btsbr.co.vu/archive & btsbr.wordpress.com
SITE: Bangtan Brasil - Fã Base
VERSÃO: 1.3 - WINGS BLUE
DESDE: 29.03.2013
VISITAS: ARMYs
Bulletproof Boy Scouts (em coreano: 방탄소년단) é um grupo masculino sul coreano de hip-hop formado pela Big Hit Entertainment. Geralmente conhecidos como BTS, são também chamados de Bangtan ou Bangtan Boys. Eles estrearam em 13 de junho de 2013 com sua.. LEIA MAIS
SEJA BEM VINDO AO BANGTAN BRASIL, A PRIMEIRA E MAIOR FÃ BASE BRASILEIRA DO BTS. FEITA DE FÃ PARA FÃ!

Tag: bts

Publicado em 13.10.2018
🎥 Entrevista do BTS para NME UK
ASSISTA AO VÍDEO LEGENDADO EM PORTUGUÊS PELA EQUIPE DA BANGTAN BRASIL

Em passagem por Londres com a BTS World Tour: Love Yourself, o BTS foi entrevistado pelo portal NME e respondeu divertidas perguntas do portal no primeiro vídeo, além de perguntas enviadas por seus ARMYs no segundo.

Para mais vídeos com legendas em português, se inscreva no canal da Bangtan Brasil e ative as notificações.


Publicado em 13.10.2018
Líderes da próxima geração: Como o BTS está dominando o mundo
O grupo saiu da Coreia e conquistou atenção contínua nos charts do ocidente

É cedo numa noite de segunda-feira em setembro em uma suíte extravagante no último andar do Hotel Ritz-Carlton em Los Angeles, e Jimin, 1/7 do BTS, a boyband mais popular do mundo, tira uma soneca bem em frente ao espelho iluminado do camarim.

Não podemos culpá-lo por estar exausto. Exatamente 24 horas antes, Jimin, 22; Jin, 25; SUGA, 25; J-Hope, 24; RM, 24; V, 22; e JungKook, 21, estavam se aquecendo no backstage do Staples Center, em Los Angeles, se preparando para se apresentar seu quarto e último show de uma série de shows esgotados na arena com capacidade para 20 mil lugares. Cada noite é uma maratona de coreografias afiadas, intervalos com MVs e pirotecnias internas — tudo isso tendo como fundo, é claro, os rugidos e gritos dos fãs. “É uma verdadeira honra,” diz J-Hope, através de um tradutor. “Estamos orgulhosos que o que estamos fazemos está dando resultado.”

Como os Beatles e One Direction antes deles, o BTS apresenta uma mistura de galãs bonitos e refrões chiclete que causam mania, junto de movimentos de danças que vão de encontro ao New Kids on the Block e *NSYNC. Mas o grupo — que significa Bangtan Sonyeondan, em coreano, e Beyond the Scene, em inglês — também está chegando a um novo patamar. O BTS não só é o primeiro artista coreano a esgotar os ingressos para um estádio nos Estados Unidos (para não falar dos recordes que quebraram pela Ásia), mas fizeram isso sem prover para o público ocidental. Somente um de seus integrantes, RM, é fluente em inglês, e a grande maioria de suas músicas são em coreano — provando ainda mais que música “não precisa ser em inglês para ser um fenômeno global”, como disse Steve Aoki, DJ estadunidense que colaborou com o BTS. O grupo também é incrivelmente adepto às redes sociais, tanto para promover suas músicas, quanto para se conectar com os fãs.

Mas, por agora, pelo menos, eles precisam dormir. “Ainda estou tentando superar o jet-lag,” diz SUGA, um dos três rappers do grupo.

***

Desde a sua origem nos anos 90, o pop coreano — ou K-Pop — vem se tornando sinônimo daquilo que os estúdios chamam de “idols”: um grupo de pop stars jovens, polidas e aparentemente perfeitas cujas imagens são rigorosamente controladas (eles são desencorajados, por exemplo, de discutir suas vidas amorosas para que pareçam disponíveis para os fãs). Mas ainda que o K-pop tenha amadurecido a uma indústria de quase US$ 5 bilhões com fãs ao redor do mundo, suas maiores estrelas — incluindo Rain, Girls’ Generation e BigBang — falharam grandiosamente em ganhar tração nos mercados ocidentais. O forasteiro, neste caso, foi Psy, rapper sul-coreano cujo “Gangnam Style” se tornou um hit viral em 2012 por meio da sua persona cômica e escandalosa foi um sinal incomum (e, alguns críticos discutem, problemático) para o gênero.

Quando o BTS chegou em 2013, era claro que eles criariam novas regras. Eles foram recrutados por Bang Si-hyuk, um renegado do K-Pop que deixou uma grande companhia para começar sua própria empresa. Ele escolheu jovens estrelas que aparentavam ser descolados, começando com RM, que era inicialmente parte da cena underground de rap da Coreia. E embora o BTS tenha elementos de idols — a estética impecável, a coreografia certeira, os singles divertidos e amorosos — eles também abraçam seus defeitos. Seu primeiro lançamento, “No More Dream”, assumiu a forma de como a juventude coreana se sente frustrada pelas expectativas criadas pela sociedade; RM gravou uma música com Wale que faz alusão à importância do ativismo; SUGA lançou uma mixtape abordando sua depressão. “Nós começamos a contar histórias que as pessoas queriam e estavam prontas para ouvir, histórias que outras pessoas não podiam ou não queriam contar”, diz SUGA. “Nós dissemos o que as pessoas estavam sentindo— como dor, ansiedade e preocupações.” Eles transmitem essas mensagens em seus videoclipes, carregador de metáforas e referências culturais; nas suas redes sociais; nas letras de suas músicas, as quais os fãs traduzem e analisam através de grupos de mensagens e podcasts. “Esse era o nosso objetivo, criar essa empatia que as pessoas conseguem se identificar”, SUGA continua.

Ajuda, também, que o som deles seja amplamente atraente, misturando hip-hop com EDM e produção pop. Colaborações recentes incluem Desiigner e Nicki Minaj, que adicionou um verso no single mais recente “IDOL”, cuja letra dá uma visão da posição deles na indústria do K-Pop. “Você pode me chamar de artista, você pode me chamar de idol”. eles cantam. “Não importa do que você me chame, eu não ligo… você não vai me fazer parar de me amar”. RM diz que o mantra — love yourself, se ame — é a essência da identidade do BTS; é até incorporado nos títulos dos álbuns mais recentes. “A vida tem muitos problemas imprevisíveis, problemas, dilemas”, diz RM. “Mas eu acho que a coisa mais importante para viver bem é ser você mesmo. Nós ainda estamos tentando ser nós mesmos.”

