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Bulletproof Boy Scouts (em coreano: 방탄소년단) é um grupo masculino sul coreano de hip-hop formado pela Big Hit Entertainment. Geralmente conhecidos como BTS, são também chamados de Bangtan ou Bangtan Boys. Eles estrearam em 13 de junho de 2013 com sua.. LEIA MAIS
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Tag: revista

Publicado em 05.04.2018
[VÍDEO] 04.04.18 – J-Hope e Jimin para a revista Glitter
A edição de Maio contará com Jimin e J-Hope, com entrevista e fotos exclusivas.

A revista japonesa “Glitter” postou um vídeo de J-Hope e Jimin anunciando o próximo exemplar da revista, com participação da dupla. A edição de Maio contará com Jimin e J-Hope, com entrevista e fotos exclusivas.

via; bts_national
cr; glitter.mag

 


Publicado em 28.03.2018
[FOTOS] 28.03.18 – J-Hope e Jimin para More Magazine
Eles falaram sobre sua vida pessoal, viagens e cultura japonesa na entrevista.

J-Hope e Jimin foram entrevistados e fotografados para a revista japonesa “More Magazine”. Ambos falaram sobre sua vida pessoal, viagens e cultura japonesa na entrevista.


Publicado em 28.03.2018
[INFO] BTS na lista “30 under 30 Asia 2018” da Forbes
A Forbes é uma revista estadunidense de negócios e economia conhecida [...]

A lista “30 under 30” da Forbes lista os maiores destaques da Ásia nas áreas de economia, entretenimento, tecnologia, esportes, saúde e ciências, indústria e outras. O BTS está na área de Entretenimento. A Forbes é uma revista estadunidense de negócios e economia conhecida mundialmente.

O grupo entrou na lista por ser um grande destaque de 2017, tanto na Coreia como no mundo todo, principalmente por se destacar, quebrar recordes e atingir marcas históricas como artista coreano no mercado americano.

[TRAD] Se você perguntar à maioria dos Americanos para nomear apenas um artista Coreano do último ano, a chances serão grandes de que a resposta será BTS. A música de Bangtan Sonyeondan tomou o mundo nos últimos anos, e em 2017 foi o ano em que eles finalmente entraram no competitivo mercado dos EUA. A boyband coreana de sete membros se apresentaram no American Music Awards em Novembro, o primeiro artista de K-pop à prestar as honras. Eles também apareceram na Ellen e Jimmy Kimmel, deixando uma trilha de histeria online e clipes virais de uma devotada – e crescente- fanbase.

 

via; bts_national
cr; Forbes


Publicado em 28.03.2018
[FOTOS] 27.03.18 – More Magazine Japan posta foto de J-Hope
O rapper estará na proxima edição da revista.

A revista de moda japonesa “More Magazine” postou em sua conta oficial do Instagram uma foto de J-Hope.

cr; moremagjp @ instagram
via; bts_national @ twitter


Publicado em 19.03.2018
[FOTOS] 19.03.18 – V, Jimin e J-Hope para a revista japonesa “ViVi”
O trio realizou um ensaio fotografico para a revista japonesa.

Ensaio fotográfico do V, Jimin e J-Hope para a edição de maio da revista Japonesa “ViVi”.

cr; ViVi
via; bts_national


Publicado em 14.03.2018
[NEWS] Dentro da Mania-BTS: Um dia na Vida das Estrelas do K-Pop
A famosa revista Rolling Stone passa um dia com o BTS e nos dá todos os detalhes.

A gritaria começa além da checagem de bagagem, quando o primeiro fio de cabelo roxo-acinzentado aparece entre a parede que separa o maior grupo de Kpop do mundo, na história, de seus fãs. Em meio à histeria estridente, os sete homens de rostos delicados passam pelo Aeroporto Internacional de Los Angeles cercados por humanos enfileirados com camisetas amarelas de “Equipe do Evento/STAFF”. Os meninos sorriem, acenam e, com a eficiência da realeza Britânica, passam entre algumas centenas de mulheres jovens e adolescentes para a escada rolante, e passam o portal para o coração da mídia americana.

