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Tag: Wings

Publicado em 22.06.2018
[NEWS] Top 50 melhores músicas do BTS: escolha dos críticos
Em comemoração aos 5 anos de BTS, críticos da Billboard listam as 50 [...]

Em homenagem ao quinto aniversário do grupo (13 de junho), selecionamos as 50 melhores músicas deles até o momento.

 

BTS completou 5 anos no dia 13 de junho, comemorando meia década de conquistas importantes.

 

Em uma indústria marcada por data de validade, cinco anos podem marcar a carreira inteira de vários grupos – até mesmos alguns que fazem sucesso. Mas o BTS subiu muito acima de qualquer arco de repentina ascensão-declínio, onde eles continuam a alcançar alturas antes inalcançáveis. Sucessores do PSY, como quebradores das barreiras ocidentais, eles parecem continuar a quebrar seus próprios recordes com cada comeback sucessivo, constantemente mapeando novas possibilidades para o sucesso da Coreia do Sul nos EUA.

 

O septeto veio de uma longa jornada de cinco anos, trocando seu status de desconhecidos para serem topo dos charts mundiais. Formados em 2013 pela Big Hit Entertainment, todos os sete integrantes costumavam dividir um único quarto. A imagem do grupo panfletando seu próprio show em 2014 foi imortalizada no reality, American Hustle Life. Mas agora, o fenômeno do K-Pop vive confortavelmente em um complexo luxuoso de apartamentos, esgotando ingressos pelo mundo em minutos. BTS em 2018 é basicamente a concretização do “Eu sou você, mas mais forte”.

 

Então, a Billboard decidiu dar sua própria BTS Festa caçando entre todas as músicas do grupo para mapear as 50 melhores de sua primeira meia-década. Feliz aniversário para o Bangtan, e um brinde para todos os próximos hits que virão nos próximos 5 anos.

 

  1. “A Supplementary Story: You Never Walk Alone” (You Never Walk Alone, 2017)

 

Umas das primeiras coisas a se aprender sobre o BTS é que nada do que eles fazem é acidental (veja: qualquer das exaustivas teorias que os fãs escrevem os próprios meninos já conhecem.) As batidas de coração no início da música é um toque adequado e intencional a uma das músicas mais sentimentais do grupo, onde os integrantes parecem oscilar entre expressar sua gratidão e encorajar seus ouvintes à rastejarem, correrem e voarem em direção aos seus sonhos enquanto o instrumental brilha ao fundo.

 

  1. “Don’t Leave Me” (Face Yourself, 2018)

 

Como se já não fosse claro pelas suas conquistas nos charts internacionais, a música do BTS se conecta em qualquer língua – como é visto nesse lançamento esplêndido da discografia do grupo em japonês. A produção sintética pesada ganha força pela melancolia corrente das vozes de Jimin, Jin e JungKook, onde o grupo implora para que seu amante fique.

 

  1. “Outro: Love Is Not Over” (The Most Beautiful Moment In Life, Pt. 1, 2015)

 

Os vocalistas do BTS tomam o centro do palco nessa balada R&B escrita e composta em parte por JungKook e Jin. JungKook, Jin, Jimin e V expressam a letra da música com uma sinceridade calma, enquanto a densa produção com um baixo carregado no refrão e harmonias brilhantemente combinadas, fazendo desta uma das mais memoráveis músicas da discografia do BTS.

 

  1. “Attack On Bangtan” (O!RUL8,2?, 2013)

 

Essa música animada também conhecida como “The Rise of Bangtan”, é um hino cheio de swag e funky hip-hop onde o BTS anima a si mesmos e canta sobre seu potencial. Com trechos como, “Escalar até o topo é uma questão de tempo” e “Se você não nos conhece, se prepare para nos conhecer bem,” o grupo afirma sua intenção de dominação futura da maneira mais irresistível.

 

  1. “Just One Day” (Skool Luv Affair, 2014)

 

Com doces harmonias guiando os raps e calor exalando no refrão dançante, “Just One Day” revela um lado mais doce do BTS com sua jovial melodia R&B. Vindo após seus lançamentos prévios de singles de hip-hop dinâmicos – “No More Dream”, We Are Bulletproof pt.2” e “N.O” – foi a primeira vez que o grupo pisou no freio e colocou a qualidade de seus vocalistas nos holofotes.

 

  1. “MIC Drop” (Love Yourself: Her, 2017)

 

*recorde quebrado* *pose pra foto* Sim, esse é o BTS enchendo sua bolsa com troféus. Você pode se perguntar como eles chegaram lá. Mas escute “MIC Drop”, e você terá a resposta. A intensidade da música é um produto de uma mistura potente: uma ameaçadora, batida raivosa fundida à uma letra condizente de um artista de categoria global. O remix com Steve Aoki e Desiigner chegou à posição 28 da Billboard Hot 100, mas nós também apreciamos a versão original da música que foi inspirada pelo histórico – e valioso momento de meme – de Barack Obama derrubando o microfone. Não é preciso pedir desculpas à Billboard.

 

  1. “Intro: Never Mind” (The Most Beautiful Moment In Life, Pt. 2, 2015)

 

Apresentada quase inteiramente por SUGA, “Never Mind” serve como faixa introdutória para The Most Beautiful Moment In Life, Pt.2, marcando o sucesso do álbum com uma reflexão das dificuldades do BTS. Co-escrita pelo rapper, examina como, quando batalhando pelos seus sonhos de se tornar músico, SUGA impulsionou-se para frente através das dificuldades que foram deixadas de lado, ou que nem foram levadas em conta.

 

  1. “Singularity” (Love Yourself: Tear, 2018)

 

Como música de abertura de Tear, “Singularity” serve como uma apresentação sonora do que vem pela frente sem o objetivo de chocar ou sobrecarregar. O R&B sensual persegue os ouvintes com seu um tempo lento, pausas súbitas, distantes improvisos e letra para se meditar (“Mesmo nos meus sonhos momentâneos / As ilusões que me torturam ainda são as mesmas,” confessa V.) Em “Singularity”, V se sobressai com seu barítono luxuoso que se molda perfeitamente aos contornos da música.

 

  1. “Coffee” (O!RUL8,2?, 2013)

 

Remake de Urban Zakapa “Café Latte”, BTS realizou um retrabalho na música de 2009 para se adaptar a sua própria vibe. Com raps suaves e instrumental de cordas de rock ao longo da melodia original de jazz, “Coffee” é melodiosa liricamente assim como sua versão original, mas possui um tom mais brincalhão que se encaixa ao sentimento juvenil da era Skool do septeto.

 

  1. “I Like It” (2 Cool 4 Skool, 2013)

 

A mistura inusitada de teclas sintéticas e sons de censuras faz com que a música seja sonhadora e dançante ao mesmo tempo. O tom fofo da música é amplificado pela sua inteligente e romanticamente leve letra sobre términos de relacionamentos na era digital. O doce R&B marcado foi bem-vindo para aliviar a postura pesada de hip-hop que dominava a estética rookie do grupo.

 

  1. Agust D – “The Last” (Agust D, 2016)

 

Desesperança e desespero cru nunca se mostraram tão perfeitamente na discografia do BTS como foi no álbum solo de SUGA, e todas essas fortes emoções atingiram sua máxima em “The Last”. Aterrorizante e agressiva com batidas empolgadas e sintetizadores salpicados, a entrega sem fôlego e fanática do rapper que reconta seus problemas com saúde mental e como sua dor eventualmente se transformou em orgulho enquanto ele atingia o sucesso. Mesmo que ele se declare um k-pop idol rapper (“Meu endereço é inegavelmente de um idol”), o que é um estigma dentro da cena hip-hop coreana, SUGA se coloca acima de todas as categorias com essa música íntima.