Essa combinação de características refletiu em seus fãs, especialmente nas redes sociais, onde o BTS acumulou milhões de seguidores dedicados. Eles se chamam de ARMY (exército), que além de ser um acrônimo para Adorable Representative M.C. for Youth (Adoráveis Representantes da Juventude), também mostra seu poder organizado. Em 2017, os fãs do BTS protagonizaram as manchetes por levarem o grupo ao topo do chart Billboard Social Artist — que incorpora streaming, menções em redes sociais e mais — e por ultrapassarem as curtidas de Justin Bieber e Selena Gomez. Desde então, os ARMYs catapultaram ambos os álbuns mais recentes do BTS, Love Yourself ‘Answer’ e Love Yourself ‘Tear’, para o topo dos charts nos Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão. “Mesmo que haja uma barreira de linguagem, uma vez que a música começa, as pessoas reagem praticamente da mesma maneira em qualquer lugar que nós vamos”, diz SUGA. “Parece que a música realmente nos torna mais próximos.” Jimin complementa: “Nós damos energia para os nossos fãs e ouvintes, mas nós também recebemos energia deles.”

***

De volta ao Ritz, o maquiador acorda Jimin de seu cochilo. Próximo dele, V canta a nota de uma música enquanto seu cabelo loiro é seco. JungKook alonga seu pescoço enquanto a maquiadora aplica corretivo. RM conversa com um empresário. SUGA veste seus sapatos. Jin, que atende pelo apelido de “Worldwide Handsome”, deixa um assistente ajustar sua gravata. A risada de J-Hope ecoa pela porta.

É um momento raro para os garotos. Nas semanas seguintes, eles apresentaram mais 11 shows esgotados, fizeram uma aparição no Good Morning America e inclusive ajudaram a lançar uma iniciativa de empoderamento da juventude na Assembleia Geral da ONU em New York, na qual RM falou sobre aceitação pessoal: “Não importa quem você é ou de onde você é, a cor da sua pele, sua identidade de gênero, fale por si mesmo”.

Um cronograma como esse pode parecer intimidante. Mas para o BTS e seus ARMYs, é um sinal encorajador do que há por vir.  “Eu vou apenas jogar isso no ar”, diz SUGA, “mas talvez a gente possa se apresentar no Super Bowl um dia”.

Fonte: Time
Trans eng-ptbr; beccs, nalu @ btsbr


Publicado em 13.10.2018
BTS ilumina o palco e seus ARMYs fazem o resto
Leia a resenha do The New York Times para o show final nos EUA no Citi Field

Os lightsticks custam 57 dólares. Nas horas anteriores aos versáteis maximalistas do BTS dominarem o palco do CitiField na noite de sábado, fãs faziam fila às centenas nos stands ocupando todo o estádio do Queens, dando quantias de dinheiro nada insignificantes em troca de lightsticks com formato de microfones e do tamanho de garrafas de um litro.

Uma vez em seus lugares, ou no gramado, os fãs seguraram seus lighsticks — chamadas ARMY bombs — acima de suas cabeças durante todo o show de duas horas e meia do BTS, sacudindo-as no ritmo da música enquanto vários efeitos eram produzidos via Bluetooth, tornando a multidão em um oceano de cores em sequência.

Demonstrações de severa devoção são a norma no K-pop, mas mesmo nesse universo, o fervor gerado pelos sete integrantes do grupo masculino BTS — RM, SUGA, Jin, J-Hope, Jimin, V e JungKook — é intenso de forma incomum.

IMG 1

E no às vezes sísmico show de sábado à noite, com um espaço lotado com 40,000 pessoas, havia uma espécie de diálogo entre artista e fãs, um exercício colaborativo. Foi o show final da BTS World Tour: Love Yourself, e a primeira apresentação do grupo em um estádio no país. Alguns fãs do grupo — chamados ARMY — acamparam do lado de fora por quase uma semana para serem os primeiros a receberem as pulseiras e se posicionarem o mais perto possível do palco central.

Após muitos anos nos quais os maiores e mais ambiciosos artistas do K-pop tentaram fazer o seu caminho para dentro dos Estados Unidos, BTS se tornaram os mais bem-sucedidos na América do Norte. Lançado em maio, Love Yourself 轉 ‘Tear’, o seu terceiro álbum, se tornou o primeiro lançamento de K-pop a alcançar o topo das paradas de álbuns da Billboard. O seu repackage, Love Yourself 結 ‘Answer’, lançado em agosto, foi o segundo.

Esses álbuns mostram como BTS navega entre complexos e crescentemente variados sons: EDM-pop à la The Chainsmokers, R&B dos anos 1990, hip-hop de Nova York e do sul, e muito mais. Como cantores e rappers, os integrantes são talentosos. Como dançarinos e artistas, são ágeis. E nesse show, sua execução foi tranquila.

photo.jpg

No seu melhor, a música do BTS é densa e polivalente, beirando o caos. “DNA” começou como um guitar-pop meio Shawn Mendes e atingiu o nível vulcânico de música de balada. “I Need U” era um pop-R&B primal. “Airplane pt. 2” teve centelhas de piano de cabaré e pop latino. “So What” teve o frenesi aéreo de um ganhador do Eurovision. Um medley de músicas mais antigas no meio do show fez com que o estádio se tornasse digno de uma trilha sonora cinematográfica, com eletrizante hard rock e industrial electronic colapsando em uma sequência frenética.

Perto do fim do show, “The Truth Untold” mostrou as doces harmonias dos quatro vocalistas (Jin, Jimin, V e JungKook) e foi imediatamente seguido por “Outro: Tear,” que demonstrou a versatilidade e alcance dos três rappers (RM, SUGA e J-Hope). Cada integrante teve seu momento solo também — um sensual R&B de V em “Singularity,” e em “Serendipity,” Jimin mostrou movimentos meio balé, meio Matrix.