É meio de Novembro e o BTS voou diretamente da Coreia do Sul, impulsionados pelo fervor de seus admiradores, um grupo que chamam-se ARMY (abreviação para Adorable Representative MC of Youth). O grupo está aqui para uma sessão de aparições em programas de TV de alto-perfil: Eles vão do aeroporto para o James Corden, Jimmy Kimmel no dia seguinte e então encontram a Ellen Degeneres, que compara a sua chegada com os Beatles em 1964. Mas o BTS estão principalmente na cidade para apresentar seu single “DNA” no American Music Awards – uma apresentação que os garantiu o topo do Google e entrou no Guiness por recorde de popularidade no Twitter.

O líder do grupo RM (abreviação para Rap Monster), 23 e ambições palpáveis, compara o furacão que é essa viagem como ser “surfistas em uma grande onda”. Mas as 9 da manhã no dia em que o BTS pousa, a vida é mais como “chegando para trabalhar”. Nós estamos no estúdio de ensaio quando os representantes do AMA chegam para fotografar as fotos promocionais no estacionamento. O pulante J-Hope, 23, um MC e uma vez campeão de street-dace, caminha com seus braços para cima, gritando, “Olá! AMA! Uau!”. Os outros saem mais quietos e revezam entre se arrumarem, no asfalto, pela equipe de estilistas também de Seul.

E tem Jimin, 22, o mais bonito porém o mais malicioso, um formado dançarino de dança moderna que está no momento fazendo a barba enquanto uma mulher segura o espelho. O cantor de perpetuável olhos arregalados, V, 21, outra criança da escola de artes que fez seu debut das telas em um drama histórico da Coreia no ano passado, tem o seu cabelo roxo-acinzentado escovado e partido ao meio. Um homem usa um palito para limpar os dentes de SUGA, que assim como RM começou sua carreira como um rapper do underground. O cantor principal Jungkook, 20, um Belieber devotado que entrou no BTS aos 15 anos, recebe uma linha de delineador nos olhos. Enquanto isso, o cantor Jin, 25, um aspirante ator tão lindo que foi recrutado ao grupo por um agente de cast enquanto andava na rua, move-se quietamente entre a bagunça. Sua comitiva é enorme, perdi a conta depois de trinta-e-poucos. Tem empresários, publicitários, coreografo, um massagista, intérprete, barbeiros, pessoal com câmeras, guardas sérios e vários motoristas com fones de ouvido.

De volta para casa, o BTS estão praticamente quebrando seus próprios recordes a este ponto – para visualizações de vídeos, pré-venda de albums e posição em charts – e está cuspindo isso para outros países. Em seu recente EP, Love Yourself: Her, que inclui uma música escrita por Andrew Taggart do The Chainsmokers, topo do iTunes de 73 países, o BTS se tornou o primeiro grupo de kpop a quebrar a mesmice dos estados unidos, com o remix de “Mic Drop” com Steve Aoki recentemente chegando ao Top 40.

“Nós somos tão sortudos por estarmos vivendo nessa época, em 2017”, diz RM, o único que consegue manter uma conversa em inglês. “Quando postamos um tweet, é traduzido para mais de 30 idiomas.” As letras do grupo – que são na maioria com partes em inglês, mas legendadas parte a parte no Youtube e traduzidas em sites como Genius – são uma grande parte do seu sucesso internacional. As músicas do BTS falam de problemas como depressão e ansiedade. Eles promovem progressivamente os ideais femininos como poder feminino e aceitação de pessoas com diferentes criações. Eles ainda abordam o desconforto interno de abandonar a parte comercial de sua carreira para se tornar um “idol”, como as estrelas do Kpop são chamadas.