 

  1. “Hold Me Tight” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt. 1, 2015)

 

Completo com tudo que uma música sobre coração partido deve ter (melodia ornamental, fundo de piano, e múltiplas utilizações de palavras como “coração” e “choro”), “Hold Me Tight” é o mais perto que os meninos chegaram do território explorado pela  famosa “Cry Me a River” — mas os raps passionais de J-Hope, RM, e SUGA distinguem o BTS de seus antecessores angustiados do NSYNC.

 

  1. “Intro: The Most Beautiful Moment In Life” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt. 1, 2015)

 

O basquete serve como um microcosmo da vida de SUGA nessa música. Esboços na quadra assumem maiores proporções enquanto barulhos e rangidos de basquete marcam o ritmo.  Essa música solo é bem colocada como uma intro porque é imersiva: o ambiente da quadra funciona como um cenário. Afinal de contas, o stage name SUGA surgiu também de “shooting guard” [Ala-armador, posição em que ele costumava jogar].

 

  1. “Fire” (The Most Beautiful Moment In Life: Young Forever, 2016)

 

Não há nada mais energético que “Fire”, um single explosivo de pop eletrônico que molda sirenes aos sintetizadores frenéticos enquanto os sete cantam e fazem rap sobre colocar as expectativas do mundo em chamas: “Viva como você quiser, é sua vida mesmo / Pare de tentar, está tudo bem em perder.” Tão bons quanto o possível em músicas dançantes e evocativas, “Fire” é onde o dinamismo do BTS realmente se destaca.

 

  1. “Boyz With Fun” (The Most Beautiful Moment In Life, Pt.1, 2015)

 

“Boyz With Fun” é digna de seu nome. Músicas ‘bobas’ são uma parte importante do repertório multifacetado do septeto — e essa música se destaca cheia de orgulho. O baixo marcado em estilo funky anima enquanto J-Hope transforma o mundo em um lugar divertido. Esse é o BTS em sua complexidade, provando que é possível desligar a mente sem perder a sagacidade.

 

  1. “Danger” (Dark & Wild, 2014)

 

O primeiro single do primeiro álbum do BTS é uma música energética com influências do rock que têm tudo: cordas elétricas vibrantes, batida hip-hop poderosa, sintetizadores desconexos e um toque de sentimentalidade não correspondida. Por cima disso, os integrantes do BTS expressam sua raiva e paixão para um amante que não dá a eles a atenção merecida.

 

 

  1. “Lost” (Wings, 2016)

 

Esta complexa faixa de pop-sintético presente em Wings encontra seu lugar entre uma batida trap e harmonias crescente enquanto os vocais – Jin, Jimin, V e JungKook – dramaticamente cantam uma letra filosófica, “Para perder seu caminho/ É a maneira de encontrar aquele caminho.” A letra da música expressa uma visão otimista sobre traçar seu próprio destino no mundo, “Lost” é imensamente impactante tanto em sua mensagem quanto em sua poderosa melodia.

 

  1. “Boy In Luv” (Skool Luv Affair, 2014)

 

Propulsiva com seu som rock e hip-hop, “Boy in Luv” mudou a estética do BTS, trocando o tom agressivo  e controverso dos primeiros lançamentos do grupo em favor de um amor jovem entusiasmado. O grupo atinge o pico de sua estética masculina com esse single, onde expressam sua paixão e angústia que é acompanhada pela garota que eles gostam.

 

  1. “Road” (2 Cool 4 Skool, 2013)

 

O caminho para o sucesso não é feito apenas de rosas. Antes do BTS se tornar um fenômeno global, eles já mostravam uma tendência admirável à auto-avaliação em seus tempos de iniciantes. Nessa música-escondida de seu primeiro lançamento, os integrantes refletem sobre as dificuldades deles em alcançar seus sonhos. Em viés retrospectivo  pode parecer que o sucesso de recordes do grupo parecia destino, mas “Road” oferece um vislumbre de uma época onde o futuro do grupo era incerto.

 

  1. “Stigma” (Wings, 2016)

 

Está chamando V de pecador? Sua música solo está entre o jazz clássico e balada R&b, mostrando seu interesse por sonoridades antigas. A mágica está nos detalhes, e a complexa interação de restrição e intensidade é compensada pelo piano e baixo espaçados. O vocal barítono de V é capaz de fazer até um falsetto soar misterioso.

 

  1. “21st Century Girl” (Wings, 2016)

 

Um raro hino de empoderamento feminino cantando por um grupo de homens, “21st Century Girl” permite ao BTS transmitir suas mensagens motivacionais especificamente para as mulheres que lideram nosso futuro sobre uma produção absolutamente incrível – as conexões no refrão possuem uma suntuosidade, principalmente quando a batida trap se mistura ao final da música. E com tudo isso, frases marcantes que imploram para serem cantadas e o inesquecível “All my ladies! Put your hands up!”, jogue os braços pra cima, meninas.

 

 

  1. “Rain” (Dark & Wild, 2014)

 

Escrita pelos rappers do grupo, a letra de “Rain” detalha cenas do cotidiano mais pesadas que são encobertas por preocupações. Os espaços vazios entre as notas do piano adicionam um arranjo semelhante ao jazz para a faixa hip-hop. “Rain” prova que o BTS é adepto de pintar a vida com toques acinzentados.

 

  1. “Serendipity” (Love Yourself: Her, 2017)

 

A música de abertura de Her, “Serendipity” é uma canção de ninar eletrônica R&B que conta sobre um amor predestinado: “Desde que o universo foi formado / Tudo já foi planejado.” O arranjo elegante e suave permite a Jimin reinar, com sua voz sensual e rouca que é instrumento ideal para a gentil e celestial introdução.

 

  1. “BTS Cypher Pt.3: Killer” (Dark & Wild, 2014)

 

O BTS são artistas globais agora, mas eles gostam de revisitar seu passado no cenário underground. Tecnicamente o quarto da série de cyphers, “Killer” valoriza as habilidades individuais dos rappers: SUGA domina nos raps rápidos, J-Hope navega na batida e RM pinta imagens vívidas. Que as taxas de roaming se explodam, “Killer” é o tipo de cypher que faz com que todo o ARMY vá para Hong Kong.

 

  1. “I Like It, Pt.2” (Wake Up, 2014)

 

BTS apertou o botão de rebobinar em “I Like It” nesta sequência japonesa da música romântica do mini álbum de debut. Os integrantes levam o conceito numa direção hip-hop remanescente da costa leste norte-americana graças às ondas agudas de sintetizadores. O que faz sentido, já que a música foi lançada após o septeto ter sido aprendizes de Warren G.

 

  1. “DNA” (Love Yourself: Her, 2017)

 

A primeira música do grupo a aparecer no Hot 100 – chegando à posição #67 ano passado – “DNA” oferece uma paisagem sonora vibrante que reproduz as tendências ao hip-hop do grupo e mistura-as com EDM, com o refrão assobiado e guitarra acústica em loop para o impacto adicional. É uma energética ainda que suave música para se dançar com um refrão chiclete, que liderou a ascensão do grupo nos EUA ano passado e se tornou a primeira música do BTS a alcançar o certificado de ouro pelo RIAA.

 

  1. “Sea” (Love Yourself: Her, 2017)

 

Uma música-escondida que os fãs mais dedicados podem aproveitar na versão física de Love Yourself: Her. A guitarra elétrica tranquilizante justapõe a letra de partir coração que, em retrospecto, parece ser uma leve dica da direção mais sombria que a série Love Yourself tomou com Tear, lançado após 8 meses.