Para toda a coreografia profissional e planejamento aplicados nessa performance, o que realmente a tornou particularmente acessível foi o ar de casualidade dos integrantes, mantendo-se calmos na superfície enquanto trabalhavam furiosamente por baixo. Eles entendiam a importância de pequenos gestos — em vários lugares, tanto no palco quanto em intermissões gravadas, uma dupla de integrantes segurava brevemente as mãos, ou se abraçavam, demonstrando uma brincalhona e confortável familiaridade.

IMG 2

Houveram também lapsos de um comportamento mais sensual e adulto entre o amigável clima do show, como quando JungKook, durante a elaborada coreografia de “Fake Love,” levantou sua camisa para revelar um rápido lampejo de seu abdômen. (O figurino era elaborado, indo de “mariachi artístico” para “pirata sadomasoquista” até “b-boy modernista.”)

E alguns dos momentos mais interativos foram os mais humorísticos, cortando a seriedade do grupo com um pouco de ironia e sarcasmo. No início de “Singularity,” V estava se acariciando por cima de um blazer pendurado, e durante “So What,” JungKook mexeu no cabelo de Jimin em tom de brincadeira enquanto encarava a câmera com um olhar desafiador.

Esses atos também eram um reconhecimento da adoração de seus fiéis fãs, uma maneira de tornar o sentimento literal no palco. Essa conversa implícita continuou em discursos nos quais cada integrante confessou seu amor pelo ARMY.

Em certo ponto, Jimin se debulhou em lágrimas, mas o momento mais emocionante veio de RM, o mais fluente em inglês no grupo. Ele falou sobre o quão animado ele se sentia sobre estar em Nova York, “o lugar onde a música que mudou a minha vida nasceu.” Ele discorreu sobre o tema da turnê e da recente música do grupo.

“Parece que estou usando vocês para me amar,” ele falou. “Por favor me usem. Por favor usem BTS para amar a si próprios.” Os sorrisos na multidão eram mais brilhantes do que qualquer luz.

Fonte: The New York Times
Trans eng-ptbr; gabriela @ btsbr


Publicado em 13.10.2018
BTS encanta a todos no The Graham Norton Show
Os meninos ganharam até um presente da Whoopi Goldberg!

Jimin não estava presente, como comunicado previamente pela BigHit Entertainment, devido a dores musculares. Graham Norton representou todos os ARMYs com sua indignação pela sua ausência.

Mas a falta do dançarino não diminuiu a animação do grupo ao fazer sua estreia na televisão britânica. A maioria dos integrantes se introduziu para o público de maneira normal, mas J-Hope encantou os fãs com seu tradicional “Eu sou sua esperança. Você é a minha esperança. Eu sou o J-Hope”, enquanto Jin se levantou e procurou pela câmera para mandar beijos. “Eu? CADÊ A CÂMERA? Olá, meu nome é Jin. Eu sou Worldwide Handsome!”  

Graham Norton continuou conhecendo melhor o BTS através de perguntas sobre diversos assuntos, incluindo o pé machucado do JungKook, o significado de BTS, a capa da revista Time, seu discurso histórico na Assembleia Geral da ONU e a mensagem que o BTS deseja passar para o mundo. A atriz Whoopi Goldberg, convidada do programa, chegou a presentear o grupo com uma camisa estilizada por ela mesma.

Confira fotos, a entrevista completa e a apresentação de “IDOL” abaixo!

Fotos de imprensa:


Publicado em 13.10.2018
Quem é Jimin? O príncipe encantado do BTS
Acha que sabe tudo sobre o nosso pequeno príncipe? Leia e saiba ainda mais!

O BTS acabou de completar a BTS World Tour: Love Yourself na América do Norte no dia 6 de outubro e, enquanto eles estavam nos Estados Unidos, eles realmente deixaram sua marca nos ARMYs estadunidenses, e até em quem não é fã. Minha mãe chegou a me ligar no dia 26 de setembro após a apresentação deles no Good Morning America para ter certeza de que eu, como editor no meio de celebridades, soubesse sobre a boyband coreana BTS. E sim, mãe, eu já estava sabendo.

De qualquer maneira, RM, Jungkook, V, Suga, Jin e J-Hope já se solidificaram como galãs internacionais, mas vamos parar um pouco para apreciar o rei do charme do BTS, Park Jimin. No período de um mês em que o BTS esteve em terras estadunidenses, ele viralizou por volta de 15 vezes, e esses fatos sobre ele podem ajudar a entender o porquê, exatamente, de Jimin ter hipnotizado tanta gente ao redor do mundo.

1. ELE É O MAIS ESFORÇADO DO BTS

Antes que você comece a atacar a mim e ao meu bias, preciso te dizer que esse é um fato aceito universalmente pelo grupo em si. É inegável o fato de que todos os integrantes do BTS são muito esforçados (como é de se esperar quando se faz parte da maior boyband do mundo), mas os meninos apontaram diversas vezes que o Jimin é um “rato de ensaio”, ou seja, uma vontade incontrolável de ensaiar sem parar.

“Eu tenho que dizer que o Jimin é o que mais me inspira. Até onde eu sei, ele é perfeito.” Jin disse sobre Jimin durante a BTS Festa. “Ele é perfeito nos palcos, então eu imagino como ele consegue trabalhar sem parar. Ao ver o Jimin praticar tanto — Eu ensaio com o RM no canto quando estou cansado, e quando olho para Jimin, ele ainda está ensaiando sem parar.”

Você pode ver o Jin elogiar a ética de trabalho do Jimin aos 27:11 do vídeo abaixo.

2. ELE SE ESPECIALIZOU EM DANÇA MODERNA

Apesar de todos os integrantes do BTS serem dançarinos excepcionais, Jimin é reconhecido como um dos melhores do grupo, e até do K-Pop como um todo (junto de seu colega de grupo, J-Hope). Ele é elogiado frequentemente por seus movimentos suaves e elegantes nos palcos. E isso é graças ao seu treinamento em dança moderna, o qual ele se especializou quando estava estudando na Busan High School of Arts antes de fazer seu debut como integrante do BTS.

Confira essa apresentação de seus dias pré-debut e se prepare para se surpreender.

Definitivamente um estilo completamente diferente do que estamos acostumados a ver no BTS, mas agora você pode entender porque os passos do Jimin são tão legendários.

