mais cobiçado do ano na baía de São Francisco – mais conhecida como Bay Area – e esses fãs tiveram sorte o suficiente para comprá-los.

Claro, o melhor jeito de saber o quão cobiçado é um ingresso é dar uma olhada no que está acontecendo no mercado secundário de tickets (revendas).  

A data da turnê na Arena Oracle ficou no topo do ranking de shows da Bay Area no Stubhub (uma empresa de troca e venda de ingressos on-line), em termos de média do preço de revendas para os ingressos. Stubhub estava ganhando por volta de U$421,00 por ingresso, o que ultrapassou e muito os valores para qualquer outro show na área.

Em comparação, o show do Eagles no AT&T Park, em 20 de setembro, ficou em segundo lugar na lista, arrecadando uma média de U$151,00 por ingresso. A grande apresentação de Beyoncé e Jay-Z no dia 19 de setembro, no estádio Levi, ficou com o terceiro lugar do ranking, com a média de U$201,00.

As estrelas do K-Pop soaram fortes e firmes tanto coletivamente quanto individualmente em Oakland. O show começou com quatro números em grupo, um atrás do outro, indo de “IDOL” para “Save Me”, “I’m Fine” e “Magic Shop”.

[TRAD] Finalmente… @bts_bighit sobe ao palco na @OracleArena na cidade maravilhosa de #Oakland

E então se iniciou o longo processo de passar o holofote à cada um dos sete membros, começando com o J-Hope em “Trivia: Just Dance” e depois com JungKook em “Euphoria”. Cada uma das apresentações funcionou muito bem, parte devido aos estilos vocais diferentes e bem complementares representados dentro do BTS. Fiquei com a impressão de que nós estávamos realmente testemunhando sete estrelas, individualmente, cada um com o potencial de desfrutar de uma carreira solo de sucesso fora da banda.

 

No geral, o show foi bem organizado e coreografado, com o BTS cantando algumas canções pop divertidas e acompanhando os passos de dança em dois palcos diferentes, os quais eram conectados por uma longa passarela no chão da arena.

O grupo fechou a sequência principal com agitação, performando versões consistentes de “Tear” e “Mic Drop” diante de uma multidão que devorou, faminta – e fazendo muito barulho – cada nota.

[TRAD] UAU! Centenas de fãs chegaram cedo na fila para a “Fan Experience” e para o show do @BTS_twt na Arena Oracle em Oakland. #BTSArmy #BTS

Fonte: Mercury News
Trans eng-ptbr; VenomQ @ btsbr


Publicado em 18.09.2018
Crítica: BTS lidera a batida do K-pop, mas seus ARMYs dominam o show
O Fort Worth Star esteve no show do grupo e conta como foi a experiência

Antes mesmo do BTS tomar o palco do Fort Worth Convention Center no sábado à noite, os ARMYs estavam roubando os holofotes.

Pense num karaokê com 14 mil pessoas cantando com todo o coração e com muita emoção. Enquanto MVs tocavam nas telas enormes ao lado do palco, os fãs cantavam junto, em inglês e coreano, músicas como “Fire” e “FAKE LOVE”, produzindo um coro alto e incrível enquanto balançavam suas ARMY Bombs, o light stick oficial do grupo.

Eles gritaram mais alto quando uma parte particularmente boa da coreografia foi mostrada, com a apresentação em si ainda por começar.

Quando as luzes diminuíram, os gritos alcançaram um novo patamar, um de muitos que ainda viriam.

O BTS começou o show com pirotecnia e as notas de abertura de “IDOL”, a faixa-título do álbum de 2018 Love Yourself: Answer. Depois, continuaram com “Save Me”, transitando sem esforços para “I’m Fine”.

As coisas desaceleraram com “Magic Shop”, mas logo voltaram a acelerar quando J-Hope tomou o palco sozinho e animou o público com a batida rápida de “Trivia: Just Dance”. Foi fácil observar como o BTS se alimenta da energia dos seus fãs e vice-versa.

Mais tarde, SUGA mostrou seu lado versátil ao cantar em vez de fazer rap em “Trivia: Seesaw”, uma canção sobre um relacionamento que não deu certo, e então RM ficou sob os holofotes com a R&B “Trivia: Love”.

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O restante do show, no palco principal e em pequenas ilhas instaladas no chão do centro de convenções conectadas por passarelas que atraiam uma onda de fãs cada vez que um integrante do BTS passava, destacado por diferentes dinâmicas entre o grupo.