 

  1. “BTS Cypher 4” (Wings, 2016)

 

BTS pode ser um grupo de idols, mas as vozes deles não foram caladas. A principal mensagem do grupo “love yourself” [ame a si mesmo] é onipresente nesse cypher – e transformada de um encorajamento gentil à uma sarcástica farpa. Os rappers do grupo provocam os haters nesse sucesso que mostra as habilidades de rap dos meninos. Mesmo com uma batida reciclada, SUGA, RM e J-Hope provam que eles sabem como dominar versos e batidas.

 

  1. “Euphoria” ( , 2018)

 

Quão boa é a música que o BTS pretende lançar sendo que uma música que foi apenas uma prévia dos próximos projetos do grupo já ganhou os corações de milhões de pessoas? A leve, porém marcada, melodia sintética se une à assinatura  vocal angelical do grupo nessa música – que ainda não foi lançada oficialmente após ser introduzida em um vídeo do grupo pelo YouTube chamado “Euphoria: Theme of Love Yourself: Wonder” – soa como um clássico futuro do grupo.

 

  1. “Paradise” (Love Yourself: Tear, 2018)

 

Na pop eletrônica e dançante “Paradise”, BTS direciona a seus fãs que estão correndo em círculos com suas obrigações de escola e trabalho e os assegura que está tudo bem em tirar uma folga das demandas infinitas do mundo. Produzida pelo artista britânico MNEK, é uma música otimista e cheia de alegria, carregada em grande parte por seu refrão  inteligênte e pelo chant bilíngue que encoraja os fãs a tomarem as rédeas de suas vidas: “Stop runnin’ for nothin’ my friend [Pare de correr por nada meu amigo]/ Você não precisa ter o sonho que todos os outros tem”.

 

  1. “Outro: House of Cards” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt.2, 2015)

 

“Outro: House of Cards” é nada mais que um curta cinematográfico, com seus arranjos de cordas extensos, metáforas sobre uma paixão mal sucedida  e harmonias sobrepostas em camadas. O jogo feito entre os vocalistas e seus diferentes timbres de voz enquanto eles contam partes do conto de amor é o ápice do encanto que música desperta. Da voz suave de JungKook ao tom flexível de V, os contrastes e constantes giros que a música dá só adicionam sensualidade, não que ela não esteja presente desde a primeira nota.

 

  1. “Begin” (Wings, 2016)

 

Em sua música solo, JungKook detalha sua transformação de um trainee inexperiente e assustado para um dos ídolos mais conhecidos e bem sucedidos da indústria, focando nos seus seis amigos e integrantes do BTS que o guiaram por toda essa trajetória.  Enquanto a produção é simples – o refrão bebe da fonte EDM da era Purpose de Bieber – é a letra e a história contata que diferencia a música das outras. Redigida em parte por RM, a composição é uma sincera carta aberta que, em uma exibição rara para qualquer boyband, explora e coloca em foco os laços de amor e  irmandade do grupo.

 

  1. “Airplane, Pt.2” (Love Yourself: Tear, 2018)

 

Uma extensão de “Airplane, Pt.1” presente na mixtape solo de J-Hope, os integrantes embarcam em uma turnê mundial enquanto se lembram de suas raízes e sonhos que os fizeram artistas internacionais em  “Airplane, Pt.2”. A vibe pop-latina da produção apenas reforça essa sensação globalizada, que apropriadamente vem em parte pelo time por trás dos hits “Havana” de Camila Cabello e “Despacito” de Luis Fonsi.

 

  1. “Agust D” (Agust D, 2016)

 

Uma verdadeira jóia no trabalho solo dos integrantes do BTS, SUGA faz sample da música de soul clássica de James Brown “It’s a Man’s Man’s World” e a transforma em uma produção agressiva que faria os mais pesados hits hip-hop sorrirem. “Agust D” é a faixa título da mixtape por excelência – ênfase em mixtape, já que a música não foi incluída na versão disponibilizada para compra – exatamente pela utilização de sample e outros elementos musicais que são tipicamente mais complicados de se mexer em projetos completos.

  1. “Baepsae (Silver Spoon)” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt. 2, 2015)

 

Muito foi falado sobre as críticas sociais que o BTS injetou ao longo de sua discografia, e essa música cheia de swagg e ironia está cheia delas. Nomeada a partir da gíria coreana equivalente ao nosso “faz melhor”, a barulhenta marcação do baixo e produção arrojada – especialmente as buzinas e metais assombrosos – acentuam a insolência do grupo, enquanto a letra sarcástica se direciona à geração que não tem estabilidade empregatícia. Uma música que reflete sobre as pessoas que vivem não apenas na Coreia mas também ao redor do mundo, “Baepse” é uma das mais impactante músicas do BTS.

 

  1. “134340” (Love Yourself: Tear, 2018)

 

Se você zapear o suficiente entre os gêneros-musicais, eventualmente estabelecerá novos territórios sonoros. O título “134340” refere-se ao rebaixamento de Plutão como planeta em 2006 – uma extensa metáfora usada para explorar a separação de alguém amado. A experimentalidade da música é espacial, mas seu fundamento terrestre é a realidade da instrumentação. Quantos artistas globais hoje conseguem dominar uma batida liderada por uma flauta? Plutão pode demorar 248 anos para dar a volta ao redor do sol, mas essa música está anos-luz à frente.

 

  1. “Dope” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt. 1, 2015)

 

“Dope” presenteia seus ouvintes com uma subversão do bravado hip-hop: BTS não está se perdendo na farra porque estão muito ocupados construindo um império com seu trabalho exaustivo. E eles não estão errados. A música foi responsável pelo recrutamento de muitos novos ARMYs com sua coreografia de cair o queixo apresentada em seu vídeo-clipe. Articulada no som pegajoso, nasalizado e repetitivo dos saxofones, “Dope” é o tipo de música que requer passos de danças bem trabalhados.

 

  1. “Best Of Me” (Love Yourself: Her, 2017)

 

Fãs de K-Pop estão por dentro dos artistas ocidentais que estão se juntando em parceria com seus artistas favoritos, já que a história proporcionou colaborações estranhas que os fãs preferem fingir que nunca nem aconteceram. Mas esse não é o caso quando o BTS se juntou à Andrew Taggart do duo The Chainsmokers, trazendo a acessibilidade sonora deles ao som único e onipresente dinâmica do septeto nas harmonias vocais e rap. Alguns fãs se referem a essa música como uma b-side que fugiu da lista de mais tocadas da rádio.

 

  1. “Interlude: Wings” (Wings, 2016)

 

A música de fechamento do álbum que dá a sensação de bis, “Wings” finaliza o álbum homônimo de uma forma alegre, com uma batida viciante que se encaixaria em qualquer balada eletrônica ao redor do mundo. Começando com as cordas graciosas e evocativas e a primeira linha de JungKook, então uma virada que transforma a música num hit de festa, amarrado com o rap otimista do grupo e um refrão chiclete, que metaforicamente expressa como eles alçaram voo e alcançaram grandes alturas  com suas asas, que representam o suporte de seu ARMY.

 

  1. “Whalien 52” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt.2, 2015)

 

“Whalien 52” contém uma das mais ricas histórias contadas pelo septeto. O título é uma junção da palavra alien com  a baleia dos 52 Hertz – em referência à solidão experienciada pela peculiar baleia cujo canto é em frequência muito alta para ser escutado pela sua própria espécie. O choramingar pesaroso ao fundo junto aos gritos cortados evocam o canto da baleia. Enquanto a letra mapeia as dificuldades pessoais dos integrantes dentro da metáfora da “criatura mais solitária do mundo” de maneira não convencional.