3. ELE COBRA DEMAIS DE SI MESMO

Jimin é um perfeccionista. É, sem sombra de duvidas, parte do motivo dele ter chegado tão longe como artista, mas o coração de qualquer ARMY se parte quando o Jimin começa a cobrar demais de si. Na série Burn The Stage, a qual documentou a turnê Wings, Jimin confessou que às vezes ele se sente inseguro de sua habilidade vocal.

“Os outros podem até dizer que não é nada demais, mas uma coisa faz me sentir culpado e eu começo a ficar estressado por conta disso. Ainda mais quando não posso fazer nada sobre o que aconteceu.” Ele explica sobre sua apresentação de “Lie”.

JungKook, também vocalista do BTS, elogiou a ética de trabalho de Jimin e explicou sua jornada para ser o vocalista incrível que ele é hoje em dia. “Se você o ouve cantar hoje em dia, percebe como ele mudou se comparado com anteriormente” JungKook explica. “Ele me faz várias perguntas sobre a parte vocal… Ele se sente mal depois de toda apresentação. Ele diz que não sabe como usar suas cordas vocais. E eu me sinto mal quando o vejo assim. Ele não está em uma posição na qual pode fazer aulas de canto.”

Confira o trecho de Burn The Stage abaixo e se prepare para ter seu coração partido.

Você está escutando esse barulho? É o som de todos os ARMYs existentes gritando “JIMIN, VOCÊ TEM A VOZ DE UM ANJO” em uníssono.

Embora seja de quebrar o coração ver o Jimin se cobrar tanto por uma falha em sua voz, sua natureza modesta e seu perfeccionismo são coisas que contribuíram para sua incrível presença de palco. Mas assim, Jimin: a única coisa pela qual você se deveria sentir culpado quanto a sua voz, é o fato da beleza dela me deixar acordado a noite toda. Ok? Ok.

4. O CHARME DELE É IRRESISTÍVEL

[TRAD] ele é de tirar o fôlego

Exemplo: Jimin mal disse 10 palavras em inglês nas entrevistas que o BTS fez durante a BTS World Tour: Love Yourself nos EUA e mesmo assim conseguiu criar o bromance mais épico de todos os tempos com o Jimmy Fallon, além de capturar olhares de todos que viram a apresentação de “IDOL” no America’s Got Talent.

Como, você me pergunta? Bom, charme é uma língua universal, certo? E o Jimin fala essa língua. Fluentemente.

Confira esse momento em que ele conheceu uma fã durante a participação do BTS no Good Morning America. Claro, ele mal falou com ela, mas o seu sorriso e seus gestos foram o suficiente para derreter o coração de qualquer um.

 

[TRAD] E foi assim que o show terminou hoje. Muitas razões para amar esses garotos.

 

5. ELE VIROU MELHOR AMIGO DO JIMMY FALLON

Falando em charme, vamos reviver o momento em que o Jimin conquistou o coração do Jimmy Fallon? Os meninos fizeram parte do The Tonight Show, e mesmo Jimmy e Jimin não falando a mesma língua, criaram um laço inquebrável com seus charmes e nomes quase idênticos.

Jimmy começou o segmento do BTS usando um arquinho do Chimmy em homenagem ao Jimin, e Jimin, literalmente, foi ao chão de emoção quando notou (todos sabemos como o Jimin adora elogios).

Resultado de imagem para jimin jimmy fallon gif

Um pouco mais tarde, Jimmy não se segurou e ficou todo animado enquanto Jimin se preparava para se apresentar para o mundo, e o par compartilhou o abraço mais ‘bromântico’. Confira o momento abaixo:

[TRAD] JIMMY ANIMADO PELO JIMIN SIM JIMMY FALLON É O CAPITÃO DOS JIMIN STANS

Então, apenas para provar que sua conexão é eterna, Jimmy gravou um vídeo para os meninos desejando um bom show enquanto eles se preparavam para seu momento histórico no estádio CitiField em Nova York….usando um moletom do Chimmy, é claro.

[TRAD] BTS no CitiField hoje!! Nova York ama vocês! Boa sorte!! 💜💜 Chimmy

E o Jimin respondeu com sua frase icônica, “você está tão fofo!”

 

[TRAD] Obrigado jimmy!
Você está tão fofo ☺️!!
Te vejo logo!!😁🙏

Acabou para você, Justin Timberlake, o novo bromance com o Jimmy Fallon chegou!

6. ELE TEM A FANCAM MAIS POPULAR DE TODOS OS TEMPOS

Qual o resultado da mistura da dança impecável e charme irresistível do Jimin? Uma fancam que quebrou vários recordes, obviamente.

Fancam é um termo popular no K-Pop para vídeos de apresentações de grupos que são focados em um só integrante, para que os fãs possam focar no seu bias durante uma apresentação sem se distrair com os outros integrantes.

Não existe um ranking oficial de fancams (que eu pude achar), mas uma simples pesquisa no Youtube já lhe traz resultados. A fancam do Jimin de “FAKE LOVE” da MNet em maio de 2018 é a primeira a aparecer, com mais de 33 milhões de visualizações.

JungKook, vem logo atrás com sua fancam do mesmo dia com mais de 30 milhões de visualizações. Então os colegas de grupo do Jimin também não estão para brincadeira.

Eu mal encostei na essência real de quem é Park Jimin nesse artigo, mas eu sinto que vocês verão mais e mais de Jimin e do BTS no futuro. A estrela que é o BTS só fica mais brilhante a cada dia, e eles não mostram sinais de que pretendem parar a qualquer momento.

Fonte: Elite Daily
Trans eng-ptbr; gio liotti @ btsbr


Publicado em 12.10.2018
Uma linha completa de produtos de beleza do BT21? Queremos tudo!
BTS apresenta uma nova linha de cosméticos

O BTS continua a se consolidar como um fenômeno global. Na mesma semana em que se apresentaram para uma multidão de 40 mil pessoas no CitiField em Nova York, agraciaram a capa da revista Time, e até participaram da Assembleia Geral da ONU (e não, não foi para anunciar um golpe apoiado pelos ARMYs). BTS já foi um nome relativamente obscuro, mas se transformou em uma pura força da natureza. Hoje todos nós pegamos a ‘febre’ BTS e amamos cada segundo.