Fãs do BTS apreciam a empatia, honestidade e independência do grupo – temas que são, em particular, em alta entre a audiência Pop do Leste estes dias. Acrescentando, BTS deixa sua mensagem com uma produção hiper-moderna (frequentemente feita pelos próprios membros) que devora todo o tipo de EMD-rap e R&B-com uma pegada no pop – pense em Major Lazer, Justin Bieber, DNCE, Logico, The Chainsmokers, Nick Jonas – e cuspa uma profunda música chiclete, até um pouco modinha.

Depois da sessão de fotos, os meninos vão para o para o ensaio para a sua rotina no AMAs. Desde o primeiro assobio de “DNA”, eles são uma mente só, um organismo único de vários membros. Jin, que normalmente parece estar viajando, distribuí beijos e mãos voantes. Eles brincam um pouco – Jimin aperta a bunda de Jungkook depois que o mais novo executa uma pirueta de ballet – mas estão focados. Uma hora depois, as 10h40 da manhã, eles estão bebendo aguá e sendo abanados por mulheres que usam seus corpos inteiro para balançar leques de papel com o rosto dos próprios membros. Jin tira um cochilo em uma cadeira mas é, em breve, acordado com um massagista, que quer massagear seus ombros com seus cotovelos; Jin estremece enquanto ele o faz. Minutos depois, V está gemende de dor, boca aberta enquanto um encarregado cuida de uma ferida dolorida dentro de sua bochecha. Depois, RM vai dançar com um lenço ensanguentado no nariz – resultado do jet lag e mudança constante. Um almoço adiantado de hambúrgueres e batatas fritas frias não parecem ser uma grande compensação, mas eles comem com fervor.

BTS, acronismo para Bangtan Boys (“Bulletproof Boy Scouts” em coreano), foi criado a partir de RM e finalizado via audições. O grupo foi feito por uma companhia pequena – Big Hit, comandada pelo compositor “Hitman” Bang Si Hyuk, co-fundador de uma das tão conhecidas Grande Três agencias, JYP, antes de abandona-la – que dá um olhar de ‘rejeitado’ ao grupo. E enquanto o BTS veio através do popularmente rigoroso sistema K-pop, vivendo juntos em dormitórios e treinando constantemente, RM diz que a Big Hit oferece, relativamente, uma liberdade artística. Para provar, em uma virada única para o fanservice de K-pop, BTS construiu mitologias ao redor de seus álbuns como o Wings do ano passado, que o tema vem da obra de Hermann Hesse de 1919, Demian. O conceito aparece nas letras, arte e vídeos. Da mesma forma em que esses sub-enredo tem a forma ainda desconhecida, é possível que RM, que lê autores como Haruki Murakami e Albert Camus, esteja envolvido.

“Nós tentamos fazer o nosso próprio contexto BTS”, ele diz. “Talvez é arriscado trazer inspiração de romances tão antigos, mas acho que valeu apenas [mais que prejudicar. Vem como uma caixa de presentes para os nossos fãs. É algo que você não pode achar facilmente de artistas Americanos.” Como alternativa, ele liga isso à Star Wars.

“A grande coisa sobre criar o nosso universo é a expansibilidade,” adiciona SUGA, o mais pensativo do grupo, via interprete. “Porque é desenhado através de nossa vida pessoal e interesses, nós podemos expandir is tanto quanto queremos e não é um alien para nós. Tendo o que nos permite ter mais diversidade nas histórias que nós podemos contar e música que podemos fazer.”

Eles sentem-se livre o suficiente para escrever sobre a politica Coreana? RM diz que eles estão trabalhando em uma música que menciona sutilmente, mas SUGA avisa que o assunto “está cheio de perigo, não de um jeito literal, mas porque o risco de ser mal entendido pelos jovens é grande pois talvez não tenham desenvolvido totalmente a sensibilidade”. Ele prefere focar em promover o entendimento do que “iniciar um conflito”. O resto do grupo permanecem calados para a nossa entrevista diurna, exceto para cumprimentar os ARMYs e admitir que eles estão animados para mais oportunidades com estrangeiros. Como J-Hope colocou, “Vai ser uma honra trabalhar com qualquer pessoa.”