 

  1. “Fake Love” (Love Yourself: Tear, 2018)

 

Você pode dizer que “Fake Love” superou todas as barreiras – de forma até literal, já que quebrou os recordes ao chegar à décima posição no Billboard Hot 100 (mesma posição alcançada pelo single “Formation” de Beyoncé, por exemplo). Aqui temos BTS em seu estado mais angustiado, nadando na mágoa de mudar tanto por alguém amado só para descobrir que aquele amor não era saudável nem verdadeiro. A letra trabalha idéias complexas em frases curtas: “Neste sonho que nunca se tornará realidade/ Eu cultivei uma flor que não poderia desabrochar.” O septeto se joga no emo hip-hop com elementos de guitarras ao fundo junto com elementos trap. É 2018, o que significa que um grupo de K-Pop tem um single mais dependente de guitarras do que a maioria das entradas nos charts de rock.

 

  1. “Spring Day” (You Never Walk Alone, 2017)

 

Saudade faz o coração se sentir ainda mais apertado. “Spring Day” é um conjunto de emoções enquanto a letra aborda a fase de aceitação ao lidar com a ausência de alguém amado. “Eu digo que vou apagar você/ Mas na verdade, eu ainda não posso deixar você ir”. (Fãs teorizam que a música se refere à tragédia Sewol Ferry, que RM não negou) No inverno que se perpetua, o miasma dos sintetizadores zumbindo contrasta com os vocais introspectivos que são sussurrados. Essa arte sonora abriu o caminho dos charts; sendo a primeira música do BTS a entrar no top 10 do iTunes EUA, se classificar no Bubbling Under Hot 100 na posição 15 e ser a música de um idol group a permanecer por mais semanas nos principais charts coreanos, ultrapassando nomes como BigBang.

 

  1. “Dimple (Illegal)” (Love Yourself: Her, 2017)

 

Instrumental em baixo futurístico e efêmero toma o centro do palco nessa B-side do álbum do ano passado Her, que conta com Jin, Jimin, V e JungKook cantando sobre uma “illegirl” [garota ilegal] cujo o charme de sua covinha deveria ser ilegal. Os quatro cantores entregam uma de suas mais finas apresentações vocais nessa música de amor quente e apaixonante – especialmente durante a ponte, antes do último refrão, onde a melodia deixa de ser marcada por sintéticos marcados para focar nos vocalistas construindo a música até seu clímax. Entre isso e a descendente repetição do refrão hipnótico, “Dimple” é um dos momentos mais leves da discografia do BTS.

 

  1. “Not Today” (You Never Walk Alone, 2017)

 

Apenas uma semana após o lançamento da emotiva pop-rock “Spring Day”, o hino construído em sintetizadores pesado “Not Today” rompeu as barreiras como um foguete à jato cortando a fumaça. A música não se distancia da fórmula pop trabalhada em “Dope” e “Fire”: versos relativamente simples, refrão bombástico, e um pré-refrão focado nos vocais que antecipam o drop da batida. Entretanto, em “Not Today” eles capricham no refrão num som assombroso que demanda sua atenção. Completa com uma mensagem pró-minorias que leva os ouvintes à desafiar suas limitações, é igualmente uma crítica social e uma música de tremer o chão.

 

  1. “Pied Piper” (Love Yourself: Her, 2017)

 

Apesar do vai e vem da letra e as referências mais obscuras que o normal (o conto bíblico do jardim do Éden, o Pied Piper de Hamelin que literalmente encanta crianças para longe de suas casas), “Pied Piper” é uma faixa punk-pop em seu auge. BTS sintetiza suas influências – Bruno Mars, Daft Punk e The Weeknd – em uma música funky que caberia perfeitamente em qualquer playlist de verão. O equilíbrio entre o baixo orgânico e a bateria juntamente com os sons e instrumentais digitais  demonstram a sofisticação das mais recentes produções do grupo, e faz de “Pied Piper” o conto de advertência mais interessante por aí.

 

  1. “Butterfly” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt.2, 2015)

 

2015 foi um ano chave em definição ao som do septeto e os sentimentos que eles alojaram em cada música. “Butterfly” é uma faixa representativa, com sua evolução de pop acústico para um som forte marcado por sintetizadores ao fundo. A letra é uma das mais complexas do BTS, relacionando o medo de perder algo – tempo, amor, memórias – à uma borboleta que pode se assustar facilmente e voar para longe. Incorporar esses elementos elaborados, ainda que universais em entendimento, vem sendo uma marca do trabalho do grupo e um dos motivos pelo qual a música deles merece uma exploração mais ao fundo do que apenas um play casual.

 

  1. “Save Me” (The Most Beautiful Moment in Life: Young Forever, 2016)

 

O último single lançado como parte da trilogia que mudou a carreira do grupo, The Most Beautiful Moment in Life, “Save Me” solidificou a dedicação do grupo à uma marca de música emotiva que une tendências populares da eletrônica com seu hip-hop. Há um sentimento de desespero e ansiedade que permeia essa expressiva música de Young Forever, mas sua incongruente naturalidade mantém a música longe da total melancolia. Após iniciar com sintéticos velozes, uma batida de relógio e o verso de abertura de Jimin, a música sutilmente evolui até tomar uma batida trop-house em sem auge. E então a batida acelera no meio do verso levando o ouvinte a um refrão frenético, que se torna descendente após uma sessão de versos angustiados de rap. É poderosamente sutil, e uma das produções mais ambiciosas do grupo.

 

  1. “Run” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt.2, 2015)

 

É difícil falar sobre “Run” sem mencionar “I Need U”, que foi a música de ruptura do grupo onde vimos os integrantes explorar novo território sonoro e que garantiu sucesso doméstico. Ambos os singles são intrincadamente ligados, com seus vídeo-clipes contando partes complementares de um cenário mais amplo e suas sonoridades se afastando das tendências ordinárias do pop-sintético. Mas enquanto “I Need U” é luxuosa e leve, “Run” é tão tumultuada quanto uma música pop finamente dentro dos padrões pode ser. Há um senso de desespero, melhor percebido no intenso vocal de Jimin. Também existe uma energia febril ligada ao verbo que nomeia a música, que se repete pela música de forma propulsiva. E ainda há a dor que acoberta a produção, representada em palavras como “choro”, “adeus” e “mentira”. Por baixo das linhas chicletes superficiais mora a dor de se amarrar à uma paixão tola.

 

  1. “I Need U” (The Most Beautiful Moment in Life, Pt.1, 2015)

 

A história conta que “I Need U” foi o ponto de virada ascendente da trajetória do grupo: a música conquistou o tão esperado troféu de primeiro lugar nos shows musicais coreanos. Em um nível estético, eles se comprometeram em despir-se do som old-school hip-hop marca de seus dias como rookie. Essa música foi o início de uma metamorfose sonora que alcançou um feito raro na indústria musical: BTS não precisou trocar sua integridade artística pela acessibilidade do público. Pelo contrário, “I Need U” foi seu comeback mais ambicioso naquele ponto contextual da carreira deles, equilibrando uma direção artística, dança contemporânea de qualidade e uma emocionalmente carregada música de dança. Sintetizadores resumidos como em uma caixinha de música enquanto os pratos da bateria contornam o refrão. Enquanto isso, a marca leve R&B oferece um cenário robusto para a letra altamente trabalhada. Esse comeback expandiu as possibilidades do que o BTS era capaz de fazer como um grupo – antes mesmo deles eventualmente expandirem suas possibilidades do que o k-pop pode fazer nos palcos do mundo.