A única coisa que os dedicados fãs do BTS são mais obcecados do que novas músicas, que geram uma grande quantidade de fanarts e teorias da conspiração, é a rotina de cuidados com a pele que os garotos tem. Honestamente, a pele deles? Perfeição. Por isso, foi uma questão de tempo até o BTS ser chamado para uma parceria com a marca de cosméticos coreana “VT”.

A nova linha apresenta uma variedade de batons, bases e CC Creams, todos decorados com os personagens criados pelo grupo, BT21, que foram uma colaboração com o LINE Friends. Níveis absurdos de fofura e muito coloridos, a linha não é apenas sobre te fazer bonito, mas te fazer sentir bem.  É a segunda colaboração do grupo com a VT Cosmetics, mas é a primeira vez que a linha oferece um corretivo de correção, não apenas reduzindo a vermelhidão e as linhas finas da pele, como também inclui proteção SPF 50 contra o sol, e entrega um método mais higiênico para aplicar a base.

A linha de cosméticos BTS x VT tem data de lançamento em 12 de outubro, com a única ressalva sendo que a VT Cosmetics ainda não entrega para outros países. Mas, se nós aprendemos alguma coisa sobre a dedicação dos ARMYs, é que eles encontrarão uma solução.

 

Fonte: Paper
Trans eng-ptbr; natália feitosa @ btsbr

 


Publicado em 12.10.2018
BTS é o primeiro artista a receber certificado duplo de 1 milhão do Gaon
BTS vende mais de 2 milhões de cópias e faz história novamente

BTS oficialmente recebeu o primeiro certificado duplo de 1 milhão do Gaon Chart!

No começo de 2018, a Korea Music Content Industry Association implementou um novo sistema de certificação para venda de álbuns, downloads de músicas e streaming online. Começando com músicas lançadas após 1º de janeiro de 2018, agora o Gaon Chart certifica álbuns de platina uma vez que eles alcançarem 250 mil vendas, enquanto álbuns que venderam 1 milhão de cópias ou mais recebem o certificado de 1 milhão.

No dia 11 de outubro, Gaon Chart anunciou que o último álbum do BTS, Love Yourself 結 ‘Answer’, vendeu mais de 2 milhões de cópias, tornando o grupo o primeiro— e até então, único— artista a receber um certificado duplo de 1 milhão do Gaon.

Anteriormente nesse ano, BTS recebeu o primeiro certificado de 1 milhão do Gaon pelo álbum Love Yourself 轉 ‘Tear’.


Parabéns ao BTS por mais uma conquista impressionante!

 

Fonte: Soompi
Trans eng-ptbr; beccs @ btsbr


Publicado em 12.10.2018
Vogue encontra BTS, o grupo que está roubando corações
O grupo conversa sobre moda, Londres e cuidados com a pele

Nos anos 60, a Beatlemania era caracterizada por fãs extremamente animados, ansiosos para assistir o Fab Four. Em 2018, é a vez da BTS-mania. O grupo coreano de sete integrantes é incomparável no quesito fãs dedicados – os ARMYs – os quais estudaram todas as coreografias, aprenderam todas as palavras de todas suas canções e são rápidos para copiar os looks das apresentações.

Tendo como integrantes JungKook, V, Jimin, RM, J-Hope, SUGA e Jin, eles são um charmoso septeto de garotos, os quais também mantêm seu foco na dominação mundial.

Pela primeira vez, como parte da BTS World Tour: Love Yourself, o grupo subiu ao palco em Londres nesta semana. Tendo os ingressos esgotados na Arena O2 nas duas noites consecutivas, o BTS provou que o poder do K-Pop é grande e está realmente pronto para atingir em massa os charts no Reino Unido.

Como alguém que nunca perdeu uma turnê do One Direction, meus ouvidos já se adaptaram a estádios cantos e gritos empolgados. No entanto, o show chegou a um outro nível. Pirotecnias, normalmente reservados para o bis, são empregados logo no início, coreografias são perfeitamente sincronizadas e, enquanto eles estão trocando para novas roupas aprovadas para passarelas, os vídeos transmitidos em grandes telões são dignos de uma campanha da Gucci. Oohs, ahhs e gritos marcam presença e não param por um segundo.

Sete pode parecer muito para apenas um grupo, mas cada integrante tem seu próprio momento para brilhar e para deixar sua personalidade única se destacar. “Nós fazemos questão que nenhum de nós tenha mais destaque que os outros,” disse JungKook para a Miss Vogue. “Mas nós somos realmente únicos. Cada um tem seu estilo, então acredito que todos nós chamamos a atenção. Cada um tem seu papel e sua posição no grupo e, desta forma, trabalhamos juntos para que demos nosso máximo para os ARMYs.”

“Nós também jogamos pedra-papel-tesoura para ter certeza de que tudo seja justo,” RM, o líder ri. “O BTS é uma democracia.”

Esta é a primeira vez que o grupo se apresentou no Reino Unido, e se os fãs estão empolgados com isso, então o BTS está ainda mais. “Eu acredito que estamos tão animados, porque durante a nossa turnê anterior na Europa, tivemos um show cancelado aqui, o que nos fez bem triste. Pedimos desculpas por não termos vindo da última vez, e estamos bem animados para nossa apresentação. Vamos dar o nosso melhor e fazer o melhor show possível,” explicou Jimin.

Londres era um destino que os sete integrantes esperaram muito visitar. Filmes moldaram a sua visão sobre a cidade, e eles não se desapontaram: “Vir a Londres é empolgante, porque podemos ver coisas que antes só havíamos visto por filmes,” explicou V. “E agora nós as vemos de verdade.”

A conversa com o BTS volta a ser sobre os fãs assim que o tópico muda. Os ARMYs são tudo e a principal razão pela qual eles estão tão felizes de visitar a cidade neste momento. O local ideal para eles para encontrar os fãs seria no Big Ben.

O tempo na cidade é precioso, mas existe um pequeno tempo livre que – para quem os conhece, não é uma surpresa – está reservado para a moda.

SUGA quer muito investir em uma jaqueta de couro e RM gostaria de passear pelas pequenas lojas independentes, mas todos do grupo concordam que idas à Kingsman na Savile Row e ao andar masculino na Liberty são imprescindíveis.