RM diz que, em vez de quebrar mais recordes, a missão do grupo é promover a individualidade, que não é sempre encorajada voltando pra casa [Coréia]. “Especialmente na Coreia, tem todos esses padrões: Case-me, vá para uma faculdade legal.” Como eles vão espalhar essa mensagem? Ele sorri. “Melhores músicas e apresentações ainda mais incríveis.”

Depois de esgotar arenas na Califórnia, Chicago e New Jersey, BTS estão planejando uma turnê maior nos EUA em 2018. Eles estão em um território sem precedentes. Diferente de PSY, o sucesso deles aqui não surgiu de um hit musical – o seu crescimento nos charts Americanos foi gradual e não mostra nenhum indicio de diminuir. Enquanto eles dispersaram a ideia de um álbum em inglês no passado, RM liberou versos em inglês em um remix com o Fall Out Boy e colaboração com Wale neste ano.

As 13h30 da tarde, é hora de ficar prontos para o Kimmel. Eu sigo o BTS to estúdio de dança até o hall perto de seu camarim. Tem uma mesa dobrável cheia de anéis de prata, colares brilhosos e brincos pendentes para escolher. No chão tem um punhado de tênis idênticos da Puma. Depois que seus cabelos são refeitos e roupas ajustadas, eles entram no carro Four Escalades sem bagunça.

Assim que a nossa caravana passa a Hollywood Boulevard e viramos em uma pequena rua que nos leva ao estúdio e palco externo do Kimmel, nós vemos então: mais de mil fãs do BTS que explodem quando nos veem. Eles estiveram esperando por horas. O produtor música do Kimmel, Mac Burrus, me conta depois que um grupo de cinco adolescentes passou duas noites no lado de fora, na rua, dormindo em sacos de dormir.

Na sala dos bastidores, tem finalmente um horário de descanso. SUGA e RM comem bananas. Jin joga no seu Nintendo Switch. Jungkook e J-Hope dormem apoiados um no outro no sofá. V deita no chão para ter o seu pescoço ajustado pelo massagista por uma torção-de-estalar-os-ossos antes de se aconchegar no sofá e assistir “Carpool Karaoke”. Por volta das 16h00, os produtores entram com as mães de algumas ARMYs para uma gravação onde elas zombam de suas filhas, ainda na fila, via FaceTime com o BTS. As filhas eventualmente entram e eu roubo elas para uma conversa. Ambas descobriram o BTS no YouTube. Adriana, 24, está aprendendo Coreano sozinha “devagar mas com precisão” então ela pode ouvir os meninos em seu próprio idiota. Rosa, 18, insiste “idioma não é uma barreira quando se trata de música.”

As 18h20, o BTS se dirige ao palco. Dos bastidores, o som é como se tivesse uma montanha russa cheia de usuários gritando do outro lado. Um staff passa por mim com um sorriso, murmurando, “Isso é loucura”. Do canto, eu assisto o grupo apresentar seis músicas, que inspira os fãs a lagrimas e cobrir o rosto. Para “Save Me”, música similar a “Where Are Ü Now”, a plateia entrega um fanchant coordenado, gritando o nome de nascimento de cada membro em ritmo perfeito. Eu mal posso ouvir a música, então isso não me ocorre até o final, que o BTS não está usando música de fundo; como um grupo do USA ou UK usariam – eles cantam e fazem rap até o final enquanto dançam constantemente.

Quando termina, após as 19h00, um exausto J-Hope joga-se no asfaltao longe da vista de uma plateia e sua euipe, com o peito pesado e olhos arregalados. Depois de 30 segundos, ele se levanta e se apressa apara os membros do BTs sumindo para dentro da sala de espera. Quando ele vira o ultimo corredor, uma voz berra, “Meu Deus! J-Hope olhou para mim!”.