 

  1. “Blood, Sweat & Tears” (Wings, 2016)

 

Quando o álbum Wings de 2016 foi lançado, BTS estava às portas de se tornar artistas de k-pop no comando da atenção mundial, e ter um álbum monumental liderado pela música “Blood, Sweat & Tears” que solidificou o lugar deles como verdadeiros competidores na arena da música internacional. A música utiliza as tendências do momento como o tropical moombahton, batidas certeiras e vocais sussurrados, sem nunca soar como uma queda da marca do BTS como artistas. Os raps, a entrega vocal e os efeitos visuais, todos são especiais e importantes para a progressão da história, enquanto se mantém acessível à audiência global. Ser capaz de pegar o que está acontecendo no mundo numa grande escala e refazer com sua própria marca é uma das mais impressionantes marcas e feitos como um artista. BTS fez isso com “Blood, Sweat & Tears”, e apenas continuam a expandir sua arte mais profundamente no cenário musical global.

Fonte: Billboard

Trans eng-ptbr; Bia Rehm @ BTSBR


Publicado em 27.05.2018
[NEWS] BTS ‘Love Yourself: Tear’: Por dentro do novo álbum da sensação do K-pop
Nos Estados Unidos, o vídeo de “Fake Love” é um dos 10 clipes mais [...]

O produtor Steve Aoki tem boas memórias do seu primeiro encontro com o grupo de K-pop BTS. “Pegamos uma caixa de som Bluetooth, nos reunimos em volta e só curtimos,” Aoki relembra. “A última vez que vi eles em Los Angeles, eu dei meu moletom para o RM; ele me deu sua jaqueta. Fizemos o ‘salto Aoki’ juntos. De cara, estávamos em sincronia — a barreira da linguagem não nos impediu de nenhuma maneira.”

Aoki tem um papel importante na história do BTS: em 2017, ele produziu o remix cafeinado da música “MIC Drop”, que se tornou o primeiro hit do grupo a entrar no Top 40 dos Estados Unidos. De repente, ouvintes americanos perceberam que um dos grupos mais populares do planeta vinha do outro lado do globo. A indústria musical americana também se deu conta: após Aoki deixar a casa do BTS em Los Angeles, ele encontrou a cantora Halsey à caminho para encontrá-los. E tudo isso aconteceu antes da pré-venda do último álbum do BTS, Love Yourself: Tear, chegar próximo das 1.5 milhões de cópias. Em termos de comparação, um feito notável foi quando a pré-venda de Taylor Swift chegou às 400 mil unidades nos Estados Unidos.

Devido ao fervor da fanbase do BTS — quando apresentou o grupo no Billboard Music Awards, no último domingo, a apresentadora Kelly Clarkson teve dificuldade de se fazer ouvida com os gritos de antecipação da plateia — a gravadora do grupo, Big Hit Entertainment, se mantém discreta sobre suas operações. A Big Hit recusou um pedido de entrevista em razão de “proteger a vida diária de nossos membros da equipe de potenciais incômodos com os fãs.” Talvez isso não seja insensato: “Eu trabalhei com a Beyoncé por dois anos — fui seu engenheiro de som, mixei, e viajei com ela ao redor do mundo — e nunca antes vi um fandom como esse,” conta DJ Swivel, que produziu a música “Euphoria”, lançada em abril, e co-escreveu duas músicas do Love Yourself: Tear.

À medida que o perfil do BTS cresceu, eles passaram a trabalhar com mais pessoas como DJ Swivel, figurões por trás das cenas do pop dos Estados Unidos e Reino Unido. Essas colaborações que ultrapassam oceanos se intensificaram com o álbum de 2016, Wings, que trouxe contribuições de compositores como Tricky Stewart (Beyoncé, Rihanna), Sam Kempner (Emeli Sande, Niall Horan) e Tony Esterley (Sia). Love Yourself: Tear inclui a maior porcentagem de músicas co-escritas por americanos e britânicos — sete das onze faixas — de qualquer um dos projetos do BTS até agora. “Eles vindo e trabalhando com produtores, escritores, mixers, do mercado americano faz parte da sua estratégia de fazer essa mistura acontecer,” diz DJ Swivel.

Falar com alguns desses escritores oferece um vislumbre do processo do BTS. (Ainda que exista um nível de sigilo acerca dessas colaborações, com um dos compositores comentando, “eu sinto que me meteria em um grande problema se lhe contasse muito.”) Enquanto algumas empresas gostam de trazer compositores peritos para maratonas de escrita hiper-produtivas — Jonathan Yip, do grupo The Stereotypes, por exemplo, lembra de escrever quatro músicas por dia durante viagens à Coreia do Sul para a SM Entertainment –, as colaborações com o BTS são, em sua maioria, feitas de forma remota. Às vezes, o grupo obtém instrumentais pré-produzidos, incluindo a batida de Stewart para “BTS Cypher pt. 4” e “Euphoria”, que DJ Swivel escreveu com Candace Sosa. O BTS manteve o instrumental quase intacto, exceto por acrescentar o que ele descreveu como “o vocal ‘hey yah eh yay eh yay’ depois do refrão”.

Para o Love Yourself: Tear, o BTS decidiu mandar ao DJ Swivel faixas que ele usou como base para as melodias vocais. (Isso é chamado de toplining.) Uma das músicas foi “Love Maze”, uma destilação astuta de rap dos anos 90 e R&B. A outra foi “Magic Shop”, que tem uma parte com sintetizador que parece uma clara homenagem aos Chainsmokers. Uma vez que DJ Swivel já havia trabalhado extensivamente com os Chainsmokers no passado, ele foi altamente qualificado a ajudar com esse álbum. Ele entrou no Skype com Sosa e “jogou melodias”; ela deu guias vocais. Algumas das letras em inglês na canção — “So show me/I’ll show you” — foram escritas durante essas sessões de Skype e apareceram na versão final da música. Muitas das outras letras e partes de raps foram reescritas na Coreia do Sul.

Assim como a Big Hit escolheu DJ Swivel para trabalhar numa faixa estilo Chainsmokers, a gravadora entrou em contato com Ali Tamposi para produzir a batida de entonação latina para “Airplane pt. 2”, porque ela já teve sucesso nesse espaço: Tamposi co-escreveu “Havana”, de Camila Cabello. Ela trouxe também colaboradores frequentes como Liza Owen e Roman Campolo. Eles receberam instruções específicas, de acordo com Owen: “BTS queria algo que explicasse sua jornada, vindos do nada e agora voando de país para país.”

Campolo deu as primeiras ideias melódicas para “Airplane pt. 2”. “O BTS é uma fusão de tudo que está acontecendo na música pop americana, e eles trazem porções iguais de entusiasmo para tudo,” ele diz. “As possibilidades como compositor são infinitas.” No fim, os três escritores acabaram com um faixa que dança entre vocais ricos e raps diretos em staccato. “O BTS combinou com cada uma de nossas melodias de forma impecável,” acrescentou Tamposi.

Enquanto o grupo frequentemente mistura toplines diferentes, o processo de mixagem requer mais tempo, e a equipe do BTS envia notas detalhadas para se certificar de que o som está combinando perfeitamente com as suas especificações. “Eu lembro que tiveram vários momentos que estávamos trabalhando em álbuns e eu pensava, ‘esses caras não dormem?’” diz Sam Kempner, que vem mixando a música do grupo com James Reynolds desde 2013. “Nós entregávamos uma mixagem e eles estavam de pé depois de uma hora de sono nos dando pontos para revisar.”