A moda é uma parte intrínseca do K-Pop e o BTS é um ótimo exemplo. “Nós usamos roupas tradicionais coreanas para o vídeo de “IDOL” e acredito que isso tornou-se memorável para o grupo – foi um tanto quanto chique,” admite RM.

Resultado de imagem para idol hanbok bts gif

“Além disso, em 2017, para apresentar “MIC Drop” em uma premiação coreana, todos usamos ternos pretos,” comentou Jimin. “Mas acho que nós também estamos bem bonitos hoje.”

Todos concordam que J-Hope – que declara à Miss Vogue que é um “rei fashionista”- é o integrante mais naturalmente fashion do grupo.

Depois de Londres, eles vão para Amsterdã, Berlim, Paris, Tóquio, etc. Eles vão ter pouco tempo para descansar, mas quando eles o fazem, eles agem como “garotos normais”. SUGA apenas dorme, Jimin joga videogames, RM opta por caminhadas em parques ou visitas à galerias, JungKook ouve música (James Blake é um favorito), mas J-Hope explica que parar com as turnês pode ter uma reviravolta ruim. “Se temos um dia livre, provavelmente faremos um piquenique, um churrasco em um Hibachi, e então ficaremos doentes no dia seguinte. Eu sei disso, porque realmente aconteceu há alguns meses!”

A rotina de cuidados da pele coreana é uma tendência no ocidente nos últimos anos, e não há dúvidas que o brilho de estrelas do K-Pop ajuda nesse interesse.

“É maquiagem, muita maquiagem,” admite JungKook. O grupo – que dá importância a esses cuidados – reconhece que existem muitos fatores, incluindo genes e dieta. “Sabe que eu não faço nada em relação a minha pele,” diz Jin. “Creio que a gente nasce com ela, para ser sincero. Eu agradeço minha mãe pela minha pele.”

Como indica a turnê do BTS, o K-Pop está pronto para dominar as charts ocidentais. Por que o momento parece certo, justo agora? “Acho que existiram alguns artistas muito bons antes de nós que expuseram o K-Pop. É como um pacote. Inclui vídeos, roupas, coreografias, redes sociais e uma boa pele também,” RM ri. “K-Pop é um pacote artístico completo.”

O K-Pop também faz nos sentirmos bem. A mensagem do palco na noite passada foi sobre inclusão. Perceba as pessoas que estão próximas de você, nós somos todos ARMYs. O público em Londres foi uma mistura de idades, raças, estilos – uma união de fãs e o surgimento de novas amizades.

O BTS – e sua mensagem – são exatamente o que o mundo precisa agora.

Fonte: Vogue
Trans eng-ptbr; clau @ btsbr


Publicado em 12.10.2018
40 mil ARMYs não estão enganados: assistindo ao maior grupo do mundo com os fãs mais dedicados
“Nosso amor pelo BTS é o que nos une,” dizem os fãs do BTS

Eu os vi pela primeira vez no trem 7 indo para o Queens, usando moletons com os dizeres “MIC Drop” e fones de ouvido plugados como se fossem lutadores se preparando para uma partida. Logo, estavam em todo lugar, 40 mil de todos os demográficos, fortes, mas em sua maioria mulheres jovens — asiáticas, negras, latinas, árabes, nativo-americanas, brancas, e todos os grupos étnicos que essas palavras podem significar — indo em direção ao Citi Field, o epicentro do K-Pop. Porque naquele sábado à noite o BTS, a boyband sul-coreana de sete integrantes, iria se apresentar em uma das únicas arenas de Nova York capaz de contê-los, onde os [fãs] mais devotos acamparam no estacionamento por uma semana. Se o prêmio de Top Social Artist do Billboard Music Awards dado ao BTS no ano passado pareceu uma curiosidade passageira, 2018 foi o ano que converteu todos os céticos: o BTS ganhou, novamente, o prêmio do BBMAs; discursou nas Nações Unidas sobre amor próprio e, o mais importante, conquistou dois álbuns no primeiro lugar das paradas, com Love Yourself 轉 ‘Tear’ e Love Yourself ‘Answer’. Eles vieram para ficar e seus fãs, conhecidos como ARMYs, estão prontos para celebrar. “Vamos torcer para que minha filha não desmaie,” uma mãe falou para mim antes do show.

Tudo sobre a ascensão do BTS é improvável. Eles não eram o grupo pop coreano que deveria conquistar o sucesso — nem na Coreia e, certamente, nem nos Estados Unidos. A maioria dos artistas musicais da Coreia da última década vieram de uma das empresas conhecidas como Big Three — as gravadoras SM, JYP e YG — e são meticulosamente modelados para dominar o mundo. Cada integrante é uma parte distinta com habilidades rentáveis projetadas para atingir um subgrupo demográfico ou mercado nacional diferente. O sucesso do BTS é parcialmente devido ao fato de que seu objetivo principal não era sobre agradar as massas: o grupo teve início em 2010 quando uma pequena empresa chamada BigHit Entertainment, fundada por Bang Shi-hyuk, assinou com RM, o rapper principal do grupo, depois de ouvir uma demo feita por ele quando tinha 15 anos. Ao longo dos anos seguintes, BigHit gradualmente assinou com o rapper SUGA e o dançarino street J-Hope até, eventualmente, montar o grupo com outros quatro vocalistas, “mundialmente lindo” Jin, V, Jimin e JungKook. RM é o único que fala inglês fluentemente, mas eles já deixaram claro que não têm a intenção de lançar músicas em inglês. Na verdade, fazer isso poderia diminuir o seu apelo.

A mitologia do BTS é toda sobre esse senso de autenticidade. Os integrantes, liderados por RM, escrever e produzem muitas das suas próprias músicas, e suas letras mais antigas, desde o seu debut oficial em 2013, são cobertas de consciência social e inquietações geracionais. Eles fizeram raps sobre os efeitos sufocantes do sistema educacional coreano, ansiedade, depressão, pressão das gerações mais velhas e a obsessão cultural com o materialismo. Uma das imagens predominantes em suas canções desde o seu primeiro álbum, 2 Cool 4 Skool, é a do baepsae, um pássaro pequeno e fofo com pernas curtas e conhecido como crow-tit, em inglês. O inimigo do baepsae é o hwangsae, uma cegonha que tem tudo muito fácil com suas pernas e passadas longas. É uma analogia muito coreana, mas facilmente compreendida em um mundo crescentemente dividido por aqueles que “tem” e aqueles que “não-tem”. Na música “Silver Spoon”, SUGA diz “nossa geração tem muitas dificuldades / Vamos persegui-los rapidamente / Por causa da cegonha, a virilha da minha calça está apertada / Me chame de baepsae.”