 

Fonte: Rolling Stone
Tradução e Adaptação por Isabella @ BTSBR


Publicado em 06.03.2018
[ENTREVISTA] J-Hope tem sua própria história para contar em nova mixtape solo
Permitam à J-Hope se apresentar – e nos dar as boas-vindas à Hope [...]

Permitam à J-Hope se apresentar – e nos dar as boas-vindas à Hope World, a primeira mixtape solo do superstar do K-pop. J-Hope, 24, nascido Jung Hoseok, é um dos sete membros do BTS, umas das boy bands mais populares do mundo. Mas o lançamento de seu projeto independente não conjura nenhum fim ao reinado do BTS. Na verdade, ele é o terceiro membro do grupo a disponibilizar uma mixtape individual, dando ao seu exército global de fãs um gostinho da sua própria visão artística – sem fraturar o grupo.

“O grupo sempre vem primeiro, então eu foquei nos nossos projetos como BTS e tentei conseguir tempo no quarto de hotel, no avião, e qualquer lugar onde eu pudesse achar uns minutinhos,” ele diz, sobre o processo de 2 anos desenvolvendo a Hope World, que ele considera “meu cartão de visita para o mundo”.

Mais conhecido no BTS pelo seu rap e seu passado como competidor de street dance, a jovem estrela foi descoberta pelo fundador e CEO da BigHit Entertainment, Bang Sihyuk, graças aos seus movimentos precisos. Em Hope World ele tem a oportunidade de trabalhar sua própria voz, montando um set de canções que os fãs de rap e pop podem apreciar mesmo sem falar uma palavra em coreano. A mixtape começa com uma aventura inspirada por Júlio Verne, e então adentra suas reflexões pessoais sobre a fama e o sucesso, hinos pela positividade e músicas de festa, todas dispostas sobre uma mistura instantaneamente grudenta de batidas trap, dance e tropical. Aqui, J-Hope compartilha, exclusivamente com a TIME, as histórias por trás dessa coleção de faixas solo, das quais a mensagem – apesar da diferença de idioma – certamente não se perde na tradução.

 

TIME: Por que você quis lançar uma mixtape? O que diferencia ela da música do BTS?

J-Hope: Meu sonho sempre foi fazer um MV e performar uma música que eu tivesse criado. Eu também queria colocar a minha própria história na música e dividir ela com o mundo. O RM e o SUGA terem lançado suas próprias mixtapes foi a motivação para o meu próprio projeto. Eu fui e continuo a ser profundamente influenciado por eles, do dia em que nós começamos até onde estamos hoje, e eu sempre achei maravilhoso que eles estivessem contando suas próprias histórias pessoais e fazendo música no estilo deles mesmos. Eu comecei primeiro dançando, mas senti que também podia contar minha história através da música.

 

TIME: Há elementos de trap, EDM, batidas caribenhas e funk-soul futurista, misturadas pela sua mixtape. Mas mais do que isso, você está claramente se jogando em todas as formas de rap. Que artistas e sons te inspiraram mais?

J-Hope: Eu na verdade não me preocupo com pensamentos do tipo “Vou fazer esse tipo de rap nesse tipo de gênero” enquanto eu trabalho. Fui com o que me agradava mais e peguei minhas beats disso também, o que me instigava, o que tinha um sentimento bom. O jeito que eu trabalho é bem… Com o fluxo que dá na hora, e eu escrevo o rap e a música conforme sinto eles vindo. Para essa mixtape, eu tirei inspiração de artistas como KYLE e Aminé. Também tenho que mencionar a forte influência do Joey Bada$$. Todos esses são artistas que eu respeito muito, e eu adoraria fazer projetos com eles, no futuro.

 

TIME: A primeira música, Hope World, abre com um som de ‘splash’ na água, e a letra menciona estar debaixo do mar. [Nessa música,] Em qual jornada você está?