Essa atenção com os detalhes não é surpreendente; os álbuns do BTS são casos complexos. “Eles estão tentando mais do que artistas pop normalmente tentam — é um tanto ambicioso, musicalmente,” diz a cantora e compositora irlandesa Orla Gartland, que ajudou com a melodia de “134340”. O instrumental dessa música inclui passagens de flauta e baixos ágeis que sugerem uma ala aventureira de funk dos anos 70. “Você não escuta instrumentos como esses em pop nesse nível,” acrescenta Gartland. “O BTS faz jogadas corajosas.”

Essas coragem pode estimular os colaboradores do BTS também. Aoki, por exemplo, pode jogar contra o seu time em “The Truth Untold”, a faixa que ele produziu para o Love Yourself: Tear. “Eu fiz uma música totalmente inesperada,” ele diz, com felicidade. “Quando as pessoas ouvem ‘MIC Drop’, elas falam, ‘Ok, é uma batida do Aoki.’ Essa é uma balada; o drop só acontece no final.”

Para um grupo que frequentemente se inclina ao maximalismo, “The Truth Untold” é uma virada e tanto, uma vitrine para vozes nuas no que é, talvez, a música mais sobressalente que o grupo já gravou. “BTS está ganhando força em questões melódicas agora,” diz Tricky Stewart, que envia músicas ao grupo desde 2016, ainda que não tenha ganhado espaço no Love Yourself: Tear. “É mais voltado para o mercado dos Estados Unidos.”

É um fato que ouvintes americanos estão cada vez mais dispostos a se envolver com o BTS. No último dia 21, o grupo ganhou a honra do Top Social Artist no Billboard Music Awards — pelo segundo ano consecutivo — e apresentaram sua nova música “Fake Love”. É uma das conquistas mais impressionantes do BTS, uma faixa que pode, aparentemente, agradar uma vasta coalizão de ouvintes: fãs de “XO Tour Llf3”, de Lil Uzi Vert, ou Dashboard Confessional de meados dos anos 2000, junto com qualquer um que sintonize na rádio para ouvir as melodias açucaradas do Top 40.

Nos Estados Unidos, o vídeo de “Fake Love” é um dos 10 clipes mais populares do YouTube e uma das 30 faixas mais populares do Spotify desde a sexta-feira de seu lançamento. Escrita pelo membro do BTS, RM, junto com o fundador da Big Hit, “Hitman” Bang, e produtor de longa data, Pdogg, parece que esse grupo, ao final de tudo, pode não precisar de escritores americanos para conquistar o pop dos Estados Unidos.


Fonte; Rolling Stone
trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 07.10.2017
[NEWS] BTS lidera ranking de álbuns mundiais da Billboard
BTS pega 5º lugar no Top 100 Artistas e 1º lugar nos álbuns da semana!

Além de ter entrado na Billboard Hot 100 pela primeira vez, e chegando ao 7º lugar na Billboard Top 200, BTS também listou alto em outros rankings da Billboard essa semana!

No dia 26 de Setembro, Billboard lançou todos seus ranking equivalentes à semana terminando no dia 7 de Outubro.

BTS aparece em 1º lugar no ranking de Álbuns mundiais com seu mini-álbum Love Yourself: Her. Enquanto isso, seu álbum WINGS retornou à lista na 11ª posição, e seu repackage You Never Walk Alone também voltou a aparecer na lista, em 13º lugar. Ambos lançamentos mais antigos do septeto aparecem na lista há 23 semanas cada.

Sua faixa single “DNA” também está no ranking de Vendas Digitais de músicas, na 37ª posição, enquanto que “Love Yourself: Her” está no 6º lugar na lista de maiores vendas de álbuns, e em 3º na de álbuns digitais. O mini-álbum também aparece no ranking de Álbuns Independentes, em 3º lugar, como também na de Álbuns canadenses, aparecendo na mesma posição.

BTS também subiu para a 5ª posição no ranking Top 100 artistas, que é determinada por aparições em rádios, números de vendas, números de streaming, e atividade da Top 50 Social. O grupo continua em 1º lugar no ranking Social da Billboard.

Parabéns para o BTS!

 

Fonte; soompi
trans eng-ptbr; fer @ btsbr


Publicado em 22.07.2017
Os 10 novos artistas que você precisa conhecer pela Rolling Stones!
A revista estadunidense nomeou seus 10 artistas preferidos de julho.

Mais uma vez nós conversamos sobre os 10 artistas que estão escalando rumo ao topo das paradas, quebrando a internet ou simplesmente dominando os rádios onde quer que estamos. Este mês nós temos: BTS, a sensação do K-Pop e outros mais.


BTS

Soa como: K-Pop gone trap, trop house e até mesmo neo-soul;* o grande mestre de sete cabeças que você enfrenta ao final do jogo com um rap ao fundo.

Para os fãs de: Justin Bieber, G-Dragon, Big Bang.

Por que você deve prestar atenção: BTS, abreviação para “Bangtan Sonyeondan” ou, em inglês, “Bulletproof Boy Scouts”**, fizeram o seu debut em 2013 e rapidamente se tornaram um dos artistas mais promissores da Coreia do Sul. Nos Estados Unidos, eles tiveram shows esgotados em Anaheim e New Jersey, quando o seu avião pousou no Chile, eles foram recebidos com um pandemônio ao melhor estilo The Beatles. Em estúdio, o grupo de sete membros troca rápidos versos que com frequência falam de assuntos tabu, como política e depressão.

De acordo com Rap Monster, o líder do grupo, seu processo de composição é parte Rihanna e parte Wu-Tang: depois de selecionar as batidas dos melhores produtores da Coreia e algumas feitas por eles mesmos, os sete membros competem amigavelmente entre si para ver quem consegue chegar aos melhores versos. Até então, os resultados tem sido positivos. Wings, o seu segundo álbum, foi um dos álbuns mais conceituais e sonoramente ambiciosos do pop em 2016, se tornando o disco mais vendido da Coreia do Sul no ano de lançamento. E ainda impulsionou as vendas do livro “Demian: A História da Juventude de Emil Sinclair”, do autor Herman Hesse que foi lançado em 1919 e teve grande influência em todo o conceito estético usado para os filmes que precederam o lançamento do álbum.

Eles dizem: “Eu venho lendo livros, o máximo que eu consigo, desde os 5, 7, 10 anos de idade, e antes de fazer música, eu quis ser um escritor”, diz Rap Monster. Ele lista Hesse, Haruki Murakami e Albert Camus como seus três autores favoritos. “Os autores realmente criam expressões humanas com sentimentos específicos. Pessoas normais, por exemplo, quando elas querem expressar suas emoções simplesmente dizem ‘Eu estou triste’, ‘Eu estou com raiva’. Mas os autores fazem essas emoções diferentes, eles fazem elas parecerem completamente diferentes. Existem tantas jóias raras e preciosas em livros e filmes e nós buscamos inspiração neles. Nós não temos muito tempo para experimentar e viver por aí, como outras pessoas. Nós sempre estamos viajando, nos apresentando e fazendo música dentro do nosso estúdio, então livros e filmes são a melhor alternativa para vivermos e ter experiências sem precisarmos estar fora.”

Escute você mesmo: “Come Back Home”, seu último single, tem uma batida que preenche a lacuna entre Black Sheep e DJ Mustard, além de letra bilíngue que fazem o “hangry”*** parecer um desespero existencial.