Ademais, o BTS é ativo nas redes sociais desde o começo, gravando diários em vídeo, conversas pós-show e respondendo perguntas no Fancafe e no Twitter. Isso deu a impressão, principalmente se você os segue desde o início, de que você esteve nas trincheiras com eles. O resultado é um círculo de reações: os ARMYs são o melhor exemplo de embaixadores culturais, traduzindo as aparições do BTS em programas coreanos para diversas línguas, fazendo compilações de vídeos (tome aqui dez minutos do Jin se chamando de lindo), e evangelizando outros fãs. O que é bom para o BTS é bom para os ARMYs, e torcer pelo sucesso deles é como torcer para o seu próprio sucesso. De fato, a BigHit constantemente posta atualizações através de seus canais de redes sociais, como o fancafe, bem como comunicados oficiais, não só porque é um mecanismo de divulgação efetivo, mas também porque preservar essa linha de comunicação direta com os ARMYs é crucial para a “experiência BTS”.

Ainda que o BTS seja um artista pop dominante, esgotando estádios que somente a Beyoncé conseguiria nos dias de hoje, seu fandom ainda tem um lugar desfavorecido nos Estados Unidos. Quando conversei com fãs do BTS, jovens e velhos, eles admitiram que adorá-los publicamente ainda é estranho, apesar da crescente influência do K-Pop. Um grupo de estudantes da Vanguard High School, em Nova York, me contou que seus colegas as chamam de “korea boos” por gostarem de K-Pop, mas o deboche apenas fez com que ficassem mais firmes em sua devoção. “Muitos fãs têm vergonha quando perguntam a razão pela qual gostam de K-Pop. Eu sinto que as pessoas julgam muito hoje em dia. Por que você gosta de rap? É a mesma coisa com a gente,” disse Khadiga Ghirani, estudante do nono ano em Vanguard. “Quanto mais pessoas gostarem de K-Pop, melhor e também, pior. Sempre que alguém diz “oh, comecei a gostar de K-Pop”, dentro de mim queima um fogo: seja meu amigo mas, ao mesmo tempo, eu cheguei aqui primeiro. Cai fora.”

Enquanto eu aguardava na fila do lado de fora da arena, uma mãe, que trouxe a filha da Carolina do Norte, disse que a música ajudou a menina a lidar com sua própria ansiedade e as aproximou uma da outra. Só podiam pagar por um ingresso, então a mãe disse que esperaria do lado de fora enquanto a filha lhe mandaria vídeo do lado de dentro (o bias dela é o Taehyung). Depois do show, duas mulheres mais velhas me disseram que amar o BTS é como um escape das notícias ou do racismo nos Estados Unidos, e que a natureza multicultural e global do fandom fazia parte da experiência. “Nosso amor pelo BTS é o que nos une,” disse uma delas. “Parece um intervalo [para tudo]. Aqui, não importa a minha aparência ou da onde eu venho.”

Online, esse poder é vigilante e espantoso. A falta de fronteiras no mundo construído na internet permitiu que os ARMYs florescessem independentemente de estado-nação ou repreensões culturais, através de cliques, votos e compras (o MV do hit mais recente do grupo, “IDOL”, recebeu mais de 56 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas). Eles são protetores uns dos outros e relatam assiduamente os erros cometidos por jornalistas (normalmente aqueles que não falam coreano). Mais recentemente, os ARMYs repreenderam um escritor britânico por debochar do inglês de RM — auto-didata e aprendido através da série F.R.I.E.N.D.S — durante o discurso nas Nações Unidas, e o que perceberam ser um desrespeito geral em relação ao grupo (o jornalista do UK Times escreveu que RM tinha uma “sintaxe desconcertante” e soava mais como Joey do que Chandler). Tamar Herman, que escreve para a Billboard e frequentemente faz coberturas sobre K-Pop e o BTS, já foi chamada à atenção pelos ARMYs algumas vezes. Ela postou um tweet se desculpando por não dar a mesma atenção a um dos integrantes, JungKook, na sua crítica do show no CitiField.

No palco, tudo isso se traduz em uma humilde capacidade de representação do BTS. A música é puro pop de excelência, cobrindo diversos gêneros musicais com um distinto estilo coreano, desde seus hits mais badalados como “IDOL”, músicas divertidas como “Anpanman”, baseada no anime japonês, e baladas exorbitantes como “The Truth Untold”, apresentada pelo quarteto de vocalistas. O ponto alto do BTS vem de assistir sete rapazes coreanos bonitos e cheios de habilidades fazendo aquilo que fazem de melhor: cantar, dançar, fazer rap e jogar corações para as câmeras. Assisti-los tem um efeito transformador, lhe fazendo se sentir — se você for mais velho — como uma criança novamente. Uma mãe de Connecticut me disse que trouxe sua filha de 11 anos porque se lembrava do quanto significou para ela ver o Menudo quando era criança no Panamá, e queria que a filha tivesse essa mesma experiência.

E parte da felicidade de um show do BTS é, também, ver as reações dos ARMYs, seja vendo o mar de luzes Bluetooth em cascata pelo estádio, seja ouvindo o seu coro ecoando pelo ar. Os gritos mais estridentes vieram quando o BTS se referiu aos fãs, falando, simplesmente, “ARMY”. O BTS entende de forma inerente que devem seu sucesso ao seus fãs, resultado de uma simbiose firme: ao final do show, RM disse que eles podem “usar o BTS para amar a si próprios,” da mesma maneira que os fãs ensinaram ele a se amar. Esse não é um grupo que se acha maior que seus fãs.

A medida que fandoms se tornaram importantes construtores de identidade na era digital, os objetos de afeto — como Taylor Swift ou Rick and Morty — podem se tornar, de repente, um perigoso teste Rorschach para traços de personalidade ou inclinações políticas. Ser fã do BTS no ocidente, hoje, significa se sentir desfavorecido e um campeão mundial ao mesmo tempo. Você pode sofrer deboche de seus colegas, mas ainda assistir seus meninos se apresentarem em um dos maiores palcos da América do Norte. Não há história de Cinderella melhor no K-Pop do que a do BTS, porque se esses sete garotos de diversos cantos da Península Coreana conseguiram derrotar todas as dificuldades, por que você não conseguiria?