J-Hope: Eu me lembro de ser cativado por 20 Mil Léguas Submarinas, do Júlio Verne, quando eu a li, enquanto criança. Acho que eu me levei de volta àquele lugar, para novas inspirações, e trouxe de volta parte da história como um motivo para começar a escrever Hope World. É uma introdução para as pessoas que são completamente novas à mim, comigo como o Capitão Nemo, mostrando o lugar para você conforme o submarino do livro viaja ao redor dos oceanos do mundo. Eu sei que isso soa bem clichê, mas eu te convido a ser o professor Aronnax enquanto você escuta essa música e faz uma viagem pelo meu mundo [risos].

 

TIME: O que significa ser um “Pedaço de Paz”, em inglês, “Piece of Peace”, que é o título de uma das músicas?

J-hope: Eu pensei que seria muito significativo se eu pudesse me tornar, como o meu nome diz, esperança para alguém no mundo – nem tanto uma paz grandiosa, mas apenas um pequeno fragmento dela. Primeiramente eu comecei pensando, “Seria fantástico me tornar parte da paz pessoal de alguém por meio da minha música,” e enquanto eu trabalhava nas batidas, pensei no tipo de mensagem que eu posso mandar para a minha própria geração, que vive com suas preocupações e problemas. Eu queria falar sobre paz mesmo sabendo que é um tópico pesado, e eu adicionei “pt. 1” ao título porque quero continuar falando sobre isso.

 

TIME: As vozes dos outros membros do BTS aparecem em Airplane. Eles contribuíram de outras formas, também?

J-Hope: Foi tão especial. Eu senti que os vocais em grupo para “Airplane”, vindo de todos os membros do BTS, que estiveram juntos durante essa jornada, criaria uma música ainda mais genuína. Primeiramente, eu pedi ao nosso membro e meu amigo, RM, para fazer o gancho da música. Ele aceitou e trabalhou muito duro para fazer a gravação, mas nós continuamos conversando e chegamos num acordo de que construir o gancho só com a minha voz e terminar a  música com ele, criaria um impacto emocional mais profundo. Eu também percebi isso, então, infelizmente, a voz do nosso líder teve que ficar para trás, na sala de edição. Quero usar essa chance para agradecer mais uma vez ao RM e todos os membros. Tenho os vocais em coro e o rap do RM no meu celular, e mal posso esperar por uma chance de colocar isso nas redes e dividir com todo mundo!

 

TIME: Também em “Airplane”, perto do final você beija o ombro para os haters: “Nem ligo, Só estou feliz/ Eu cheguei aqui”. Você sente que chegou onde queria chegar como um artista, agora?

J-Hope: Eu sinto que “chegar em algum lugar”, como você diz, significa coisas diferentes para pessoas diferentes. Eu estava sentado em um avião quando escrevi esses versos, em nada menos que um assento da primeira classe, e despertou em mim a percepção que eu estava em um avião, no assento, vivendo a vida gloriosa com que eu apenas sonhava quando era novo e, de algum jeito, agora tinha me acostumado. Mas no passado e agora, eu continuo a mesma pessoa, o mesmo J-Hope. Meus pensamentos sobre a vida não mudaram muito. Mas o meu mundo passou por mudanças incríveis. Acho que foi aquela experiência de estar com meus fãs ao redor do mundo e voltar a pisar em solo coreano que me fez perceber, “Cara, acho que eu cheguei lá…”Para mim, a alegria que eu tenho agora e o amor extraordinário que estou recebendo, é como eu defino meu sucesso.

 

TIME: “Base Line” é uma faixa intensa de rap na qual vemos você se mostrando, isso por cima de sons arranha-disco. O que essa música significa para você? Qual é a sua “linha de base”?