As partes que não se referiam ao Bangtan foram omitidas. Você pode conferir o post completo em inglês aqui: https://goo.gl/TyCSQF

*Gêneros musicais.
**Em julho de 2017, o grupo anunciou através de suas redes sociais que estaria passando por um rebranding e que o significado em inglês para BTS, passaria a ser então, Beyond the Scene.
***Expressão americana para quando você está com fome, sedento, quer mais e fica bravo por não tê-lo.

Fonte: Rolling Stones
Trans eng-ptbr: Caroline Piazza @ BTSBR


Publicado em 18.07.2017
As 10 músicas mais subestimadas do BTS
Músicas do BTS que você precisa escutar!

A cerimônia de premiação do 2017 Billboard Music Awards aconteceu no último dia 21 de maio, na ABC. Este ano foi especialmente empolgante por contar com a presença de um dos nossos grupos de K-pop favoritos, o BTS, como o primeiro grupo de K-pop a ser nomeado a um prêmio no BBMAs.

O BTS é conhecido por sua energia nas performances e suas faixas cativantes, como “Blood Sweat and Tears”, “Not Today”, “Dope”, e “I Need U”. Mas se você é um membro novo da BTS ARMY, talvez você não esteja familiarizado com o restante da sua discografia. Se você quer conhecer o grupo um pouco mais, essas dez músicas do BTS merecem mais amor.

E se as dez músicas não são o suficiente para você, dê uma olhada nas nossas menções honrosas primeiro…

“Gajah (Elephant)” – Gaeko com participação Rap Monster (2017)

Pense nisso / Você será uma estrela ou uma estrela do mar? / Sem desrespeito às estrelas do mar / Mas se você quer uma estrela, seja egoísta*” é o rap que Rap Monster faz na última música lançada por Gaeko. Como no seu trabalho com o BTS, o rapper brilha na faixa com seus trocadilhos inteligentes e versos que empoderam e provocam o ouvinte a pensar.

N/T: Trocadilho com as palavras em inglês “fish” (peixe) e “selfish” (egoísta), do trecho original “But if you want a fish, be selfish”.

 

“Joke” – RM (Mixtape do Rap Monster) (2015)

SUGA não é o único rapper no BTS que lançou uma ótima mixtape: confira o projeto auto-intitulado de Rap Monster, “RM”, disponível no SoundCloud.

 

“House of Cards”, The Most Beautiful Moment in Life: Young Forever (2016)

Esta música é para os fãs de R&B, sexy e suave. “House of Cards” é uma balada sensual, apresentando a vocal line do BTS em uma luz remanescente da música R&B americana. Se você é fã de artistas como The Weeknd, definitivamente vale a pena conferir.

 

 

10. “Boy Meets Evil”

“Boy Meets Evil” deu início ao WINGS com impacto. A música apresenta um rap poderoso feito por J-Hope, que retrata a luta de um homem com a tentação, acompanhado de uma dança emotiva que personifica a mensagem da música.

 

9. “Born Singer”

Em 2013, o BTS usou o sample da música “Born Sinner”, de J.Cole, para criar “Born Singer”, uma música que expressa suas histórias pessoais de conquista de espaço na indústria musical. Ainda que a música tenha sido feita cedo na carreira do grupo, as letras mostram o talento e a maturidade do BTS, que têm estado presente desde o começo.

 

8. ”Let Me Know

“Let Me Know”, presente no primeiro álbum de estúdio do BTS, “Dark & Wild”, é, de longe, uma das músicas mais emotivas do grupo. A música destaca vozes cativantes de Rap Monster, SUGA e J-Hope, complementadas pelas melodias comoventes dos vocalistas.

 

7. ”N.O.”

“N.O.” (usado como acrônimo para “No Offense”, “sem ofensa”, em português) é o single do primeiro mini-álbum do grupo. Embora não tenha sido um de seus sucessos,, é uma música poderosa que encoraja a juventude a seguir seus sonhos em vez de ficar presa às normas e padrões da sociedade.

 

6. ”Agust D” (Mixtape do SUGA)

SUGA prova que seu talento se eleva acima e além do seu trabalho com o BTS, na sua mixtape de 2016, entitulada Agust D. Na mixtape, ele faz raps sobre suas experiências verdadeiras com depressão, fama, e mais.

 

5. ”Epilogue: Young Forever”

“Young Forever” é provavelmente uma das músicas mais comoventes do BTS. A letra expressa as inseguranças que os membros enfrentam, suas reflexões no seu crescimento, e os seus desejos de serem jovens e fazer música para sempre.

 

4. ”Moving On”

O BTS é conhecido pelo seu sadio e incondicional amor que sentem uns pelos outros. Esse relacionamento é mostrado na música “Moving On”. Os membros cantam sobre suas memórias afetivas enquanto se despedem do passado, olhando e seguindo em frente para um futuro brilhante juntos.

 

3. ”21st Century Girl”

Este hino de apoio ao feminismo mostra os membros encorajando mulheres modernas a terem orgulho de si mesmas, porque são perfeitas do jeito que são. Confira os garotos fazendo uma interpretação alegre dessa música no seu ensaio de dança de Halloween anual.

 

2. ”Spine Breaker”

“Spine Breaker” é uma das músicas mais subestimadas da discografia do BTS. Com letra como “rockin, rollin, swaggin, swagger, wrong”, o BTS mostra que sabe como se divertir. Os membros recentemente filmaram, dirigiram e produziram um MV para este hit de 2014, no programa BTS Gayo, no V App.

 

1.”Autumn Lives”

Esta música é uma pérola escondida que frequentemente passa despercebida. A letra desta canção é uma das mais delicadas e poéticas dentre todas escritas pelo grupo. “Autumn Leaves” mostra que o BTS não se trata apenas de ótimos músicos, mas de ótimos letristas e compositores também.

 

Fonte; PopCrush
Trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 08.07.2017
[NEWS] BTS é o artista coreano com maior número de vendas na Coreia do Sul e no Japão
BTS domina Coréia do Sul e Japão!

BTS está dominando os charts de música coreanos e internacionais, e agora o grupo conquistou a posição de melhor artista sul-coreano, tendo o maior número de vendas na Coreia do Sul e Japão.

De acordo com o ranking japonês “2017 Oricon First Half Single Ranking”, a música do septeto “Blood, Sweat and Tears” vendeu um total de 257.621 cópias, conquistando o 11o lugar geral e o primeiro single de um artista estrangeiro a participar da lista dos Top 20.

Além disso, BTS também vem dominando seu país natal, Coreia do Sul. Seu Album “YOU NEVER WALK ALONE” vendeu 728.417 cópias, conquistando o 1o lugar no ranking do Gaon de First Half of 2017 Album Chart. “WINGS”, outro album do grupo, também atingiu uma alta marca em vendas.

Enquanto isso, a banda novamente dominou o mundo k-pop com seu último lançamento, “Come Back Home”, um remake do clássico de Seo Taiji and Boys, lançado originalmente em 1995.

 

Fonte; allkpop
Trans eng-ptbr; fer @ btsbr


Publicado em 26.06.2017
[VÍDEO] 25.06.17 – “BTS WINGS Concept Book”
Confira o vídeo!

Vídeo da prévia do “BTS WINGS Concept Book” foi exibido no AK Plaza, no Seohyeon Station. O livro inclui fotos por trás das cenas das previas de Wings.

https://twitter.com/Soulmate_0613/status/878905681310384128

cr; soulmate @ Twitter
via; @Bulletproof_SG


Publicado em 04.06.2017
[TWITTER] 03.06.17 – @bts_bighit
Tweet postado por @bts_bighit no dia 03.06.17

| [#2017BTSFESTA]
{CAM} 방탄소년단 EXCLUSIVE STAGE ‘Wings’ (BTS Focus.)
#BTSWINGS (https://youtu.be/E4vqtUCqLsM )

[TRAD] {CAM} BTS PALCO EXCLUSIVO ‘Wings’ (Foco BTS.)