“Euphoria”, “Serendipity”, “Singularity” e “Epiphany” (músicas solo de JungKook, Jimin, V e Jin, respectivamente) deu aos quatro integrantes da vocal line a chance de brilhar.

Chegando o fim do show, os quatro também apresentaram “The Truth Untold” juntos, uma balada que começa suave e constrói um ritmo rápido, destacando a força vocal de cada um. Os integrantes da rap line (J-Hope, RM e SUGA) continuaram com “Outro: Tear”, cheia de poder e emoção.

O grupo encerrou a noite com força em “MIC Drop”, quando o público não se mexeu para ir embora e continuaram com os fanchants e gritos, o BTS retornou ao palco com o bis e as músicas “So What”, “Anpanman” e “Answer: Love Myself”.

Na despedida, RM agradeceu todos os fãs que esperaram na chuva para os ingressos e seus lugares. Mesmo antes do fim de semana, alguns fãs montaram acampamento próximo ao centro de convenções com a esperança de conseguir bons lugares para o show, cujo ingressos para as duas noites estavam esgotados (o preço de revenda dos ingressos chegava a US$ 2 mil ou mais, cada).

O BTS se apresentou no sábado e no domingo, 15 e 16 de setembro, em Fort Worth. Segue a set list do show de sábado:

“IDOL,” “Save Me,” “I’m Fine,” “Magic Shop,” “Trivia: Just Dance,” “Euphoria,” “I Need U,” “Run,” “Serendipity,” “Trivia: Love,” “DNA,” “Boyz With Fun,” “Attack on Bangtan,” “Fire,” “Baepsae,” “Dope,” “Airplane pt. 2,” “Singularity,” “Fake Love,” “Trivia Seesaw,” “Epiphany,” “The Truth Untold,” “Outro: Tear” e “Mic Drop”. Músicas do bis: “So What,” “Anpanman,” “Answer: Love Myself”.

 

Fonte: Fort Worth Star-Telegram
Trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 17.09.2018
ARMYs em Fort Worth: uma mãe, uma sobrevivente e uma estudante
Conheça os fãs da vida real que encontraram no BTS uma válvula de escape

No começo dessa semana, a mãe de 39 anos fez seu filho mais velho, Donal, acreditar que ela estava levando seu marido para ver o show do grupo favorito: BTS. Mas, no aniversário de Donal na quarta-feira, Alexy o surpreendeu com o light stick oficial, a ARMY Bomb.

O grupo pop sul-coreano apresentará dois shows esgotados no Fort Worth Convention Center neste fim de semana. A maioria dos fãs locais não têm ideia de por quê o grupo está se apresentando em Fort Worth especificamente, mas estão muito animados.

“Eu não pensei que teria um fandom de K-pop tão grande aqui, mas foi quase impossível de conseguir ingressos,” disse Alexy. “Eles estando aqui em Fort Worth será um show ótimo e intimista.”

Maria Espinosa, uma fã de 15 anos de Fort Worth, diz lembrar de gritar de alegria na escola quando o BTS anunciou as datas da turnê na América do Norte.

Ela só tinha que conseguir os ingressos.

“Eu estava com o meu celular, o tablet da minha mãe, o laptop da minha irmã, meu laptop e o da minha avó, todos no site,” Espinosa disse, contando sobre o dia da venda dos ingressos. “Eu estava tão estressada. Fiquei recarregando a página várias vezes. Quinze minutos se passaram e o BTS é conhecido por esgotar shows muito rápido. Eu ainda não tinha conseguido os ingressos quando atualizei a página uma última vez e consegui os lugares.”

O K-pop é uma indústria de US$5 bilhões, de acordo com a Vox, e se tornou um fenômeno global, parcialmente devido ao sucesso do BTS e a dedicação de seus fãs.

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O grupo já passou 90 semanas seguidas no primeiro lugar da Billboard Social 50, uma parada semanal de popularidade que lista os artistas de acordo com sua presença nas redes sociais, engajamento e crescimento.

Ainda que o grupo milhões de fãs e seguidores em cada uma de suas plataformas em redes sociais, o BTS prefere se conectar com os fãs através de suas músicas e performances. Eles, no geral, cantam e fazem rap em coreano mas mesmo aqueles que não falam a língua, como Alexy e Espinosa, encontram significado em suas canções.

