Crítica: BTS – Love Yourself: Tear

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Crítica: BTS – Love Yourself: Tear

Apenas um mês após o lançamento de seu álbum japonês “Face Yourself”, a banda de K-pop BTS lançou seu terceiro álbum completo oficial, Love Yourself: Tear. Abordando tendências contemporâneas do pop, Tear fez uso do tropical house, atmosfera de sintetizadores elegantes e canto suave inspirado pelo R&B de uma forma muito mais sutil (se tratando do BTS) do que seu último lançamento.

Até mesmo a colaboração com Steve Aoki, “The Truth Untold”, trocou o lado energético característico do DJ por uma balada suave ao som de piano, daquelas que inspiram a audiência a acenderem seus isqueiros (ou lanternas do celular) em uma arena durante um show. “134310” mistura uma vibe de hip-hop lounge com o som de uma flauta alegre, ao contrário do hit em colaboração com MNEK, “Paradise”, que traz um som eletrônico fino que é agradável aos ouvidos. “So What” é a música que chega mais próximo de ser tão empolgante quanto “Not Today” ou “Fire”, mas, ao contrário dos antigos hits, que trazem um som mais agressivo, “So What” aposta em uma energia de êxtase.

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Estiloso e ambicioso, Love Yourself: Tear é uma representação do BTS em um pico focado e refinado, coeso o suficiente que passa a sensação de que foi feito em um único período específico, e não montado de maneira aleatória como alguns de seus últimos lançamentos.

Fonte: Neil Z. Yeung @ allmusic

Artigos | por em 27/05/2018
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