Fonte: Vulture
Trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 12.10.2018
[TWITTER] 11.10.18 – BTS_twt
TWEET POSTADO POR @BTS_TWT NO DIA 11.10.18

[BTS_twt]

[TRAD] Conhecemos a @WhoopiGoldberg

Trans ko/eng-ptbr; VenomQ @ btsbr


Publicado em 11.10.2018
BTS irá se apresentar em Paris em visita oficial do Presidente Moon Jae-In
Artistas pop e tradicionais coreanos se apresentam em evento na capital Francesa

O grupo sul-coreano fará uma apresentação especial em Paris na próxima semana, em um evento cultural que marca a visita programada do Presidente Moon Jae-in, disse o gabinete presidencial de Moon, a Casa Azul, na quinta-feira.

O evento será realizado no domingo, um dia após a chegada de Moon à França, em uma visita de estado de quatro dias. Tal evento se consistirá em várias apresentações de artistas pop e tradicionais coreanos, incluindo o BTS, de acordo com autoridades da Casa Azul.

O grupo de sete garotos está causando uma sensação global com seu mais recente álbum, “Love Yourself: Answer”, que ocupa o primeiro lugar na lista de álbuns da Billboard 200. Sua mais recente conquista inclui o prêmio de Artista Social Favorito no American Music Awards de 2018.

O BTS também foi convidado para uma reunião da Organização das Nações Unidas no mês passado, para fazer um breve discurso de abertura diante de um grande público de líderes globais, incluindo a esposa de Moon, Kim Jung-sook.

O evento cultural em Paris contará com a participação de cerca de 400 pessoas, incluindo 100 fãs franceses da cultura sul-coreana que foram pré-selecionados, reportou a Casa Azul.

O Presidente sul-coreano voará da França, na terça-feira, para a Itália, na segunda etapa de seu tour europeu a quatro países, que mais tarde o levará a Bruxelas e Copenhague.

Fonte:  The Korea Herald
Trans eng-ptbr: jumaria @ btsbr


Publicado em 11.10.2018
O BTS fala sobre “mais uma primeira vez” ao se apresentar no Estádio Citi Field
Entrevista exclusiva com o grupo antes do maior e mais importante show na América

Antes do seu show histórico no Citi Field, em Nova Iorque, os integrantes do BTS separaram um tempo para compartilhar seus pensamentos e expressar sua gratidão para os fãs.

Dia 6 de outubro, o grupo tornou-se o único artista coreano na história a se apresentar com um show solo em um estádio nos Estados Unidos. Enquanto preparavam-se para se apresentar para dezenas de milhares de fãs, os sete integrantes concordaram que o evento era uma grande honra e uma noite que ficaria em suas lembranças por um bom tempo.

J-Hope observou, “O fato de estarmos fazendo um show aqui, no Citi Field, é realmente importante. Eu acho que será uma grande parte da minha história como o cantor J-Hope e também um grande momento na vida de Jung Hoseok [seu verdadeiro nome]. Até agora, nós temos escalado lentamente uma etapa de cada vez, enquanto nos apresentamos em diferentes lugares, e eu sinto que, finalmente, o auge está dentro do nosso alcance.” Ele adicionou, “Eu quero agradecer aos nossos ARMYs, que nos deram essa imensa honra. Como esse é uma das melhores oportunidades e momentos, eu quero trabalhar duro para fazer uma apresentação incrível.”

V comentou, “Por fim, nós acabamos sendo capazes de conquistar lugar no Citi Field, como nós sonhamos. Nós nos apresentamos em diversos lugares grandes durante as nossas turnês, mas eu nunca imaginei que seríamos capazes de nos apresentar em um lugar tão grande quanto esse. Nós mostraremos ainda melhor desempenho para os ARMYs que estão nos esperando lá fora. Eu acho que iremos ter um dia incrível.”

img01.jpg

Após V, SUGA disse, “Eu acho que conseguirmos um show em estádio no Citi Field é profundamente significativo como um estádio principal na Coreia, ou o Dome no Japão. Até mesmo a definição do tamanho do local, eu me sinto especialmente emocionado porque é um  palco onde apenas uma minoria de cantores conseguem se apresentar.” Ele continuou, “Em vez de ficarmos satisfeitos com as nossas conquistas atuais, eu quero mostrar apresentações ainda melhores para audiências futuras. Espero que o Citi Field seja o nosso começo.”

“É verdadeiramente uma honra e uma satisfação poder me apresentar no Citi Field. Eu ainda não consigo acreditar, e tudo o que eu sinto agora é gratidão pelos fãs que vieram assistir nosso show e nos alegrar. Estou ansioso imaginando como o Citi Field ficará quando estiver cheio com os nossos fãs. Eu expressarei esses sentimentos de gratidão dando o meu melhor no show hoje!”,disse Jimin.

Jin concordou com ele, dizendo: “É sempre uma honra poder nos apresentar em lugares tão grandes, não só na Coreia, mas também nos Estados Unidos. Muitas pessoas cantam conosco as músicas durante o show, e só de pensar em todas aquelas pessoas [no Citi Field] cantando nossas músicas me deixa arrepiado. Eu estou muito feliz.”

JungKook comentou, “Essa é nossa primeira vez em um estádio nos Estados Unidos. É algo muito especial, e é realmente uma honra. Eu acho que esse deve ser um dos melhores dias do meu ano todo. Estou ansioso para aproveitar o palco e me divertir com os nossos fãs, e eu também quero dizer aos nossos ARMYs que eu estou incrivelmente grato.”

Por fim, RM disse: “Eu ainda não consigo acreditar nisso, e eu acho que um dos meus preciosos sonhos finalmente se realizou. Nós ouvimos que há muitas pessoas esperando lá fora, e irei me certificar de trabalhar duro para retribuir as expectativas delas através do nosso  show.”

O show do BTS no Citi Field marcou o final das datas estadunidenses da turnê BTS World Tour: Love Yourself, que deixou Seul em agosto.

Parabéns para o BTS por sua conquista histórica!

Fonte: Soompi
Trans eng-ptbr: jumaria @ btsbr