“Eles parecem humildes, devem trabalhar até a exaustão, mas sempre parecem muito felizes de estarem vivendo essa experiência,” disse Alexy. “É divertido ver o quão rápido tudo isso mudou para eles. Parecem felizes de estarem fazendo música e seguindo seus sonhos.”

Espinosa ficou particularmente emocionada pelo ativismo do BTS e a vontade de falar sobre assuntos difíceis, indo desde saúde mental até críticas à sociedade sul-coreana.

“Eu amo outros grupos de K-pop mas muitos deles só falam sobre amor e separações e escolha, e o BTS conscientiza sobre depressão, ansiedade e saúde mental,” disse Espinosa.

Lauren Pinto, uma estudante de 23 anos, disse que o compromisso do BTS com justiça social faz o grupo se destacar se comparado com boy bands americanas ou britânicas. Pouco tempo depois de lançar o álbum Love Yourself em 2017, o BTS se juntou com a UNICEF para lançar a campanha “Love Myself” para acabar com a violência contra crianças e adolescentes.

Para Pinto, ir ao show do BTS será a celebração de seu crescimento e superação de desafios. Em 2016, Pinto sofreu uma lesão cerebral e teve que deixar a faculdade na cidade de Austin e voltar para casa em Fort Worth.

“Depois disso, eu fiquei muito desapontada comigo mesmo sabendo que não era culpa minha. Senti que eu não estava indo a lugar nenhum na minha vida,” disse. Isso aconteceu por volta da data que o BTS lançou o álbum WINGS e You Never Walk Alone. “Eles me levaram a fazer tudo que fosse possível para consertar esses problemas, me tratar e voltar para a faculdade.”

BTS não só ajudou Lauren a buscar por sua recuperação, mas ao amor também. Ela estará no show com o seu namorado de três meses, com quem criou vínculos a partir do interesse mútuo em K-pop.

“Nós na verdade nos conhecemos no [site de relacionamentos] OkCupid. Eu não usava mais tão a sério assim mas tinha postado que estava interessada em conhecer outros fãs de K-pop próximos,” disse. “Eu não estava respondendo mensagens mais quando um cara veio e começou a falar sobre o BTS; não consegui deixar passar.”

Ao mesmo tempo que nenhuma das mulheres aqui se identifiquem como ou falem coreano, todas concordam que gostar de K-pop fez com que se abrissem para uma nova cultura e novas possibilidades.

Em casa, Alexy contou, ela está aprendendo coreano e assiste dramas. Enquanto dava aulas para Donal em casa, eles decidiram que aprenderiam coreano juntos. Agora como estudante do ensino médio, ele aprende japonês e é muito bom, ela disse.

“Meus filhos definitivamente têm uma visão de mundo mais ampla por causa da minha paixão pelo K-pop e cultura coreana,” Alexy contou. “Eu cozinho vários pratos tradicionais coreanos agora e eles são muito saudáveis. Nós definitivamente tivemos uma mudança na nossa dinâmica porque meus filhos entendem que existe muito mais no mundo além do nosso próprio país.”


Fonte: Fort Worth Star-Telegram
Trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 10.09.2018
Fenômeno das mídias sociais! BTS e ARMYs dominam as redes em turnê
O grupo e seus fãs já geraram mais de 2,4 milhões de tweets sobre os shows

O BTS fez seu comeback 24 de agosto com Love Yourself: Answer e sua faixa-título “IDOL”, e então deu início à sua turnê mundial, BTS World Tour: Love Yourself com dois shows em Seul, nos dias 25 e 26 de Agosto. Após terem divulgado seu álbum em programas musicais (ou music shows), eles seguiram em direção à Los Angeles para iniciar as paradas internacionais da nova turnê, com quatro shows na arena Staples Center.

O Twitter revelou com exclusividade ao Soompi que no dia 7 de Setembro as menções sobre a turnê mundial do BTS atingiram cerca de 2,4 milhões de tweets até o momento na rede social! Além disso, durante os dois primeiros dias de show do grupo em Los Angeles, o fandom gerou mais de 1,7 milhões de tweets ao redor do mundo.

O mapa abaixo revela o engajamento de tweets ao redor do mundo sobre a turnê do BTS:

 

Para celebrar a turnê BTS World Tour: Love Yourself , o Twitter lançou um emoji especial inspirado na logo do grupo, que aparecia toda vez que os usuários tuitavam usando as hashtags #BTS, #BTSLoveYourselfTour, #BTSLYtour e #BTSWorldTour.