J-Hope: Para ser sincero, eu não esperava muito dessa faixa. Eu estava pensando nela em termos de um interlúdio entre músicas, e acho que eu estava o mais relaxado que eu podia estar, escrevendo essa música, mas daí eu ouvi a faixa mixada e masterizada, e ela me deixou no chão. Pode não ser tudo isso para outras pessoas [risos]. Eu só queria contar a história de como eu comecei, a “linha de base” da minha vida. As pessoas não sabem muito sobre como eu entrei na música. A base que está por trás da minha vida, hoje em dia, é minha profunda gratidão pela minha vida e pelo meu trabalho. Você também pode ver isso nas letras. Tudo que eu sou vem dessa profunda gratidão que eu sinto.

 

TIME: “Daydream” parece uma música particularmente pessoal – mas também é uma batida divertida para se dançar junto. Que história ela conta?

J-Hope: As pessoas me conhecem, e eu sei que sou uma pessoa pública. Eu queria mostrar que por trás dessa figura pública, há um cara comum chamado Jung Hoseok. Quis usar isso como um canal para falar dos desejos e anseios que todas as pessoas do mundo têm, mas que eu tenho que segurar e encobrir, devido a ter escolhido essa linha de trabalho. Daydreaming é, claro, sonhar enquanto acordado sobre coisas fora do nosso alcance. Mas mesmo se esses sonhos nunca forem se tornar realidade, alinhar esses sonhos na minha cabeça ainda me conforta. Achei que expressar esse tópico do jeito errado, poderia torná-lo muito pesado, então eu quis colocar alguma coisa agitada e divertida.

 

TIME: Você agora é o terceiro membro do BTS a lançar uma mixtape, depois do RM e do SUGA. Quem será o próximo?

J-Hope: Primeiramente, é uma honra enorme ter a oportunidade de fazer essa mixtape. Todos os nossos membros têm interesse em trabalho criativo e possuem a mais profunda paixão por música, então eu não ficaria surpreso de ver uma mixtape vinda de qualquer um deles. Nesse momento, estamos todos focados no novo álbum do BTS. Estamos sempre trabalhando e criando coisas novas, e eu espero que vocês possam continuar a nos mostrar o seu amor e continuar com a gente nessa nossa jornada emocionante.

Fonte: TIME
Trans eng-ptbr; VenomQ @ btsbr


Publicado em 23.02.2018
[VÍDEO] 21.02.18 – Billboard posta vídeos do BTS
Billboard mostra mais sobre as revistas do BTS.

A Billboard postou em seu twitter um vídeo mostrando as revistas de edição especial do BTS, com 8 capas diferentes e poster.

cr; billboard


Publicado em 16.02.2018
[VÍDEO] 15.02.18 – Por Trás das Câmeras: BTS X Billboard
Processo de criação das fotos para a edição especial da revista Billboard.

Por Trás das Câmeras da sessão de foto do BTS durante sessão de fotos  para a edição especial da Billboard.

cr; billboard @ Twitter


Publicado em 16.02.2018
[VÍDEO] 15.02.18 – Billboard News posta sobre edição limitada do BTS
Billboard explica sobre a edição especial do BTS para a revista.

Em vídeo a Billboard explica a edição lançou uma edição especial limitada da revista do BTS. Essa edição contém 8 capas e 8 posters: uma de cada membro e uma do grupo completo. Eles são vendidos em uma caixa personalizada e apenas pelo site da Billboard.

cr; Billboard News @ Youtube


Publicado em 16.02.2018
[FOTOS] 15.02.18 – BTS na capa de edição especial da revista Billboard
Cada integrante ganhou uma capa exclusiva da revista norte-americana.

A revista Billboard disponibilizou em suas redes sociais fotos da sessão fotográfica do BTS para a sua edição especial de fevereiro. Cada integrante ganhou uma capa exclusiva da revista norte-americana.

cr; Billboard


Publicado em 30.01.2018
[FOTOS] 29.01.18 – BTS é capa da revista “Choa Nikkan Sports”
Com matéria falando sobre seu sucesso e singles japoneses.

O BTS é capa da revista japonesa “Choa Nikkan Sports”, para a edição de Fevereiro, com matéria falando sobre seu sucesso e singles japoneses.

via; @bts_national