#BTSWINGS (https://youtu.be/E4vqtUCqLsM)

 

Trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 16.04.2017
[INFO] “WINGS: You Never Walk Alone”, ganha como o Melhor Álbum do Gaon Chart.
WINGS-YNWA ganha o primeiro lugar na venda de álbuns do primeiro trimestre. [...]

O álbum do BTS, “WINGS:You Never Walk Alone”, ganhou o primeiro lugar na venda de álbuns do primeiro trimestre de 2017, com cerca de 719 mil cópias vendidas.

Incluindo álbuns anteriores, o volume dos álbuns do BTS dentro dos 100 melhores álbuns do primeiro trimestre foi de 26%.

Em comparação com a quota do mercado de música do quarto trimestre de 2016, a CJ E&M registrou 31,2%, depois de crescer 9,1%, a LOEN Entertainment registrou 27,1% após uma queda de 5,8% e a KT Music registrou 25,8% da ação, que caiu 0,7% desde o último trimestre.

Os álbuns que tiveram um aumento na quota do mercado da LOEN Entertainment inclue o álbum do BTS, ‘You Never Walk Alone’, ‘Highlight’, ‘Can You Feel It?’, e o álbum do Monsta X, ‘THE CLAN pt. 2.5 [Beautiful]’.

via; Bangtanitl


Publicado em 14.04.2017
[INFO] BTS Se torna o único grupo de K-POP a entrar na lista dos 20 álbuns mais vendidos em 2017
BTS entre os 20 álbuns mais vendidos em 2017!

O grupo sul coreano BTS, ou os Bangtan Boys, quebraram outro recorde se tornando o único grupo de pop coreano (k-pop) a entrar na lista dos 20 álbuns mais vendidos no mundo em 2017 da World Music Awards.

Liberada no Domingo, a lista é baseada no número de vendas de qualquer artista ou grupo nos primeiros terço de 2017, contando de Janeiro á Março.

O último álbum “relançado” do BTS – Wings: You Never Walk Alone – alcançou a 14° colocação na lista com 565,000 de vendas. Esta é a última conquista do grupo de k-pop que está atualmente no meio de uma turnê mundial, terminando as performances poderosas nos EUA.

O BTS está ganhando reconhecimento no mundo por seu trabalho e recente contrato a Def Jam Records do Japão, do Grupo Universal Music.

A lista dos 20 mais vendidos teve Ed Sheeran no topo com “Divide”, que registrou vendas com 3,626,000, de acordo com a Soompi. Seguido por The Weeknd com “Starboy” com vendas de 1,202,000.

Veja a lista completa abaixo:

1- Divide (Ed Sheeran) – 3,626,000

2- Starboy (The Weeknd) – 1,202,000

3- 24k Magic (Bruno Mars) – 1,087,000

4- More Life (Drake) – 1,021,000

5- La La Land (soundtrack) – 941,000

6- Moana (soundtrack) – 796,000

7-Human (Rag’n’Bone Man) – 777,000

8- Hardwired To Self-Destruct (Metallica) – 735,000

9- 25 (Adele) – 729,000

10- Thumbnail (AKB48) – 634,000

11- Culture (Migos) – 624,000

12- Fifty Shades Darker (trilha sonora) – 586,000

13- Encore (back number) – 578,000

14- Wings: You Never Walk Alone (BTS) – 565,000

15- Trolls (trilha sonora) – 560,000

16- X (Ed Sheeran) – 547,000

17- Blurry Face (twenty one pilots) – 513,000

18- Views (Drake) – 509,000

19- I Decided (BIG SEAN) – 499,000

20-Blue And Lonesome (The Rolling Stones) – 493,000

 

Via; Bangtanitl


Publicado em 11.04.2017
[NEWS] BTS é o único artista coreano na lista de álbuns mais vendidos no mundo até agora em 2017
BTS está entre os 20 álbuns mais vendidos de 2017!

No dia 9 de abril, a página oficial do World Music Awards no Facebook anunciou os 20 álbuns que mais venderam ao redor do mundo até então em 2017.

A lista examina o primeiro trimestre (janeiro-março) de 2017 para ver quais álbuns tiveram as maiores vendas em consumo total. “Divide”, de Ed Sheeran, ficou no topo da lista com 3.266.000 de cópias.

“WINGS: You Never Walk Alone” do BTS, a nova versão do seu álbum anterior “WINGS”, lançado em 13 de fevereiro, conquistou o 14º lugar com 565.000 de cópias vendidas. No primeiro trimestre, o BTS é o único artista coreano e um dos três artistas asiáticos a entrar no Top 20.

Confira a lista completa abaixo:

1. Divide (Ed Sheeran) – 3,626,000 de cópias
2. Starboy (The Weeknd) – 1,202,000 de cópias
3. 24k Magic (Bruno Mars) – 1,087,000 de cópias
4. More Life (Drake) – 1,021,000 de cópias
5. La La Land (soundtrack) – 941,000 de cópias
6. Moana (soundtrack) – 796,000 de cópias
7. Human (Rag’n’Bone Man) – 777,000 de cópias
8. Hardwired To Self-Destruct (Metallica) – 735,000 de cópias
9. 25 (Adele) – 729,000 de cópias
10. Thumbnail (AKB48) – 634,000 de cópias
11. Culture (Migos) – 624,000 de cópias
12. Fifty Shades Darker (soundtrack) – 586,000 de cópias
13. Encore (back number) – 578,000 de cópias
14. Wings: You Never Walk Alone (BTS) – 565,000 de cópias
15. Trolls (soundtrack) – 560,000 de cópias
16. X (Ed Sheeran) – 547,000 de cópias
17. Blurry Face (twenty one pilots) – 513,000 de cópias
18. Views (Drake) – 509,000 de cópias
19. I Decided (BIG SEAN) – 499,000 de cópias
20. Blue And Lonesome (The Rolling Stones) – 493,000 de cópias

 

Fonte; Soompi
Trans eng-ptbr; nalu @ btsbr


Publicado em 01.04.2017
[NEWS] 7 conceitos do K-Pop que se inspiraram em livros famosos
BTS se inspira em livros famosos formulando conceito do Wings.

Não é segredo que o álbum mais recente do BTS “WINGS” incorporou trechos e temas do romance de Hermann Hesse, Demian, incentivando muitos fãs a lerem a história. Mas o grupo não é o primeiro a basear seu conceito na literatura — aqui estão algumas músicas e clipes de K-Pop inspirados em livros que vão te fazer procurar a livraria mais próxima.

BTS – “Blood Sweat & Tears”

Esse conceito do BTS é recheado de referências ao livro “Demian”, o que induziu um grande número de teorias criadas pelos fãs, explorando as conexões com a história. Apesar de todo esse esforço, ainda há muitas perguntas não respondidas em torno do clipe de “Blood Sweat & Tears” — o mais importante, será que algum dia vamos entender o porquê de Jin beijar a estátua?
Bônus: BTS – Spring Day

A curta história que o BTS traz em seu último lançamento pode ser apenas algumas páginas em relação ao livro, mas ainda são referências literárias para os garotos! O conto “Os que se afastam de Omelas” é uma leitura instigante, que serviu perfeitamente ao humor nostálgico, mas edificante, da mais nova música do grupo.


*As informações não relacionadas ao BTS foram desconsideradas.

Fonte; Soompi
Trans eng-ptbr; Gio @ btsbr