[TRAD] Celebre o início da turnê BTS World Tour: Love Yourself com os novos emojis do Twitter!

#BTS
#BTSWorldTour
#BTSLoveYourselfTour
#BTSLYtour

Tweet usando as hashtags para compartilhar em que lugar você assistirá o BTS na turnê.

BTS e ARMY têm vivido essa jornada pela turnê mundial juntos no Twitter, que inclui mensagens dos integrantes, reações dos fãs à chegada do grupo no aeroporto de Los Angeles, stories e filmagens de seus incríveis shows e muito mais!

Revelado pelo Twitter, confira alguns dos tweets mais retuitados sobre a turnê mundial do BTS até agora:

O tweet de Jimin para os fãs em que ele anunciou que estavam iniciando o show ganhou mais de 300.000 retweets.

[TRAD] Estamos indo para nossa turnê
#JIMIN

Depois que o BTS chegou em Los Angeles no início desta semana e saiu  do aeroporto por um portão particular, o ARMY colocou a hashtag  “#BTS1stAirportWin” nos trend topics do Twitter e compartilhou inúmeros memes, piadas e videos engraçados enquanto celebravam o fato do grupo ter evitado a multidão que os esperava no local.

[TRAD] BTS no aeroporto hoje #BTS1stAirportWin

[TRAD] Yoongi contando a todos o plano de ir embora do aeroporto por um portão particular; #BTS1stAirportWin

http://twitter.com/_busanboy_jimin/status/1036807524941475841

[TRAD] ARMY: “Mal posso esperar para ver o BTS chegar no LAX hoje

BTS: #BTS1stAirportWin

No dia do primeiro show, SUGA tuitou um vídeo de um noticiário mencionando que os fãs do grupo estavam esperando por eles do lado de fora do estádio. O repórter Marc Cota-Robles respondeu dizendo que estava feliz por eles terem assistido!

[TRAD] Feliz pelos meninos terem assistido! @BTS_twt #BTSArmy #BTSLoveYourselfTour

Informações sobre os produtos oficiais da turnê, assim como o modo de uso da ARMY BOMB no show foram os tweets populares no dia 5 de Setembro.

Outro tweet com grande engajamento foi do Staples Center avisando que os portões para o primeiro dia de show tinham sido abertos!

[TRAD] As portas estão abertas para uma noite com @bts_bighit @BTS_twt #BTSLoveYourselfTour #BTSinLA #BTSARMY

Assim que o show começou, os fãs entraram no Twitter para compartilhar os momentos inesquecíveis.

[TRAD] LMFAOOO Jin com a Army Bomb e Yoongi e Jimin zoando ele, estou chorando #BTS #BTSWORLDTOUR #LOVE_YOURSELF #LoveYourselfinLA

A campanha “Love Myself” do BTS em parceria com a UNICEF, também tuitou fotos de sua cabine presente na turnê mundial.

[TRAD]  Jimin que mencionou serem seus olhos a parte que mais ama.

No dia que foi dado início a turnê BTS WORLD TOUR ‘LOVE YOURSELF’ no estádio de Jamsil, em Seul, a campanha Love Myself pode se encontrar com os ARMYs

Caso queira saber o que aconteceu em Jamsil, clique no link aqui!

 

As datas de shows do BTS no Estados Unidos e Canadá incluem:

Los Angeles, Staples Center — 5, 6, 8, 9 de setembro
Oakland, Oracle Arena — 12 de setembro
Fort Worth, Fort Worth Convention Center — 15, 16 de setembro
Hamilton, First Ontario Centre — 20, 22, 23 de setembro
Newark, Prudential Center — 28, 29 de setembro
Chicago, United Center — 2, 3 de outubro
New York, Citi Field — 6 de outubro

Fiquem ligados e juntem-se à mentions da turnê mundial do BTS seguindo o grupo em suas redes sociais (@bts_twt e @bts_bighit) e usando as seguintes hashtags no Twitter: #BTS, #BTSLoveYourselfTour, #BTSLYtour, #BTSWorldTour, #방탄소년단  e #BTSinUSA.

 

Fonte: Soompi
Trans eng-ptbr; fernanda azevedo @ btsbr